sábado, 18 de dezembro de 2010

Região de Sobral: população permanece assustada com mutilações

Após quase dois meses que os animais foram encontrados mortos, as famílias do distrito de Baracho continuam temerosas
João Batista mostra imagem de um dos animais sem os globos oculares. Crédito: Deivyson Teixeira


Por Rita Célia Faheina/O Povo Online 


O sindicalista João Batista Silva Cruz que mora no Desterro, localidade do distrito sobralense de Baracho (CE), costumava sair do trabalho (Sindicato dos Trabalhadores Rurais) à noite. Desde que avistou uma forte luz no céu, no caminho para casa, "como se fosse um disco voador", segundo diz, volta mais cedo, no fim da tarde.

Também com medo dos fatos inexplicáveis que acontecem na comunidade (animais mortos com olhos e línguas arrancados) a dona-de-casa Luziara de Paula Silva não vai nem pra casa da mãe quando anoitece. É o temor dos moradores da zona rural do município, na região norte, depois dos fenômenos que eles atribuem à presença de objetos voadores não identificados e extraterrestres.

"Não vi e não quero ver. Mas quando soube das notícias dos animais encontrados mortos e das luzes que aparecerem de noite no céu, eu não saio mais de casa se não for de dia", disse Luziara que mora próximo à casa de João Batista.

Ele recorda que vinha do trabalho de bicicleta e deu uma carona a um amigo. "Apareceu uma luz muito forte, era uma bola do tamanho de uma lua cheia. Não tinha barulho, mas se aproximava da gente cada vez mais. Parei e o meu amigo correu pra debaixo do cajueiro. Eu fiquei aguardando, pouco tempo depois foi se afastando e desapareceu".

Além de João Batista, muitas outras pessoas que moram no Desterro (assim chamado para homenagear Nossa Senhora do Desterro) presenciaram o fenômeno. Maciel da Silva Souza não viu o objeto luminoso no céu, mas foi quem encontrou uma cabra sem os olhos e morta. "Estava em cima de uma laje, esticada e os olhos arrancados. Interessante é que não tinha sangue por perto". Souza disse que saiu cedo de casa para procurar o animal, a pedido do dono. "Pensamos que tinha sido roubada, mas não. Foi sacrificada e não sabemos por quem".

O presidente do Centro Sobralense de Pesquisa Ufológica (CSPU), Jacinto Pereira, disse que muitos relatos de mutilação de animais têm chegado ao seu conhecimento. "Mas quando nos avisam e vamos até o local, os animais já foram sacrificados, enterrados ou devorados por cachorros. Só temos registros em fotografias e os relatos das pessoas".

Há pesquisadores de Sobral que relacionam a aparição dos UFOs com os abalos sísmicos ocorridos na mesma região. "No Jordão só o que não faltam são moradores que relatam os fenômenos. Tive notícias de um jumento que também apareceu sem os olhos", comentou Pereira.

O mais recente caso...
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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Revista da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) em conversa sobre UFOs e segurança

Rafael Amorim e brigadeiro José Carlos Pereira falam para publicação universitária
Muitos dos relatórios secretos liberados pela Força Aérea estão no NEUS. Rafael Amorim mostra um deles. Crédito: Rochele Conrad
Por Rochele Conrad/Unicom 

"Elimine o impossível. O que sobrar, será a verdade"

Passavam das 03h00 e Dona Celi perdeu o sono. Levantou para tomar um copo de água e, pela janela, viu luzes fortes movimentando-se de forma irregular pelo céu. Ela permaneceu firme, sem medo, pois não era a primeira vez que o sítio onde mora se iluminava com objetos voadores não identificados.

Em outra oportunidade que o fenômeno aconteceu, ruídos estranhos acordaram a aposentada na madrugada quieta do interior. Convidou então oito estudiosos da Ufologia para uma vigília.

O relógio marcava 02h40 da manhã e o grupo foi surpreendido por uma seqüência de nove aparições. Rafael Amorim, que também participava do encontro, afirmou que não se tratavam de satélites ou aviões, muitas vezes confundidos com UFOs. "Os satélites podem ser vistos até as 22h30 em virtude da curvatura da Terra e aviões possuem outra característica de luminosidade", explanou.

Amorim fala com a propriedade de quem estuda o Fenômeno UFO há mais de 20 anos. É consultor da Revista UFO, presidente do Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz do Sul (NEUS), diretor do Movimento Gaúcho de Ufologia (MGU) e membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU).

O publicitário era criança quando saiu da cidade de General Câmara (RS) e foi morar em São Paulo. Num final de tarde, viu algo "grande, bonito e quadrado" passar sobre sua casa, no bairro Pinheiros. Muitas pessoas, na época, acreditavam que o objeto fosse fruto da imaginação. "Saí do interior do Rio Grande do Sul para um grande centro e poderia ter me vislumbrado com um balão, por exemplo".

Mas a notícia de um UFO nos céus da cidade estava estampada nos principais jornais do dia seguinte. "Várias pessoas também viram o que eu vi". O menino cresceu, mudou-se de São Paulo, mas continuou avistando coisas no céu. Sua inquietude o motivou a criar um grupo de estudos, o NEUS, que já acumula mais de 1.000 documentos sobre aparições nos céus da região do vale do Rio Pardo, do Brasil e do mundo.

Diferentemente da dona Celi, que acredita que as aparições sejam de seres extraterrestres tentando uma comunicação com os seres humanos, Amorim sabe que nem tudo que aparece no céu é, necessariamente, uma nave pilotada por alienígenas. "Pode ser, mas é preciso primeiro analisar o fenômeno. Bandos de aves, aviões clandestinos e até balões podem ser facilmente confundidos com UFOs e são, inclusive, assim classificados nos radares da Força Aérea...

Agradecimentos a: 
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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Loucuras da Genética - consequências devastadoras.

Um biólogo que queria criar homens-macaco, um inventor de telefones que defendia a esterilização dos surdos para que estes não tivessem filhos e um ditador que provocou o Holocausto. Qual o elo que os une? A ideia de “melhorar” geneticamente os humanos! Eis um exemplo de como a ciência também comete os seus erros e com consequências devastadoras.

A “Árvore da Eugenia”, símbolo do movimento eugénico em diversos países.

Criar raças híbridas de animais era algo a que o biólogo russo Ilia Ivanov já estava habituado. Uma criatura com as características da zebra e do burro, e outra que juntava a vaca ao bisonte, era este o seu currículo em inícios do século XX. Para ser ainda mais audaz, quis misturar o ser humano com o seu parente mais próximo – o chimpanzé.
 
Quando, em 1924, a revolução bolchevique comemorava o seu décimo aniversário, o investigador propôs aos líderes da União Soviética passar da teoria à prática. Bastava uma considerável soma de dinheiro, um punhado de primatas e algumas mulheres férteis para que as experiências começassem. Apesar de a maior parte dos cientistas russos reprovarem as suas intenções, Ivanov recebeu o financiamento para desenvolver as suas tenebrosas ideias.

Em 1926, os planos do “Frankenstein Vermelho” (o novo epíteto de Ivanov) deixaram de ser segredo, com a imprensa ocidental a interrogar-se, numa mescla de espanto e choque, sobre o que estariam os soviéticos a tramar.
 
Propaganda Nazi. Segundo o regime de Hitler, em 60 anos a população alemã passaria a ser constituída, por 80% de indivíduos “socialmente inferiores”. Para o evitar, a solução passava por impedir que procriassem.

