sábado, 22 de maio de 2010

Um serviço telefonico de informações multilinguas para turistas na Itália

Nasce “Easy Italia” um serviço telefonico de informações multilinguas e assistência a turistas italianos e estrangeiros, realizzato dal Formez PA per conto del Ministro del turismo.

Um serviço maravilhoso para você que esta fazendo turismo pela velha bota.
Todos os dias, incluindo domingos e feriados, das 9h00 às 22h00, o número 039039039 (para nao esquecer, grave que é o DDI da Italia repetido por e vezes) com uma simples chamada, os visitantes da Itália pode obter ajuda e serviços de emergência em caso acidente ou inconveniência tipo: qualquer falha ou serviços em desacordo com o contrato, solicitar um médico, polícia, dicas de viagem, conselho para conhecer os direitos dos viajantes, informação atualizada sobre museus, exposições, atrações turísticas e cuidados especiais para os visitantes com deficiência. Em suma, tudo o que o turista precisa para uma viagem fácil e segura.
Assistência telefonica em Inglês, francês, espanhol, alemão, chinês, russo e italiano irá te ajudar a superar rapidamente as dificuldades linguísticas e culturais oferecendo uma resposta imediata e eficaz às diferentes necessidades que possam ocorrer durante a sua estadia na Itália.

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Memorial realiza a 15ª Festa do Imigrante

Há 15 anos o Memorial do Imigrante reúne as comunidades através das suas manifestações culturais

O Memorial do Imigrante, instituição ligada à Secretaria de Estado da Cultura, realiza, nos dias 23 e 30 de maio, a 15ª Festa do Imigrante. O tradicional evento, com promoção da TV Globo São Paulo, é um convite para conhecer as manifestações culturais, artísticas e gastronômicas de diversas nações, além de resgatar a história dos mais de 2,5 milhões de imigrantes que passaram pela Hospedaria, desde o final do século XIX. No ano passado, os dois dias de festa reuniram mais de 16,5 mil pessoas.

O público terá a oportunidade de conferir as apresentações de danças e músicas folclóricas dos grupos formados por imigrantes e descendentes de búlgaros, portugueses, lituanos, russos, japoneses, italianos, irlandeses, libaneses, indianos, chineses, espanhóis, africanos, ucranianos e outros. A festa contará também com uma feira de artesanatos, repleta de produtos típicos e acessórios trazidos pelas comunidades.

A culinária típica poderá ser apreciada nas mais de 25 barracas montadas em vários espaços do Memorial. Entre as especiarias se destacam o estrudel, doce ou salgado, e o begli da Hungria; sambusa (pastel folhado de quatro queijos) e quiche de alho poró, de Israel; a Chopska (salada); os pratos alemães Eissbein (joelho de porco servido com molho páprica) e cuca salgada de ricota e salame; e também a Carapulcra (batata desidratada temperada com frango), prato muito apreciado no Peru.

Segundo a Diretora Executiva do Memorial do Imigrante, Ana Maria da Costa Leitão Vieira, a 15ª Festa do Imigrante é a celebração de todos os paulistas. O encontro possibilita ao visitante o contato direto com diferentes manifestações que compõem o universo cultural e gastronômico da cidade e do Estado de São Paulo. Durante os dois dias de evento, os visitantes também podem visitar as exposições permanentes e itinerantes presentes no local e fazer o passeio de Maria Fumaça”, acrescenta.

Homenagem: Mais de 130 anos de Imigração Libanesa no Brasil
A comunidade Líbano – brasileira há mais de 130 faz parte do contexto da história do Brasil. Os primeiros libaneses vieram para o país incentivados pelo Imperador D. Pedro II. Em 1880, foi iniciada a imigração libanesa contemporânea. Atualmente vivem no Brasil sete milhões de libaneses e descendentes, o maior núcleo de imigrantes no mundo. Em homenagem a comunidade libanesa, o segundo domingo da XV Festa do Imigrante terá a apresentação do grupo folclórico Nasser Mohamed e a presença da Presidente da Associação Cultural Brasil-Líbano, Lody Brais.

Programação 2010 
  23/05/2010
10h30 Grupo Folclórico Casa da Ilha da Madeira Portugal
11h00 Grupo Folclórico Sociedade Amigos da Dalmácia Croácia
11h30 Grupo Folclórico Kyiv Ucrânia
12h00 Grupo Drunken Bards Project - Músicas Celtas Irlanda
13h00 Dança do Leão - Inst. Mao Lee Ch China
13h30 Banana Brodway Irlanda/EUA
14h00 Grupo Folclórico Slávia da União Cultural Tcheco/Brasileira Rep. Tcheca
14h30 Grupo Folclórico Tzion Israel
15h00 Grupo Folclórico Rueda Flamenca Espanha
15h30 Grupo Folclórico Zarát México
16h00 Grupo Nostra Itália Itália
16h30 Grupo Folclórico Rancho Sta. Marta dos Navegantes Portugal

30/05/2010
Horário Nome do Grupo País
10h30 Grupo Folclórico Alemão Tanzfreunde Alemanha
11h00 Grupo Folclórico Peru Cultura e Arte Peru
11h30 Grupo Folclórico Rambynas Lituânia
12h00 Grupo Folclórico Pedilea Grécia
12h30 Grupo Folclórico La Bella Italia Itália
13h30 St. Andrew Societyy of São Paulo Pipes & Drums Escócia
14h00 Grupo Folclórico Volga Rússia
14h30 Grupo Folclórico Pántlika Hungria
15h00 Grupo Folclórico Nasser Mohamed Líbano
15h30 Academia Fhoccus Irlanda
16h00 Grupo Folclórico Ryukyu Koku - Taiko Japão
16h30 Swiss College Dixie Band Suíça
saiba mais
http://www.memorialdoimigrante.org.br/

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Consumo de vinho no Brasil terá consolidação em cinco anos

O prestigiado enólogo italiano Renzo Cotarella, CEO da Marchesi Antinori, vinícola com 625 anos de existência, aposta que o Brasil será um grande consumidor de vinho no prazo de cinco anos.
A seu ver, o mercado brasileiro vai ampliar suas fronteiras para além do Chile e Argentina, que representam 70% dos vinhos importados pelo Brasil. E repete uma frase que vem sendo ouvida no mundo dos vinhos hoje: o Brasil é a nova fronteira para os vinhos produzidos pelos países do Velho Mundo.
A aposta recai inclusive em vinhos mais requintados, como os "supertoscanos", que a família Antinori criou nos anos 1970, e são importados pela Winebrands.
O Solaia e o Tignanello fazem parte dessa linhagem de vinho, que mudou o paradigma da bebida na Itália, que passou a alcançar alta qualidade em seu país.
A safra de 2007 recebeu o seguinte comentário da Wine Advocate de Robert Parker, uma das mais exigentes publicações sobre a bebida: "Os vinhos da safra de 2007 da Antinori estão entre os mais brilhantes, de tirar o fôlego. Cotarella certamente poderia ter descansado à sombra dos louros, afinal ele já é um dos mais célebres vinicultores da Itália. Em vez disso, continua a melhorar a qualidade de forma significativa", atesta a Wine Advocate.

Consumo per capita
Enquanto o consumo per capita no Brasil é de 1,7 litro por pessoa/ano, na Argentina essa proporção é de 28 a 30 litros e nos Estados Unidos é de 14 a 15 litros. "Ainda há muito para o consumo crescer no Brasil. E a Antinori tem muito interesse nesse mercado", afirma Cotarella, eleito o "Melhor Enólogo do Mundo" pela revista Wine Enthusiast.
No Brasil, Renzo Cotarella desenvolve movimentada agenda de compromissos, de onde segue para o Chile, para supervisionar a vinícola Haras de Pirque.
Reverenciado ao redor do mundo, Cotarella responde pelas áreas de enologia, viticultura e produção de vinho da Marchesi Antinori, que é hoje um dos maiores e mais antigos impérios italianos familiares de vinho, presidido pelo Marquês Piero Antinori, que conta ainda com o auxílio das três filhas - Albiera, Allegra e Alessia, representantes da 26ª. geração da família.
A Antinori ampliou suas propriedades para outras regiões da Itália, como Úmbria, Piemonte, Puglia e Lombardia, expandindo sua atuação ainda para países como os Estados Unidos, Chile, Hungria e arquipélago de Malta, por meio de joint-ventures.
Graças ao caráter inovador, dinâmico e visionário dos dirigentes da companhia, que souberam preservar as tradições enológicas da Itália, a Marchesi Antinori é reconhecida como uma produtora de vinhos de grande destaque no cenário internacional.

