sábado, 8 de março de 2008

Brasil - Ceará - CE - Turismo Virtual

CEARÁ - CE / BRASIL






Museus do Ceará

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8 de março: dia internacional da mulher... parabéns mulheres...

8 de março: dia internacional da mulher... parabéns mulheres...


As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais. O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias.
É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais. Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas.
Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs. Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres.

Tu tens uterinidade
E te entranhaste em mim.
Carrego-te, de verdade,
Pela vida, até o fim.

Tu foste, primeiro lar,
O meu mais puro alimento.
Teu leite puro, a jorrar,
Meu mais sublime fermento.

Foste a menina faceira,
Comigo sempre a brincar,
Subindo na goiabeira
Pra ver o tempo passar.

Foste, ainda, a namorada,
Candura em plenitude,
Que me alegrou a jornada
Da saudosa juventude.

Depois foste a companheira
De minha maturidade,
A guardiã da trincheira
De minha felicidade.

E, ainda, em ti nasceu
O fruto de nosso amor,
Muito mais teu do que meu,
Porque parido na dor.

Paciente madroeira,
Envelheceste comigo.
Passaste tua vida inteira
Dando-me força e abrigo.

Meu dias foram os teus,
Sonhando te ver feliz,
Pedindo perdão a Deus
Pelo bem que não te fiz.




(enviada por anônimo)
Fonte:Pobre Virtual (Passa lá)

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quinta-feira, 6 de março de 2008

Brasil - Bahia - BA - Turismo Virtual

BAHIA - BA / BRASIL








A Bahia é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situada ao sul da região Nordeste e é o estado que mais faz divisa com outras unidades da Federação, possuindo um total de oito estados limítrofes, a saber: Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Piauí (N); Minas Gerais e Espírito Santo (S); Goiás e Tocantins (O). Ao leste, possui divisa com o Oceano Atlântico. Ocupa uma área de 567.692,669 km², sendo pouco maior que a Espanha. A Bahia é o mais rico estado do nordeste. É também o estado com maior exploração do turismo de todo o nordeste seguido do Ceará e Pernambuco.
Sua capital é Salvador. As principais cidades, além da capital, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus, Itabuna, Juazeiro, Camaçari, Jequié, Lauro de Freitas, Alagoinhas, Barreiras, Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Simões Filho e Paulo Afonso.
É o estado brasileiro com maior número relativo de negros e mulatos e o que possui maior influência da cultura africana: a música, culinária, religião e o modo de vida de sua população apresentam grande contribuição dos escravos africanos.


História

Colonização portuguesa
Local de chegada dos primeiros portugueses ao Brasil no ano de 1500, a região do que viria a ser o estado da Bahia começou a ser povoada em 1534. Tomé de Sousa, o primeiro governador-geral, fundou Salvador, que se tornou a primeira capital do país em 1549, sendo por muitos anos a maior cidade das Américas. Em 1572 o governo colonial dividiu o país em dois governos, um em Salvador, e o outro no Rio de Janeiro, esta situação se manteve até 1581, quando a capital do Brasil passou a ser novamente apenas Salvador. A capital foi transferida para o Rio de Janeiro definitivamente em 1763, pelo Marquês de Pombal.
Em Salvador concentrou-se uma grande população de europeus, índios, negros e mestiços - em decorrência da economia centrada no comércio com dezenas de engenhos instalados na vasta região do Recôncavo.


O território original da Bahia compreendia a margem direita do rio São Francisco (a esquerda pertencia a Pernambuco). Estava, basicamente, dividido entre dois grandes feudos: a Casa da Ponte e a Casa da Torre, dos senhores Guedes de Brito e Garcia d'Ávila, respectivamente - promotores da ocupação de seu território.

Invasões holandesas

Ingleses e holandeses atacaram a Bahia no século XVII. Salvador chegou a ficar sob domínio holandês entre 1624 e 1625, mas foi retomada pelos portugueses. Os holandeses chegaram à capital baiana com inúmeras embarcações e mais de 3600 soldados. Salvador, que não recebeu reforço, tinha apenas 80 militares, que debandaram com a maioria da população na iminência do ataque. Os holandeses chegaram à praça deserta, exceto pelo governador, que segurava a espada em riste prometendo defender a cidade até a morte. Foi detido.
No Recôncavo, organizado nas pequenas vilas, prepararam a reação, com ajuda e empenho do Arcebispo da Bahia. Nova invasão ocorreu em 1638, período em que Nassau dominava boa parte do Nordeste, mas foi fortemente repelida.


Conjuração Baiana



Em 1798 foi cenário da Conjuração Baiana, que propunha a formação da República Bahiense - movimento pouco difundido, mas com repressão superior àquela da Inconfidência Mineira: seus líderes eram negros instruídos (os alfaiates João de Deus, Manuel Faustino dos Santos Lira e os soldados Lucas Dantas e Luís Gonzaga das Virgens) associados a uma elite liberal (Cipriano Barata, Moniz Barreto e Aguilar Pantoja), mas só os populares foram executados, mais precisamente no Largo da Piedade a 8 de novembro de 1799.