Para o investigador russo, gerar um bebé meio humano, meio macaco, seria a prova irrefutável de que Charles Darwin tinha razão quando defendeu que o ser humano descende de primatas. Na mente dos bolcheviques, seria um golpe certeiro na religião, ridicularizando o mito de que a humanidade era fruto de divindades.

Ao mesmo tempo, a investigação integrava-se num vasto plano que visava mudar a sociedade, em direcção à utopia socialista. Para os intelectuais bolcheviques, só a ciência seria capaz de transformar radicalmente as pessoas. Desenvolvendo técnicas como a inseminação artificial, acreditavam ser possível escolher certas características, eliminando outras como a competitividade, a ganância e o desejo de propriedade. Numa época de efervescência revolucionária, nada tinha limites.

Ivanov viajou até à Guiné, na África, onde desenvolveu vários testes em chimpanzés. Apesar de ter inseminado sémen humano em chimpanzés fêmeas, a tentativa redundou num fracasso, pois nenhum dos primatas conseguiu fecundar.

Frustrado, o “Frankenstein Vermelho” voltou à pátria russa disposto a recorrer ao igualmente bizarro plano B: usar os espermatozóides de chimpanzés em fêmeas humanas. Cinco mulheres ofereceram-se a Ivanov como cobaias, mas eis que tudo voltou à estaca zero quando o único chimpanzé fértil que Ivanov tinha morreu subitamente.

Quem não perdoou o fracasso foi Stalin. O cientista tornou-se numa das vítimas das famosas purgas do líder soviético, acabando por morrer exilado num dos cantos remotos da URSS, em 1932.

Para muitos ocidentais, o insucesso de Ivanov foi um alívio, uma vez que impossibilitou Stalin de possuir um formidável e obediente exército de homens-macaco.
 
Eugenia “made in USA”
 
Do outro lado do Oceano Pacífico, nos EUA, a purificação também teve os seus defensores. Os cientistas estavam sobretudo preocupados em limpar a raça humana de qualquer “poluição genética”. Bastava impedir que os cidadãos “menos aptos” tivessem filhos, nem que para isso tivessem de os esterilizar.
 
Propaganda a favor da eugenia nos (EUA).
Esta seleção reprodutiva, aplicada para preservar certos grupos humanos, ou algumas das suas características, ficou conhecida como “eugenia” (do greco “eugénés”, que significa “bem nascido”), com a sua prática a ser defendida em finais do século XIX pelo antropólogo britânico Francis Galton. Todavia, esta ideia jamais foi aplicada, a nível legislativo, em terras de Sua Majestade. Simplesmente, a tradição democrática no Reino Unido parecia demasiado forte para tamanho “nonsense”. Era o poder político a opor-se aos cientistas.

Mas o “disparate” pareceu não encontrar uma oposição tão veemente nos EUA, onde encontrou ecos legislativos. De tal modo que até a poderosa família Rockefeller sustentou, financeiramente, institutos científicos que apoiavam a prática da eugenia.
 
Propaganda a favor da eugenia (EUA).

Um dos primeiros promotores da eugenia em terras do Tio Sam foi o pai do telefone, o inventor Alexander G. Bell. Enquanto vendia o seu aparelho pelo país, Bell dedicou-se a estudar a taxa de surdez no território americano, concluindo que a deficiência se transmitia de pais para filhos. A sua solução para o problema consistia em proibir o casamento entre pessoas surdas.

Talvez esta conclusão se devesse ao medo de Bell de que o seu invento não fosse apreciado por todos, mas a verdade é que ideias como a sua começaram a ganhar mais ouvintes.

Em 1896, surgiram as primeiras leis que proibiam o casamento de quem fosse “epiléptico, imbecil ou de espírito fraco”. Entretanto, doenças como a esquizofrenia e a desordem bipolar foram diagnosticadas como hereditárias, promovendo a ideia de que era necessário impedir a sua passagem às gerações seguintes.

O devaneio extremou-se quando a esterilização forçada dos indivíduos com estes sintomas foi legalizada em 1907, no estado do Indiana. Uma trintena de outros estados seguiu o exemplo.

O passo seguinte foi a segregação racial, com base no argumento de que os cidadãos “inaptos” (como passaram a ser denominados), vinham da classe social mais pobre, constituída em grande parte pela população negra e imigrantes.

A miscigenação entre brancos e negros foi proibida em alguns estados, enquanto uma hierarquia de nacionalidades passou a guiar a entrada de estrangeiros no país. Os mais desejáveis vinham do Norte da Europa, enquanto quem era da zona mediterrânica, ou da Ásia, arriscava-se a ter que apanhar o barco de regresso a casa.
 
Publicação norte-americana sobre a “Ciência da Eugenia”.
Influenciado com o que estava a ser feito além do Atlântico, Adolph Hitler decidiu importar o modelo para a Alemanha Nazi. A diferença consistiu na sua massificação.

Mais de 400 mil alemães foram esterilizados, seguindo-se a eutanásia forçada de dezenas de milhares de idosos e doentes crónicos. A “ciência racial” acabou por atingir uma escala macabra com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, através do genocídio de cerca de 17 milhões de judeus, eslavos, ciganos, homossexuais, entre outros. O Holocausto, o símbolo maior deste período negro da história da civilização humana, ganhou assim forma.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e a denúncia pública da barbárie Nazi, a eugenia caiu em desgraça, com a comunidade científica a opor-se- frontalmente. Todavia, a esterilização forçada ainda se manteve até à década de 70, do século passado, em países como os EUA e a Suécia.

A ideia de “purificar a raça humana” acabou por se tornar num sinónimo de abominação, com a ciência a protagonizar um dos seus maiores momentos de desacerto. Era a prova de que nem todo o (suposto) progresso científico pode ser aceito como uma evolução social.
 
Com o descrédito da eugenia, muitas publicações científicas que abordavam o tema da genética tiveram de mudar de nome, adaptando um que fosse politicamente correto.


Fontes das imagens: 1, 2, 3, 4, 5, 6.

fonte: http://obviousmag.org/

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Vinho é vinho!

Os consumidores do bom vinho defendem que o álcool não pode comparar-se às drogas, como afirmou um estudo publicado pela revista The Lancet, e acreditam que tampouco pode ser confundido com as demais bebidas alcoólicas.

É o que revela uma pesquisa online realizada pelo site italiano www.winenews.it, segundo a qual 83% dos consumidores de vinho afirmam que a "bebida dos deuses" não tem nada a ver com coquetéis ou bebidas estimulantes.

O site italiano convidou seus usuários - em sua maioria amantes do vinho, a comentar o estudo de Lancet, que afirma que o poder destrutivo do álcool é maior que o das drogas, quando considerando de forma combinada o prejuízo que causa ao consumidor e às pessoas que o rodeiam.

O estudo considera sete danos à sociedade provocados pelo álcool ou pelas drogas: crime, conflito familiar, dano ao entorno próximo, dano à sociedade como um todo, custo econômico e deterioração da coesão comunitária.

Segundo a pesquisa de winenews, 92% dos enófilos consultados acreditam ser indispensável que as instituições e os produtores realizem campanhas para sensibilizar e educar toda sociedade ao consumo consciente de vinho

As campanhas devem visar principalmente as escolas e os jovens, com ferramentas como cursos gratuitos de degustação e uso de redes sociais como Facebook e Twitter.

