sábado, 27 de fevereiro de 2010

AMAZÔNIA-RELATO DE UM DOUTORANDO


Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima.

Trata- se de um Brasil que a gente não conhece.



As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.


Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.


Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra.


Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro.. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.


Não existe indústria de qualquer tipo.. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.


Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km (reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.


Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.


Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...
Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: E os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:


'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.


A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático). .. Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.
Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO..


Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal,... saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho.


Será que podemos fazer alguma coisa???


Acho que sim.
Mara S . A Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP - USP





Opinião pessoal:


 Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.


Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail.




Celso L. B. de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

Recebi por email

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Um paraíso na terra - Plitvice Lakes, croácia


foto: mario50

Uma das maiores atrações turísticas do país, o famoso Parque Nacional Plitvice Lakes (Plitvička jezera), na Croácia, desde 1979 integra a lista do Patrimônio Mundial da UNESCO Devido a sua Importância geológica e ecológica. E não é à toa: em seus 30.000 hectares, abrigam montanhas de vegetação nativa 16 belos lagos de vários tamanhos ligados por cascatas. Devido Calcária uma base, um dos lagos Água, que vem de Numerosos córregos e riachos, são ricas em bicarbonato de cálcio, que é decomposto em carbonato de cálcio e se deposita com uma ajuda de algas e musgos. Tudo isso Permite o surgimento de barreiras de gipsita que CRIAM represas naturais para a água, Cuja cor varia de azul um verde. O processo geológico continua em andamento até hoje.

Nos 22,000 hectares de floresta densa ao redor dos lagos Vivem, ursos, lobos e aves raras. De acordo com pesquisas do Instituto Central de Estatísticas da Croácia, de janeiro a setembro de 2009 o Parque foi a atração turística mais visitada do País, com 607,349 visitantes, Dos quais 30,937 (5%) e croatas 576,412 (95%) estrangeiros. O Parque Chegou inclusive à semifinal do concurso, iniciado em 2007, que elegerá as "Novas Sete Maravilhas da Natureza" até 2011 Através do site New7Wonders.

foto: b.monglinoux


foto: foto-paysage.com


Foto: Bruno Monginoux


Foto: Bruno Monginoux


Foto: Bruno Monginoux


Este artigo é contributo de um leitor do óbvio, Jessé Torres


Fonte: http://obviousmag.org

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Torre eiffel - 120 anos de existência




No dia 31 de Março de 2009 completou 120 sobre a inauguração da torre Eiffel. O evento foi o ponto alto da Exposição Universal de Paris de 1889, data em que se comemorava o centenário da Revolução Francesa. Ao longo de todo o século XIX as exposições universais foram o principal veículo de propaganda da sociedade industrializada ocidental, montras de tecnologia de ponta onde cada país exibia os seus mais recentes produtos. Para os franceses, esta era também uma data especial e, com a sua tradicional megalomania, fizeram questão que todo o mundo reparasse neles. À partida estas condições chegariam para justificar a construção do gigante de aço em pleno coração de Paris, mas as coisas não foram assim tão simples...

Gustave Eiffel era, na altura, um construtor bem sucedido. Possuía obras importantes em todo o mundo: pontes e viadutos em França, diversas pontes ferroviárias em Portugal e Espanha, a estrutura que sustentava a Estátua da Liberdade, em Nova Iorque, as comportas do canal do Panamá e as menos conhecidas pontes portáteis que ainda hoje atravessam muitos rios, nomeadamente na América do Sul. Este prestígio e a sólida situação financeira da empresa foram sem dúvida decisivos na escolha do seu projecto para a Exposição Universal. O mais curioso é que Eiffel não se interessou pela ideia desde o início.


A ideia era erguer uma construção com mais de mil pés de altura, o equivalente a cerca de 300 metros, um empreendimento bem à medida do orgulho nacional francês. Mas foi preciso os principais técnicos da empresa elaborarem os primeiros estudos de viabilidade para que Eiffel percebesse que afinal poderia tornar-se o autor do edifício mais alto do mundo. É justo que se saiba que o projecto da torre foi tanto seu como dos engenheiros Emile Nougier e Maurice Koechlin e do arquitecto Stephen Sauvestre, nomes frequentemente esquecidos pela História.