Independência

Mesmo após a declaração de independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, a Bahia continuou ocupada pelas tropas portuguesas, até à rendição destes, ocorrida no dia 2 de julho de 1823. Por essa razão a data é comemorada pelos baianos como o Dia da Independência da Bahia.

Outras revoltas

Com a independência do Brasil, os baianos exigiram maior autonomia e destaque. Como a resposta foi negativa, organizaram levantes armados que foram sufocados pelo governo central. Foi o caso da Federação do Guanais, levante de 1832.
Em 1834, a Bahia foi palco da Revolta dos Malês (como eram conhecidos os escravos africanos islamizados), tida como a maior revolta escrava da história do Brasil. Com a República ocorreram outros incidentes políticos importantes, como a Guerra de Canudos e o bombardeio de Salvador, em 1912. A Bahia contribuiu ativamente para a história brasileira, e muitos expoentes baianos constituem nomes de proa na política, cultura e ciência do país.


Geografia

A Bahia é o quinto estado do país em extensão territorial e equivale a 36,3% da área total do Nordeste brasileiro e 6,64% do território nacional. Da área de 564.692,67 km², cerca de 68,7% encontram-se na região do semi-árido, enquanto o litoral sendo o maior do Brasil, mede 1.183 km, abriga muitos tipos de ecossistemas, favorecendo a atividade turística por sua rara beleza.

Relevo

Com 561.026 km² situados na fachada atlântica do Brasil, o relevo é caracterizado pela presença de planícies, planaltos, e depressões. Marcado pelas altitudes não muito altas, o ponto mais alto da Bahia é representado pelo Pico das Almas, situado na Serra das Almas, com cerca de 1.958 metros.
Os chapadões e as chapadas presentes no relevo mostram que a erosão trabalhou em busca de formas tabulares.
Os planaltos ocupam quase todo o estado, apresentando uma série de patamares, por onde cruzam rios vindos da Chapada Diamantina, da serra do Espinhaço, que nasce no centro de Minas Gerais, indo até o norte do estado, e a própria Chapada Diamantina, de formato tabular, marcando seus limites a norte e a leste. O planalto semi-árido, localizado no sertão brasileiro, caracterizado por baixas altitudes.
O relevo que pedromina o estado baiano é a depressão.


As planícies estão situadas na região litorânea, onde a altitude não ultrapassa os 200 metros. Ali, surgem praias, dunas, restingas e até pântanos. Quanto mais se anda rumo ao interior, mais surgem terrenos com solos relativamente férteis, onde aparecem colinas que se estendem até o oceano.
Um único recorte no litoral baiano, determina o surgimento do Recôncavo baiano, cuja superfície apresenta solo variado, sendo muito pouco fértil em algumas áreas, enquanto em outras a fertilidade é favorecida pela presença do solo massapê, formado por terras de origem argilosa.
Um conjunto de chapadões situados a oeste recebe, na altura do estado, o nome de Espigão Mestre.
As planícies aluviais se formam a partir dos rios Paraguaçu, Jequitinhonha, Itapicuri, de Contas, e Mucuri, que descem da região de planalto, enquanto o rio São Francisco atua na formação do vale do São Francisco, onde o solo apresenta formação calcária.


Altitudes e pontos extremos

Assim como todo o território brasileiro, as altitudes da Bahia são modestas, de modo geral. O território baiano possui uma elevação relativa, já que 90% de sua área está acima de 200 metros em relação ao nível do mar.
Os pontos mais elevados (culminantes) na Bahia são o Pico do Barbado, com 2.033,3 metros, localizado na Serra dos Barbados, entre os municípios de Abaíra e Rio do Pires e o Pico das Almas, com 1.836 metros, localizado entre os municípios de Érico Cardoso, Livramento de Nossa Senhora e Rio de Contas, na Serra das Almas.
Ao norte, o limite é o rio São Francisco, no município de Curaçá, divisa com Pernambuco. Sendo a latitude 8º 32' 00" e a longitude 39º 22' 49". Ao sul, o limite extremo é a Barra do Riacho Doce, no município de Mucuri, na divisa com o Espírito Santo. Sendo a latitude 18º 20' 07" e a longitude 39º 39' 48". No leste, o ponto extremo é a Barra do Rio Real, no município de Jandaíra, na divisa com o Oceano Atlântico. Sendo a latitude 11º 27' 07" e a longitude 37º 20' 37". O ponto extremo do oeste é o divisor de águas, no município de Formosa do Rio Preto, divisa com o Tocantins. Sendo a latitude 11º 17' 21" e a longitude 46º 36' 59".