A pesquisa também indica que 10% dos consumidores de vinhos acreditam que eles sejam até mais perigosos do que as drogas, porque são mais acessíveis, mais baratos e altamente destrutivos para o corpo.

Para estes 10%, a semelhança entre o vinho e as drogas está principalmente na atitude de abuso de quem o bebe.

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L'Italia batte i denti. Neve da Nord a Sud

Da Nord a Sud si battono i denti: la corrente siberiana, che si è abbattuta su gran parte dell'Europa non accenna a placarsi. E dopo le regioni adriatiche e il sud, in queste ore è la volta del Nord. Una spruzzata di neve sta imbiancando Milano dalle 6.30 circa di questa mattina e la neve sta scendendo su strade e autostrade tra il Piemonte e la Liguria e nell'entroterra ligure. La Protezione civile ieri ha emesso un nuovo allerta meteo per una perturbazione che in queste ore porterà nevicate da deboli a moderate fino a livello del mare sul nord est; nevicate moderate ed elevate inizialmente al di sopra dei 100-300 metri e localmente anche a livello del mare su Toscana, Umbria e Marche e successivamente fino ai 500-700 metri. Neve anche sulle regioni centrali al di sopra dei 200-400 metri, con quantitativi anche abbondanti sui settori appenninici, sulla Sardegna al di sopra dei 400-600 metri.


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Parte da Milano il tour teatrale di Ligabue

ROMA - Il successo di pubblico e di critica ottenuto dai concerti negli stadi e nei palasport e dall'album multiplatino ''Arrivederci Mostro'' trainata dal nuovo brano in radio ''Ci sei sempre stata'', ha portato Ligabue alla decisione di proporre ai suoi fan un tour teatrale.

Si chiamera' ''Ligabue, Quasi acustico - Tour teatri 2011'': 28 concerti nei principali teatri di 20 citta', al debutto il 22 gennaio al Teatro degli Arcimboldi di Milano.

La particolarita' e' che a Milano, Roma, Firenze, Torino e Napoli si terranno piu' concerti ma in teatri diversi della stessa citta'. I biglietti saranno in vendita da oggi.

http://www.ansa.it/

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Curiosidades sobre o Natal italiano

"Apesar de concentrar suas comemorações natalinas em rituais religiosos, os italianos – internacionalmente conhecidos como povo bom de garfo – servem algumas delícias capazes de deixar qualquer um com vontade de viajar até lá só para experimentar.

O menu de Natal italiano varia muito de acordo com cada região do país. Alguns lugares servem peru assado, recheado com castanhas, e outros têm opções de cardápio tão inesperadas quanto a enguia.

Mas o prêmio de pratos natalinos mais populares da Itália fica empatado entre o Pan D’Oro – um pão de casca crocante coberto por açúcar de confeiteiro – e o Panettone, feito de várias camadas alternadas de massa salgada e salame, presunto, linguiça e o que mais a criatividade permitir. Bem diferente daquele bolo recheado com frutas cristalizadas que comemos por aqui todos os anos".



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http://vovoqueensinou.blogspot.com/
blogdoaleitalia

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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Marinha dos EUA estaria rastreando documentos ufológicos do WikiLeaks

Centro norte-americano de informações de rede aparentemente buscando dados
Na captura de informações. Os maiores interessados parecem nem ser mais os ufólogos. Crédito: Marco Barraza
Por Paulo R. Poian
 
A novela WikiLeaks-Assange

tem produzido diversos capítulos e é fato que sua grande maioria não vem ao caso de ser anexada ao Fenômeno UFO. No entanto, o episódio que nos interessa diretamente ocorreu no dia 03 de dezembro, através do jornal britânico The Guardian, oportunidade em que Julian Paul Assange confirmou possuir documentos sobre UFOs.

Após tal declaração, coisas foram ditas e boatos rondaram a Internet, de vários tipos e intenções, inclusive se correu a notícia de que não existiria nenhum arquivo ufológico.

O investigador e ufólogo peruano Barco Barraza tem monitorado ininterruptamente certas fontes norte-americanas e mundiais no que se refere a este tópico. Já que se trata de um tema muito delicado, ele resolveu adiantar algumas informações por conta própria e informou que está tratando de confirmar as demais.

"Hoje, 17 de dezembro, compartilhamos com vocês, conjuntamente com outras fontes, a notícia de que o Navy Network Information Center [Centro de Informações de Rede da Marinha, NNIC] vem realizando buscas nos arquivos do WikiLeaks referentes aos tema UFOs - estas ficam registradas", escreveu Barraza. "A captura de tela oculta o IP (por salvaguardar a privacidade do NNIC), mas é claramente possível ver a data de busca e o tema da mesma", informou.

"Pois se vocês ainda achavam que as organizações dos EUA não se importavam com isso, aqui temos uma prova de que, na verdade, é exatamente ao contrário", assinalou o ufólogo... 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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A primeira versão do Ronald Mcdonald

Ronald McDonald é um personagem vestido como um palhaço, um símbolo da empresa de fast food McDonald's. Segundo o livro Fast Food Nation (2001), 96% das crianças americanas pode reconhecer Ronald McDonald, tornando-o quase tão conhecido como Papai Noel no país.

Mas sua aparencia não é a mesma. Como uma marca que é, tem variado ao longo dos anos adaptada aos gostos dos potenciais clientes . Os primeiros anúncios de TV  foram filmados em 1963 que apresentou a primeira versão do palhaço do McDonalds. O ator que interpretou foi Willard Scout.
Eu não sei se esta campanha dos anos 60 tinha bons resultados, mas o primeiro Ronald McDonald é, pelo menos da perspectiva de hoje, realmente assustador. E não diga nada se você sofre coulrofobia.




fonte: http://unabrevehistoria.blogspot.com/

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Open Minds em tributo à grande Dama da Ufologia

Revista norte-americana presta homenagem a Irene Granchi
Nostalgia de áureos tempos, lembrada pelo jornalista e ufólogo A. Huneeus, da Open Minds
Por Antonio Huneeus -Tradução: Eduardo Rado 

Morreu em 12 de dezembro no Rio de Janeiro, aos 97 anos de idade, Irene Granchi, uma das grandes pioneiras da Ufologia Brasileira. Embora já praticamente ausente havia alguns anos, devido a um avançado quadro de diabetes e outras complicações de saúde, os ufólogos brasileiros encontram-se em profundo pesar por esta perda.

O mais influente pesquisador brasileiro e editor da Revista UFO, A. J. Gevaerd, publicou um longo obituário em seu website Portal da Ufologia Brasileira intitulado Perdemos nossa Matriarca. O artigo começa com uma citação da própria Irene Granchi que demonstra sua filosofia prática sobre o que é necessário para solucionar o enigma dos UFOs: "Ufologia se faz coletivamente. Ninguém, sozinho, compreenderá o que querem nossos visitantes. Tem que haver a troca, o reparte e a discussão do resultado de nosso trabalho".

Tive o privilégio de conhecer Irene Granchi muito bem e posso confirmar que ela viveu sob este princípio de partilhar informações. Eu a conheci em dezembro de 1983, em um simpósio internacional sobre UFOs, em Santa Fé, Argentina.

