sábado, 3 de julho de 2010

O designer futurista

Daniel Simon chegou a pensar em ser fotógrafo profissional, mas a paixão pelo design falou mais alto e acabou fazendo com que ele desistisse do sonho. Sorte dos fãs de carrões e de ficção científica! Sua carreira seguiu o rumo da indústria automobilística e ele ajudou a criar designs inovadores para Seat, VW, Lamborghinni e Bugatti. Seu talento porém, vai muito mais longe e com criatividade de sobra, lançou em Dezembro passado o livro "Cosmic Motors", um apanhado de ficção científica cujo nome é o da fabricante de fantásticos veículos em torno da qual gira a história. Localizada em uma distante galáxia chamada Galaxion, a empresa produz o que há de mais moderno em transporte, desde sua fundação, no ano local de 8966-B.
Criada pelos irmãos Redooa, a Cosmic Motors produz também máquinas impressionantes para competições. As pilotos, são curvilíneas mulheres com nomes como LaGata Donner e Roketa Fleetza. O livro tem 176 páginas com 200 esboços e 130 ilustrações. Cada capítulo mostra do croqui inicial de cada veículo até modelos 3D detalhadíssimos e com fotomontagens envolvendo ambientes e pessoas. São espaçonaves, carros de corrida, trens e até naves de guerra. Sexy Magrela, Camarudo, Tatooa, Railton, Tanri, Djado, Detonator e Icetrain são os nomes dos poderosos e impressionantes modelos da frota estelar que mesmo tendo saído da mente de Daniel, parecem perfeitamente reais.
Fonte: http://obviousmag.org/

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Forte - Eis ai a Fera

Forte é o nome de um automóvel, ou melhor, de um protótipo de ar agressivo. Neste momento não é mais, porém, do que uma formulação virtual de um estudante de design, de seu nome Andrew Varnish, sem qualquer intenção de produção, ainda que numa série limitada. Trata-se apenas um exercício de estilo destinado a testar ideias e propor novas soluções. E o automóvel desde sempre foi um território fértil para o design e inovação tecnológica.
De fato as inovações são muitas e interessantes. A carroçeria é moldada integralmente em fibra de carbono e possui uma ampla zona envidraçada construída em vidro fotossensível a envolver o habitáculo. As luzes, compostas exclusivamente por LEDs, são particularmente originais nas lanternas traseiras, que se acendem progressivamente ao longo de uma linha poligonal à medida que aumenta a intensidade da travagem. As abas laterais da carroçaria são solidárias com a suspensão de modo a que as rodas mantenham sempre um envolvimento constante. Macacos hidráulicos encaixados debaixo do chassis tornam a mudança de pneus rápida e confortável.
E se as linhas alucinantes deste automóvel virtual nos parecem também elas inovadoras, desenganemo-nos: são, na verdade, um remake dos grandes e luxuosos desportivos americanos dos anos 30', como o Cord, o Auburn, o Duesenberg ou ainda este fabuloso Phantom Corsair. A inovação, afinal, já não é coisa nova...
Fonte: http://obviousmag.org/

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Que tal uma sala assim?

Um dos problemas dos sistemas áudio/vídeo (AV) e de home-cinema tão na moda é a sua difícil integração na casa. A sala ou local de audição e visionamento fica literalmente atravancada com colunas de graves, médios e agudos, amplificadores, projetores multimédia ou telas planas, já para não falar em cabos e fios elétricos. Tomando isto em conta, a conhecida Sony aliou-se à Master Craft Lombardia, uma empresa de mobiliário e artefatos decorativos italiana, para integrar a tecnologia AV no design da habitação. O resultado é qualquer coisa de extraordinário.
Cadeiras surround, mesas/projetor multimédia, colunas radiantes, televisões/biombo são alguns dos protótipos produzidos. Apresentados pela primeira vez ao público no mês de Abril passado no Salone Internazionale del Mobile (Milano Salone), irão desta feita estar expostos a partir do próximo dia 19 de Julho em Tóquio. Não acham que ficavam bem lá em casa?
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Fonte: http://obviousmag.org/

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Helicópteros e foguetes individuais

