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  • sexta-feira, 16 de maio de 2014

    Esqueleto de 12.000 anos prova que primeiros habitantes da América vieram da Ásia

     Definir a origem dos primeiros povos da América tem sido um desafio para arqueólogos e antropólogos. A descoberta de um esqueleto em uma caverna submersa do México pode ser o elo que faltava entre os primeiros habitantes da América e os povos indígenas que se desenvolveram no continente. O estudo, realizado por pesquisadores dos Estados Unidos, Canadá, México e Dinamarca, foi publicado nesta quinta-feira, na revista científica Science.


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    quinta-feira, 3 de outubro de 2013

    Interior do Brasil guarda vestígios mais antigos do homem americano

    (Imagem a esquerda mostra pinturas rupestres na Serra da Capivara, no Piauí.)

    Os vestígios mais antigos de habitantes das Américas remontam a 50 mil anos e teriam vindo da África. Assim afirma a arqueóloga franco-brasileira Niede Guidon, que dedicou sua vida a pesquisar a Serra da Capivara, no Piauí, repleta de pinturas rupestres e celebrada em uma exposição em Brasília.


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    quinta-feira, 17 de maio de 2012

    Pinturas semelhantes às encontradas no Codex de Dresden são descobertas na Guatemala

    Por Helen Thompson/Nature/Scientific American Brasil 
    Arqueólogos descobriram o que parece ser a mais antiga evidência até o momento da sofisticada astronomia e dos rituais de contagem do tempo dos antigos maias
    O Códice de Dresden encontra-se na biblioteca estadual de Dresden, na Alemanha. É o mais elaborado dos codex maias, bem como uma importante obra de arte, com 39 páginas ou folhas. Crédito: World Destiny


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    quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

    Artefatos semelhantes a alienígenas apresentados em mini documentário

    Por Renato Mota - Adaptação: Paulo Poian 
    Em busca de vestígios ancestrais da presença extraterrestre
    A hipótese dos antigos astronautas ainda é muito investigada. Crédito: ufoconnection2012



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    terça-feira, 31 de janeiro de 2012

    Origem de antiga ferramenta de jade confunde cientistas e abre incógnita

    Por Stephanie D'Ornelas/HipeScience 
    Única combinação química como essa estava em uma área do México
    Fotografia composta da frente e verso do utensílio, apresentado com uma escala de centímetros. Crédito: Les O\'Neil/University of Otago
    O achado de um utensílio feito de jade com aproximadamente 3.300 anos fez com que pesquisadores acabassem descobrindo também um manuscrito perdido do século 20 e um local geoquimicamente extraordinário. 

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    terça-feira, 24 de janeiro de 2012

    Civilização extinta da Amazônia deixou linhas cavadas na terra

    Por The New York Times/Simon Romero/UOL - Tradução: Eloise De Vylder 
    Confirmada a existência de pelo menos duas centenas dessas estruturas e, a cada dia, mais são descobertas
    Imagem aérea de uma das centenas de figuras, vestígios arqueológicos representados por desenhos geométricos de grandes dimensões que estão sendo pesquisados por equipe chefiada por brasileiros. Crédito: Alceu Ranzi/Denise Schaan /Sergio Vale



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    quarta-feira, 23 de novembro de 2011

    'Múmia ET' no Peru seria criança com deformação craniana

    Por Paulo R. Poian

    Mais um esqueleto infantil envolvido em polêmica
    Riquelme assinalou mais tarde que seu anúncio se fundamentou tão somente em “apreciações superficiais”. Crédito: Andina



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    terça-feira, 27 de setembro de 2011

    Museu de Israel coloca na Internet os Manuscritos do Mar Morto

    Por Clarín - Tradução: Paulo Poian 
    São cinco dos 08 rolos que a entidade conserva e o Google demorou seis meses para digitalizá-los, num projeto de US$ 3,5 milhões
    Detalhe de um dos manuscritos do Mar Morto. Crédito: Museu de Israel/Google


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    sexta-feira, 23 de setembro de 2011