Naquela ocasião, ela me convidou para falar em uma conferência que aconteceria no Rio de Janeiro, em abril de 1984, evento organizado pelo Centro de Investigação sobre a Natureza dos Extraterrestres (CISNE), grupo fundado por ela em 1982. Meu irmão mais velho, casado com uma brasileira, morava no Rio, então pude passar um mês hospedado com ele e tive muitas oportunidades de visitar Irene em seu apartamento no bairro de Botafogo.

Ela foi extremamente generosa e não economizou tempo abrindo seus arquivos e apresentando-me à nata da Ufologia carioca. Entre outros, conheci João Martins, lendário jornalista de O Cruzeiro, que publicou todos os casos clássicos dos anos 1950. Fernando Cleto Nunes, homem de ligações íntimas com o projeto de investigação ufológica da Força Aérea Brasileira liderado pelo General-Brigadeiro João Adil Oliveira, também nos anos 1950. E José Victor Soares, outro pioneiro da Ufologia Brasileira, porém nascido nos Açores, em 1931, e residente em Porto Alegre.

Soares foi palestrante naquele mesmo evento organizado pelo CISNE e, tristemente, faleceu no último dia 10 de dezembro, apenas dois dias antes de Irene Granchi.

Acabo de encontrar meu caderno com as anotações daquela viagem ao Brasil em abril de 1984. Há nele um tesouro de informações sobre casos e pesquisadores brasileiros, mas nada disso teria sido possível sem a generosidade e os contatos de Irene Granchi. Vejamos agora alguns fatos básicos sobre sua vida e seu trabalho.

Irene tinha um interessante histórico internacional e conhecia vários idiomas, o que veio a ser muito útil em suas investigações e contatos com ufólogos estrangeiros. Nascida na Alemanha em 26 de novembro de 1913, embora fosse britânica, viveu em várias partes da Europa e Oriente Médio em sua juventude, inclusive no Cairo e em Milão. Nesta cidade italiana onde estudou, também conheceu seu marido, o musicólogo italiano Marco Granchi.

O casal teria chegado ao Brasil ao final dos anos 1930, já que ela se tornaria cidadã brasileira durante a longa Era Getúlio Vargas, que governou o país de 1930 a 1945, como ditador, e de 1951 a 1954, como presidente eleito.

Foi exatamente no início da Era Moderna dos UFOs, em 1947, que Irene Granchi teve seu primeiro avistamento, o catalisador do que viria a ser uma dedicação em tempo integral. Ela descreve este contato em uma longa entrevista concedida anos atrás aos pesquisadores Cláudio Tsuyoshi Suenaga e Pablo Villarrubia Mauso. Os pesquisadores perguntam qual seria a origem de seu interesse pelos UFOs, o que Irene Granchi responde da seguinte forma:

"Foi quando vi um disco voador pela primeira vez, em julho de 1947. Naquele tempo, eu e a minha família morávamos em um sítio, em Vassouras, interior do Rio de Janeiro. Eram mais ou menos 15h30 quando fui à horta colher alface para o jantar e vi um objeto aparecer no horizonte, se aproximando até a altura dos eucaliptos. Tinha um brilho impressionante, era metálico e possuía uns círculos desenhados, como uma tampa de panela. Eu era dona-de-casa na época, por isso a comparação. Como naquele tempo não se falava em discos voadores e eu era bastante racional, até mesmo cartesiana, comecei a indagar o que seria aquele estranho objeto que se movia lentamente em movimento oscilatório acima e ao longo da estrada de ferro local. De repente, apareceram algumas idéias esquisitas na minha cabeça, que naquele tempo eu não sabia o que eram, mas hoje sei que eram mensagens telepáticas. A primeira delas foi: "Esse é um objeto manufaturado". A segunda: "Mas não foi manufaturado aqui na Terra". E a terceira: "Você não vai ter paz enquanto não se dedicar de corpo e alma ao estudo destes objetos". Vários pensamentos vieram à minha cabeça no momento, mas o que mais permaneceu foi o de que jamais poderia descansar enquanto não soubesse o máximo sobre o que acabava de ver. E aqui estou, mais de cinco décadas depois, ainda nesta procura"...
 
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasi

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Saturno é varrido por ciclone há cinco anos

Tradicionalmente o fenômeno não dura tanto tempo
Imagem gerada pela sonda Cassini. Crédito: NASA

Por AFP 

Cientistas espanhóis relataram na quarta-feira que um gigantesco ciclone do tamanho do continente europeu varre Saturno há cinco anos, o que faz desta tempestade a mais longa detectada no planeta. Seu vórtice se estende por 4.000 km, sendo estudado desde 2004 por um grupo de pesquisadores a partir de imagens vindas da sonda norte-americana Cassini.

"De acordo com nossas observações, o ciclone é o de maior duração dos examinados nos grandes planetas do Sistema Solar, Júpiter e Saturno", explicou a principal autora do estudo, Teresa del Rio-Gaztelurrutia. "Caracterizados por um vento que gira na mesma direção que o planeta, os ciclones não duram tradicionalmente muito tempo", disse a pesquisadora que dirige uma equipe da Universidade dos Países Bascos para conduzir o trabalho. "Conhecemos ainda muito pouco sobre este gênero de estruturas", acrescentou.

O grupo de cientistas conseguiu analisar a estrutura horizontal e vertical deste fenômeno meteorológico, assim como a sua circulação e sua maneira de interagir com os ventos utilizando simulações matemáticas.

Apesar do enorme tamanho do ciclone, os pesquisadores detectaram ventos "pouco intensos". Segundo suas observações, ele se desloca a uma velocidade de 245 km/h, cercado por ventos de 72 km/h.

A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) revelou as imagens da sonda Cassini um ano após terem sido tiradas. Os cientistas só puderam analisar até o momento as amostras de 2009 e esperam descobrir se o ciclone gigante sobreviveu até este ano.
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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Riaperta fontana 99 Cannelle all'Aquila

Restaurata Fontana 99 CannelleL'Aquila ritrova il suo monumento: riaperte le 99 CannelleAlle 12.40 la prima delle 99 cannelle della monumentale fontana aquilana ha ricominciato a gettare acqua.

''Un evento per la citta' e un segno di speranza - ha detto la presidente del Fai, Ilaria Borletti Buitoni, al momento del taglio del nastro -. Il nostro impegno e' un segno di speranza dopo il dramma del 6 aprile 2009. Il centro della citta' e' ancora martoriato di ferite e l'acqua che e' tornata a sgorgare da questa preziosissima fontana e' l'auspicio per una ricostruzione rapida e veloce''. Al taglio del nastro, oltre al presidente del Fai, erano presenti il sindaco, Massimo Cialente, L'Arcivescovo Giuseppe Molinari e il pilota di Formula 1, Jarno Trulli.

La fontana delle 99 Cannelle e' il primo monumento che torna a splendere nel centro storico dell'Aquila, dopo il consolidamento e il restauro finanziato dal Fondo Ambiente Italiano (Fai).

La riconsegna alla citta' c'e' stata questa mattina con un evento nella Basilica di Collemaggio e poi direttamente nel monumento simbolo del capoluogo che aveva subito danni a causa del terremoto del 6 aprile del 2009.

''Simbolo e vanto della citta' dell'Aquila e degli aquilani, umiliata e ferita dal sisma del 6 aprile del 2009'', recita la targa scoperta da un commosso sindaco, Massimo Cialente, che ha tagliato il nastro inaugurale assieme al presidente del Fai, Ilaria Borletti Buitoni.