Todos nós alguma vez na vida tivemos oportunidade de ver engenhos como estes em ilustrações futuristas, filmes de ficção científica ou histórias fantásticas, em que um indivíduo do tipo Flash Gordon se desloca pelos ares com um mini-foguete às costas. Sempre pensámos, confessemo-lo, que se tratava de puro delírio, uma vez que as dificuldades técnicas (peso, autonomia, estabilidade, etc.) eram demasiadas. Pois bem, chegou o dia em que todos os obstáculos foram ultrapassados e tais máquinas se tornaram realidade. Comecemos por este helicóptero pessoal...
O helicóptero, denominado Libélula, é de uma concepção muito simples. Consiste num colete em fibra de carbono com um rotor movido por dois pequenos foguetes fixos às suas pás alimentados por dois reservatórios de peróxido de hidrogénio. A colocação da força nas extremidades das pás elimina o efeito de reação que faria com que o seu utilizador rodasse à mesma velocidade em sentido contrário. Genial e seguro, pelo menos em teoria. Quem o afirma são os seus inventores, a empresa Tecnologia Aeroespacial Mexicana (TAM), que comercializa o engenho para todo o mundo.
Não sabemos se já houve compradores, assim como não sabemos o preço de um tal dispositivo... Todo o segredo reside no pequeno foguete que mede cerca de 25 cm de comprimento e possui um diâmetro de apenas 4 cm e que, não obstante, oferece um impulso de 2200 libras.
Se a Libélula parece ousada o que dizer então do Rocket Belt, o cinto-foguete? Pela quantia de $125 000 este fabuloso engenho transforma o comum dos mortais num fantástico Rocketeer, na condição de pesar menos de 136 Kg. A empresa garante uma formação de 10 voos e assistência 24h por dia. De que está à espera? Já várias pessoas voaram neste aparelho e a primeira foi uma mulher, Isabel Lozano, uma rocketwoman.
Visite o site da TAM e veja os vídeos ;)
Fonte: http://obviousmag.org/

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Quando os carros pareciam aviões

Lembram-se dos Jetsons, a série futurista de desenhos animados de Hanna-Barbera que chegou a passar muitos anos na tv?
Houve de fato um tempo em que se pensava que o futuro ia ser como aquilo e que os carros iam ser como os aviões. Os designers americanos caprichavam no styling e dos gabinetes das grandes empresas automóveis saíram então verdadeiras visões psicodélicas... Em 1959 a Ford, por exemplo, lançou um concept car a que chamou Atmos e que metia respeito a qualquer peão!. Mais tarde lançou o Gyron, um curioso carro com... 2 rodas! Como é que ele se segurava direito? Nunca soube...
A General Motors não  ficou atrás e produziu a linha Firebird. O primeiro da série ainda se parecia mais com um avião do que com um carro mas o Firebird 2 já tinha as rodas bem assentes na terra. Além disso apresentava uma quantidade apreciável de inovações que só recentemente se tornaram realidade: sensores de direção, controle remoto, câmara de filmar para o retrovisor, etc.
Fonte: http://obviousmag.org/