A partir daqui a tarefa mais difícil não era técnica, era política: convencer as autoridades. Lançou mão de todo o prestígio da empresa e promoveu uma vasta campanha destinada a convencer a administração parisiense das vantagens que tal obra iria trazer. Após muita insistência e muito investimento financeiro acabou por conseguir o seu objectivo e ver a bandeira francesa hasteada a 300 metros de altura mas os problemas ainda mal tinham começado.
Um movimento de personalidades da arte e da cultura desde logo se ergueu, exigindo a demolição pura e simples da torre, que consideravam um atentado ao bom gosto. Não conseguiram, uma vez que as taxas cobradas aos visitantes da torre geravam grandes receitas de que a municipalidade não queria abdicar. Mais tarde, quando a concessão de 20 anos do terreno para a exposição terminou, os críticos viram nova oportunidade para exigir a sua demolição. Eiffel recorreu de novo à sua influência e persuasão e convenceu as autoridades que Paris tinha grande necessidade de uma torre de comunicações, de um gabinete meteorológico e de uma escola de estudos aerodinâmicos. Conseguiu assim manter de pé a sua obra.

Gustave Eiffel (à esquerda) com Adolphe Salles na escada de caracol que liga a plataforma mais alta ao cume da torre

Não se julgue que estes argumentos apareceram por acaso. Eiffel tinha uma mente aberta. Dedicou-se também ao estudo do vento e publicou inclusivamente vários trabalhos sobre aerodinâmica que trouxeram importantes contributos para esta ciência então incipiente. Concebeu um aeroplano e um túnel de vento onde foram testados os protótipos franceses durante muitos anos. Menos conhecido é um projecto para um túnel sobre o Canal da Mancha, datado de 1890.

Ironicamente, Eiffel passou os anos que se seguiram não a projectar, como sempre havia feito, mas a evitar que a sua torre fosse desmantelada. Paris e o mundo ganhou uma torre magnífica, é certo, mas talvez tenha perdido sabe-se lá que outras construções fantásticas que este indivíduo ímpar era capaz de conceber e erguer. Morreu em 1923, aos 89 anos de idade.


Rita Novaes interessa-se por História e por histórias, sobretudo se forem bem contadas, por máquinas fantásticas e objectos coleccionáveis.

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fotografias da construção do Empire State Building



Apesar de Lewis Hine ser sociólogo e professor de Sociologia, foi como fotógrafo que se tornou conhecido. Aliás, entendia a fotografia como um meio pedagógico, uma forma de estudar e divulgar um dos assuntos pelo qual sempre se interessou: o trabalho. Hine ficou famoso pela extensa reportagem sobre o trabalho infantil, já aqui abordada anteriormente. Durante os anos 20' fez uma série de work portraits, fotografias que documentam ironicamente a contribuição do trabalho humano para a indústria moderna. Foi este seu currículo que levou a que lhe fosse encomendado aquela que viria a ser a sua reportagem mais famosa: a construção do Empire State Building, em Nova Iorque.

As obras do arranha-céus iniciaram-se em 1930 e empregaram cerca de 3400 operários, na sua maioria emigrantes europeus, e algumas centenas de índios mohawk que, segundo se dizia, não sofriam de vertigens. Hine encontrou aqui um excelente território para as suas fotografias. Correndo riscos enormes acompanhou a evolução das obras lado a lado com os operários, às vezes em situações tão precárias quanto as deles. As imagens são arrepiantes. Mostram condições de trabalho sem qualquer tipo de segurança, pessoas literalmente em equilíbrio instável e poses acrobáticas, que confiam em Deus ou na sorte para não caírem. É de estranhar que, mesmo assim, apenas cinco operários tenham morrido em acidentes durante a construção. Após a conclusão das obras Hine publicou um livro com as fotografias que tirou. Intitulou-se Men at Work. São dele estas imagens.
Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2008/04/lewis_hine_fotografias.html#ixzz0glfool6i


Fonte: http://obviousmag.org

http://www.nypl.org/research/chss/spe/art/photo/hinex/empire/empire.html

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Dora - o super canhão da 2ª guerra mundial




Em 1937, o Alto Comando Alemão incumbiu a metalúrgica Krupp Steel do design e produção da maior arma já construída, capaz de penetrar 1m de aço, 7m de betão reforçado e 30m de terra compacta, a uma distância de 45Km, o que a colocaria fora do alcance inimigo. O movimento sobre carris seria essencial e o Schwerer Gustav, como inicialmente foi chamado o canhão, em honra do seu criador Gustav Krupp, director da empresa entre 1909 e 1944, deveria ser móvel o suficiente para ser transportado.