La cerimonia e' stata caratterizzata dal telegramma del presidente della Repubblica, Giorgio Napolitano, che ha espresso la sua felicita' per la restituzione alla comunita' aquilana di questo monumento ''quale segno concreto di rinascita culturale e civile del suo territorio''.


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Esperança retorna em L'Aquila

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Ecco la donna che non conosce la paura

ROMA - Camminava di sera in una strada deserta costeggiata da un parco e da una chiesa, un uomo dall'aspetto poco raccomandabile seduto su una panchina la chiama e, appena lei si avvicina, scatta in piedi, le punta un coltello alla gola e dice che l'avrebbe uccisa: lei, per nulla impaurita, gli risponde: 'se stai per uccidermi sappi che dovrai vedertela prima con gli angeli del Signore'. L'uomo improvvisamente libera la presa e lei, come nulla fosse, si incammina verso casa tranquilla e per nulla impaurita.

E' l'episodio raggelante di cui è stata protagonista una donna che, per una malattia, è divenuta totalmente incapace di avvertire ogni forma di paura e di pericolo, e di mettere in atto strategie di difesa o fuga. Sembra una scena di un film come quelle di Fearless di Peter Weir dove il protagonista, sopravvissuto ad un incidente aereo, per il trauma psicologico non prova più paura.


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Alitalia recebe premio por sua cozinha

A Alitalia foi recentemente premiada como a "Melhor cozinha de bordo" pelos leitores da revista Global Traveler, uma publicação internacional dirigida a viajantes do âmbito empresarial e de luxo.  A companhia aérea italiana também anunciou a introdução, em sua Classe Magnífica, de uma série de menus com especialidades das várias regiões italianas.   A sétima edição do programa anual GT Tested Reader Survey Awards da Global Traveler entrevistou mais de 25 mil passageiros do campo dos negócios e de luxo para determinar com precisão o melhor no segmento de viagens em 2010.

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Scontri a Roma: liberi i 22 arrestati

Tutti liberi. Tranne uno agli arresti domiciliari. Così hanno deciso le sezioni del Tribunale di Roma, dove giovedì mattina si sono tenuti i processi per direttissima nei confronti dei 23 arrestati mercoledì per gli scontri avvenuti martedì nella Capitale, dopo il voto sulla fiducia al Governo. Polemico il sindaco Gianni Alemanno: «Protesto a nome della città di Roma per questa decisione, c'è un senso profondo di ingiustizia perché quello che è successo richiedeva ben altra fermezza».


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Ouro, ingrediente de luxo nos pratos natalinos

Diz o ditado que nem tudo que reluz é ouro, mas talvez seja o que se come: a última moda na Itália é decorar os pratos de Natal com uma variedade comestível do metal precioso por excelência. Sem sabor e sem cheiro, o ouro usado na gastronomia tem uma função puramente estética, apreciada por muitos chefs e consumidores. Custo: US$ 64, já com os impostos, por um pacote de 24 folhas de ouro, pequenos quadrados de 10 centímetros.

É um elemento curioso mas, certamente, não é novo na culinária. Com o pó de ouro já se amassavam no antigo Egito as tortas ou bolos consumidos pelos faraós para aumentar seu conhecimento. Um tempero original e desde sempre exclusivo, que hoje - para aqueles que podem pagar, volta a ser moda sem quebrar nenhuma tradição.

É o que conta a revista World & Pleasure, segundo a qual os "pratos de 24 quilates" são a redescoberta de uma tradição italiana, um costume que se consolidou no período do Renascimento. Naquela época de tantas e tão profundas transformações para a humanidade, se recorria ao ouro para dar brilho aos alimentos nas mesas fartas dos nobres e dos reis.

Fez história a receita original do "risotto alla milanese" servido por uma das famílias tradicionais, os Sforza, que além do açafrão e do ossobuco de boi, também levava ouro, para demonstrar o poder econômico da família.

Por isso não foi por acaso que, há 30 anos, Gualtiero Marchesi, o pai da "nuova cucina italiana", resgatava esta variedade de risoto, que desde então foi incorporada aos manuais das escolas de chefs de toda Itália.

"O ouro também quer ter o seu próprio manual", disse à ANSA o chef Hans Beck, que usa as folhas de ouro só em pastelaria e em três de suas criações: "mousse al caffé", "sfera di cioccolato" e "cioccolatini". 

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Nasce o Pólo Nacional, dos desiludidos

Por Paola Spadari, Roma,  Pouco importa se o chamarmos de "Pólo da Nação" ou "Pólo para a Itália". O que conta é que os 100 parlamentares dos partidos do chamado Terceiro Pólo (aliança dos três líderes de centro, Fini, Rutelli e Casini), entre deputados e senadores, a partir de hoje falem em uníssono.

O denominador comum: trabalhar "pelo bem do país", para "reunificar a Itália e pacificar o país". Eram 19h ontem (15) quando Pier Ferdinando Casini fez o anúncio depois de se reunir em Roma com Gianfranco Fini e Francesco Rutelli, com MPA e os democrata-liberais, Giorgio La Malfa e Paolo Guzzanti.

Este movimento não ocorreu só para cerrar as fileiras contra a pressão do Cavaliere (como o premier italiano Silvio Berlusconi é chamado), que pretende atrair individualmente os parlamentares desiludidos após o voto de confiança do dia 14 ("irrelevante" para Casini), mas também para batizar uma força de "oposição responsável e séria, pronta para discutir sobre eventuais medidas que atendam aos interesses gerais dos italianos, a partir das econômico-sociais e das grandes reformas a serviço do país".

"É preciso trabalhar para a Itália, sem polêmicas, após o momento dos confrontos e da votação de confiança na terça-feira (14). Agora temos um governo e também uma oposição responsável de mais de 100 parlamentares que decidem se unir pelo bem do país. Não é nossa intenção iniciar guerras, mas sim unir as forças responsáveis", disse Casini.

O chamado terceiro pólo "está muito vivo!", disse Rutelli respondendo a Berlusconi, que dava esta experiência (do terceiro pólo) por encerrada antes mesmo de nascer.

"Hoje - afirma - nasce um novo pólo e ele parece robusto. Berlusconi é que tem mais problemas do que antes". O voto do dia 14 portanto não paralisou este projeto (do terceiro pólo) que, ao contrário, olha para frente e estabelece um plano de ação: em janeiro os 100 parlamentares da nova coordenação se reunirão em assembleia para identificar as estratégias organizacionais de sua ação (se pensa em uma federação), para apresentar ao Parlamento e ao país as prioridades programáticas para abrir as discussões com o governo e com as demais forças de oposição responsável.

Para mostrar que se trata de um projeto bem estruturado e de perspectiva, a nova 'formação' teria até pensado em como apresentar as listas no caso de votação antecipada, inclusive para as eleições administrativas. A linha era uma lista única para o Senado e duas para a Câmara: uma constituída pelo setor católico (UDC E API) e a outra 'laica' integrada por FLI, MPA e os outros partidos.

Sobre o nome, que foi discutido em uma reunião prévia em Montecitorio (sede da Câmara) entre Casini, Fini e Bocchino, ainda não há acordo.