Início na Antinori
Renzo Cotarella começou na Marchesi Antinori, em 1981, como vinicultor do Castello della Sala, mítica propriedade que se distingue pela produção de vinhos brancos singulares, como o Cervaro della Sala.
Adquirido em 1940, o Castello della Sala está localizado na fronteira da Úmbria com a Toscana e tem quase 1.400 acres. Nele, Niccolo Antinori, pai do atual presidente, decidiu produzir vinhos brancos.
Atualmente, a propriedade que inovou ao cultivar uva chardonnay de alta qualidade, tornou-se líder em sua produção na Itália.
 
www.ansa.it/www.italianos.it
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Atualização gratuíta para professores na Itália

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Passeio leva visitantes a cemitérios antigos de SP

Passeio temático do Projeto Arte Tumular, no Cemitério da Consolação, na região central de São Paulo, neste sábado (22). O projeto foi idealizado para apresentar aos paulistanos os cemitérios antigos de São Paulo. A partir da primeira década do século 20, famílias contratavam construtores e escultores de renome, em sua maioria de origem italiana ou com formação na Europa, como Victor Brecheret, Luigi Brizzolara, Galileo Emendabili, entre outros, para construírem e ornamentarem os túmulos das ilustres personalidades (Foto por: Paulo Liebert/AE).

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As dez cidades do pecado

O site Askmen elegeu as 10 cidades mais “pecaminosas do mundo”. Os critérios? Simples: as cidades precisavam oferecer uma intensa combinação de jogo, sexo, baladas, drogas e diversão em geral. Nosso querido Rio de Janeiro ficou num "honroso" quinto lugar. A justificativa entrega (muito) do exagero, o clichê e o fascínio gringo pelo Brasil:
“As mulheres brasileiras tem uma beleza mística que constantemente as colocam entre as maiores modelos do mundo. Pense: Gisele Bundchen, Alessandra Ambrosio e Adriana Lima. E o Rio é um dos seus maiores “parques de diversões”. Escolha uma praia - Copacabana ou Ipanema - e fique observando mulheres fazerem topless o dia todo. Claro, isto é apenas um aperitivo para a diversão que começa à noite. Vá para algumas das boates da cidade e curta o melhor da bossa nova e outros ritmos. O Rio também entra na nossa lista por oferecer um repertório de bordéis legalizados com uma “extensa carta de serviços”. Para experimentar verdadeiramente o Rio de Janeiro, vá durante o Carnaval: uma semana inteira de desfiles, música e festas que trazem para o Rio o ápice dos prazeres terrenos. Não esqueça de levar proteção para o sol - e para a noite”.
As escolhidas, por ordem de preferência são;

10º lugar - Berlim, Alemanha
9º lugar - Macau, China
8º lugar - Manama, Bahrein
 7º lugar - New Orleans, Louisiana, USA
6º lugar - Moscow, Rússia
5º lugar - Rio de Janeiro, Brasil
4º lugar - Las Vegas, Nevada, USA
3º lugar - Amsterdan, Holanda
2º lugar - Tijuana, México
1º lugar - Pattaya, Tailândia
http://homemetc.com.br/
Fonte: http://obviousmag.org/

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Um avião anfíbio ao alcance dos mortais

A Icon vem criando uma série de designs de aeronaves especiais desde 2005 e, capitaneada por um ex-piloto de caças F-16 da Força Aérea Americana, acaba de lançar o A5. O pequeno avião está em conformidade com uma série de exigências da FAA, órgão que regulamenta a aviação nos céus americanos para este tipo de vôo, considerado esportivo.Embora não seja o menor avião já criado, o A5 é extremamente compacto e, com suas asas dobradas, pode ser rebocado por um automóvel. Outra particularidade que tem a ver com os carros é o seu painel de controle, mais simples e fácil de entender do que de muitos esportivos de luxo. Outra característica sensacional deste aviãozinho, é sua capacidade de decolar tanto da terra quanto da água. Ou seja, pode levar seus ocupantes a lugares que apenas carros e barcos levariam.
Outra característica bastante interessante e que demonstra sua simplicidade em pilotar, é que são necessárias apenas 20 horas de treinamento para se obter a "Licença Esportiva de Vôo". Para se encaixar nesta categoria, o Icon A5 deve atingir velocidade máxima de 140 milhas por hora, voar a uma altura máxima de 10.000 pés e somente durante o dia.
Interessado em adquirir um A5? Ele custa 139.000 dólares, incluindo o sinal de 5.000, com equipamentos básicos. E se o medo pode fazer você pensar duas vezes, saiba que além de ter sido projetado por uma das mais experientes equipes de engenheiros e especialistas de vôo e ser mais seguro que um helicóptero pessoal, o Icon A5 possui pára-quedas embutido.
Fonte: http://obviousmag.org/

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Cittadinanza per via materna. Porta e Bucchino: il Governo passi dalle parole ai fatti

Il sottosegretario Laura Ravetto, ha risposto ai deputati del PD, come il Governo intendesse procedere sulla facoltà della donna di trasmettere la cittadinanza .Foto divulgação

