sábado, 21 de junho de 2008

BIBLIOTECAS DA ITALIA


Valle d'Aosta
Piemonte
Biblioteche Politecnico di Torino
Biblioteche Università degli Studi di Torino
Biblioteca di Chimica "Giacomo Ponzio"

Biblioteca Interdipartimentale di Fisica
Biblioteche Università del Piemonte Orientale
Biblioteche Civiche Torinesi
Biblioteca Nazionale Universitaria
Biblioteca IEN "Galileo Ferraris" di Torino
Biblioteca OCSE - Fondazione Rosselli
Biblioteca dell'Accademia delle Scienze di Torino
Biblioteche Regione Piemonte
Biblioteca Istituto Universitario di Studi Europei
Biblioteca del Collegio Universitario di Torino
Biblioteca del Teatro Stabile di Torino
Biblioteca del Museo regionale di scienze naturali
Biblioteca del Museo del Risorgimento
Biblioteca Multimediale - Fondazione Eni Enrico Mattei
Biblioteca Osservatorio Astronomico di Torino
Biblioteca di Alpignano (TO)
Biblioteca Civica di Ivrea (TO)
Biblioteche del Canavese
Biblioteca Civica "A. Arduino" - Moncalieri (TO)
Biblioteche di Pinerolo (TO)
Biblioteca Civica "C.Gasti" - Settimo Torinese (TO)
Biblioteca Astense - Asti
Biblioteche comunali di Biella
Biblioteca Civica di Cuneo
Biblioteca Civica "G.Ferrero" - Alba (CN)
Biblioteca Civica "Ceretti" di Verbania
Biblioteca Centrale di Ingegneria II facoltà - Vercelli
Antica Biblioteca dei Vescovi di Vercelli

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ENOLOGIA – VINHOS



Acadêmicos do Vinho
ACAV - Associação Cearense dos Amigos do Vinho
Amigas do Vinho
Associação Brasileira de Sommeliers - Brasília
Associação Brasileira de Sommeliers - Campinas
Associação Brasileira de Sommeliers - MG
Associação Brasileira de Sommeliers - Rio de Janeiro
Associação Brasileira de Sommeliers - São Paulo
Bebavinho
Belo Vinho
CFCF - Confraria Feminina do Champanhe de Florianópolis
COBAVIN - Confraria Baururense dos Amigos do Vinho
CONFRILE - Confraria dos Colaboradores da Cantina Cortile
Degustadores sem Fronteiras
FEBAVE - Federação Brasileira de Confrarias e Associações Femininas do Vinho e do Espumante
On Wine - Confraria Virtual
Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho - Minas Gerais
Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho - Rio Grande do Sul
Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho - São Paulo
Vinhos e Vinhos

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sexta-feira, 20 de junho de 2008

Sites de Busca - Mexico noruega paises arabes peru polonia portugal russia suecia africa venezuela


NORUEGA
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LIBIA - Site de Busca

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JORNAIS DO EGITO



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JORNAIS DE CAMARÕES



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Adotados usam teste de DNA para descobrir sobrenome


Homens adotados estão usando testes de DNA para descobrir o sobrenome de seus pais biológicos, partindo do pressuposto de que homens que têm o mesmo sobrenome muitas vezes têm também semelhanças genéticas.


Os testes se baseiam na análise do cromossomo Y, um conjunto de material genético que é passado sem alterações (a não ser que haja mutações) de pai para filho. Por causa desse padrão de herança, homens com o mesmo sobrenome podem também compartilhar marcas genéticas no cromossomo Y. Segundo o presidente da empresa americana especializada em testes genéticos Family Tree DNA, Bennett Greenspan, pelo menos 30 homens já encontraram seus "sobrenomes biológicos" dessa maneira com a ajuda da companhia.