Há os que prefeririam Pólo da Nação (cujas cotações parecem ter subido), ou "Pólo para a Itália" (como agradaria mais a Casini). No entanto, não se exclui que o líder da UDC aceite um nome diferente daquele indicado por ele, se for verdade - como indicam os primeiros rumores, que a liderança da federação futura ficaria em seu poder. O que conta é o momento presente e Rocco Buttiglione - ao dizer "enquanto isso, nos unimos, falamos depois" - importuna ninguém menos que Benjamin Franklin que, no Congresso Constituinte dos Estados Unidos disse: "Ou ficamos todos juntos ou nos enforcamos um por um".
 
www.ansa.it/www.italianos.it

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Estados Unidos acusaram Dilma Rousseff de planejar assaltos a bancos na ditadura

Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Correspondente Internacional

BRASILIA/BRASIL (PRAVDA.RU) - Em mais um documento secreto vazado da diplomacia americana e publicado pelo WikiLeaks - o site jornalístico que implodiu e desmascarou a diplomacia mundial -, os Estados Unidos acusam a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, de planejar assaltos a bancos durante a ditadura militar no país.
 
O documento é da diplomacia americana no Brasil, tem data de 2005 e foi emitido quando Dilma Rousseff tinha sido nomeada para o cargo de ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República do Governo Luiz Inácio Lula da Silva.

O documento diz que Dilma Rousseff "organizou três assaltos a bancos" e "planejou o legendário assalto popularmente conhecido como 'roubo ao cofre do Adhemar'" na ditadura de 1964 a 1985. Ademar de Barros foi governador do Estado de São Paulo e teve o cofre de sua casa no Rio de Janeiro assaltado, em 1969, tendo sido levado US$ 2,5 Milhões.

Não há, entretanto, até o momento, evidências concretas sobre a participação da presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, em ações armadas durante a ditadura militar.

Apesar das acusações dos Estados Unidos, a presidente Dilma Rousseff nega ter participado de ações armadas quando militou em organizações de esquerda, na ditadura militar.
 
Até o processo sobre ela na Justiça Militar diz apenas que "Chefiou greves, assessorou assaltos a bancos" e não é acusada de "organizar" ou "planejar" assaltos, tendo sido condenada por subversão.

Em entrevista à Folha de São Paulo, o embaixador dos Estados Unidos em Brasília, Thomas Shannon, disse que "O governo dos Estados Unidos não tem informação que confirme essas alegações. Ao contrário, nós temos uma longa e positiva relação com a presidente eleita".

O documento secreto vazado foi redigido em 2005 pelo então embaixador americano no Brasil, John Danilovich, e já havia sido obtido em 2008 pelo jornal "Valor Econômico", quando ainda não era certa a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República do Brasil.

Em 2009, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, elogiou os relatos, dizendo: "Gostei muito dos telegramas da embaixada que contêm perfis alentados sobre os candidatos a presidente em 2010 e sobre suas estratégias".

Hillary chama o sistema político brasileiro de "bizantino", e diz que nos futuros comunicados seja levado em conta que: "Nós damos especial valor a informações sobre como são os estilos de operação desses líderes, seus comportamentos, motivações, pontos fortes e fracos, relacionamento com seus superiores, sensibilidades, visões de mundo, hobbies e proficiência em línguas estrangeiras."

Os detalhes já aparecem nos comunicados sobre Dilma desde 2005. "Ela gosta de cinema e de música clássica. Perdeu peso recentemente, de acordo com relatos, depois de ter adotado a mesma dieta do presidente Lula."

Há, também, nos documentos vazados da diplomacia americana, elogios a Dilma, considerada como "competente" por empresas americanas, que "a louvam por sua paciência para ouvir e responder".

A diplomacia americana no Brasil fez, entretanto, um alerta sobre a presidente eleita do Brasil: "Ela tem uma fama de ser teimosa, uma negociadora dura e detalhista".

Até o câncer linfático descoberto em Dilma em 2009 foi acompanhado pelos Estados Unidos. "Numa reunião em 18 de junho, com um visitante de Washington, Rousseff aparentava estar bem, com cor natural e maquiagem leve", diz o documento secreto vazado.

O assalto ao cofre do ex-governador de São Paulo, Ademar de Barros, no Rio de Janeiro, foi considerado como uma das principais ações da esquerda armada durante a ditadura militar, tendo sido creditado à VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares), grupo político-militar de oposição à ditadura com a fusão de outras organizações.

Realizado em 1969, o "Assalto ao cofre do Ademar" rendeu à guerrilha US$ 2,5 Milhões e, segundo depoimentos e relatórios, o dinheiro teria sido usado para bancar outras ações do grupo.

Se as relações diplomáticas do Brasil com os Estados Unidos, durante todos os oito anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nunca foram sequer amistosas, imagine agora, com essa revelação de um documento secreto da diplomacia americana no qual a presidente Dilma Rousseff é acusada de assaltante de bancos.

Com absoluta certeza, pelo que se sabe do temperamento de Dilma Rousseff, os Estados Unidos terão muito trabalho para conter a ira que deve estar dominando o gabinete de trabalho da futura presidente do Brasil. Só mesmo o tempo poderá mostrar a real dimensão do estrago desse documento secreto vazado da diplomacia americana.

ANTONIO CARLOS LACERDA é Correspondente Internacional do PRAVDA.RU no Brasil. 
E-mail:- jornalistadobrasil@hotmail.com 
 
fonte: pravda.ru

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Citarum - O rio mais poluído do mundo

 
Hoje, Citarum é um rio morto, sufocado pelos resíduos domésticos de nove milhões de pessoas e centenas de fábricas. Tão densa é o tapete de detritos que flutua sobre ele, que os pequenos barcos de madeira da área de pesca são o único indício da presença de água. Seus ocupantes a  muito que não se dedicam à pesca. É mais rentável recolher o lixo que podem então vender - As garrafas de plástico, pernas de cadeira, luvas de borracha ... - Dois ou três euros por semana se tiverem sorte. O risco de contrair uma doença é, sem dúvida, elevado.
 
 
Tudo começou no final dos anos 80 com a rápida industrialização das margens do rio Citarum. Hoje, mais de 500 fábricas, muitas delas dedicadas à indústria têxtil que liberam seus detritos no rio Citarum ao longo de mais 200 milhas, a oeste de Java .
 
 
Além das substâncias químicas que entram no rio ainda tem os dejetos humanos. Aqui não há luxos como um serviço de coleta de lixo. Também não existem instalações sanitárias modernas ou estações de tratamento. Tudo vai para o rio.

Paradoxalmente, afirmam os especialistas que a grande contaminação vai afetar o lago da usina Saguling (o Citarum é um dos dois rios, que alimentam o lago) fazendo o gerador não funcionar corretamente, e privando de eletricidade as fábricas que o poluem.


fonte: http://unabrevehistoria.blogspot.com/

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A erupção do Vesúvio de 1944

 
Provavelmente a mais famosa erupção do Vesúvio ocorreu em 24 de agosto de 79 dC, no auge da civilização romana. A erupção rápida e violenta sepultado as cidades romanas de Pompéia e Herculano (até 20 metros debaixo da lava vulcânica), permitindo mantê-las intactas até serem redescobertas no século XVI. Mas depois as erupções produziram muitas conseqüências sérias. A maior erupção do século XX ocorreu em 17 mar 1944. Destruindo as populações de San Sebastiano al Vesuvio, Massa di Somma e parte de San Giorgio em Cremano, enquanto que a Segunda Guerra Mundial avançava na Itália.
 