Clima

O clima tropical predomina em toda a Bahia, apresentando dinstinções apenas quanto aos índices de precipitação em cada uma das diferentes regiões. Algumas regiões da Bahia, o sertão, tem como clima, o semi-árido.
No litoral e na região de Ilhéus, a umidade é maior, e os índices de chuvas podem ultrapassar os 1.500 mm anuais.
As médias de temperatura anuais ultrapassam os 26°C.


Vegetação

Vegetação da Chapada Diamantina.
Possui três tipos variados de vegetação, sendo a caatinga predominante sobre a floresta tropical úmida e o cerrado.
A caatinga se localiza em toda a região norte, na área da depressão do São Francisco, e na serra do Espinhaço, deixando para o cerrado apenas a parte ocidental, e para a floresta tropical úmida, o sudeste.
No interior as estações de seca são mais marcantes, com exceção para região do vale do rio São Francisco.
Na serra do Espinhaço as temperaturas são mais amenas e agradáveis.
Os índices pluviométricos no sertão são bastantes baixos, podendo não chegar aos 500mm anuais. Ali ocorrem comumente longos períodos de seca.


Hidrografia

O principal rio é o São Francisco, que corta o estado na direção sul-norte. Com importância sinônima, os rios Paraguaçu, o maior rio genuinamente baiano, e o de Contas, que somam-se os rios Jequitinhonha, Itapicuru, Capivari, Rio Grande, entre outros.

Litoral

É o estado brasileiro com o maior litoral. Possuindo famosas e belas praias, como a praia de Itapuã, diversas vezes homenageada em músicas e poesias.

Ecologia

Foram criadas 36 Áreas de Proteção Ambiental (APAs), totalizando 128 Unidades de Conservação cadastradas no estado, instituídas por decretos e portarias federais, estaduais e municipais. A incidência das APAs se deve a sua adequação e orientação às atividades humanas sendo mais flexíveis. Considerando os diferentes biomas, cerrado, caatinga e floresta (Mata Atlântica), constata-se que com maior percentual de Unidades de Conservação encontra-se em áreas de florestas devido à sua fragmentação e estado de degradação. As Reservas Particulares surgem como opção de preservação totalizando 46 unidades.
Como em todo o Brasil, na Bahia também existem áreas de preservação e conservação protegidas por lei, conhecidas como parques estaduais e nacionais. Abaixo estão listados os paques localizados na Bahia.


Parques nacionais

dos Abrolhos
da Chapada Diamantina
do Descobrimento
Grande Sertão Veredas (MG-BA)
de Monte Pascoal
das Nascentes do Rio Parnaíba (PI-MA-BA-TO) Pau Brasil

Parques estaduais

da Serra do Conduru
Morro do Chapéu Sete Passagens

Museus

Museu Regional de Jequié

Alguns museus da Bahia são: Museu Afro-Brasileiro, Museu de Arte da Bahia, Museu de Arte Moderna da Bahia, Memorial dos Governadores Bahia, Museu Carlos Costa Pinto, Museu Henriqueta Catharino, Fundação Casa de Jorge Amado e Museu Geográfico da Bahia. No interior do estado, destaca-se o Museu Regional de Jequié, com um importante acervo sobre a história e cultura da região sudoeste.

Festas

Na Bahia ocorrem várias festas durante o ano todo, as principais são a Lavagem do Senhor do Bomfim, o Carnaval da Bahia e as diversas micaretas que ocorrem no ano todo - sendo este evento momesco fora de época uma criação baiana. Há também o São João com destaque para a cidade de Cruz das Almas. Ainda tem a tradicional Vaquejada de Serrinha, que acontece sempre junto ao feriado de 7 de setembro.
Na capital acontece sempre no começo do anos o Festival de Verão e no interior o Festival de Inverno.


Artesanato

A cerâmica ornamental e utilitária (denominada de louça de barro, uma herança de nossos índios, aperfeiçoada com a introdução do torno), renda de bilro ou de almofada, bilê e outros tipos de bordados. Objetos feitos de couro, de madeira (santeiros) e também tecelagem, pilão, gamela, bonecas de pano, metal, lapidadores de pedras, riscadores de milagres (artistas populares).

Música

Nas últimas décadas, a Bahia tem sido um verdadeiro celeiro musical. Surgiram muitos artistas (músicos, instrumentistas, cantores, compositores e intérpretes) de grande influências no Brasil e até no mundo. Tendo a maior cidade das Américas durante muitos séculos, sua capital foi local dos nascimentos, a partir da influência africana, do samba de roda, seu filho samba, o lundu e outros tantos ritmos, movidos por atabaques, berimbaus, marimbas - espalhando-se pelo resto do Brasil, e ganhando o mundo.
Na Bahia nasceu os expoentes brasileiros do tropicalismo, do rock nacional, da bossa nova, deboxe, axé music e samba-reggae, os quais são Gilberto Gil, Caetano Veloso, Dorival Caymmi, Maria Bethânia, Raul Seixas, João Gilberto, Carlinhos Brown, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Luiz Caldas, Margareth Menezes, Pitty, etc.