Banco de dados
A Family Tree DNA, com sede em Houston, tem um banco de dados online chamado Ysearch contendo informações genéticas de 125 mil homens, juntamente com sobrenomes e dados genealógicos. "Há várias pessoas que são filhos adotivos, realizaram testes conosco, encontraram semelhanças genéticas com vários indivíduos do mesmo sobrenome e, provavelmente, não conseguiram encontrar semelhanças com nenhuma outra pessoa com um sobrenome diferente", explicou Greenspan. "A partir daí, eles sabem que pelo menos encontraram o sobrenome (da família de origem) e podem começar a procurar (pelo pai) na cidade em que nasceram", afirma.Na opinião de Greenspan, para algumas pessoas seria praticamente impossível descobrir o sobrenome de seu pai biológico de qualquer outra maneira.

"Prova concreta"
Chandler Barber, um americano de 37 anos de Dallas, que foi adotado ao nascer, disse que ficou sabendo sobre essa possibilidade de descobrir o seu sobrenome verdadeiro por meio de uma reportagem em uma revista. Das seis pessoas encontradas em Ysearch que tinham marcas genéticas semelhantes à do cromossomo Y dele, todas tinham variantes do sobrenome Ritchie. "Era uma prova bem concreta", disse Barber à BBC. "É uma maneira rápida e pouco trabalhosa de descobrir pelo menos alguma coisa sobre sua história. Eu tenho certeza que há pessoas que têm procurado por seus pais a pé e com lápis e papel na mão por anos e não encontraram nada.


"Nomes comuns
A ligação entre o sobrenome e a semelhança das características genéticas do cromossomo Y fica mais forte à medida em que o sobrenome é mais raro. "Se você tem um sobrenome que é relativamente raro, mas não tão raro que as chances de outra pessoa ter o mesmo sobrenome sejam muitos pequenas, então você pode ter sorte", disse Mark Jobling, professor de genética da Universidade de Leicester, na Inglaterra, que não tem ligação com a Family Tree DNA. Mas Jobling diz que, mesmo com sobrenomes relativamente comuns, é possível encontrar pistas genéticas associando a pessoa a "dinastias". "Em um sobrenome como Jefferson, por exemplo, que é bastante comum, você encontra vários desses pequenos grupos de dinastias. Há identidade entre esses grupos, mas há muitos deles", explica. Ele afirma que esses padrões gerais podem variar de um país para o outro e que algumas "marcas genéticas" podem estar presentes em dois ou mais sobrenomes, o que pode levar a conclusões erradas. Segundo o geneticista Sérgio Danilo Pena, professor titular de bioquímica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e diretor do Laboratório Gene, é possível fazer no Brasil o teste do DNA do cromossomo Y, mas não há bancos de dados genéticos com sobrenomes que permitam fazer o teste oferecido pela Family Tree DNA.

Da BBC
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Berlusconi diz que Itália vai aprovar Tratado de Lisboa



A Itália apóia a continuidade do processo de ratificação do Tratado de Lisboa da União Européia (UE), o texto que substitui a falida constituição européia, apesar do "não" da Irlanda no referendo da semana passada, afirmou hoje o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi. "Vamos pedir a aprovação do tratado da UE pelos 26 países restantes: o 27°, a Irlanda, deve encontrar uma solução", disse Berlusconi.



Intervindo na assembléia anual da associação de empresas italianas Confcommercio, poucas horas antes de partir para Bruxelas, onde vai participar do Conselho Europeu, Berlusconi também ressaltou que a Europa precisa se "endireitar" e ser mais concreta. O primeiro-ministro italiano lembrou as áreas nas quais a UE deveria fazer mudanças, como na defesa. "A Europa não tem nenhuma política comum sobre a defesa: cada Estado mantém um Exército próprio completo, enquanto nós estamos buscando um acordo para formar um Exército comum", comentou Berlusconi.



O líder conservador também ressaltou a necessidade de encontrar uma política de imigração comum para a UE, assim como uma política energética comum. Ele criticou a situação da Europa, que, "apesar de contar com 500 milhões de habitantes", está sujeita à "mais terrível especulação no que diz respeito às matérias-primas e, em particular, o petróleo". "Volto para a política européia após dois anos e a encontro diferente em relação a dois anos atrás, quando haviam pessoas como Tony Blair, José Maria Aznar, Jacques Chirac e eu mesmo", também disse Berlusconi, antes de viajar para Bruxelas. "Com a mudança de nomes a Europa perdeu personalidade, liderança e deu passos para trás", concluiu.