Nella seduta d'ieri (20), alla Camera, il sottosegretario di Stato alla Presidenza del Consiglio dei ministri, Laura Ravetto, ha risposto all’interrogazione che vede come primo firmatario Gino Bucchino (PD) e sottoscritta da numerosi altri colleghi, tra cui gli eletti all’estero, come Fabio Porta, presentata per sapere se e come il Governo intendesse procedere per attuare quanto disposto dalla sentenza della Cassazione del febbraio 2009 sulla facoltà della donna di trasmettere la cittadinanza ai propri figli anche se l’aveva perduta per il matrimonio con uno straniero (vedi Aise del 5 maggio h.18.47).
"Il Governo – ha sostenuto Ravetto – ha sviluppato ogni possibile approfondimento per poter applicare, anche in via amministrativa, quanto stabilito dalla Corte di cassazione, con la citata sentenza, per ciò che riguarda il riconoscimento in sede giudiziale dello status di cittadino italiano alle donne che si trovano nella condizione citata. L'esame a tal fine avviato, d'intesa con il Ministero degli affari esteri, ha fatto emergere alcuni limiti procedimentali imposti dalla legislazione vigente, dovuti alla necessità di acquisire la dichiarazione di volontà delle donne interessate, secondo quanto stabilito dall'articolo 219 della legge n. 151 del 1975, espressamente richiamato al secondo comma dell'articolo 17 della legge n. 91 del 1992".
"Inoltre, la disposizione dell'articolo 15 della medesima legge n. 91 del 1992 - cui fa riferimento anche la sentenza della Corte di cassazione - stabilisce che l'acquisto o il riacquisto della cittadinanza può avere effetto solo dal giorno successivo a quello in cui si sono realizzate le condizioni richieste dalla legge. Infine, ulteriore vincolo procedimentale - per l'applicazione in via amministrativa del principio stabilito dalla suddetta giurisprudenza costituzionale e di legittimità - deriva dal disposto dell'articolo 14 della già citata legge n. 91 del 1992, che stabilisce che solo i figli minori di chi acquista o riacquista la cittadinanza, se conviventi, acquistano automaticamente lo status civitatis. Pertanto – ha spiegato il sottosegretario – acquisita la consapevolezza della necessità di un'iniziativa di carattere legislativo, finalizzata alla soluzione del problema, Viminale e Farnesina avevano avviato un'ipotesi di intervento normativo volto, tra l'altro, a sopprimere innanzitutto il termine di scadenza per la presentazione della dichiarazione di riacquisto della cittadinanza, ai sensi dell'articolo 17 della legge n. 91 del 1992, e a riconoscerne il possesso ininterrotto per la donna che l'aveva persa dopo il 1o gennaio 1948, per effetto del matrimonio contratto con un cittadino straniero, ed ai suoi discendenti in linea retta.
Nella proposta si prevedeva, inoltre, la possibilità di presentare istanza di riconoscimento per nascita solo per i figli e i discendenti in linea retta non oltre il secondo grado del genitore o dell'avo dei quali è documentata la cittadinanza italiana. La proposta era stata presentata, su iniziativa del Mae, in sede di predisposizione dello schema del decreto-legge n. 194 del 30 dicembre 2009, recante "Proroga di termini previsti da disposizioni legislative". In tale circostanza, per motivi esclusivamente tecnici, l'iniziativa non ha avuto buon fine poiché non era possibile recepirla nel testo del provvedimento".
"Consapevole dell'importanza e della delicatezza delle aspettative di tanti connazionali di vedersi riconosciuto il legale mai interrotto con il loro Paese di origine – ha concluso Ravetto – il Governo intende adottare un ulteriore, specifico intervento normativo che riproponga quello non accolto in precedenza. Al riguardo, sono in corso le concertazioni con gli altri ministeri interessati, al fine della presentazione di uno specifico emendamento all'atto Camera n. 3443, riguardante la conversione del decreto-legge 28 aprile 2010, n. 63, recante "Disposizioni urgenti in tema di immunità di Stati esteri dalla giurisdizione italiana e di elezioni degli organismi rappresentativi degli italiani all'estero".
A commento della risposta, Bucchino e Porta sintetizzano "cinque cose di non poco peso" emerse dalle dichiarazioni del sottosegretario: "il pronunciamento della Suprema Corte è da condividere pienamente e deve essere applicato con convinzione; per poterne trasferire gli effetti sul piano amministrativo è necessaria una soluzione normativa che rimuova le remore procedurali (manifestazione di volontà da parte della donna) contenute in alcuni passaggi della legge n. 91 del 1992; i ministeri dell’Interno e degli Esteri avevano concordato una soluzione normativa che doveva essere inserita nel cosiddetto Decreto Mille Proroghe e che poi è rimasta per strada; ci si propone ora di inserirla nel decreto, alla Camera per la conversione, che sciaguratamente proroga - tra l’altro - di altri due anni la vita di COMITES e CGIE; la possibilità di presentare istanza di riconoscimento per nascita è limitata ai figli e ai discendenti in linea retta non oltre il secondo grado".
"La nostra risposta a questi punti – proseguono i due deputati – è altrettanto chiara: siamo contenti che il Governo apprezzi il pronunciamento della Cassazione, ma non comprendiamo bene perché abbia dovuto attendere le ripetute sollecitazioni dell’opposizione per affrontare la questione; si è perduto un anno per decidere che era necessaria una soluzione normativa, ma almeno alla fine si è fatta chiarezza; è ancora inspiegabile, se non per quella permanente sottovalutazione delle cose che riguardano gli italiani all’estero, perché questa soluzione non abbia trovato spazio nell’Arca di Noè del Milleproroghe, ma ora che cosa si aspetta? La legge di conversione del Decreto è stata licenziata ieri dalla Commissione Esteri senza che il Governo si sia fatto vivo su questo tema; la limitazione ai due gradi di ascendenza per il riconoscimento della cittadinanza per nascita è certamente un tema di cui si parla da tempo e che presto o tardi va affrontato, ma perché inserirlo surrettiziamente in una misura che dovrebbe avere la finalità di riconoscere finalmente annosi diritti e non di limitarli".
"Perché – si chiedono Porta e Bucchino – non affrontare seriamente questa questione insieme alle altre pendenti sulla cittadinanza degli italiani all’estero, ad iniziare dal recupero della cittadinanza da parte di coloro che, nati in Italia, l’hanno perduta per ragioni di lavoro in altri Paesi? E perché non iniziare a sgombrare le macerie lungo la strada risolvendo al più presto il cancrenoso problema delle centinaia di migliaia di domande in giacenza, in particolare in Brasile? In conclusione, mentre sollecitiamo il Governo a passare dalle parole ai fatti, secondo gli intendimenti autonomamente dichiarati in risposta alla nostra ulteriore sollecitazione, ci dichiariamo già da oggi pronti ad assumere anche direttamente le iniziative normative necessarie per dare finalmente soddisfazione a chi ne ha diritto".

http://www.oriundi.net/
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BC lança moeda comemorativa da Copa do Mundo

O Banco Central do Brasil lançou nesta sexta-feira (21), no Rio de Janeiro, a moeda comemorativa da Copa do Mundo da África do Sul. A moeda, confeccionada em prata, tem o valor de face de R$ 5. Em uma das faces, figura uma paisagem da savana africana com um jogador de futebol, em composição com o mapa da África, com destaque para a África do Sul. O outro lado da moeda destaca a imagem de dois jogadores em movimento com a bola, tendo ao fundo versão estilizada da bandeira do Brasil. O preço de venda no Brasil será de R$ 108 e as moedas podem ser compradas no site do Banco Central. (Imagem: Divulgação/Banco Central).
http://www.g1.com.br/

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Berlusconi apoia linha de redução de déficit defendida pela UE

Roma, 21 mai (EFE).- O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, afirmou hoje que a Europa tem consciência de que viveu os últimos anos "acima de suas possibilidades" e que, por isso, apoia a linha de redução do déficit público defendida pelas autoridades da União Europeia (UE).
Berlusconi deu uma entrevista coletiva em Roma junto ao presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, com quem manteve uma reunião "em total sintonia", segundo ele, sobre a crise econômica na Grécia e as repercussões no restante dos países europeus e da zona do euro.

Entre os Governos europeus "existe a plena consciência de que viveram acima das próprias possibilidades", disse Berlusconi.
"Todos os países da Europa têm dívidas grandes e, em vez de fechar os orçamentos com uma margem que permitisse uma gradual redução da dívida, sempre os fecharam com uma margem de déficit para mais, o que aumentou a dívida", acrescentou.
O primeiro-ministro da Itália disse que o objetivo da zona do euro é a "defesa comum" da moeda única, o que requer uma coordenação de todas as políticas econômicas, "todas dirigidas para a redução das despesas e dos gastos públicos".
Por sua parte, Barroso, que agradeceu a Itália por sua contribuição com a resposta comum da Europa contra os especuladores, assegurou que este é o momento em que a UE pode dar um passo adiante em sua união, tirando lições da crise.
"Houve ações contra a dívida soberana de alguns Estados da zona do euro. E na Europa temos que nos preparar para defender-nos, mostrando solidariedade, não só com a Grécia, mas também com os demais países, para conseguir a estabilidade de toda a zona", disse o presidente da Comissão Europeia.
"Não podemos ter uma união monetária sem uma unidade econômica. Devemos pôr em prática o pacto de estabilidade e de crescimento e políticas alinhadas com nossa participação na liderança mundial", acrescentou.
Segundo Barroso, os especuladores não fizeram outra coisa nas últimas semanas além de aproveitar a "onda do excesso de dívida" de alguns países europeus, por isso é imprescindível impedir esses ataques reduzindo o déficit público.
O presidente da comissão expressou, além disso, seu desejo de que a Europa possa continuar sendo um dos líderes do Grupo dos Vinte (G20, países mais industrializados e os principais emergentes), liderando as reformas dos mercados financeiros "de maneira aceitável".