Turismo

Outra principal indústria é o turismo, ao longo da costa da Bahia, que é o estado brasileiro com o maior litoral, as bonitas praias e os tesouros culturais fazem-lhe um dos principais destinos turísticos do Brasil. Além da ilha de Itaparica e Morro de São Paulo, há um grande número de praias entre Ilhéus e Porto Seguro, na costa sudeste, o norte litoral da área de Salvador, esticando para a beira com Sergipe, transformou-se um destino turístico importante, o qual ficou conhecido como Linha Verde. A Costa do Sauípe contém um dos maiores hotéis-resorts do Brasil. No ecoturismo se destaca a Chapada Diamantina. Região apontada por entidades turísticas, brasileiras e estrangeiras, como melhor destino do País. A Chapada é um dos Pólos Turísticos mais completos do Brasil. Dispõe de aeroportos, boa malha rodoviária, hotéis de alto padrão com selos de reconhecimento como o do grupo "Roteiro de Charme". Por causa do turismo, a Chapada Diamantina passou a ser uma das areas mais desenvolvidas da Bahia. Os principais municípios são: Lençóis, Andaraí, Mucugê e Palmeiras.

Aeroportos

A Bahia conta com dez aeroportos, sendo o Internacional Dois de Julho, também conhecido como Internacional de Salvador Deputado Luís Eduardo Magalhães, o quinto aeroporto mais movimentado do Brasil o primeiro do nordeste e o 20° da América Latina, respondendo por mais de 30% do movimento de passageiros desta região do país. Os outros são Aeroporto de Barreiras, em Barreiras; Aeroporto João Durval Carneiro, em Feira de Santana; Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus; Aeroporto Chapada Diamantina, em Lençóis; Aeroporto de Paulo Afonso, em Paulo Afonso; Aeroporto de Porto Seguro, em Porto Seguro; Aeroporto Pedro Otacílio Figueiredo, em Vitória da Conquista; Aeroporto de Valença, em Valença; e Aeroporto de Caravelas, em Caravelas.

Portos

A Bahia conta com quatro portos, sendo o de Aratu, o de Ilhéus e o de Salvador marítimos e o de Juazeiro fluvial. O de Ilhéus é o maior exportador de cacau do Brasil.

Ferrovias

A Bahia é cortada por duas ferrovias, uma delas é a Estrada de Ferro Bahia-Minas, que vai de Caravelas, na Bahia, ao norte de Minas, e a outra é a Viação Férrea Federal do Leste Brasileiro, que integrava a Bahia com os estados de Minas Gerais, Sergipe, Pernambuco e Piauí. Essas duas linhas férreas já não estão mais em atividade.

Metrô

Está sendo construído o primeiro metrô do estado da Bahia, o Metrô de Salvador.


Lista de ilhas da Bahia
Culinária da Bahia
Capitania da Bahia
Capitania de Ilhéus
Carnaval da Bahia
Capitania de Porto Seguro
Futebol da Bahia
Federação Bahiana de Futebol

Ligações externas


Governo da Bahia
Bahia.com.br
Bahiatursa - Órgão oficial de turismo da Bahia
Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia
Tribunal de Justiça do estado da Bahia
Página do IBGE sobre a Bahia
Atlas digital da Bahia (PDF), dados sobre municípios baianos, inclusive com mapas detalhados.
Dicionário de Baianês
Guia de viagens sobre Bahia no Wikitravel.


Fonte: Wikipedia.org

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MAIS PARCEIROS



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quarta-feira, 5 de março de 2008

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terça-feira, 4 de março de 2008

Brasil - Amazonas - AM - Turismo Virtual


AMAZONAS - AM















O Amazonas é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a mais extensa delas, ocupando uma área de 1.570.745,680km², pouco maior que a Mongólia e pouco menor que a área da Região Nordeste brasileira, com seus nove estados.