Ansa
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Físico brasileiro José Goldemberg vence prêmio ambiental internacional


O físico brasileiro José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, é um dos ganhadores deste ano do Blue Planet Prize, um dos principais prêmios concedidos aos que lutam pela causa ambiental no mundo. A premiação é oferecida pela Asahi Glass Foundation, do Japão. Junto com Goldemberg, está sendo laureado também o cientista francês Claude Lorius. Segundo a fundação japonesa, Goldemberg "deu enormes contribuições na formulação e implementação de muitas políticas associadas com melhoramentos no uso e na conservação de energia, na criação de um conceito pioneiro de 'salto tecnológico' para os países em desenvolvimento, além de mostrar forte liderança na preparação para a Eco 92". Nos últimos anos, Goldemberg tem sido um dos grandes defensores da tecnologia brasileira do etanol como forma de combater o aquecimento global.

Globo on line
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Líderes da UE continuam hoje com debates sobre Tratado de Lisboa


Bruxelas, 20 jun (EFE).- Os líderes da União Européia continuarão hoje com seus debates sobre as conseqüências da rejeição irlandesa ao Tratado de Lisboa e da escalada dos preços do petróleo e dos alimentos. No segundo e último dia de sua cúpula semestral, os 27 países-membros do bloco tentarão acertar um texto comum com conclusões sobre a crise iniciada após o fracasso da ratificação do novo tratado na Irlanda, algo que foi impossível no jantar de ontem à noite, devido às reservas da República Tcheca.
A atual Presidência eslovena do bloco descartou ontem a possibilidade de fixar prazos para que a Irlanda apresente propostas de solução ou para que os países que ainda não ratificaram o texto concluam o procedimento. A Cúpula de Governo da UE, que será realizada na França, nos dias 15 e 16 de outubro, será, segundo vários dirigentes, a oportunidade para a Irlanda começar a propor soluções para o impasse. O presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, advertiu que os sete países que ainda não ratificaram o Tratado de Lisboa "devem fazê-lo".Além disso, Barroso considerou "totalmente inaceitável" que um país firme um tratado sem a intenção de ratificá-lo, e por isso mostrou sua confiança de que "todos" ratificarão o Tratado de Lisboa. O primeiro-ministro tcheco, Mirek Topolanek, declarou que tentará "convencer com bons argumentos" o Senado de seu país, do qual depende a ratificação, mas avisou que não vai "forçar a ninguém a votar a favor ou contra".

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quinta-feira, 19 de junho de 2008

Jornais do Uruguai



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Jornais Ilhas Malvinas



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Jornais das Guianas



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Jornais da Venezuela



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Jornais da Colômbia



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Jornais da Bolivia



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JORNAIS DE SERRA LEOA



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JORNAIS DA ETIÓPIA



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JORNAIS DE CABO VERDE



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JORNAIS DE BOTSWANA




Mmegi News - Gaborone
The MidWeek Sun - Gaborone
The Voice on line - Francistown

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JORNAIS DA ARGÉLIA



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JORNAIS DE ANGOLA



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O movimento dos sem terras sofre ação judicial - Brasil