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Vita artificiale, il Vaticano: «Non è vita»

MILANO - «Un ottimo motore ma non è la vita»: così l'Osservatore Romano, il quotidiano della Santa Sede, commenta la creazione della prima cellula artificiale in grado di autoreplicarsi da parte dell'equipe del biologo americano Craig Venter, primo "mappatore" del genoma umano. Quella del mondo cattolico è una reazione di apertura, seppure con molte cautele. «Al di là dei proclami e dei titoli di giornale - scrive il quotidiano vaticano - è stato ottenuto un risultato interessante. Ora si tratta di unire al coraggio la cautela». L'Osservatore parla di «lavoro di ingegneria genetica di alto livello, un passo oltre la sostituzione di parti del Dna. Ma in realtà - aggiunge - non si è creata la vita, se ne è sostituito uno dei motori. L'ingegneria genetica può fare del bene - prosegue il giornale vaticano -, basti pensare alle possibilità di curare malattie cromosomiche. Si tratta di unire al coraggio la cautela: le azioni sul genoma possono, si spera, curare, ma vanno a toccare un terreno fragilissimo in cui l'ambiente e la manipolazione giocano un ruolo che non deve essere sottovalutato».
OBAMA - Da Washington la reazione è improntata alla massima prudenza: il presidente Obama ha chiesto alla commissione per lo studio della bioetica di avviare con la massima urgenza ricerche sulla cellula artificiale per «studiare i benefici potenziali per la salute, la sicurezza e altri settori e identificare gli appropriati confini etici e i rischi identificabili, cercando il modo per minimizzarli». Il presidente ha chiesto alla commissione di «esprimere raccomandazioni sulle azioni che il governo dovrebbe avviare per consentire agli Stati Uniti di sfruttare i benefici di questo settore della scienza in evoluzione». Il New York Times venerdì aveva anticipato la notizia, sottolineando che Obama ha espresso «timori autentici». I risultati dovrebbero arrivare sul tavolo del presidente Usa tra sei mesi.
BAGNASCO - Il cardinale Angelo Bagnasco, presidente della Cei, aveva anticipato la posizione ufficiale della Chiesa definendo la creazione della cellula artificiale «un ulteriore segno della grande intelligenza dell'uomo». «Non conosco i termini precisi della questione - ha spiegato il cardinale, a Torino per visitare la Sindone -, ho letto solo i titoli sui giornali, ma certamente questo è un ulteriore segno dell’intelligenza, dono di Dio per conoscere meglio il creato e poterlo meglio ordinare». «D’altra parte - ha sottolineato Bagnasco - l'intelligenza non è mai senza responsabilità, quindi ogni forma di intelligenza e ogni acquisizione scientifica deve sempre essere commisurata alla dimensione etica, che ha a cuore la dignità vera di ogni persona nella prospettiva del creato».

http://www.corriere.it/
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Iate luxuoso de Briatore é confiscado por contrabando

Genova, Ansa.it - A Guarda das Finanças (polícia tributária) da Itália, que se ocupa de crimes econômicos, confiscou hoje sob a acusação de contrabando o mega iate "Force Blue" de Flavio Briatore, ex-chefe da equipe Renault de Fórmula 1.
A operação aconteceu na costa do Mar Tirreno, em frente ao porto de La Spezia, onde estava o navio de Briatore, que no último fim de semana esteve em Montecarlo para o Grande Prêmio de Mônaco.
Briatore chegou ao Principado em sua luxuosa embarcação, onde ofereceu algumas festas e reuniões para convidados milionários.
A propriedade do navio, de bandeira das Ilhas Cayman, um dos mais conhecidos "paraísos fiscais" do mundo, é creditada a uma companhia financeira das Ilhas Virgens, de soberania britânica.
Segundo as autoridades italianas, o usufruto de uma embarcação de luxo por um cidadão pertencente a um país europeu (Briatore é italiano) configura o crime de fraude fiscal quando não se paga o Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que se aplica na União Europeia.
Além disso, as cargas de combustível amparando-se nesse "status" de extra-comunitário, os reparos feitos e a falta de pagamento do IVA "permitiram a Briatore economizar ilegalmente cerca de € 800 mil, com um prejuízo geral estimado em € 4 milhões", disseram fontes da polícia tributária.
Briatore, cuja última residência foi no Quênia, onde sua esposa, a modelo Elisabetta Gregoraci deu à luz a um menino há alguns meses, está sendo investigado pela Justiça italiana e já foi notificado.

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Pininfarina é o símbolo de uma Itália melhor

Cambiano, Turim, Ansa.it - Um dos eventos organizados para celebrar os 80 anos de vida da histórica empresa de Turim, foi a cerimônia de abertura da Coleção Pininfarina, criada para mostrar os principais projetos da casa, entre os quais alguns marcos como a Cisitalia 202, o Lancia Aurelia B24 e 2ueottanta.
A cerimônia pelo 80º aniversário da Pininfarina teve a participação do ministro italiano das Relações Exteriores, Franco Frattini, que destacou "o grande aniversário da excelência italiana".
"É o aniversário de uma excelência italiana. Minha presença aqui é a prova de que o país reconhece na Pininfarina o símbolo de uma Itália melhor, daquela Itália que queremos levar para o mundo, como já fazemos", disse o o chanceler.
O ministro reiterou sua gratidão pessoal a Paolo Pininfarina, que há um ano é presidente da Coleção Design da Farnesina (a chancelaria).
"O novo curso da Farnesina tem no design um dos pontos de força para a cultura e a promoção do Made in Italy", acrescentou Frattini.
Antes do discurso de Frattini, o presidente Paolo Pininfarina percorreu a história da empresa e ressaltou as raízes e os valores da carroceria turinesa: a «centralidade» do design, a força da tradição e o empenho contínuo para a inovação, valores estes que "unidos ao esforço de todos" serão a base para "construir uma ponte para o futuro". Os 80 anos da Pininfarina são "um ponto de chegada, mas também e acima de tudo, um ponto de partida", disse o presidente da empresa.
 
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Uma moto monstruosa

Ela foi oficialmente apresentada, e demonstrada, na Austrália, no MMS - Melbourne Motor Show, no início deste ano. Com 3 metros de altura, a "Monster Motorbike from Hell" é impulsionada por um assustador motor Detroit Diesel, transmissão Allison automática de seis velocidades e diferenciais Eaton. Criada e construída por Ray Baumann, um ex-dublê que cansou de machucar-se em apresentações perigosas, a super moto pesa 13,6 toneladas, ou o mesmo que 10 carros compactos, ou ainda um ônibus. São nove metros de comprimento que consumiram 3 anos de trabalho, do projeto à execução. Com facilidade absurda, ele passa sobre carros como se fosse brincadeira de criança. Afinal, são duas enormes rodas de 1 metro de diâmetro com pneus avassaladores, vindos de gigantescas máquinas da Caterpillar, e que se não fossem de segunda mão, sairiam por volta de 30.000 dólares cada.
A trajetória de Baumann é inusitada, pois ele foi de maquinista de trens a super dublê. Seus shows eram de tirar o fôlego, com acidentes, capotagens, saltos e demonstrações de perícia e muita coragem, simplesmente espetaculares. Mas segundo o piloto, após tantos anos quebrando muitos recordes e também muitos ossos, estava na hora de fazer algo que parasse de destruir com ele. A idéia então, foi destruir outras coisas. Na próxima vez que você for a um show automobilístico ou feiras do gênero, veja se o australiano estará participando e por precaução, estacione apenas nos locais estritamente permitidos.
Fonte: http://obviousmag.org/

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O maior desenho da terra

O Artista Erik Nordenankar teve uma ideia grande, propondo-se a criar o maior desenho jamais feito pelo homem, à escala planetária. Para uma tarefa tão ousada e aparentemente impossível, a técnica teria que ser muito pouco convencional.
Assim, em vez das habituais ferramentas, Erik utilizou um GPS como lápis e o próprio planeta terra como papel. Desenvolvendo um sistema autónomo de GPS, capaz de permanecer ligado semanas e gravar todos os locais por onde passou, a estratégia consistiu por elaborar um mapa com todos os locais por onde passaria o traço do desenho. De seguida, enviou a mala por DHL, percorrendo todos os locais em sequência e criando assim o retrato pretendido.
Absolutamente radical. A imagem de abertura do post é precisamente o desenho em cima do mapa mundial, onde se pode ver o percurso da mala com o GPS.
vejam os detalhes nos vídeos a seguir.
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Informações adicionais na página do projeto