 
Com Vesúvio cuspindo lava e cinzas, os  jipes do Exército U. S.escapando com pressa. A erupção ocorreu poucos meses após a chegada das forças aliadas em Nápoles que causou grandes problemas. Um esquadrão inteiro de 88 bombardeiros B-25 da USAF foi destruída durante a erupção do vulcão.
 
 
A população estava segura, apesar da proximidade do vulcão, desde o dia 13 de março era conhecido que entraria em  erupção. No entanto, houve algumas mortes causadas pela explosão de um tanque de água que foi superaquecido pela lava. Grandes prejuízos económicos resultantes da destruição das aldeias de São Sebastião e Massa pela lava durante aqueles dias. Tiveram que mandar o Exército para limpar a espessa camada de cinzas que cobriu Nápoles. 
 
 
Nas duas imagens anteriores você pode ver o antes e o durante a erupção enquanto observa a extraordinária proximidade das casas do Vesúvio. Nas fotos abaixo, a lava vai destruíndo tudo em seu caminho. O magma continuou a fluir até 29 de março.
 


Após a erupção de 1944 a devastadora atividade do Vesúvio foi cessada. Algumas das imagens desta última erupção foram usados no filme Guerra dos Mundos (1953). O vulcão esteve adormecido desde 1944, mas no passado, sua inatividade variou apenas de 18 meses a 8 anos, com o período atual de calma, a maior nos últimos 500 anos. O gigante pode estar prestes a acordar.
 


fonte: http://unabrevehistoria.blogspot.com/

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Este barco não foi atingido por um iceberg

Um grito de liberdade, um alerta ou um artista à procura de atenção? Love Love não está num museu ou numa galeria: contra o que se possa presumir, ele navega os mares e atraca nas marinas, lembrando aos que passam que o absurdo vive mesmo ao lado.


Love Love é um grito de liberdade de um artista plástico. Porque existe fora do aprisionamento dos museus e galerias e porque é no mar que o horizonte é mais distante e que as barreiras nos parecem inexistentes. Mas um grito de liberdade é também uma chamada de atenção: de uma criança com birra ou de um protestante com causa - o leitor decide. O sujeito é Julien Berthier e o objeto é um barco em naufrágio iminente.
O artista francês de 35 anos criou um navio completamente funcional que aparenta estar a afundar-se. Com 6,5 metros de comprimento, o pequeno barco foi cortado ao meio e apetrechado com uma quilha e um motor na parte inferior, mantendo-se na mesma posição quando está em funcionamento. Estável e facilmente manobrável em águas calmas, mas com poucas qualidades hidrodinâmcas, é a "imagem permanente e móvel de um naufrágio tornado num objeto de lazer funcional e seguro", descreve Berthier.
O barco foi encontrado em 2007, na Normandia, onde estava atracado e inutilizado. Estando prevista a sua destruição, rapidamente o então proprietário, Odile Moulin, o ofereceu, permitindo que o artista francês lhe desse uma nova vida. Depois de trabalhado no local, Love Love estava pronto a funcionar continuamente como a visão de um momento dramático.


A primeira mostra do objeto (barco ou instalação móvel?) foi no local do seu nascimento. Em Granville, na Normandia, o navio rapidamente chamou à atenção na marina e muitas foram as ofertas de resgate, antes que os bons samaritanos se apercebessem do truque. Berthier chama-lhe a ambiguidade entre a funcionalidade e o colapso.
Depois, Love Love atravessou o Canal da Mancha para chegar a Londres e instalar-se em frente ao edifício dos Lehmann Brothers, apenas dois dias depois de o banco falir. Aí, o pequeno navio tornou-se para os transeuntes e a imprensa um símbolo da crise instalada. Num paralelismo com a realidade, mesmo em posição de naufrágio iminente, continuava completamente funcional, como se nada tivesse acontecido. O barco espelhava não só a imagem do mundo em colapso, mas um mundo que continua em frente, não obstante a sua própria queda: the show must go on.
A terceira longa viagem da obra de Berthier foi para Lindau, na Alemanha. Apesar de ter avisado a polícia, os bombeiros e os marinheiros de que se tratava de uma instalação, choveram chamadas de alerta e chegaram a ser enviadas 20 pessoas para o salvamento do barco.


Hoje, Love Love continua a fazer pequenas viagens, recebendo durante as suas travessias ofertas de assistência por onde passa.
Trabalhando em instalações hiperrealistas, Berthier quer incorporar os seus objetos (e as situações que daí provêm) na realidade socio-económica de forma a que respondam a uma necessidade, mesmo que sejam ineficientes. Porque tem de haver um momento em que os objetos se confrontam com o público, fora dos museus, das galerias e de todos os ambientes controlados. Apesar do caos que daí possa advir. Apesar do non-sense. Apesar do entretenimento. Apesar de tudo. E por tudo isso.




Mais trabalhos no site do artista Julien Berthier.

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Criação de novas formas de vida teria passado por crivo em Washington

Sinal verde para vida artificial
Polêmico bioquímico e empresário John C. Venter. Crédito: UNIGE

Por AFP 

A Casa Branca anunciou nesta quinta-feira (16) que o campo controverso da biologia sintética ou da manipulação de DNA de organismos para criar novas formas de vida traz riscos limitados e seu avanço deveria ser permitido.

Um painel de especialistas reunido pelo presidente norte-americano Barack Obama recomendou vigilância e autorregulação enquanto os cientistas procuram formas de criar novos organismos que pudessem resultar em inovações úteis em energia limpa, controle da poluição e medicina.

A Comissão Presidencial para o Estudo de Questões Bioéticas "concluiu que a biologia sintética é capaz de feitos significativos, mas limitados, com riscos limitados", segundo seu primeiro relatório. "Os desenvolvimentos futuros podem despertar novas objeções, mas a Comissão não encontrou razões para endossar regulações federais adicionais ou uma moratória no trabalho neste campo por enquanto".

O painel de 13 cientistas, especialistas em ética e em políticas públicas foi criado por Obama no ano passado. Sua primeira missão foi considerar a questão da biologia sintética, depois que o Instituto J. Craig Venter anunciou, em maio, ter desenvolvido a primeira bactéria autorreplicável controlada por um genoma sintético...



 Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil


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Força Aérea de Israel acaba de abater um objeto voador não identificado



 Estamos em busca de mais detalhes

Imagem ilustrativa. Crédito: NASA
Por Paulo R. Poian

A agência Reuters divulgou agora há pouco que um avião israelita abateu nesta quinta-feira (16) um objeto voador não identificado suspeito que sobrevoava a central nuclear na cidade de Dimona, segundo um informe da segurança.

As autoridades do país investigam o incidente. Um alerta emitido na seqüência do avistamento do objeto levou à suspensão de todos os vôos civis na região sul do país. Possivelmente algum tipo de balão, "definitivamente sobrevoou Dimona. Nós ainda estamos tentando determinar a quem estava subordinado e agora o Exército está cuidando do assunto", informou um porta-voz.

A Força Aérea acabou derrubando o artefato, aparentemente não tripulado, que tinha entrado em zona de exclusão aérea. Não há até ao momento informação sobre a origem do aparelho, que segundo a imprensa local teria algum grau de sofisticação.
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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Voyager: do Pálido Ponto Azul à fronteira do Sistema Solar


Em 24 de novembro de 2007, o Apolo11 publicou uma matéria sobre os 30 anos das naves Voyager 1 e 2. Na ocasião, as sondas estavam há 15 bilhões de km de distância de nós. Passados três anos, a Voyager 1 atingiu a impressionante marca de 17.4 bilhões de quilômetros e é o objeto humano mais distante da Terra. 