Finalmente uma notícia boa, os membros do MST tiveram que desmontar dois acampamentos que eram usados como base para desencadear invasões de propriedades rurais.Esse grupo invadia periodicamente uma fazenda de nome Coqueiros, mesmo havendo uma liminar em favor dos proprietários impedindo a invasão. Não respeitavam a lei e nem as decisões judiciais.Agora foram totalmente removidos, graças a uma investigação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul e a decisão da Justiça de mandar remover totalmente os acampamentos. A ordem foi cumprida pela Polícia Militar.Os membros desse grupo são recrutados nas grandes cidades e levados para os acampamentos onde recebem instruções e ficam aguardando o momento de invadirem propriedades.Uma coisa que eu acho estranha é a maneira que a imprensa se refere a eles, principalmente a televisão, são chamados de colonos e eu acho que deveriam ser chamados de membros do movimento dos sem terras, pois não são e nunca foram colonos e chamá-los assim é ofender os verdadeiros colonos que ficam em suas pequenas propriedades sofrendo todas as intempéries do tempo e nunca cometem nenhum crime ou ofensa aos demais cidadãos.Essas pessoas desse movimento recebem, por meio de seus líderes, verbas para deslocamento, alimentação, remédios e tudo o que precisam. Dinheiro que sai dos impostos que pagamos e que deveria reverter em melhorias para todos os cidadãos.Maiores detalhes em ZeroHora.
blog do Catarino

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Eurocâmara aprova diretiva de retorno dos imigrantes sem mudanças


O presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso (e), discursa nesta quarta-feira no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, na França
Estrasburgo, 18 jun (EFE) - O Parlamento Europeu (PE) aprovou nesta quarta-feira sem mudanças o projeto da diretiva de retorno de imigrantes ilegais, que prevê retê-los por um período máximo de até 18 meses em casos excepcionais.O texto recebeu 367 votos a favor, 206 contra e 109 abstenções, e saiu adiante graças ao apoio do Partido Popular Europeu, dos liberais e da direita nacionalista, que não aceitaram nenhuma das emendas colocadas pelos grupos de esquerda.A norma da União Européia, que já recebeu o sinal verde dos Governos dos 27 países do bloco, entrará em vigor dois anos após sua publicação oficial.A votação desta quarta mostrou novamente a divisão existente na Eurocâmara a respeito do texto, que, para alguns grupos, é um progresso e um marco para proteger os direitos dos imigrantes, enquanto, para outros, as garantias que oferece são insuficientes.O compromisso dos países apoiado pelo PE estabelece um período de retorno voluntário para os imigrantes ilegais de 7 a 30 dias.Também prevê que os estrangeiros em situação irregular podem ser retidos por até seis meses até a expulsão, período que pode ser estendido para mais doze meses, nos casos em que o imigrante não cooperar em sua identificação ou houver problemas para obter a documentação de outros países.Nove países - Reino Unido, Suécia, Grécia, Dinamarca, Finlândia, Estônia, Irlanda, Malta e Holanda - atualmente não têm nenhum período máximo de retenção dos imigrantes ilegais, por isso estes podem ficar internados de forma indefinida.Além disso, a direção estabelece para os expulsos uma proibição de retorno à UE de até cinco anos.Quanto aos menores não acompanhados, aceita-se a possibilidade de que possam ser devolvidos a tutores que não forem parentes diretos ou a instituições adequadas de seu país.A assistência jurídica será gratuita, segundo estipularem as leis nacionais, e a ajuda gratuita nas apelações às decisões de expulsão só haverá quando existirem chances reais de êxito, e teria limites de tempo e de quantia econômica.
Roma, 18 jun (EFE) - O presidente da Comissão Européia (órgão executivo do bloco europeu), José Manuel Durão Barroso, disse que o "não" da República da Irlanda ao Tratado de Lisboa é "fruto dos medos", mas não o final da União Européia (UE), e que é preciso continuar as ratificações nos países que ainda não se expressaram."Tentaremos compreender (a Irlanda). Respeitamos suas decisões, mas o seu 'não' é um 'não' contra a Europa, não é o final da Europa. Eu não aceito que a UE seja o bode expiatório de tudo. O 'não' irlandês é um problema sério e deve ser resolvido, disse Barroso, em entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal "Corriere della Sera".Sobre se influiu no temor dos irlandeses o fato de a UE aumentar seus impostos e a imposição do aborto, Barroso disse que o Tratado de Lisboa "não tem nada a ver com isso, acredito que o 'não' tenha se aproveitado do medo, e o medo se vê melhor na esperança".Sobre como resolver o caso, Barroso disse que, "como sugere (a escritora) Marguerite Yourcenar, o tempo é um grande escultor".O presidente da Comissão Européia defendeu continuar as ratificações do tratado nos países que ainda não fizeram isso."O pior erro para a Europa seria cair na depressão, na paralisia".