Fonte; http://obviousmag.org/

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Cubos de lixo para venda

As aparências iludem: este dito da cultura popular é de conhecimento público, mas Justin Gignac quis prová-lo. O designer de Nova Iorque criou uma nova peça de design: embalagens transparentes em cubo, mas que dentro guardam apenas... lixo.
Tudo começou há quase dez anos. Um dia, quando estava num estágio de verão, iniciou uma discussão com os colegas acerca da importância de embalagens de design. Enquanto que os seus colegas eram descrentes, Gignac sempre defendeu o papel da aparência exterior dos produtos.
Para provar o seu ponto de vista, decidiu pôr mãos à obra. A única forma de demonstrar que tinha razão era então colocar dentro de uma embalagem alguma coisa que ninguém quisesse comprar. Ao olhar para o centro da cidade de Nova Iorque durante alguns minutos, a resposta foi óbvia: lixo.
Hoje, orgulha-se da ideia que teve. "Vendo lixo. Percorro as ruas de Nova Iorque para apanhar coisas do chão. Depois de encher sacos com bilhetes do metro, da Broadway e tudo aquilo que possa caber, começo a colocar tudo nos cubos. Cada caixa é única e nenhuma cheira mal ou deixa verter alguma coisa. Estão assinados, numerados e datados, tornando-se uma peça perfeita para quem quer uma recordação de Nova Iorque".
Inicialmente, começou por vender os pequenos pacotes cúbicos a 10 dólares, mas rapidamente a procura aumentou e hoje vende cada "New York City Garbage" por 50. O sucesso é tal que já vendeu mais de 1200 peças e tem edições especiais, onde o lixo vendido provém de locais específicos: dos jogos dos Yankees, da passagem de ano na Times Square ou da Convenção Nacional do Partido Republicano.

Justin Gignac
Fonte: http://obviousmag.org/

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Perfil dos Municípios Brasileiros

Base: Ano de 2009– Fonte IBGE
Apenas 7,1% dos municípios têm delegacia da mulher
Dez anos depois de sua primeira edição, a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) coletou, novamente, informações a partir de questionários respondidos por 5.565 prefeituras.
Além da Administração, Habitação, Esporte, Cultura, Segurança, Transporte, Meio Ambiente, foram investigados, pela primeira vez, três novos temas: Direitos Humanos, Saúde e Políticas de Gênero dos municípios brasileiros.
Apenas 18,7% dos municípios do País tinham estruturas organizacionais voltadas à temática de gênero, e somente 7,1% dos municípios dispunham de Delegacias Especializadas para atendimento às mulheres. Um em cada quatro municípios tinha estrutura específica para gestão de direitos humanos. Em 126 municípios havia políticas específicas para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Em quase 60,0% dos municípios haviam ações destinadas aos idosos. Em 2009, 98,3% dos municípios tinham conselhos tutelares e 91,4%, de direitos da criança e do adolescente. Dez anos antes, os percentuais eram de 55,0% e 71,9%, respectivamente. Além disso, para subsidiar políticas capazes de promover a inclusão sociocultural das comunidades ciganas, 290 municípios reconheceram a existência de acampamentos ciganos em seu território.
A Munic também constatou que 95,1% dos municípios dispunham de equipes profissionais voltadas para a saúde da família. No entanto, 33,8% dos titulares dos órgãos gestores municipais de Saúde ainda não tinham curso superior completo, e em 195 municípios do País, os Conselhos de Saúde não eram paritários como determina a lei.
De 2008 para 2009, o contingente de servidores municipais cresceu 9,7% e chegou a 5,7 milhões de pessoas. A Munic também constatou que 60,0% das prefeituras do País mantém página na Internet e 87,6% implementavam políticas de inclusão digital. Em 56,1% dos municípios havia incentivos fiscais para atrair empreendimentos.
Em 2009, a Munic constatou que, pela primeira vez, mais de metade dos municípios tinham Conselho de Meio Ambiente.
Menos de 10,0% dos municípios possuíam secretaria exclusiva para Cultura, mas apenas em 5,9% dos municípios não havia órgão gestor para o Esporte.
Na área da Educação, a MUNIC constatou que o estado do Rio de Janeiro tinha o maior percentual (82,6%) de municípios com escolas inclusivas.
Vans e mototáxis já estavam presentes em mais da metade dos municípios brasileiros.
Em 275 municípios, os integrantes da Guarda Municipal recebiam menos que um salário mínimo. Além disso, em 67,6% dos municípios, essa força policial não tinha corregedoria ou ouvidoria. Em 18,4% dos municípios com Guarda Municipal, o efetivo não recebe treinamento ou capacitação.

