quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Morre ex-presidente italiano Francesco Cossiga Addio al Picconatore, è morto Cossiga


Francesco Cossiga

Roma, 17 ago, Ansa - O ex-presidente italiano e senador vitalício do país Francesco Cossiga faleceu hoje em Roma aos 82 anos no hospital Gemelli, onde estava internado desde o dia 9 de agosto.   

De acordo com as primeiras informações, o falecimento teria tido como uma de suas principais causas uma crise cardiocirculatória.

"Na noite, o senador vitalício Francesco Cossiga teve uma repentina e drástica piora das condições circulatórias, que obrigou o uso de todos os suportes vitais", explicou o último relatório emitido pelo hospital.

O ex-presidente completou 82 anos no final de julho passado. Ele ocupou vários cargos públicos na Itália, e além de chefe de Estado também foi chefe de Governo.
 
Autoridades italianas lamentam morte do ex-presidente Francesco Cossiga
 
Roma, 17 ago, Ansa - A morte do ex-presidente italiano e senador vitalício Francesco Cossiga, de 82 anos, ocorrida por volta das 13h (8h no horário de Brasília), foi recebida com lamentação entre políticos e autoridades da nação europeia.

"Acolho com dor a notícia do falecimento de Francesco Cossiga. Foi um grande protagonista da vida democrática do nosso país", recordou o ex-premier Massimo D'Alema (1998-2000).

"Com ele, tivemos momentos de encontro assim como de ásperos conflitos, vividos sempre com respeito recíproco e lealdade. Nestes últimos anos, nos uniu uma intensa amizade, da qual lhe serei sempre grato", acrescentou o também ex-chanceler.

O ministro de Justiça, Angelino Alfano, afirmou que a morte de Cossiga é a perda de "uma figura insubstituível da classe política italiana e um pedaço importante da história republicana" do país.

"Homem das instituições ainda antes que político, e figura de referência dos católicos italianos [por ter pertencido à Democracia Cristã, DC], soube dar personalidade, como talvez nenhum antes dele, aos papeis e aos encargos que serviu pelo país", completou o titular.
De acordo com Alfano, o senador vitalício foi "testemunha e protagonista ativo" por mais de 60 anos do "crescimento político e social" da Itália, ao qual teria contribuído "vivamente com palavras e fatos".

"Está diante do Senhor levando a oração dos partisões [como se chamavam as pessoas que lutaram na resistência anti-fascista]. Como eles, foi por toda a vida rebelde pelo amor à liberdade. Com ele se apaga a luz mais alta do catolicismo político europeu", afirmou o ministro de Atuação do Programa de Governo, Gianfranco Rotondi.

"Estou verdadeiramente triste com a morte do presidente [emérito] Francesco Cossiga, homem político de grande expressão e [ex] chefe de Estado visionário que soube antecipar as mudanças", completou o titular das Infraestruturas e Transportes, Altero Matteoli, prestando condolências à família.

O chefe da pasta de Simplificações Normativas, Roberto Calderoli, também falou sobre o acontecimento, dizendo sentir "uma grande dor e desgosto pela perda de um amigo e grande personagem político, que ensinou muitas coisas a todos nós".

Andrea Ronchi, das Políticas Europeias, exprimiu tristeza e disse que fará falta sua "voz livre, a ironia sutil e provocatória, mas sempre finalizada ao nascimento de um confronto, longe da contraposição violenta e do conflito".

Francesco Cossiga começou sua carreira política em 1958 como deputado pelo DC, partido de centro. Ele foi ministro do Interior e das Relações Exteriores, e presidente do Senado em 1983. Em 1985 foi eleito presidente, além de também ter ocupado o cargo de chefe de Governo.



Addio al Picconatore, è morto Cossiga

Roma -L'ex capo dello Stato Francesco Cossiga è morto oggi alle ore 13.18. Il Presidente Emerito della Repubblica aveva mostrato un repentino e drastico peggioramento delle condizioni circolatorie durante la notte che ha necessitato la ripresa di tutti i supporti vitali. Le condizioni di Cossiga erano precipitate durante la notte, dopo giorni di cauto ottimismo.

IL BOLLETTINO - Cossiga, si leggeva nel bollettino medico di questa mattina, aveva mostrato un repentino e drastico peggioramento delle condizioni circolatorie che aveva necessitato la ripresa di tutti i supporti vitali. Il senatore a vita, da nove giorni ricoverato nel reparto di terapia intensiva del Gemelli per una grave insufficienza cardio-respiratoria, era sedato e intubato, e la respirazione si era fatta via via più difficile, fino al precipitare della situazione nella tarda mattinata di oggi.


LE ULTIME VOLONTA' - Cossiga ha lasciato una lettera al segretario generale del Senato con indicazioni dettagliate sulle sue esequie. A quanto si apprende, Cossiga avrebbe espresso la volontà di non avere funerali di Stato, ma solo, forse, un picchetto d'onore dei bersaglieri della Brigata Sassari. Il presidente emerito avrebbe poi chiesto di essere seppellito nella sua città natale, Sassari, accanto al padre e alla sorella.

La Camera ardente per il senatore a vita sarà allestita mercoledì, dalle 10 alle 18 presso la Chiesa centrale della sede di Roma dell'Ateneo in largo Francesco Vito 1. Secondo quanto si apprende i funerali dovrebbero svolgersi in Sardegna in forma privata, a Cagliari o più probabilmente a Sassari.


LETTERE ALLE AUTORITA' - Sempre al segretario del Senato Cossiga ha consegnato tre lettere alle più alte autorità dello Stato.

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