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Cresce o desemprego na Itália



O desemprego voltou a subir na Itália depois de um longo período de queda. É o que revela o Istat (o IBGE italiano), anunciando que no primeiro trimestre a taxa de desocupação atingiu 7,1% (em igual período de 2007, a taxa foi de 6,4%).
A piora geral do desemprego, revela a pesquisa do Istat, é mais acentuada no Mezzogiorno (sul da Itália), onde o fenômeno se revela bem mais grave que em outras regiões.



Com informações do La Stampa
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Festival de Ravello chega ao Brasil em 2009




O Festival de Ravello, grande evento de arte e diversidade musical, virá ao Brasil em 2009, onde acontecerá "em Florianópolis entre 8 e 18 de maio", segundo Domenico De Masi, presidente da Fondazione Ravello. O Festival de Ravello acontece entre os dias 27 de junho e 31 de outubro na cidade de Ravello, na Costa Amalfitana, sul da Itália, promovendo uma série de eventos desde grandes orquestras e grupos de jazz a exibições de arte e dança. "O tema será a paixão, o mesmo da edição italiana do 2007. O projeto é fruto de um acordo assinado há três anos com o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique de Silveira. A edição brasileira terá as mesmas características da italiana, com algumas variações de artistas. O próximo objetivo é exportar o La Scala de Milão para o Brasil", continuou De Masi.


Sobre o tema da diversidade, o presidente explicou que ele foi escolhido a três anos atrás, "o que se mostrou uma intuição profética, visto que a imprensa estrangeira hoje se pergunta o quanto a Itália é um país tolerante diante do diferente". A diversidade é o fio condutor dos 143 eventos de música sinfônica e de câmara, artes visuais, design, ciência, cinema, literatura e dança. A programação é composta por 52 concertos, duas grandes mostras de arte contemporânea e um ciclo de encontros sobre design.


O concerto inaugural, no dia 27 deste mês, será dado pela percussionista Evelyn Glennie. Entre os nomes da sessão especial, está o pianista e compositor italiano Ludovico Einaudi. O CineMusic, dirigido por Lina Wertmüller e Peppe D'Antonio, compreende o concurso Ravello Clipmusic, dividido nas seções senior e emergente, que premiará os melhores diretores de videoclipes italianos. Outro destaque é a mostra "Shoes on exhibit: os tesouros do museu de Ferragamo", que exibirá a partir de 17 de outubro modelos desenhados por celebridades como Julia Roberts e Madonna.


Ansa
Imagem arquivo

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Obra completa de Niemeyer em Milão




Em comemoração aos 100 anos de nascimento de Oscar Niemeyer, a cidade de Milão recebe pela primeira vez em sua história uma exposição com as obras completas do arquiteto brasileiro. Uma parte da exposição, intitulada "Arquitetura e Liberdade" e promovida pela prefeitura da capital lombarda, poderá ser vista desde o dia 17 até 29 de junho na Via Dante. A mostra completa, por sua vez, organizada pelo designer Marco Riccioppo e pelo fotógrafo Robson de Oliveira, estará aberta entre os dias 18 de junho e 18 de agosto, dentro do festival "Latino-americano Expo 2008". "A cidade de Milão quis prestar uma homenagem a um grande homem, ao Brasil e a toda a América Latina, cuja comunidade na cidade é cada vez maior e mais integrada", disse em uma nota a assessora Ombretta Colli.