A seguir, as principais informações da pesquisa:
Percentagem de prefeitas não chega a 10% e aumenta pouco entre 2005 e 2009
Em 2005, as prefeitas eram 8,1% do total; em 2009, passaram a 9,2%. Esse aumento ocorreu principalmente no Nordeste, que concentra o maior percentual de prefeitas (51,2% do total), seguida pelo Sudeste (24,0%). A concentração de prefeitas é maior em municípios com até 100 mil habitantes.
Entre 2005 e 2009, cresceu a proporção de prefeitos com nível superior, de 43,8% para 47,5%, enquanto diminuiu a de prefeitos com ensino fundamental incompleto, de 8,9% para 6,3%. Ainda com relação à escolaridade, das prefeitas, 62,7% tinham curso superior completo, contra menos da metade (45,9%) dos prefeitos.
Quase metade dos prefeitos havia sido reeleita
Em 2009, 41,92% dos prefeitos haviam sido reconduzidos ao cargo, enquanto 58,1% tinham sido eleitos pela primeira vez. Os municípios com mais de 10 mil a 20 mil habitantes concentravam o maior percentual de novos prefeitos (61,0%). Em 2009, os partidos com maior número de prefeitos no país eram os seguintes: PMDB (21,2%), PSDB (13,9%), PT (10,1%), PP (9,9%) e DEM (9,0%).
De 2008 para 2009, contingente de servidores municipais cresce 9,7%
Em 2009, cerca de 5,7 milhões de pessoas trabalhavam na administração municipal, 94,9% destas na administração direta e 5,1% na indireta. Em relação a 2008, esse contingente cresceu 9,7% e superou as taxas de períodos anteriores (2,1% entre 2006 e 2008; 6,5% entre 2005 e 2006; e 5,4% entre 2004 e 2005).
A maior parte dos que trabalhavam na administração direta municipal eram estatutários (62,2%), percentual próximo ao de 2008 (63,5%). A participação do pessoal sem vínculo permanente (15,4% em 2008) subiu, em 2009, para 16,8%. Já os estagiários e os ocupados sem vínculo permanente aumentaram, respectivamente, de 1,9% e 15,1%, em 2008, para 2,1% e 16,8% em 2009. Dos 5.565 municípios, 2.968 (53,3%) haviam realizado concurso público nos 24 meses anteriores à pesquisa, e em 84,4% destes o edital previa vagas para pessoas com deficiência.
56,3% dos municípios adotam incentivos fiscais para atrair empreendimentos 
Em 2009, 3.134 municípios (56,3%) adotavam mecanismos de incentivos à implantação de empreendimentos, 59,5% deles estavam nas regiões Sul e Sudeste. Mesmo incentivando a implantação de empreendimentos, 23,5% desses municípios restringiam à implantação de empreendimento prejudiciais ao meio ambiente.
60,0% dos municípios têm página na Internet e 87,6% têm política de inclusão digital
Em 94,2% dos municípios brasileiros havia alguma forma de atendimento a distância. As mais utilizadas eram telefone convencional (84,0%) e Internet (77,1%). Em 99,9% dos municípios havia computadores na administração direta. Em 89,4% destes, os computadores estavam ligados em rede, 99,5% com acesso à Internet, e 96,4% destes através de banda larga. Em 2009, 60,0% dos municípios (3.339) tinham página na Internet.
Grande parte dos municípios brasileiros (87,6%) informou desenvolver política ou plano de inclusão digital em 2009. Tais políticas estavam presentes em 95,0% daqueles com mais de 500 mil habitantes.
Cresce percentual de municípios com Secretaria Municipal Exclusiva de Educação
Todos os 5.565 municípios brasileiros tinham, em 2009, secretaria de educação, e em 43,8% havia secretarias exclusivas (contra 26,3% em 2006). Também cresceu o percentual de municípios com Plano Municipal de Educação, de 31,0% em 2006 para 56,0% em 2009. Dos 3.138 municípios com este plano, 52,0% comprometiam-se formalmente com a introdução no currículo de questões sobre direitos humanos, iniciativa mais frequente em Mato Grosso do Sul (81,6%), Pernambuco (71,7%), Sergipe (66,7%) e no Rio de Janeiro (65,0%).
Rio de Janeiro tem o maior percentual (82,6%) de municípios com escolas inclusivas
Em 2009, 48,0% dos municípios brasileiros informaram ter escola municipal apta a receber pessoas com deficiência. O Rio de Janeiro tinha a maior proporção (82,6%) de municípios com unidades inclusivas, com Mato Grosso do Sul (78,2%) e Acre (77,3%) a seguir. Na outra ponta, estavam Tocantins (23,0%) e Piauí (24,1%).
Entre 2006 e 2009, foi de 68,0% para 79,1% o percentual de municípios com Conselho de Educação.
Em 2009, Munic investigou pela primeira vez a organização da Saúde nos municípios
Em 2009, a Munic investigou, pela primeira vez, a organização da saúde nos municípios brasileiros: seus órgãos gestores, a escolaridade do titular, os Conselhos Municipais de Saúde e seu funcionamento, a existência de plano municipal de saúde e o seu ano de criação. Pesquisou também a existência de estabelecimentos de saúde, a quantidade de equipes do programa de saúde da família e de seus profissionais.
Em 82,5% dos municípios brasileiros havia secretarias municipais exclusivas para a saúde.
Em 95,1% dos municípios havia equipes de saúde da família 
Em 95,1% dos municípios havia equipes de saúde da família, variando de 99,6% no Centro-Oeste e 99,5% no Nordeste, até 89,9% no Sudeste. Em apenas 275 municípios não havia Programa de Saúde da família (PSF).
As equipes são compostas por médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem e 6 agentes comunitários de saúde. Podem ter, ainda, dentista, auxiliar dentário e técnico em higiene dental. Cada equipe se responsabiliza por mil famílias (portaria 1886/GM, de 18 de dezembro de 1997).
Oito municípios com PSF não tinham médicos. Em 10,0% dos municípios havia mais de 1 médico por equipe, num total de 32.445 médicos. Havia 33.883 enfermeiros nas equipes de PSF, mas 20 municípios (48 equipes) não contavam com este tipo de profissional. Já os odontólogos (21.888) estavam presentes em 93,0% dos municípios.
33,8% dos titulares dos órgãos gestores municipais de saúde não tinham superior completo
Os dados mostram que 66,2% dos titulares dos órgãos gestores municipais da saúde concluíram o nível superior e 26,8% tinham pós-graduação. No outro extremo, 4,7% dos titulares que não haviam concluído o ensino médio, em 2009, e 1,0% sequer concluíram o ensino fundamental (tabela abaixo). Entre os titulares com nível superior, 529 (9,5%) eram médicos e 793 (14,2%), enfermeiros.
Em 6,5% dos municípios não havia Fundo Municipal de Saúde
Desde 2004, os municípios devem investir 15,0% de suas receitas orçamentárias no financiamento do SUS (portaria nº 2.047 de 5 de nov. de 2002). No entanto, em 2009, 6,5% dos municípios não tinham Fundo Municipal de Saúde (FMS). Dos 5.204 municípios que tinham o FMS institucionalizado, em 65,0% o órgão responsável pela sua gestão era a secretaria municipal de saúde.
Em 195 municípios, os Conselhos de Saúde não eram paritários como determina a lei
Em 2009, 148 municípios declaram não ter um conselho de Saúde. Dentre os que mantinham conselho, 30,6% o haviam criado entre 1989 e 1992, logo após a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Saúde.
Em 195 municípios, os conselhos não eram paritários como determina a lei nº 8.142, de 1990. E dentre os que têm conselho com paridade, em 12,1% o caráter do conselho não era deliberativo. Em 63 municípios, seu conselho Municipal de Saúde instituído não se reuniu nos últimos 12 meses.
Menos de um terço dos municípios consideravam acessibilidade para ônibus intramunicipal 
Pela primeira vez a Munic questionou os gestores se, nas concessões, permissões ou autorizações para a exploração dos serviços de transporte coletivo por ônibus intramunicipal, são considerados critérios e normas técnicas de acessibilidade, nas adaptações em toda ou parte da frota de veículos, para sua utilização com segurança por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Dos 589 municípios que assim agiam, 76,7% estavam no Sudeste e Sul.
Menos de 10,0% dos municípios possuíam secretaria exclusiva para cultura
Em 2009, na maior parte (70,9%) dos municípios havia secretarias municipais de cultura conjuntas com outras políticas (principalmente educação, turismo e esportes). Apenas 9,4% dos municípios tinham secretaria exclusiva de cultura, e 1,9% tinha órgão da administração indireta para essa área.
Nos 1.618 municípios com legislações municipais de proteção ao patrimônio cultural, 96,4% destas legislações se referiam ao patrimônio material e 24,8% delas tratavam, também, do patrimônio imaterial (conhecimentos, processos de saber e fazer, rituais, festas, ritmos, literatura oral, etc).
Em 5,9% dos municípios não havia órgão gestor para o esporte
Em 2009, apenas 5,9% dos municípios não possuíam nenhum tipo de estrutura para administrar o esporte. Havia secretarias municipais exclusivas para o esporte em 11,1% dos municípios com até cinco mil habitantes, e em 55,0% nos municípios com mais de 500 mil habitantes.
No mesmo ano, 69,0% dos municípios brasileiros desenvolveram programas para esporte educacional; 18,0% no esporte de rendimento e 80,4% para esporte e lazer. Apenas 10,3% dos municípios brasileiros apresentaram ações, projetos ou programas esportivos para pessoas com deficiência.
Mais de 80,0% dos municípios cadastram famílias em programas habitacionais
Cerca de 67,0% dos municípios tinham algum órgão para o setor habitacional. Os percentuais tendiam a ser mais elevados nos municípios maiores, passando de 90,0% entre aqueles com mais de 100 mil habitantes. Em cerca de 1/3 dos municípios, o setor habitacional era subordinado a outra secretaria, e apenas 6,0% tinham uma Secretaria de Habitação exclusiva. Essa proporção era de 40,0% entre os municípios com mais de 500 mil habitantes.
Mais de 80,0% dos municípios não tinham Plano de Habitação. Apenas 10,4% dos municípios tinham legislação ou programa de regularização fundiária. Apenas 3 dos 40 municípios com mais de 500 mil habitantes não tinham legislação ou programa fundiário (Jaboatão dos Guararapes-PE, Uberlândia-MG e Guarulhos-SP).
Nordeste foi destaque em órgãos para o transporte 
Em 2009, 75,5% dos municípios possuíam estrutura para a política de transporte. Todos os municípios com mais de 500 mil habitantes possuíam órgão de transporte: 37,5% como secretaria exclusiva e 45,0% ligados à administração indireta. Mais de 97,0% dos municípios com entre 100.001 e 500 mil habitantes tinham órgão gestor para o transporte. A região em destaque foi o Nordeste (79,7%), seguidos pelo Centro-Oeste (76,8%).
Vans e mototáxis estavam presentes em mais da metade dos municípios brasileiros