    Ruínas que recordam as Linhas de Nazca foram localizadas na Arábia Saudita

    Por El Mundo - Tradução e adaptação: Paulo Poian 
    As obras do homem antigo: sensoriamento remoto no Oriente Médio revela centenas de sítios arqueológicos
    Túmulos-'trompete'. Os pastores pré-históricos que viveram no que é hoje conhecido como Arábia Saudita e Jordânia teriam partilhado uma tradição ancestral comum. Crédito: USGS/Digital Globe/Google


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    quarta-feira, 10 de agosto de 2011

    Arqueólogos descobrem artefato de mais de 2.500 anos

    A descoberta data da época do faraó Apries, da 26ª Dinastia (589-570 a.C.) 
      Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu uma esteira que data da época do faraó Apries, da 26ª Dinastia (589-570 a.C.), na província de Ismailiya, ao leste do Cairo, informou nesta terça-feira o Conselho Supremo de Antiguidades. 
     
     

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    segunda-feira, 30 de maio de 2011

    Mais 17 pirâmides encontradas no Egito

    Por Natasha Romanzoti/Hypescience 
    Satélites 'farejadores'
    Quase nada escapa ao rastreamento por satélite. Imagem ilustrativa. Crédito: alienworld wordpress
    Sarah Parcak e sua equipe de um laboratório patrocinado pela Agência Espacial Norte-Americana (NASA) da Universidade do Alabama, EUA, fizeram as descobertas através de um levantamento por satélite. Duas das supostas pirâmides já foram confirmadas por escavações iniciais. 
     

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    quarta-feira, 27 de abril de 2011

    Arqueólogos encontraram estátua de 13 metros e 3 mil anos

    A estátua do Avô de Tutancâmon, Amenhotep III
    tem 13,65, mas foi encontrada em sete pedaços. 
     
    Arqueólogos encontraram no Egito um estátua que acreditam ser de Amenhotep III, avô do faraó Tutancâmon, e uma outra da deusa Sekhmet. Segundo o anúncio, feito nesta terça-feira pelo chefe do departamento de antiguidades do país, Zahi Hawass, a primeira estátua teria 13,65 m e dataria de 3.350 anos atrás. As informações são da agência Reuters. 
     

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    sexta-feira, 8 de abril de 2011

    Arqueólogos acham esqueleto de homem pré-histórico homossexual

     
    O esqueleto foi enterrado sobre o seu lado esquerdo, com a cabeça
    apontando para o oeste e cercado de objetos de uso doméstico.   
    Cientistas tchecos escavaram o que acreditam ser o esqueleto de um homem pré-histórico homossexual ou transexual que viveu entre 4.500 e 5 mil anos atrás. 
     

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    quarta-feira, 30 de março de 2011

    Os olmecas também demonstraram dragões em sua cultura

    Por Antimio Cruz/El Universal - Tradução e adaptação: Paulo Poian 
    Arqueólogos estudam imagens de seres extraordinários comparáveis com representações medievais ou chinesas
    Desenho de um dragão olmeca realizado a partir de uma figura talhada em pedra, em Chalcatzingo. Crédito: INAH
    A adoração aos dragões não foi exclusiva da Ásia e Europa. No México, arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) identificaram nas localidades de Veracruz, Guerrero e Morelos imagens talhadas em pedra, pinturas em platôs e esculturas de barro que informam sobre rituais de veneração a um animal fantástico: o dragão olmeca.

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    terça-feira, 15 de março de 2011

    Pesquisadores afirmam ter achado a cidade perdida de Atlântida

    Um grupo de pesquisadores de diferentes nacionalidades afirma ter encontrado a localidade da cidade perdida Atlântida, a lendária cidade da antiguidade que teria sido afundada no oceano após ser atingida por um tsunami.

    A equipe responsável pela possível descoberta é liderada pelo arqueólogo americano Richard Freund, da Universidade de Hartford, nos Estados Unidos.

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    sábado, 5 de fevereiro de 2011

    Tesouros arqueológicos podem ser enterrados novamente?