O secretismo que envolvia a nova arma era tal que os Aliados nunca souberam pormenores sobre ela. Na verdade, o segundo nome pelo qual ficou conhecido, Dora, surgiu através do nome de código dado à sua criação, Implement D (Instrumento D). Mas a produção do supercanhão mostrou-se difícil, quer pelas dimensões do mesmo, quer pela falta de exemplos nos quais basear o trabalho, uma vez que a indústria de armamento estava parada desde o fim da 1ª Grande Guerra. As dificuldades arrastaram-se e o conhecimento extensivo de metalurgia, explosivos e balística, resultante da química aplicada, física e matemática, necessários à criação da arma e dos projécteis, tomou três longos anos de trabalho. Quando rebentou a 2ª Guerra a arma não estava pronta, o que somente aconteceu no final de 1940. Foi testado no início do ano seguinte, na presença de Hitler e do seu Ministro do Armamento, Albert Speer, com um enorme êxito.

O canhão ferroviário pesava umas espantosas 1350 toneladas, media 47,3 metros de comprimento, 7,1 metros de largura e 11,6 metros de altura. Este colosso, com um cano de 32,48 metros, podia arremessar dois tipos de projéctil: uma granada de alto explosivo de 4,8 toneladas que viajava a 820m/s e com um alcance de 48Km e uma granada anticoncreto de 7 toneladas que podia atingir um alvo a 38Km de distância em menos de um minuto. A estrutura era elevada e posicionada no local de disparo através de um comboio especial constituído por 28 vagões que se estendia por 1,6Km e era movido por duas locomotivas a diesel. Apesar do seu funcionamento essencialmente eléctrico e hidráulico, dentre toda a operação da arma, à criação de carris para a mover e sustentar, passando pela equipa de cientistas e engenheiros da Krupp para avaliar cada disparo, até à sua protecção, era necessária uma equipa de mais de 4000 homens, muitos deles “voluntários” da região em que se encontravam.

Por algum tempo pareceu que nenhum uso seria dado a esta obra-prima da engenharia alemã, mas o início da guerra contra a União Soviética apresentou novas oportunidades adequadas às capacidades do Schwerer Gustav. Foi então usado, pela primeira e única vez, em Junho de 1942 contra a cidade de Sebastopol, localizada na actual Ucrânia, durante a Operação Barbarossa. Num total de 48 projécteis lançados, um a cada 30-45 minutos, destruiu por completo o mais forte complexo fortificado do mundo, com um total de 30,000 toneladas de munições.
Após esta batalha, o canhão começou a dar sinais de desgaste, especialmente no cano, e foi retirado para reparações. A partir daqui há uma série de histórias e de mitos acerca desta arma. Algumas fontes referem que o Schwerer Gustav foi destruído pelos alemães para evitar a sua captura e que os seus projectos se perderam. Também consta que, pouco tempo depois, um segundo modelo foi construído e, este sim, recebeu o nome de Dora. Teria sido este exemplar que foi descoberto pelos Aliados após o término da guerra. No entanto, as referências mais fidedignas dão como certo que houve apenas uma única arma da qual estava prevista a construção de três exemplares. A polémica e o secretismo que envolveu o projecto fez com que fosse chamado Schwerer Gustav e Dora em ocasiões diferentes, embora se tratasse do único e mesmo canhão. Somente na década de 1950 foi revelada a sua história, a história da maior arma alguma vez construída, ainda que não a de maior calibre.


Alexandre Romero, um cidadão do mundo. Classicista, escritor, fotógrafo, pintor experimental, o homem dos mil ofícios



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Vídeo sobre mórmons e genealogia


Para quem pesquisa genealogia. vídeo sobre os mórmons e seu arquivo genealógico.


fonte Youtube

Obs: Se desejar mais informações sobre locais e mais detalhes sobre como pesquisar nos CHF´s consulte a página do Colégio Brasileiro de Genealogia  http://www.cbg.org.br/


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Julgamento de Berlusconi por corrupção é adiado .



Roma (Reuters) - Um tribunal italiano rejeitou neste sábado um pedido dos advogados do primeiro-ministro Silvio Berlusconi para suspender um julgamento de corrupção contra ele, mas adiou o procedimento para março. Berlusconi é acusado de subornar o advogado britânico David Mills para ocultar detalhes incriminatórios sobre alguns de seus negócios. Ambos negaram qualquer atuação incorreta. Na quinta-feira, o principal tribunal italiano arquivou o processo contra Mills, que havia sido condenado em instância anterior por receber propina de Berlusconi em 1999. Os juízes entenderam que o caso prescrevera. Os advogados de Berlusconi queriam uma suspensão do próprio julgamento do primeiro-ministro até que houvesse uma explicação sobre esse veredicto. Um juiz de Milão rejeitou a petição e a próxima audiência foi marcada para 26 de março.