Em 53,9% dos municípios havia serviço de transporte por mototáxi, com maior presença nos municípios com população entre 50 mil e 100 mil habitantes. Já o percentual de municípios com serviço de vans atingiu 66,7%, e 81,5% naqueles com população entre 20 mil e 50 mil habitantes. Os serviços de transporte mais presentes entre os pesquisados foram táxi (80,8%), van (66,7%) e mototáxi (53,9%).
Havia transporte por barco em 11,3% dos municípios, principalmente nos do Norte (51,5%). Já o metrô estava presente apenas nos municípios com mais de 50 mil habitantes, e em 22,5% daqueles com mais de 500 mil.
Em um ano, municípios com estrutura ambiental passam de 77,8% para 84,5%
Em 2009, 84,5% dos municípios tinham algum órgão para tratar do meio ambiente. Em 2008, o percentual era de 77,8%. Houve aumento generalizado, e os maiores percentuais estavam entre os municípios mais populosos. Entre os municípios com estrutura ambiental, predominava a secretaria municipal conjunta com outras (52,5%). Vinham, em seguida, aqueles com secretaria municipal exclusiva (23,9%) e os subordinados a outra (16,0%). Mesmo não sendo a região mais desenvolvida do país, o Norte tem o maior percentual de municípios com estrutura administrativa para o Meio Ambiente (92,2%).
A maior parte dos gestores de meio ambiente estava na meia idade: 47,1% tinham de 41 a 60 anos; e 37,6%, de 26 a 40 anos. A participação feminina era pequena, 16,6% contra 83,4% de homens, e maior entre as mais jovens (quase 90% tinham entre 18 e 40 anos de idade). Esses gestores tinham escolaridade elevada: 35,0% tinham nível superior completo e 14,2%, pós-graduação, somando quase 50% com grau universitário, proporção que crescia nos municípios mais populosos e chegava a 90% nos com mais de 500 mil habitantes.
Pela 1ª vez mais de metade dos municípios têm Conselho de Meio Ambiente 
Em 2009, 3.135 municípios brasileiros (56,3%) tinham Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA). Foi a primeira vez em que mais da metade dos municípios declararam a existência de conselho. Esse órgão estava presente em todos os municípios com mais de 500 mil habitantes. Entretanto, ainda era baixa a presença de CMMA comparativamente a outros tipos de conselhos, como os de Assistência Social (99,3% dos municípios), Saúde (97,3%), Direitos da Criança e do Adolescente (91,4%) e Educação (79,1%).
Agenda 21 está em elaboração em 19,9% dos municípios
Em 2009, 19,9% dos municípios tinham iniciado o processo de elaboração da Agenda 211, percentual menor do que o de 2002 (29,7%). Ela estava sendo criada sobretudo nos municípios maiores (60,0% entre aqueles com mais de 500 mil habitantes) e de 100 mil a 500 mil habitantes (49,4%).
A Agenda 21 era mais frequente na região Norte (27,4%), seguida por Nordeste (25,8%), Sudeste (18,5%), Centro-Oeste (13,7%) e Sul (12,4%). Em relação a 2002 houve uma queda expressiva no percentual da região Nordeste (de 63,8% para 25,8%), mas nas demais regiões, cresceu a participação de municípios elaborando a Agenda 21.
Em 2009, 46,8% dos municípios tinham algum tipo de legislação ambiental, contra 42,5% em 2002.
Cresce a participação dos municípios em comitês de bacia
Em 2002 47% dos municípios participavam de Comitê de Bacia Hidrográfica, percentual que foi de 50,9%, em 2004 para 61,1%, em 2009. Os municípios mais populosos continuam com maior participação (82% na faixa entre 100 mil a 500 mil e 90% na de mais de 500 mil habitantes). Entre aqueles com até 5.000 e com até 20.000 habitantes, mais da metade participou de algum comitê de bacia em 2009.
Em 87,5% dos municípios com mais de 500 mil habitantes havia Guarda Municipal
No Brasil, 15,5% dos municípios tinham Guarda Municipal. A existência dessa instituição está ligada ao tamanho da população do município. Veja no gráfico abaixo:
A presença de Guarda Municipal nos estados ia de 0,0% (Acre) a 73,9% (RJ). O percentual de mulheres (13,4%) na corporação é muito inferior ao de homens (86,6%) e teve discreto aumento (0,4%) em relação a 2006. Em 18,4% dos municípios com essa força policial, o efetivo não recebe treinamento ou capacitação.
Em 16,3% dos municípios, guarda municipal não usava armas de fogo
A Munic 2009 constatou que, em 16,3% dos municípios brasileiros, a guarda municipal não usava armas de fogo. A distribuição desses municípios também está ligada ao tamanho da população, variando de 54,3% entre os municípios com mais de 500 mil habitantes, a 8,0% dos municípios com até 5 mil habitantes.
Em 275 municípios, guarda municipal recebe menos que um salário mínimo
Em 2009, segundo as próprias prefeituras, em 95,0% dos municípios os guardas municipais recebiam salário inicial equivalente a até 3 salários mínimos, sendo que em 275 municípios esse piso era inferior a um salário mínimo. Os 0,3 % de municípios com salários superiores a 5 salários mínimos ficam em São Paulo, enquanto 78,5% dos municípios com salários menores que o mínimo ficam no Nordeste.
Em 67,6% dos municípios, a Guarda Municipal não tinha corregedoria ou ouvidoria
Em 18,4% dos municípios com Guarda Municipal, o efetivo não recebe treinamento ou capacitação. No entanto, em 64,0% dos municípios, os integrantes da corporação cursaram disciplina de Direitos Humanos no treinamento ou capacitação. Entre os municípios com mais de 500 mil habitantes, todos deram esse curso.
Em 2009, 67,6% dos municípios com Guarda Municipal não tinham órgãos para corrigir abusos de autoridades (corregedoria) ou receber denúncias (ouvidoria). Em 2006, este percentual era 72,0%.
Atendimento às mulheres em situação de violência estava concentrado no Sudeste
Em 2009, existiam no país 262 municípios com casas-abrigo, 559 com centros de referência de atendimento às mulheres, 397 com Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, 469 com núcleos especializados de atendimento às mulheres nas defensorias públicas e 274 com juizados especiais de violência doméstica e familiar.
Os serviços municipais especializados estavam concentrados no Sudeste, onde 35% dos municípios tinham casas-abrigo e 32,0%, centros de referência. As regiões Norte e Centro-Oeste tinham os menores percentuais. Os municípios em São Paulo (50) e Rio Grande do Sul (33) eram os que mais contavam com casas-abrigo. Já os da Paraíba (0), Roraima, Amapá e Rio Grande do Norte (1) eram os que menos dispunham de tais serviços.
Em mais da metade dos municípios não existiam facilidades de acesso à sede da prefeitura
A Munic investigou dezesseis itens de acessibilidade nas sedes das prefeituras, relativos a idosos, gestantes, mulheres com criança de colo ou carrinhos de bebê, ou para aqueles com mobilidade reduzida temporariamente. Em 53,1% dos municípios não havia nenhum dos dezesseis itens. Em 10,0% dos municípios, as políticas de acessibilidade eram definidas em legislação municipal, determinando a adaptação de espaços culturais, artísticos e desportivos às pessoas com deficiência, entre outras medidas.
Apenas 18,7% dos municípios do País tinham organismos voltados à temática de gênero 
Em 2009, existiam no país 1.043 municípios com algum tipo de estrutura direcionada para a temática de gênero, apenas 18,7% do total de cidades brasileiras. Entre os municípios com até 5 mil habitantes, 10,3% possuíam alguma estrutura para o tema. Já entre aqueles com mais de 500 mil habitantes, o percentual era de 90,0%.
Em 36,0% dos municípios os órgãos para mulheres tinham orçamento próprio. Em 77,0% dos municípios esses órgãos atendiam também idosos (86%), crianças e adolescentes (87%) e pessoas com deficiência (67,6%).
Um em cada quatro municípios tem estrutura específica para gestão de direitos humanos
No Brasil, 1.408 municípios (25,3%) têm estrutura específica de gestão em direitos humanos, e em 79 há Conselhos Municipais de Direitos Humanos. Nos estados a proporção dos municípios com tal estrutura vai desde a ausência (Acre e Amapá) aos 75,0% (Piauí). Há estrutura de gestão de direitos humanos em apenas 21,63% dos municípios com menos de 20 mil habitantes e em 72,5% daqueles com mais de 500 mil habitantes.
Em 126 municípios há políticas específicas para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais
Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT) são parte de uma das populações mais vulneráveis a violações de direitos humanos e buscam o reconhecimento de seus direitos civis, sociais e políticos. Em 126 municípios (2,3%) havia algum tipo de política para esta população, e em 4 (São Paulo –SP; Amandaí – MS; Pelotas – RS e Diadema – SP) havia conselho municipal específico para o tema.
Em quase 60% dos municípios havia ações destinadas aos idosos
Em 59,9% dos municípios havia ações para os idosos. Em 1.974 municípios (35,5%) há conselhos dos Direitos do Idoso, sendo que em 340 deles, há mais de dez anos. Mais da metade dos conselhos surgiu após a promulgação do Estatuto do Idoso, em 2003. Outros conselhos municipais identificados pela Munic 2009 foram os de Juventude (303 municípios), os de Direitos LGBT (4), Direitos da Pessoa com Deficiência (490) e de Igualdade Racial (148).
Em dez anos, mais municípios criam conselhos tutelares e de direitos da criança e do adolescente
Em 1999, 55,0% dos municípios tinham Conselhos Tutelares e 71,9%, Conselhos Municipais de Direitos da Criança e Adolescente. Em 2009, os percentuais eram 98,3% e 91,4%, respectivamente. Dos 92 municípios sem Conselho Tutelar, mais da metade eram do Maranhão (20), Minas (21) e Bahia (8). Dos 481 municípios sem Conselho Municipal de Direitos da Criança, 46,3% eram do Maranhão (64), Minas (68), Bahia (61) e Pará (30).
Em 4.910 municípios (88,2%) há políticas ou ações para criança e adolescente, como o combate ao trabalho infantil (3.263), políticas de lazer (3.111), atendimento a crianças e adolescentes com deficiência (2.713) ou combate à exploração sexual (2.201).
290 municípios já reconhecem acampamentos ciganos em seu território
Para promover a inclusão sociocultural de suas comunidades, foi criado em 2006, o Grupo de Trabalho para as Culturas Ciganas, integrado representantes dos diversos povos ciganos e do poder público.
Dos 290 municípios que reconhecem a existência de acampamento cigano em seu território, 95 (32,8%) tinham entre mais 20 mil e 50 mil habitantes. A maioria desses municípios distribui-se ao longo da BR 101.
Nota:
1 A Agenda 21 local é um processo participativo e multissetorial de elaboração de um programa estratégico de ação dirigido ao desenvolvimento sustentável local, por meio de políticas públicas.
Fonte: Pravda.ru