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Novo Aston Martin Cygnet

Se juntarmos a montanha Aston Clinton (em Buckinghamshire, Inglaterra) e o nome Lionel Martin, temos Aston Martin. Claro que se temos Aston Martin temos, quase instantaneamente, James Bond. O problema surge quando o universo imaginário que foi criado no nosso cérebro do célebre agente secreto britânico – 007, um “macho sedutor” ao volante de autênticos ícones automobilísticos – parece de repente colorir-se de tons um pouco mais efeminados quando nos deparamos com as linhas curvas e suaves do novo Aston Martin Cygnet.
É claro que a adaptação aos paradigmas de cada época faz da mística James Bond um reflexo dos costumes e tecnologias identitatárias de cada uma dessas mesmas épocas. É, porventura, complicado imaginar Daniel Craig ou Pierce Brosnan (ou um próximo “Bond, James Bond”) numa mirabolante missão de espionagem, em perseguições urbanas a alta velocidade, ao volante deste novíssimo e reluzente Cygnet. Complicado, mas possível.
Claro que Bond não terá necessariamente que conduzir esta nova coqueluche da Aston Martin, sem dúvida um reflexo estético dos tempos atuais e um reflexo da adaptação ao espaço de locomoção cada vez mais reduzido das cidades. Mas de que outra forma poderá o “cidadão comum” acordar todos os dias de manhã, na tranquilidade da periferia, e evitar o tráfego caótico de uma metrópole em direção ao topo do edifício onde lhe espera um escritório com vista sobre a cidade? Claro, a voar. As asas a que Alexandre Graham Bell (o inventor do telefone) chamou de Cygnet, no ano de 1898, nas suas tentativas de construir um engenho voador a motor, acabaram despedaçadas no chão.
É verdade que este novo Aston Marin Cygnet não voa, mas desliza facilmente por entre o trânsito e é uma solução inteligente de mobilidade urbana. Se este Aston Martin “de bolso”, como começa a ser alcunhado, acabar despedaçado, sê-lo-á apenas metaforicamente (e não de uma queda dos ares) pois é questionável a viabilidade deste novo modelo quando as semelhanças com o Toyota iQ são demasiadas, exceto no preço. Claro, o Cygnet não é para todas as bolsas, nem para todos os salários, e fica muito melhor numa garagem ao lado de uns quantos desportivos. Por cerca de 80 mil dólares pode-se adquirir este design baseado na tendência “iate de luxo”, exclusivo, e com altos níveis de personalização. O Cygnet é um urbano, um urbano premium.
Ulrich Bez, presidente executivo da Aston Martin, invoca as razões para justificar esta viragem conceptual dos míticos desportivos para um urbano tão iQ. Fácil, o Cygnet colmata a brecha do mercado da Aston no segmento dos modelos compactos, ou seja, é destinado para os clientes que querem um urbano “inteligente, inovador e criativo”, com elevada qualidade. Não tão fácil será, certamente, sustentar uma marca que tem estado, por diversas vezes, próxima da falência – a Aston Martin precisa de se adaptar à presente conjuntura económica e alargar o seu nicho de mercado a outros potenciais compradores, pois, embora não pareça, o mercado de luxo também entra em crise. A satisfação da procura é outro dos fatores apresentados por Bez, ou seja, grande parte dos clientes da marca britânica estão localizados em grandes centros urbano, como Londres, Paris, Roma ou Milão, e querem um carro que se adapte a este life style cosmopolita e, como se pode imaginar, um motor V12 não é o mais aconselhável. E claro, não podia faltar a adequação da marca à emergente eco-sensibilidade, com uma considerável redução das emissões poluentes neste modelo.
A verdade é que esta versão da Aston Martin é efetivamente uma adaptação do Toyota iQ, a versão 1.33 de 98 cavalos. A Aston recebe-os do Japão e faz as modificações – uma espécie de tunning do iQ: redesenha a dianteira, incorpora os novos faróis e a tradicional grelha da marca, as icónicas saídas de ar quente do capot, entre outras adaptações. Mas o ponto forte deste modelo, onde todo o conceito brilha, são, sem dúvida, os interiores. Feitos à mão, são uma rica mistura de couro, alcântara (tecido de alta tecnologia composto por poliéster e poliuterano) e alumínio, típica dos carros desportivos da marca. Assim, se por fora pode, eventualmente, e apesar do seu extraordinário design, passar despercebido, quando o condutor se senta ao volante percebe imediatamente que está prestes a dar à chave num autêntico Aston Martin.
Segundo Bez, a reação a este modelo tem sido “extremamente positiva”: depois da apresentação no Salão Automóvel de Genebra, o Cygnet recebeu vários pedidos de reserva e a marca espera produzir 4 mil unidades por ano.
Será que a Aston Martin está a destruir todo o capital imaginário bondiano com esta nova eco-premium coqueluche? Não o podemos adivinhar. O conceito Aston Martin também depende do utente. E da companhia. Quem puder, pode sempre experimentar: bater a porta, atirar gentilmente a chave ao porteiro do hotel, sentar-se no bar e pedir um vodka-martini. Depois é só esperar para ver um/uma top-model a aproximar-se, sedutoramente, em câmara lenta. Ah! E não esquecer: batido, nunca mexido!
Fonte: http://obviousmag.org/

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Energia solar para dispositivos móveis - KIWI U-Powered