    Ameaça de retrocesso na área causa protesto entre profissionais
    Por Giovanna Montemurro 

    Monumento inglês de Stonehenge, famoso e pesquisado 
    mundialmente. 
    Crédito: BBS
    A legislação do Reino Unido pode obrigar arqueólogos a enterrar novamente importantes descobertas realizadas em Stonehenge e em outros sítios arqueológicos, informou o jornal britânico The Guardian na sexta-feira (04).

    Os professores de arqueologia do país publicaram uma carta aberta no periódico manifestando "profunda e generalizada preocupação" pela questão. Uma lei de 2008 obriga que todos os restos mortais escavados sejam enterrados novamente em dois anos.

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    quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

    Aproximadamente 40 sítios arqueológicos são encontrados no Rio de Janeiro

    Antepassados cariocas
    Obras deste porte costumam revelar segredos arqueológicos. Crédito: Wikimedia Commons
    Por SRZD  

    Mais de 40 sítios arqueológicos foram descobertos na Baixada Fluminense durante as obras do Arco Rodoviário Metropolitano do Rio, de 72 km de construção, que possibilitou a escavação do terreno. O Instituto de Arqueologia Brasileira (IAB) terá a guarda dos achados.

    Há material orgânico de 6.000 anos de idade, ruínas de uma antiga fazenda e uma aldeia indígena de 2.000 anos. Segundo a arqueóloga Jandira Neto, dos 40 locais de interesse histórico identificados, 34 estão localizados sob o traçado da estrada, sendo 22 já resgatados.

    "Esses sítios representam a ocupação da Baixada Fluminense desde o período pré-histórico. Qual é a importância disso tudo? É a gente ter a oportunidade de conhecer a pré-história e a história dos povos que ocuparam essa região. Região essa que nunca teve recursos para se fazer esse tipo de pesquisa", disse Jandira.

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    Primeiras viagens marítimas dos humanos podem ter acontecido há 130 mil anos

    Entre 130 e 700 mil anos atrás
    Versão aproximada do Homo erectus. Crédito: Wikimedia Commons
    Por MNSBC 

    Arqueólogos descobriram o que podem ser evidências de uma das primeiras viagens através do mar feitas por ancestrais humanos na ilha de Creta. Creta está separada do continente há cerca de cinco milhões de anos.

    Quando especialistas gregos e americanos encontraram machados e outras ferramentas brutas, provavelmente entre 130 à 700 mil anos de idade, próximas a abrigos na costa sul da ilha, isso sugere que quem fez essas ferramentas deve ter viajado para lá via marítima (uma distância de pelo menos 65 km).

    Esse fato pode confrontar a visão atual de que os ancestrais humanos migraram da África para a Europa apenas por terra. Anteriormente, os primeiros indícios de viagens em mar aberto datavam cerca de 60.000 anos atrás, embora outras datas tenham sido propostas.

    As descobertas não só fornecem provas de viagens marítimas no Mediterrâneo dezenas de milhares de anos mais cedo do que se pensava, mas também mudam a compreensão das habilidades cognitivas dos primeiros hominídeos.

    As ferramentas foram encontradas durante uma pesquisa em cavernas e abrigos sob rochas perto da aldeia de Plakias. Instrumentos de pedra bruta são associados com o homem de Heidelberg e com o Homo erectus, precursores extintos da raça humana moderna, que evoluíram da África há cerca de 200 mil anos.

    Até agora, não havia nenhuma prova de presença do início da Idade da Pedra na ilha de Creta. Segundo os pesquisadores, ainda não está claro se os hominídeos realmente navegaram, ou se os assentamentos eram permanentes. Eles podem ter vindo da África ou do leste.

    Por enquanto, só novos estudos poderão responder a essas perguntas. A equipe de arqueólogos solicitou permissão para realizar uma escavação mais aprofundada na área, que as autoridades gregas devem aprovar ainda este ano.
     