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Campanha ‘Y Ikatu Xingu ganha novo site e entra em redes sociais da internet

O site da Campanha ‘Y Ikatu Xingu está de cara nova: ganhou design mais moderno, novos recursos audiovisuais e formato que facilita a navegação e a busca de informações. Mas a maior mudança está na interatividade e não na aparência. Por meio da nova página, os internautas poderão participar de debates, contribuir ativamente na inserção de conteúdo e ingressar em redes sociais.
Sites como o Orkut , Myspace , Facebook e Twitter , que antes pareciam restritos aos grupos de adolescentes, prestam hoje um importante serviço às pessoas que procuram informações e querem trocar experiências na rede mundial. Ao marcar presença nessas redes sociais, a Campanha ‘Y Ikatu Xingu abre espaço para que mais pessoas conheçam e se envolvam em sua missão de proteger e recuperar as nascentes e matas ciliares do Rio Xingu no Mato Grosso.
O Twitter, mídia social pela qual os usuários se comunicam por frases de até 140 caracteres, terá as chamadas das últimas notícias da campanha, assim que forem postadas no site. Apesar das críticas ao seu perfil “minimalista”, que não permite a publicação de textos mais longos, o Twitter é um recurso cada vez mais utilizado por indivíduos e organizações de todo o mundo por facilitar o acesso à informação rápida.
Os vídeos e imagens da campanha ficarão disponíveis nas páginas do Flickr e do Youtube , redes acessadas por milhões de usuários em todo o mundo. Além de abrir espaço para debates e comentários nas redes sociais, o próprio site da campanha terá mais campos que permitem maior interação dos usuários, como a área em debate , destinada a discussão de assuntos de interesse público relacionados a temáticas socioambientais.
O canal de comunicação está aberto. Participe da Campanha ‘Y Ikatu Xingu, um movimento de responsabilidade socioambiental compartilhada em prol das águas do Rio Xingu e do desenvolvimento sustentável da região.
Fonte: Pravda.ru

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O cinismo das promessas de apoio internacional

Últimas Notícias. Uma catástrofe num cantinho esquecido do mundo, geralmente em algum lugar quente e pegajoso. As equipes de TV são os primeiros a chegar. "Perdeu sua família toda e sua casa? Como você está se sentindo?" Presidentes e Primeiros Ministros tentam superar os outros nas quantias de apoio prometidas. Dando festinhas na cabeça de algum pobre criança que perdeu os pais e seu futuro, vão para casa novamente com uma expressão de satisfação presunçosa na cara. E adivinhem? Depois, não pagam. 
Vinte apelos que totalizam dez mil milhões de dólares (dez biliões) em 2010 produziram um reles trinta e seis por cento dos fundos prometidos - muito menos do que cinqüenta por cento. John Holmes, Subsecretário-Geral da ONU para Assuntos Humanitários, revelou algumas estatísticas chocantes no seu discurso na sede da ONU em Genebra na quarta-feira.
Por exemplo, o apelo para as pessoas que vivem em condições deploráveis nos territórios da Autoridade Palestina recebeu 21% do financiamento prometido. Por exemplo, em Uganda, os projetos de educação em saúde receberam pouco ou nenhum financiamento, o que significa que os 80 por cento das pessoas deslocadas, que foram convencidos a voltar para suas casas, voltaram para quê?

As lacunas de financiamento (quando o financiamento é prometido, mas depois não se concretizou) são evidentes em todo o mundo, na RD Congo, no Sri Lanka, na Somália, no Zimbabué, no Iraque, no Djibuti, na República Centro Africano, no Quênia, em Haiti, na República do Congo, no Afeganistão, na Eritréia, no Sudão, onde sete dos onze empreendimentos destinados a projectos de apoio receberam menos de vinte por cento das verbas prometidas.
A pobreza crônica, em muitos casos criada pela comunidade internacional e não as comunidades locais nesses países, juntamente com desastres naturais devastadores, precisa de ser abordada se alguma vez vai haver uma solução sustentável.

Com a existência de 27 milhões de pessoas deslocadas no mundo de hoje (acima de 17 milhões em 1997), mais cedo ou mais tarde os efeitos dessas calamidades vai ser sentido nas ruas das grandes cidades, nas nações que inicialmente causaram os problemas económicos, nos países mais propensos a graves eventos geológicos e climáticos.
Essas pessoas só podem voltar para casa, se há algo lá para eles, e isso requer financiamento. Quando os líderes dos países mais abastecidos na comunidade internacional fazem promessas ocas de entregar ajuda e, em seguida, não cumprem, é igual a dizerem: "É problema deles, não nosso". Por quê, então, prometeram entregar ajuda e apoio? É que só quando se sentem na pele os efeitos que a falta de financiamento em outros lugares causa, como as migrações maciças desafiando a estabilidade das suas sociedades. Só então eles vão começar a viver de acordo com as promessas que fizeram.
Até então, da próxima vez um primeiro-ministro do presidente ou director de uma instituição pública insufla o peito e se gaba a respeito de quanto dinheiro “ele” vai dar, vamos exigir que honre as suas palavras.
O que esses charlatões estão fazendo é aproveitarem as desgraças dos outros, tornando-os pior tipo de parasitas que a humanidade teve a infelicidade de testemunhar.
Timothy BANCROFT-HINCHEY
PRAVDA.Ru 
Fonte: Pravda.ru

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