Ansa
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Príncipe Naruhito celebra 100 anos da imigração japonesa no Brasil



Brasília, (EFE) - O príncipe herdeiro do trono japonês, Naruhito, começou ontem uma visita de oito dias ao Brasil com uma agenda carregada de simbolismos com a qual se comemorarão 100 anos da chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao país.Com a pompa e cerimônia de uma visita de Estado, Naruhito foi recebido no Palácio do Planalto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem liderou uma homenagem aos primeiros 781 japoneses que desembarcaram no Porto de Santos em 18 de junho de 1908.Naruhito era esperado no palácio por 500 pessoas, entre elas, parentes dos pioneiros que chegaram ao Brasil contratados como mão-de-obra barata para trabalhar nas então prósperas fazendas de café de São Paulo."Os primeiros imigrantes foram assentados sem ter noções suficientes sobre o lugar ao qual tinham chegado e precisaram superar as barreiras do ambiente, das vivências, da língua e de uma cultura totalmente diferentes", disse o príncipe.Desta forma, Naruhito lembrou as dificuldades sofridas por seus compatriotas durante a viagem desde o porto de Kobe. No sábado, que promete ser um dos momentos mais emocionantes da visita, o príncipe assistirá a um ato no Porto de Santos, onde, há 100 anos, chegaram os pioneiros da imigração.Naruhito visitará no domingo as cidades de Londrina, Maringá e Rolândia, no Paraná, e na segunda viajará para Belo Horizonte, em Minas Gerais.O príncipe concluirá sua visita na próxima terça no Rio de Janeiro, de onde voltará a Tóquio.
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Expulsão de ilegais da Europa pode demorar até 18 meses, segundo nova lei


O Parlamento Europeu aprovou nesta quarta-feira (18) sem mudanças o projeto da diretiva de retorno de imigrantes ilegais, que prevê retê-los por período de até seis meses -ou 18 meses em casos excepcionais. O texto recebeu 367 votos a favor, 206 contra e 109 abstenções, e passou graças ao apoio do Partido Popular Europeu, dos liberais e da direita nacionalista, que não aceitaram nenhuma das emendas colocadas pelos grupos de esquerda.Conheça os principais pontos da nova lei
A norma da União Européia, que já recebeu o sinal verde dos governos dos 27 países do bloco, entrará em vigor dois anos após sua publicação oficial. A votação mostrou novamente a divisão existente na Eurocâmara a respeito do texto, que, para alguns grupos, é um progresso e um marco para proteger os direitos dos imigrantes. Para outros, as garantias são insuficientes.
O compromisso dos países apoiado pelo parlamento estabelece um período de retorno voluntário para os imigrantes ilegais de 7 a 30 dias. Também prevê que os estrangeiros em situação irregular podem ser retidos por até seis meses até a expulsão, período que pode ser estendido para mais doze meses, nos casos em que o imigrante não cooperar em sua identificação ou houver problemas para obter a documentação de outros países.
Nove países - Reino Unido, Suécia, Grécia, Dinamarca, Finlândia, Estônia, Irlanda, Malta e Holanda - atualmente não têm nenhum período máximo de retenção dos imigrantes ilegais, por isso estes podem ficar internados de forma indefinida.
Além disso, a direção estabelece para os expulsos uma proibição de retorno à União Européia de até cinco anos.
Quanto aos menores não acompanhados, aceita-se a possibilidade de que possam ser devolvidos a tutores que não forem parentes diretos ou a instituições adequadas de seu país.
A assistência jurídica será gratuita, segundo estipularem as leis nacionais, e a ajuda gratuita nas apelações às decisões de expulsão só haverá quando existirem chances reais de êxito, e teria limites de tempo e de quantia econômica.

EFE
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Imigração japonesa faz 100 anos




"Kasato Maru no tootyaku wa kyou de 100 shunen" - Chegada do Kasato Maru completa 100 anos hoje. E mbarcação foi a primeira a trazer uma leva de nipônicos. (Reprodução)


Com ou sem contradições, a data existe. 18 de junho de 1908 é considerado o marco da chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao Brasil. Eles viajaram 52 dias no navio Kasato Maru e aportaram na cidade de Santos, em São Paulo. Reza a lenda que logo que os 781 imigrantes desembarcaram, fogos de artifício pipocavam no céu. Na verdade, o barulho todo seria de rojões, tão tradicionais na época de festas juninas pelo país. A 'comemoração' logo deu lugar às dificuldades na adaptação com o clima, trabalho e costumes do Brasil.