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Curiosità e consigli


Per non piangere: per evitare che gli occhi lacrimino quando si affettano le cipolle bagnare spesso il coltello o metterla per dieci minuti nel freezer e, soprattutto, respirare con la bocca e non col naso.

Lo scalogno ha un sapore tra l'aglio e la cipolla. Dello scalogno si consuma solo il bulbo dall'aspetto simile all'aglio, ma racchiuso in un involucro che può essere, secondo, la varietà, grigio o rosso.

Il pomodoro: originario dell'America Latina é l'ortaggio più consumato in Italia. É stato calcolato che ogni cittadino italiano ne consumi mediamente 50 kg a testa. Di basso valore calorico ha invece un alto contenuto di vitamina C e A.
Una salsa di pomodoro gustosa: per togliere l' acidità del pomodoro, che spesso rende poco gustose le nostre salse, dopo aver sbucciato i pomodori, far uscire l'acqua giallognola ed eventualmente aggiungere un po' di zucchero .



Per togliere la buccia ai pomodori: é possibile sbucciare facilmente i pomodori incidendoli con una x, tuffandoli in acqua bollente per pochi minuti e subito dopo nell' acqua fredda: lo shock termico farà staccare la buccia.
 
Per un pesto sempre perfetto: la pasta al pesto non va spadellata a fuoco vivo per evitare che il pesto scurisca e diventi amaro.




Il prezzemolo: gli antichi popoli del Mediterraneo, zona originaria di questa pianta, ne sfruttavano non solo le qualità aromatiche, ma anche quelle medicamentose.

Molto usato in cucina, accompagna sempre il pesce, a volte le carni ed é indispensabile nella preparazione dei funghi. É anche l'elemento fondamentale per la salsa verde e il burro composto ( burro lavorato a crema con l'aggiunta di erbe aromatiche o di altri ingredienti ).


Trito di prezzemolo

Utilizzare solo le foglie in alto del prezzemolo che sono meno amare e, per evitare di perdere le proprietà organolettiche del prezzemolo, che essendo un'erba aromatica debole perde subito i suoi aromi, aggiungerlo tritato solo alla fine di una preparazione culinaria.

 Quando mescolare la pasta

Per evitare che la pasta si rompa, a causa dello shock termico, evitare di mescolare nel primo minuto di bollitura. È essenziale inoltre che l'acqua della pasta riprenda il bollore entro il minuto altrimenti l'amido tende a sciogliersi nell'acqua di cottura.

La salvia, oltre ad aromatizzare il burro dei pizzoccheri, profuma le carni bianche in preparazioni rapide come le scaloppine e gli arrosti. Contrariamente al rosmarino e al prezzemolo il gusto non cambia durante la cottura.

L'aglio era noto già 5000 anni fa,oggi viene coltivato molto in Cina. In Italia le regioni che hanno una forte produzione sono Campania, Sicilia, Veneto ed Emilia Romagna. Sapevate che esiste l'aglio dolce? Si chiama così l'aglio tritato e lasciato a bagno nel latte a temperatura ambiente per qualche ora (o a spicchi interi per 7/8 minuti nel latte bollente) per togliere una parte del sapore che potrebbe risultare troppo forte.


I frutti della noce moscata sono bacche carnose, giallastre che somigliano ad albicocche che contengono un unico seme lungo 2/3 centimetri e che vengono seccati al sole:da questo momento si chiamano noce moscata. Mantiene abbastanza bene il profumo purché sia conservata in contenitori chiusi e grattugiata di volta in volta con l'apposita minuscola grattugia.

Le patate: quelle a pasta bianca sono le più indicate per il puré, crocchette, tutte le preparazioni dove le patate sono sfarinate e le patate lessate che accompagnano il pesce bollito. Per insalata, fritture e tutte le cotture in cui la patata è intera o a pezzi è meglio usare quelle gialle. Le patate vanno sbucciate e messe in acqua fredda, prima della cottura, per evitare che anneriscono.

La noce: si presenta con una parte esterna e carnosa (il mallo) che, maturo, si apre e si scopre la noce dalla forma ovale e dal guscio legnoso. All'interno c'è il seme, detto gheriglio, che è la parte commestibile. La raccolta di questi frutti avviene in autunno, ma vengono consumate quando sono ben seccate. Con il mallo si prepara un famoso liquore: il nocino.


Il pepe: é la spezia più apprezzata e, nei tempi antichi, più preziosa.Per il controllo del mercato del pepe la Repubblica di Venezia entrò addirittura in guerra con gli Olandesi. Esistono tre tipi di pepe: pepe verde non ancora maturo, pepe bianco raccolto a completa maturazione e liberato dalla scorza esterna dopo un processo di macerazione, pepe nero raccolto anch'esso a completa maturazione e messo ad essiccare.