O estado está situado na região Norte do país e tem como limites a Venezuela e Roraima a norte, o Pará a leste, o Mato Grosso a sudeste, Rondônia a sul, o Acre a sudoeste), o Peru a oeste e a Colômbia a noroeste. Sua capital é a cidade de Manaus e outras localidades importantes são, Coari, Manacapuru, Tefé, Parintins, Itacoatiara, Tabatinga.
Características gerais
Em 2007 posicionou-se como a 13ª unidade mais rica do Brasil em PIB, superando Pará, Espirito Santo, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Rondônia, Piauí, Tocantins, Acre, Amapá e Roraima. Sua população constitui cerca de 1,75% do número de habitantes do país e a região detém boas taxas de crescimento nos últimos anos. O Amazonas é um dos poucos estados brasileiros que não possui litoral, mas é um dos que possuem a maior bacia hidrográfica e o maior rio do mundo, a Bacia Amazônica e o rio Amazonas.
A área média dos 62 municípios do estado do Amazonas é de 22.400km², superior à área do estado de Sergipe. O maior deles é Barcelos, com 122.476km² e o menor é Iranduba, com 2.204 km² e não estão às margens de rios como alguns afirmam, mas, isto sim, são cortados por grandes rios amazônicos, em cujas margens estão as localidades, as propriedades rurais e as habitações dos ribeirinhos. No estado os rios são as estradas e as enormes distâncias são medidas em horas ou em dias de viagem de barco. Todavia, todos os municípios possuem pistas para operações de aeronaves, sendo que a maioria é servida por aeroportos, havendo em Manaus e Tabatinga aeroportos de nível internacional.
Geografia
Tem ao mesmo tempo as terras mais altas, como o pico da Neblina, com 2.994m e o pico 31 de Março, com 2.992m de altitude) e a maior extensão de terras baixas (menos de 100 metros) do Brasil. Juruá, Purus, Madeira, Negro, Amazonas, Içá, Solimões, Uaupés e Japurá são os rios principais.
O Amazonas tem 98% da sua área florestal intacta, pois sua vocação econômica foi desviada para outras atividades a partir da reorganização e ampliação da Zona Franca de Manaus em 1967. Os governos têm procurado incentivar o chamado desenvolvimento sustentável, voltando-se para a preservação do legado ecológico. Existe um esforço para manter os projetos agropecuários dentro dos limites da preservação ambiental, enquanto que a valorização do manejo da floresta como fonte de renda contribuiu para que o Amazonas enfrentasse o desafio de reduzir o desmatamento em 21% em 2003, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE
Aqui encontram-se os dois maiores arquipélagos fluviais do mundo em quantidade de ilhas, Mariuá, com 1200, e Anavilhanas[1], com 400, situados no Rio Negro e umagrande Reserva Biológica inundada, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá[2]. A vasta fauna possui felinos, como as onças, grandes roedores, como as capivaras, aves, quelônios, répteis e primatas. O maior desses animais é a anta e todos constituem fonte de alimento para as populações rurais. Alguns encontram-se ameaçados de extinção e são protegidos por órgãos especiais dos governos. Das milhares de espécies de peixes da Amazônia, com algumas ainda desconhecidas ou sob estudo, as mais exploradas são: tambaqui, jaraqui, curimatã, pacu, tucunaré, pescada, dourado, surubim, sardinha e pirarucu (bacalhau da Amazônia).
De um modo geral, os solos amazonenses são relativamente pobres. Os solos mais propícios à utilização agrícola encontram-se em Humaitá, Apuí, Lábrea e em outros municípios do Sul do Estado.
História
Embora pelo Tratado de Tordesilhas (1494), todo o vale amazônico se encontrasse nos domínios da Coroa espanhola, a foz do grande rio só foi descoberta seis anos mais tarde, por Vicente Yáñez Pinzón, que a alcançou em fevereiro de 1500, seguido por seu primo Diego de Lepe, em abril do mesmo ano. Quatro décadas depois, outros espanhóis, Gonzalo Pizarro e Francisco de Orellana, partindo de Quito, no atual Equador, atravessaram a cordilheira dos Andes e exploraram o curso do rio até ao Oceano Atlântico. A viagem, que durou de 1540 a 1542, foi relatada pelo dominicano frei Gaspar de Carvajal, que descreveu terem sido atacados por mulheres guerreiras às margens do rio, o que acabaria popularizando o nome "Amazonas", místicas mulheres guerreiras da Grécia antiga. Ainda no século XVI, registraram-se a expedição de Pedro de Ursua e Lope de Aguirre (1508-1561) em busca do lendário Eldorado (1559-1561).
Sem ocupação efetiva, além de algumas feitorias inglesas e holandesas explorando as chamadas "drogas do sertão", somente durante a Dinastia Filipina (1580-1640) a Coroa hispano-portuguesa se interessou pela região, com a fundação de Santa Maria das Graças de Belém do Grão-Pará (1616), sendo dignas de registro a expedição do Capitão-mór da Capitania do Grão-Pará e Cabo, Pedro Teixeira, que percorreu o grande rio do Oceano Atlântico até Quito, com 70 soldados e 1.200 indígenas, em quarenta e sete canoas grandes (1637-1639), e logo em seguida a de Antônio Raposo Tavares, cuja bandeira, saindo da Capitania de São Vicente, atingiu os Andes, retornando pelo rio Amazonas até Belém, percorrendo um total de cerca de 12.000 quilômetros, entre 1648 e 1651.