As 165 famílias foram distribuídas em seis fazendas paulistas, a maioria de café. A pele e os rostos das mulheres ficavam vermelhos por conta da colheita, as mãos machucadas pelo trabalho. Muitas se revoltaram contra os maridos que aceitaram a "aventura" de ir ganhar dinheiro do outro lado do mundo.


Os imigrantes realmente acreditavam que conseguiriam ficar ricos por aqui e voltar para o Japão tão logo fizessem suas economias. Ledo engano. As famílias mais acumulavam dívidas do que conseguiam ter lucro e o plano de ir embora ficou distante. O resultado da história é conhecido: a presença nipônica no Brasil não desapareceu, só cresceu e deixou suas marcas na cultura, culinária, economia e tantos outros pontos.


No Japão, o idioma e a escrita são originários da China e foram adaptados. A comida também tem grande influência chinesa. Palavras usadas atualmente, como "resutoran" (restaurante), vêm de outras línguas (no exemplo, do inglês "restaurant"). Ou seja, os japoneses também sabem dar um "jeitinho" em alguns pontos de sua cultura. Foi isso que eles também fizeram por aqui. Adaptaram seus costumes e tradições e hoje tomam saquê com sal ou comem arroz do tipo japonês ("gohan") com feijão. Na Amazônia, para se adequar ao solo, introduziram a plantação de pimenta-do-reino e da juta. A contribuição dos japoneses na agricultura, com técnicas próprias, é das mais importantes na história da imigração. Os produtores hortifrutigranjeiros do Cinturão Verde, que fica a leste de São Paulo, são em sua maioria de origem nipônica.


Mas o ponto que tem sido o maior laço de integração entre Brasil-Japão nos últimos anos é a culinária. Os restaurantes japoneses chegam a ser comparados a churrascarias devido ao número de estabelecimentos. A aversão ao peixe cru, que os imigrantes comiam no início do movimento migratório, hoje passa longe de muitos brasileiros. E, sim, também houve adaptação. No Japão, o tamanho do sashimi costuma ser maior e quando é feito na frente do cliente, é moldado de acordo com o tamanho de sua boca. Nas artes e moda, nomes como Tomie Ohtake e Jum Nakao não soam mais tão estranhos aos ouvidos. Da mesma forma que os nomes de personagens de mangas e animes são pronunciados e citados como se fossem pessoas próximas dos fãs da cultura pop japonesa. O movimento inverso também acontece. Artistas, esportistas e muito da cultura brasileira chegam a ser tão cultuados no Japão quanto são por aqui. Samba e futebol nem é preciso comentar. Na leva, vêm a admiração e o fanatismo pelo cantor João Gilberto e tudo o que é música popular brasileira.


Japão no Brasil. Brasil no Japão. Os dois mundos existem nos dois países. São mais de 300 mil brasileiros vivendo em terras japonesas e trabalhando em fábricas. Em algumas cidades não parece que você está do outro lado do mundo: tem padaria, restaurante, lojas, escolas e bancos brasileiros. O movimento dekassegui, que explodiu no começo dos anos 90 e é o inverso ao que os primeiros imigrantes fizeram em 1908, trouxe a oportunidade dos descendentes entenderem mais de onde vêm e como é a cultura que seus antepassados trouxeram para cá. Ao mesmo tempo, aumentou o dilema sobre a identidade. No Brasil, que tem olho puxado é japonês, mas quando um descendente vai ao Japão, ele é estrangeiro, não é um “legítimo”. Agora, da mesma forma que os imigrantes japoneses trouxeram e fincaram parte de sua cultura por aqui, os dekasseguis fazem isso por lá. Só que dessa vez esses costumes e tradições são mesclados com o que seus antepassados aprenderam no Brasil. É tudo uma grande mistura.