Il rosmarino: é un arbusto sempreverde presente in tutta l'area mediterranea e in maniera particolare lungo le coste marine di tutta Italia.

Durante l'estate esala il massimo aroma. é una delle piante aromatiche più utilizzate nella cucina mediterranea, se ne usano i rametti interi o le piccole foglie lunghe e strette.



Lo spinacio: sconosciuto nell'antichità, venne portato in Occidente dagli Arabi prima dell'anno mille. È una delle verdure più usate per le sue qualità nutrizionali e perché é uno dei vegetali che più si adatta alla surgelazione. Malgrado sia un ortaggio prettamente invernale, le nuove varietà consentono ormai una raccolta in tutte le stagioni.



Per una crema pasticciera sempre perfetta
Una volta cotta e messa a raffreddare cospargerla con un velo di zucchero per evitare che faccia la pelle.
Besciamella
Una delle salse base. Il suo nome deriva da colui che si dice ne fosse l'inventore, Louis de Bechamel, maestro di casa di Luigi XIV.


Crema chaintilly
È la crema più leggera e facile da preparare e si chiama così dal castello di Chatel dove era maestro di cucina il famoso Vatel
Ipertesto realizzato dagli alunni delle classi quinte, anno scolastico 2004/2005, nell'ambito del progetto "Computer ... con gusto".


Insegnanti: Galli Augusto, Robustelli Ezia, Trinca Colonel Maria, Trinca Colonel Sandra.

Per informazioni E-mail elementaregrosio@tiscali.it

http://scuole.provincia.so.it/icgrosio/gusto/curiosita.htm
 
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Curso regular de italiano e gastronomia


Aprenda italiano de forma interativa... agora em nosso curso além da gramatica e conversação aprenderá sobre a gastronomia italiana colocando a mão na massa ou melhor na "pasta".



Curso regular de italiano 50 horas de aula
aulas de italiano ( gramatica e gastronomia italiana - imperdivel!!!)
sala de aula: equipada com computador, webcam
Cozinha: acesse o site da escola de gastronomia de Brasília e conheça uma de suas salas de aula
http://www.escoladegastronomiabsb.com.br/

ESPERAMOS VOCÊ!
End: ClS 201 Bloco B loja 09
Fone: 61-3425-3566

e-mail: contato@parlandoitaliano.com.br

http://parlandoitaliano.blogspot.com/
 
 
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Vatican: The Board Game.

Para quem gosta de jogos e mistérios, apresentamos um jogo de mesa que retrata segredos e curiosidades do mundo católico ligados a nomeação do Santo Padre, é o Vatican: The Board Game.

O jogo de mesa idealizado por Dr. Stephen Haliczer, começa com o final do papado anterior, talvez em circunstâncias estranhas e bizarras, e a cada lance dos dados, permite aos ‘jogadores-cardeais’ na lista para o trono de São Pedro, de defenderem a própria candidatura.


Candidatura que obriga cada aspirante candidato a ‘tomar posições’ sobre delicadas questões teológicas e morais como a contracepção, o celibato, a pesquisa sobre células tronco, a censura teológica, a política, a beatificação… e cada um deve tentar subir a escada em direção à perfeição espiritual, evitando tentações e pecados, como o da gula durante um banquete a base de canelloni…


Continuar lendo: Diversão: Vatican: The Board Game, o jogo de mesa na sombra do Bernini
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Villa La Massa, hotel de luxo na Toscana


Villa La Massa é uma residência do século XVI que fica na beira do rio Arno, no coração da região rural fiorentina, a poucos minutos do centro histórico de Florença. A estrutura agora foi transformada em um hotel 5 estrelas, ela está cercada por nove hectares de parque com oliveiras e limoeiros. As trilhas que o atravessam oferecem uma esplêndida vista das colinas da região do Chianti.



Residência de famílias aristocratas importantes, em 1948 foi transformada em hotel. Desde a sua inauguração recebeu importantes eventos e comemorações. Entre eles a recepção de casamento de David Bowie com a modelo Iman, um dos mais populares do começo dos anos 1990.
Depois de prometerem amor eterno na igreja de St. James, em Florença, os noivos receberão os convidados, entre ele o vocalista do U2 Bono e Yoko Ono (viúva de John Lennon), nas lindas salas, para um banquete de luxo onde foram servidos pratos da culinária toscana. Mas os mortais comuns também podem se permitir viver estas delícias.


Continuar lendo: Hotéis famosos na Itália: Villa La Massa, hotel de luxo na Toscana
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