Apesar da eletricidade ser um bem omnipresente, existem momentos em que não é de todo possível ligar o que quer que seja a uma tomada elétrica. A proposta do KIWI-U-Powered passa por nos dar uma forma de armazenar energia e utiliza-la para carregar qualquer tipo de aparelho móvel.
Pode ligar-se a qualquer fonte de energia, nomeadamente ao isqueiro do carro, porta USB, tomada elétrica ou mesmo uma fonte solar, através de células foto-voltaicas desdobráveis. Uma vez carregado, tem a capacidade de armazenar essa energia por pelo menos 6 meses.
Finalmente, em termos de conectores, este canivete suíço das baterias, pode ser ligado a praticamente qualquer dispositivo. Desde celulares, até players de MP3 ou qualquer outro gadget.
Em termos de capacidade, o KIWI U-Powered pode receber masi de 1000 cargas e possui a capacidade de debitar 2000mAh. O preço foi é outra agradável surpresa... menos de $50 USD
KIWI U-Powered
Fonte: http://obviousmag.org/

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Software do Dia: Completo e Grátis - Forest Life 3D Screensaver

Julho 3, 2010Deixe que o seu fundo de tela lhe leve para um lugar tranquilo na floresta. Assista os bichos e formigas conduzindo a sua vida normal. Um aranha tecendo a teia dela, Gota de orvalho caindo das folhas. E ainda o canto dos pássaros. Este fundo de tela irá lhe mergulhar em um ambiente tranquilo da vida da floresta e fazê-lo esquecer dos seus problemas!
O programa custa $19.95, mas é grátis para os nossos visitantes por um período limitado de tempo. 
Um oferecimento de:   Giveaway of the Day
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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Medellín - Colômbia

O Jardín Botánico Joaquín Antonio Uribe de Medellín possui desde há pouco tempo um local com cerca de 5000 m2 destinado à criação e exposição de orquídeas. O orquideorama - assim foi chamado - é um espantoso espaço aberto resguardado por uma cobertura em engradado de madeira de pinho. Na base desta estrutura encontram-se dez árvores-flor de forma hexagonal construídas em perfis de aço e recobertas por uma "pele" de ripas da mesma madeira contendo no seu núcleo central um jardim temático. O projeto, da autoria do gabinete PlanB, ganhou recentemente um prémio de arquitetura.
Medellín é a segunda maior cidade da Colômbia e um importante centro industrial e comercial nomeadamente do comércio de flores que ficou tristemente conhecida pela associação aos cartéis da droga. Porém, com o seu desmantelamento a cidade foi recuperando lentamente do seu estigma e atualmente é um destino turístico muito procurado. É também e sobretudo um exemplo de bom urbanismo.
Embora o jardim botânico seja já centenário somente em 1972 foi institucionalizado. Nesta data criou-se também o orquideorama e tiveram início profundas obras de remodelação na estrutura do parque realizadas em articulação com outras intervenções de vulto por toda a cidade - um investimento claro no domínio da renovação urbana. O resultado desta aposta a médio/longo prazo está à vista. O jardim botânico de Medellín é, para além de um local de investigação científica, um espaço público de recreação e de educação ambiental e cultural.
Fonte: http://obviousmag.org/

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Um submarino de luxo - Phoenix 1000

A ideia em si é brilhante: em vez de um iate de luxo porque não um submarino de luxo? Com efeito, não há nada que diga que os submarinos sejam dedicados exclusivamente a fins militares ou científicos e a prova está neste conceito inovador que promete revolucionar os meios de transporte particulares deste século. O Phoenix 1000 é uma enorme embarcação de 65 metros que rivaliza em luxo e tecnologia com os melhores iates a motor e que possui a vantagem adicional de proporcionar aos seus ocupantes experiências completamente novas.
No seu interior existe uma área útil de 460 m2, ou seja, o equivalente a uma vivenda. Não encontramos, porém, espaços acanhados ou pequenos cubículos como seria de esperar num submarino. Ao invés, todos os espaços são amplos e fluidos e são rodeados de largos envidraçados que contrariam uma possível sensação de clausura.
A bordo reina o conforto, não só porque as viagens se podem fazer abaixo da superfície da água, onde as ondas agitariam um iate tradicional, mas também devido ao equipamento existente nas salas, quartos e demais instalações para passageiros. É verdadeiramente um Nautilus dos tempos modernos, o sonho de Jules Verne em "20000 léguas submarinas" tornado realidade. Haja dinheiro para o comprar: 78 milhões de dólares.
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Fonte: http://obviousmag.org/

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