    Agradecimentos a:
    Paulo R. Poian.
    Consultor da Revista UFO Brasil

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    Expedição encontra peças arqueológicas na Amazônia peruana

    Artefatos ficaram expostos após deslizamento de terra causado por chuva
    Entre os achados, vasos e pratos. Crédito: Andina


    Por Globo Amazônia 

    Descoberta indica que habitantes da selva tinham atividades produtivas

    Um total de 140 peças arqueológicas, incluindo machados de pedra e ferramentas usadas na indústria têxtil, foram encontradas na Amazônia peruana nos últimos dias. Segundo a agência oficial de notícias do Peru, a Andina, os artefatos estavam na região do Alto Amazonas, ao norte do país.

    Os vestígios seriam de cerca de 1.200 anos atrás e indicariam que os antigos habitantes da floresta no local realizavam atividades produtivas, de acordo com o Instituto de Investigação da Amazônia Peruana (IIAP). O órgão resgatou as peças e entregou para autoridades da área de cultura no país.

    Segundo explicação do arqueólogo Santiago Rivas à agência andina, elas ficaram expostas após ocorrer um deslizamento de terra, causado pelas chuvas na região. Um morador da área informou pesquisadores que estavam em viagem sobre as peças, que puderam ser então estudadas.

    Além dos machados de pedra, vasos, pratos, a escultura de um humano e outros fragmentos estavam entre os achados. Os arqueólogos acreditam que possa haver mais ainda escondidos no local. Novos estudos deverão ser feitos para entender como as peças eram usadas pelas antigas civilizações da região.
     
    Agradecimentos a:
    Paulo R. Poian.
    Consultor da Revista UFO Brasil

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    quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

    Manuscrito 512: Uma cidade enigmática perdida no interior do Brasil

    O documento secular que aguçou a curiosidade de muitos aventureiros, embrenhando-os pelos sertões do país

    Caracteres encontrados na cidade e constantes no documento 512. Crédito: Biblioteca Nacional


    Por Alexandre Curcino 


    A história nos conta sobre a união de Diogo Alvarez Corrêa (o Caramuru), e Catarina Paraguaçu, formando o par representante da união dos povos e, portanto, da formação do povo brasileiro. Caramuru possuía um sobrinho, chamado Robério Dias, também conhecido como Moribeca.

    Vivendo entre os índios, Moribeca desposou a irmã de Paraguaçu e, diz-se, encontrou entre eles referências sobre Minas de Prata, ouro e pedras preciosas, tornando-se rico. Conta-se que suas jóias ficaram famosas na Europa, em suas cortes. Igualmente, que foi aprisionado pela coroa portuguesa por se negar a fazer revelações a respeito de minas de ouro na Bahia.

    Um documento sobre estas minas, conhecido como manuscrito 512, apareceu no ano de 1839, relatando a viagem de bandeirantes, no ano de 1753, liderados por João Silva Guimarães.

    Logo, os historiadores estabeleceram uma ligação entre o assunto do documento com a saga de Moribeca e muitos exploradores (entre eles o Coronel Fawcett) decidiram adentrar os sertões brasileiros em busca de uma cidade perdida e das Minas, que estariam sob o paralelo 12, entre os estados de Mato Grosso e Bahia.

    Consultando o acervo digital da Biblioteca Nacional, encontramos o documento em questão. Tal manuscrito tem caráter expedicionário e consiste em um relato da maior fábula arqueológica nacional. O acesso ao documento original é hoje extremamente restrito, embora uma versão digitalizada dele tenha sido disponibilizada recentemente.

    No catálogo do museu consta o seguinte:

    Título: Relação histórica de uma oculta e grande povoação antiqüíssima sem moradores, que se descobriu no ano de 1753

    Na América [...] nos interiores [...] contíguos aos [...] mestre de campo e sua comitiva, havendo dez anos, que viajava pelos sertões, a ver se descobria as decantadas minas de prata do grande descobridor Moribeca, que por culpa de um governador se não fizeram patentes, pois queria usurpar-lhe esta glória, e o teve preso na Bahia até morrer, e ficaram por descobrir. Veio esta notícia ao Rio de Janeiro no princípio do ano de 1754...
     
     
    Agradecimentos a:
    Paulo R. Poian.
    Consultor da Revista UFO Brasil

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