Veja a cobertura completa do centenário da imigração
Globo on line
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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Inflação e deflação



A moeda significa o direito a uma parcela da riqueza nacional. Assim, supondo que houvesse apenas 10 moedas em circulação, quem detivesse uma teria direito a usufruir de 10% de todo patrimônio do país. Se o governo resolvesse fabricar mais dez moedas, sem aumentar a riqueza, o detentor daquela moeda já não teria direito aos 10%, posto ter que repartir o quinhão com as outras dez colocadas no mercado. Neste caso, apuramos uma inflação de 100%.



NO ENTANTO o governo, mercê de impostos, retiradas através de compulsórios, taxas, multas e várias rubricas que cria, a rigor pode eximir de circular a percentagem que lhe aprouver. Supondo que a cada ano o governo retire uma moeda de circulação, incinere, ou a deposite em algum paraíso fiscal, a cada ano a moeda que permanece em circulação comprará cada vez mais. Na velocidade exemplificada, entre 10 e 20% ao ano. Este fenômeno é justamente o contrário da inflação, e leva o nome de deflação.Como a capacidade gerencial das nações tem se restringido apenas a percorrer tal eixo, e como nada no mundo é estático, a humanidade é levada a buscar o equilíbrio neste movimento bipolar.Não são poucos os institutos com vistas às medições, a fim de proporcionar aos meios produtivos os parâmetros necessários aos projetos que implementam. Tudo à tôa, tudo em vão. Os institutos apenas acusam efeitos de ações já acontecidas; suas informações serão sempre obsoletas.Assim como para medir a febre no corpo existe um ponto específico, para identificar a temperatura da moeda é mister colocar o termômetro na cabeceira, isto é, na casa da moeda. No caso do valor do dinheiro, contudo, por sua relação direta com a quantidade de bens produzidos, sua aferição requer o balanço do que se tem. Embora esta foto também se refira a um passado, é através da conjunção que se pode mais ou menos aquilatar em que ponto do eixo nos encontramos, bem como sua direção.Ensina a história que os períodos de inflação são antecedidos pela incidência da deflação. O exemplo mais fulgurante encontramos na horrososa década de 1920 americana, que culminou com o maior desastre econômico que se tem notícia. Para recuperar o paciente, o remédio foi a inflação acelerada, a partir de um programa de gastos governamentais, através do pomposo nome de New Deal. Em nosso meio John tornou-se João, e levou o nome de Estado Novo.Em 1945 a inflação já tinha cumprido o papel, e Tio Sam estava mais sadio do que nunca, nem tanto pela manipulação monetária envolvida, mas pelo usufruto dos despojos proveniente da vitoriosa Guerra.Nesta efeméride nossa participação foi insignificante, de modo que continuamos com a doença impregnada, estendida por quase três gerações.


A interferência do FMIO Fundo Monetário Internacional teve que intervir nas irresponsáveis políticas das republiquetas, tendo em vista o incremento da globalização e do comércio internacional.O Brasil viu sua Casa da Moeda lacrada, impedida de fabricar a moeda sem a correspondência com o que produzia. Os impostos, as taxas, os compulsórios, o enxugamento monetário, e principalmente as taxas de juros aplicados no período inflacionário, contudo, não foram reduzidos, de modo que o expediente refreou de modo abrupto a quantidade de dinheiro em circulação. Ora, como bem sabemos, a moeda tem a função oxigenar a produção; caso haja escassez, é trivial concluir o estrangulamento. A moeda, contudo, por mais escassa, valerá mais, de modo que quem a detém estará, fatalmente, mais rico, justamente na proporção de sua escassez. Eis a razão da deflação contemplar, especialmente, os bancos e as empresas públicas.-A partir dos anos setenta, com o aumento vertiginoso dos preços do petróleo e da primeira manifestação de escassez dos alimentos, o mundo conheceu o fenômeno da estagflação, o misto de inflação com recessão, algo totalmente impensado pelo grande formulador do macête inflacionário. Pretendo amanhã abordar este efeito, fantasma maior do que todos, o qual muitos economistas tem vislumbrado sua silhueta.

fonte: Nav's ALL

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