No século XVIII, a região do alto rio Amazonas foi considerada estratégica tanto para a diplomacia espanhola - por representar via de acesso ao Vice-reino do Peru -, quanto para a diplomacia portuguesa, especialmente a partir da descoberta de ouro nos sertões de Mato Grosso e de Goiás, escoado com rapidez pela bacia do rio Amazonas. É nesse contexto que se inserem as instruções secretas passadas por Sua Majestade ao Governador e Capitão General da Capitania do Grão-Pará, João Pereira Caldas, para que fossem fundadas sete feitorias pelo curso dos rios amazônicos, de Belém até Vila Bela do Mato Grosso e à capital da Capitania do rio Negro, para apoiar o comércio (contrabando), com as províncias espanholas do Orinoco (Venezuela), de Quito (Equador), e do Peru, comércio esse que antes se fazia com a Colônia do Sacramento (Instrução Secretíssima, c. 1773. Museu Conde de Linhares, Rio de Janeiro). A assinatura do Tratado de Madrid (1750) ratificou essa visão, tendo a Coroa portuguesa feito valer também na região o princípio do "uti possidetis", apoiado por uma linha de posições defensivas que, mesmo virtualmente abandonadas após o Consulado Pombalino (1750-1777) e durante o século XIX, legariam à diplomacia da nascente República brasileira os seus atuais contornos fronteiriços.
Dentro do projeto de ocupação do sertão amazônico, constituiu-se a Capitania Real de São José do Rio Negro pela Carta-régia de 3 de março de 1755, com sede na aldeia de Mariuá, elevada a vila de Barcelos em 1790. No início do século XIX, a sede do governo da Capitania foi transferida para a povoação da barra do Rio Negro, elevada a Vila da Barra do Rio Negro para esse fim, em 29 de março de 1808. À época da Independência do Brasil em 1822, os moradores da vila proclamaram-se independentes, estabelecendo um Governo Provisório. A região foi incorporada ao Império do Brasil, na Província do Pará, como Comarca do Alto Amazonas em 1824. Ganhou a condição de Província do Amazonas pela Lei n° 582, de 5 de setembro de 1850, sendo a Vila da Barra do Rio Negro elevada a cidade com o nome de Manaus pela Lei Provincial de 24 de outubro de 1848 e capital em 5 de janeiro de 1851.
Economia
A economia baseia-se na indústria, no extrativismo, inclusive de petróleo e gás natural, mineração e pesca. Com relação ao extrativismo, grande impulso na vida econômica e na colonização da região amazônica foi dado com a exploração do látex, durante o ciclo da borracha.
Na atualidade, através do calendário de feiras nacionais e internacionais da Amazônia, sob a sigla - FIAM - na Suframa, atrai diferentes investidores, brasileiros e de outras nacionalidades, a investir nos diferentes pólos tecnológicos existentes na região e, principalmente, no Pólo Industrial de Manaus (PIM), em franco desenvolvimento, e os estrangeiros podem conhecer grandes oportunidades de negócios que o potencial econômico da Amazônia proporciona e é capaz de oferecer, como sua infra-estrutura, mão-de-obra qualificada e várias outras vantagens competitivas.
As feiras promovem o potencial econômico da região, inclusive produtos industrializados de ponta e regionais, feitos com base em matérias-primas locais, assim como atrativos turísticos, visando o desenvolvimento sustentável, estimulando o intercâmbio comercial, cultural, científico e tecnológico. No ano de 2007o Amazonas possui o décimo quinto maior PIB do Brasil, com 35,3 bilhões de reais, representando 1,7% do PIB.
CLIMA
No Brasil, país caracteristicamente tropical, o Amazonas é dominado pelo clima equatorial, predominante na Amazônia. As estações do ano apresentam-se bastante diferenciadas e a amplitude térmica anual é relativamente alta, variando de 28ºC no litoral do Pará até 40ºC no oeste amazonense. As chuvas, em quase toda a região, distribuem-se com relativa regularidade pelo ano inteiro mas podem-se encontrar também características de tropicalidade no Sul do estado. Os ventos também afetam as temperaturas. No verão, sopram os ventos alísios vindos do Sudeste, que por serem quentes e úmidos, provocam altas temperaturas, seguidas de fortes chuvas; no inverno, as frentes frias são geralmente seguidas de massas de ar vindas da Linha do Equador e trazem um vento quente.
Vegetação
Sobressaem matas de terra firme, várzea e igapós. Toda essa vegetação faz parte da extensa e maior floresta tropical úmida do mundo: A Hiléia Amazônica. Os solos são de terra firme – do tipo lateríticos: solos vermelhos das zonas úmidas e quentes, cujos elementos químicos principais são hidróxido de alumínio e ferro, propícios à formação de bauxita e, portanto, pobres para agricultura. Solos de várzea – são os mais férteis da região. São solos jovens, que periodicamente são enriquecidos de material orgânico e inorgânico, depositados durante a cheia dos rios. A flora do Estado apresenta uma grande variedade de vegetais medicinais, dos quais destacam-se andiroba, copaíba e aroeira. São inúmeras as frutas regionais e entre as mais consumidas e comercializadas estão: guaraná, açaí, cupuaçu, castanha-do-brasil (castanha-do-pará), camu-camu, pupunha, tucumã, buriti e taperebá.
Colonizadores
Com o objetivo de catequizar os indígenas, vários leigos e religiosos jesuítas espanhóis fundaram várias missões no território amazonense. Essas missões, cuja economia tinha como atividade a dependência do extrativismo e da silvicultura, foram os locais de origem dos primeiros mestiços da região. Sofreram posteriormente seguidas invasões de outros indígenas inconformados com a invasão ao seu território e de conquistadores brancos. Brancos, acompanhados por nativos, aprisionavam índios rivais para vendê-los como escravos. A destruição das missões espalhou pelo território a desmatação. A partir do século XVIII, o Amazonas passou a ser disputado por portugueses e espanhóis que habitavam a bacia do rio Amazonas. Essa luta desencadeou a disputa pela posse da terra, o que motivou a formação de grandes latifúndios. A partir do século XIX, o território começou a receber migrantes nordestinos que buscavam melhores condições de vida na maior província brasileira. Atraídos pelo ciclo da borracha, os nordestinos se instalaram em importantes cidades amazonenses, como Manaus, Tabatinga, Parintins, Itacoatiara e Barcelos, a primeira capital do Amazonas.
Fonte: Wikipedia.org