Segundo o cientista-chefe do projeto Voyager, Edward Stone, a Voyager 1 começou a detectar uma mudança bastante significativa no fluxo de partículas solares ao seu redor. De acordo com Stone, as partículas não estão mais se dirigindo mais para fora do Sistema Solar, mas movimentando-se lateralmente, o que segundo ele significa que a sonda deve estar muito perto de mergulhar definitivamente no espaço interestelar.

Os dados foram registrados pelo detector de partículas de baixa energia a bordo da sonda, que monitora a velocidade do vento solar. Esse fluxo de partículas carregadas é chamado de heliosfera e forma uma espécie de bolha em torno do Sistema Solar. Viajando em velocidades que superam facilmente 1 milhão de quilômetros por hora, esse vento produz uma verdadeira onda de choque ao se encontrar com as partículas vindas de outras estrelas, gerando calor.

De acordo com os pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, os sensores da sonda determinaram que na posição atual a velocidade do vento solar chegou a zero, confirmando que a Voyager 1 está na zona de transição entre o Sistema Solar e o espaço interestelar.

Cultura Pop

Inicialmente, o objetivo principal da Nasa era explorar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, missão que foi concluída em 1989, mas a história reservava para as sondas algo muito mais importante e duradouro 


Lançadas nos meses de agosto e setembro de 1977, as sondas gêmeas Voyager 1 e 2 não são apenas um símbolo da exploração do espaço. Tornaram-se também ícones da cultura pop, inspirando novelas, jogos de computador, músicas, videoclipes e dezenas de filmes entre os anos 1980 e 1990. A maior parte desses trabalhos de ficção mostrava o que poderia acontecer se uma raça alienígena conseguisse localizar a Terra utilizando os dados dos famosos "discos de ouro", levados pelas espaçonaves.

Desde o início das explorações espaciais da Nasa, as naves levavam placas com informações sobre nosso planeta, que poderiam ser úteis no caso de serem interceptadas por uma raça alienígena. Isso inspirou o diretor do projeto Voyager, John Casani, a contratar o astrônomo e autor Carl Sagan, com o objetivo de dirigir o comitê de mensagens a ser embarcado na missão.

Os discos das Voyager continham uma seleção de sons e imagens e retratavam a Terra através de pessoas jovens e velhas, homens e mulheres entre outras espécies, além de incluir informações sobre os continentes e a localização da Terra no espaço.

Mensagem da garrafa

Em seu livro "Murmúrios da Terra: a viagem interestelar", Carl Sagan descreve como o comitê criou o disco e como foram escolhidas as gravações. Foi o físico Frank Drake quem sugeriu a ideia de gravar sons de um lado e imagens do lado oposto. O grupo teve menos de seis semanas para produzir o trabalho que deveria representar toda a população da Terra e descrever o planeta de um modo geral, e que acima de tudo, também pudesse ser compreendido por uma raça extraterrestre. 
Apesar da chance das mensagens virem a ser encontradas por seres de outro mundo ser extremamente pequena, o disco de ouro das Voyagers se tornou um ícone.
"É a clássica mensagem da garrafa. A probabilidade de ser encontrada é muito baixa, mas a recompensa não tem preço", diz Ann Druyan, autora e produtora científica. Na época, Ann era diretora de criação do projeto e mais tarde se casou com Carl Sagan.

Ed Stone explica que mesmo sendo pequenas as chances de ser encontrada, a gravação é uma importante mensagem para todos nós.

"É um apelo à unificação", diz Stone. "Não é uma mensagem qualquer. É uma mensagem da Terra! Ela contém cumprimentos em muitas línguas, músicas de diversas culturas e imagens que retratam nosso planeta, nossa casa. É nossa tentativa de dizer o que é a Terra e o que pensamos de nós mesmos". 
Missão romântica

Druyan também explica que a ideia de mesclar música, arte e ciência a fez devotar muita energia ao projeto. "A gravação representava um ideal e mostrava que ciência, arte e tecnologia podiam caminhar juntas". É uma das poucas grandes histórias que nós temos sobre a raça humana. Foi a forma que encontramos de celebrar a glória de vivermos nesse "Pálido Ponto Azul".

"Essa foi a mais romântica e maravilhosa missão jamais realizada pela Nasa. Havia de tudo um pouco nas gravações: um beijo, uma mãe dizendo "Olá" pela primeira vez ao filho recém-nascido. Tudo é música e foi feito durante a Guerra Fria. Todos sabiam que haviam mais de 50 mil armas nucleares que poderiam ser disparadas a qualquer momento e havia muita dúvida sobe o futuro. Foi um trabalho muito positivo, um jeito de representar a Terra e dar um passo de qualidade em direção ao futuro. Foi irresistível" 


Diga olá para eles!

Nick, filho de Carl Sagan, tinha seis anos em 1977, quando as gravações foram feitas. Ele participa de uma das faixas onde cumprimenta um possível ouvinte: "Olá das crianças do planeta Terra". Anos mais tarde, Nick confessou que não tinha a menor ideia da magnitude do que estava fazendo. "Meus pais me colocaram na frente de um microfone e disseram: O que você gostaria de dizer aos extraterrestres? Diga olá para eles!".


Hoje em dia, 33 anos mais tarde, as Voyagers continuam sua jornada rumo ao desconhecido. Mesmo sendo infinitamente pequenas as chances de serem interceptadas por outra civilização, as mensagens e sua enorme distância deixam uma importante lição, no sentido de refletirmos sobre a necessidade de cuidarmos melhor da nossa própria casa, que a 17 bilhões de quilômetros, não passa de um distante "Pálido Ponto Azul". 
Ouça alguns sons do disco de ouro


  • "Olá das Crianças do Planeta Terra"


  • Um beijo e uma mãe dizendo "olá" ao filho recém-nascido.


  • Frase em Mandarim: "Esperamos que estejam bem. Pensamos muito em vocês, quando tiverem um tempo, faça-nos uma visita!"


  • Sons de grilos e sapos


  • Vento, chuva e ondas 


  • No topo, Concepção artística mosta a Voyager 1. Na sequência, detalhe de um dos "Discos de Ouro" levados junto às Voyagers 1 e 2. Do lado esquerdo vemos a "capa" do disco, que ensina como utilizá-los. Acima, uma das mais belas fotos da Terra: "Pálido Ponto Azul". A imagem, feita pela Voyager 1 no dia 14 de fevereiro de 1990 mostra nosso diminuto planeta a uma distância de 6.4 bilhões de quilômetros de distância. "Pálido Ponto Azul" foi feita a pedido do próprio Carl Sagan, para justamente mostrar-nos quão ínfimo é o nosso planeta quando comparado à nossa arrogância. Acima, o astrônomo e sua esposa, Ann Druyan. Sagan morreu em 20 de dezembro de 1996, aos 62 anos.


    Direitos Reservados
    Ao utilizar este artigo, cite a fonte usando este link:
    Fonte:Apolo11 -http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Voyager_do_Palido_Ponto_Azul_a_fronteira_do_Sistema_Solar&posic=dat_20101215-105951.inc
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