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Brasil - Amapá - AP - Turismo Virtual

AMAPÁ - AP / BRASIL










Amapá é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado a nordeste da região Norte e tem como limites a Guiana Francesa a norte, o Oceano Atlântico a leste, o Pará a sul e oeste e o Suriname a noroeste. Ocupa uma área de 142.814,585 km². A capital é Macapá. As cidades mais populosas são Macapá e Santana.



O relevo é pouco acidentado, em geral abaixo dos 300 metros. A planície litorânea se caracteriza pela presença de mangues e lagoas. Amazonas, Jari, Rio Oiapoque, Araguari, Calçoene e Maracá são os rios principais.


História


Com o nome de capitania da Costa do Cabo Norte, a região sofreu invasões de ingleses e holandeses, expulsos pelos portugueses. No século XVIII a França reivindicou a posse da área. O Tratado de Utrecht, de 1713, estabeleceu os limites entre o Brasil e a Guiana Francesa, que não foram respeitados pelos franceses.



A descoberta do ouro e a valorização da borracha no mercado internacional, durante o século XIX, promoveram o povoamento do Amapá e acirraram as disputas territoriais, mas, em 1 de dezembro de 1900, a Comissão de Arbitragem de Genebra concedeu a posse do território ao Brasil, incorporado ao Pará com o nome de Araguari. Em 1943 tornou-se território federal batizado como Amapá.



A descoberta de ricas jazidas de manganês na Serra do Navio, em 1945, revolucionou a economia local. Em 5 de Outubro de 1988, com a promulgação da Constituição, foi elevado à categoria de Estado.



Fonte: Wikipedia.org





Notícias do Amapá

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segunda-feira, 3 de março de 2008

Lambari MG - Enchente dia 03 fevereiro 2008 - Vídeo




NÃO FAZEM NADA PRÁ CONTORNAR A SITUAÇÃO

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Brasil - Turismo Online - Alagoas - AL

BRASIL / ALAGOAS - AL









ALAGOAS

Alagoas é uma das 27 unidades federativas do Brasil e está situado a leste da região Nordeste. Tem como limites: Pernambuco (N e NO); Sergipe (S); Bahia (SO); e oceano Atlântico (L). Ocupa uma área de 27 767 km², sendo ligeiramente maior que o Haiti. Sua capital é a cidade de Maceió.É formado por 102 municípios e suas cidades mais populosas são Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios, Rio Largo, Penedo, União dos Palmares, Santana do Ipanema, Delmiro Gouveia, Coruripe e Campo Alegre



Geografia

Relevo

O relevo é modesto, em geral abaixo dos 300 metros. Planície litorânea, planalto a N e depressão no centro.

Ponto mais elevado

Serra Santa Cruz (844 metros).

Rios principais

São Francisco, Mundaú e Paraíba do Meio.


Vegetação

Na costa, há alguns remanescentes de floresta tropical, e também mangues litorâneos e coqueirais ao longo de todo o litoral; mata atlântica na zona da mata. No interior semi-árido do estado é o domínio da caatinga.


Clima


Clima tropical úmido na costa, com sol no verão e temporais no inverno. Clima semi-árido no oeste do estado


História

A costa do atual Estado de Alagoas, reconhecida desde as primeiras expedições portuguesas, desde cedo também foi visitada por embarcações de outras nacionalidades para o escambo de pau-brasil (Caesalpinia echinata).

Quando da instituição do sistema de Capitanias Hereditárias (1534), integrava a Capitania de Pernambuco, e a sua ocupação remonta à fundação da vila do Penedo (1545), às margens do rio São Francisco, pelo donatário Duarte Coelho, que incentivou a fundação de engenhos na região. Palco do naufrágio da Nau Nossa Senhora da Ajuda e subseqüente massacre dos sobreviventes, entre os quais o Bispo D. Pêro Fernandes Sardinha, pelos Caeté (1556), o episódio serviu de justificativa para a guerra de extermínio movida contra esse grupo indígenas pela Coroa portuguesa.

Ao se iniciar o século XVII, além da lavoura de cana-de-açúcar, a região de Alagoas era expressiva produtora regional de farinha de mandioca, tabaco, gado e peixe seco, consumidos na Capitania de Pernambuco. Durante as Guerra Holandesa (1630-1654), o seu litoral se tornou palco de violentos combates, enquanto que, nas serras de seu interior, se multiplicaram os quilombos, com os africanos evadidos dos engenhos de Pernambuco e da Bahia. Palmares, o mais famoso, chegou a contar com vinte mil pessoas no seu apogeu.

Constituiu-se em Comarca de Alagoas em 1711, e foi desligado da Capitania de Pernambuco (Decreto de 16 de setembro de 1817), em conseqüência da Revolução Pernambucana daquele ano. O seu primeiro governador, Sebastião Francisco de Melo e Póvoas, assumiu a função a 22 de janeiro de 1819.

Durante o Brasil Império (1822-1889), sofreu os reflexos de movimentos como a Confederação do Equador (1824) e a Cabanagem (1835-1840). A Lei Provincial de 9 de dezembro de 1839 transferiu a capital da Província da cidade de Alagoas (hoje Marechal Deodoro), para a vila de Maceió, então elevada a cidade.

A primeira Constituição do Estado foi assinada em 11 de junho de 1891, em meio a graves agitações políticas que assinalaram o início da vida republicana. Os dois primeiros presidentes da República do Brasil, Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, nasceram no estado.


ECONOMIA


Agricultura

Entre os principais produtos agrícolas cultivados no Estado encontram-se o abacaxi, o côco, a cana-de-açúcar, o feijão, o fumo, a mandioca, o arroz e o milho.


Pecuária

Na pecuária, destacam-se as criações de eqüinos, bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos.


Extrativismo

Existem também no Estado, reservas minerais de sal-gema, gás natural, além do petróleo já mencionado.


Indústria

A atividade industrial tem como sub-setores predominantes o químico, a produção de açúcar e álcool, de cimento e o processamento de alimentos.


Turismo

Nos últimos anos, o turismo tem crescido nas praias do estado com a chegada de brasileiros e também de estrangeiros, graças a melhorias no aeroporto de Maceió e na infraestrutura hoteleira. O litoral norte, especialmente Maragogi e Japaratinga tem recebido nos últimos anos grandes empreendimentos de resorts.


Aeroporto internacional

Maceió entrou na rota dos grandes aeroportos do Nordeste. O Governo Federal e a Infraero construíram o novo Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, com 22 mil metros quadrados de área e capacidade para receber 1,2 milhão de passageiros por ano. A inauguração foi realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 16 de Setembro de 2005. Agora, o aeroporto oferece mais conforto aos usuários e passageiros. São 24 balcões de check-in, sete escadas rolantes, quase 600 vagas de estacionamento e quatro pontes de embarque – equipamentos que evitam o acesso a pé às aeronaves. Maceió também passa a contar com o aeroshopping – espaço para 62 estabelecimentos comerciais de compras, lazer e arte, que serão ocupados gradativamente. Pelo mirante panorâmico, os passageiros podem ter visão direta do pátio de aeronaves. O novo terminal de passageiros foi construído com a mais moderna tecnologia. É totalmente climatizado, com sistema informatizado que regula desde a intensidade da iluminação e do ar refrigerado, até a velocidade das escadas rolantes. E é o primeiro aeroporto do Brasil a contar com sistema de cogeração de energia, parceria da Infraero com a Petrobrás, que permite uma forma de energia ambientalmente limpa, com a utilização de gás natural. A ampliação da pista, que agora tem 2,6 mil metros, permite a ligação direta de Maceió a Londres, Roma ou Cairo, sem escalas ou conexões.


Porto

O Porto de Jaraguá é um porto brasileiro que fica no estado de Alagoas, na capital Maceió. Foi o desenvolvimento econômico e comercial do Porto de Jaraguá, junto às margens da lagoa Mundaú, chamada maçaio, que fez surgir uma grande povoação que recebeu o nome de Maceió, atual capital de Alagoas. O Porto de Jaraguá é considerado um "porto natural" que facilita o atracamento de embarcações, por onde os produtos mais exportados na época da colonização foram açúcar, fumo, coco e especiaria

Visite Alagoas - AL

Fonte: Wikipedia.org

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Lambari MG - Inauguração Shopping Águas Virtuosas


Shopping Águas Virtuosas
Lambari ganha um belíssimo Centro Comercial, de lazer e entretenimento. O Shopping Águas Virtuosas foi inaugurado sexta-feira, dia 29 de fevereiro, com todo luxo.
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