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  • segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

    Venezia: il Canal Grande passa allo Stato

    Il Canal Grande
    MILANO - Venezia non è più proprietaria del Canal Grande. La principale via d'acqua della città lagunare è infatti passata sotto la gestione dello Stato. Nel decreto «ammazzanorme» del ministro leghista Calderoli è stato infatti candellato anche un Regio decreto del 1904 che concedeva il Canal Grande al Comune di Venezia, mentre ora passa al ministero delle Infrastrutture, cioè al Magistrato alle acque che già gestisce il canale della Giudecca. «Cercheremo una soluzione, anche perché dobbiamo pensare a tutti i problemi reali che riguardano la laguna», ha commentato il sindaco Giorgio Orsoni.

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    segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

    Exame de italiano para estrangeiros residentes

    Os estrangeiros que desejam obter visto de permanência na Itália (permesso di soggiorno), para residentes de longo prazo, terão que se submeter a partir do dia 9 a uma prova de conhecimento da língua italiana, de acordo com o decreto publicado em 4 de junho passado pelos ministros Roberto Maroni (Interior) e Mariastella Gelmini (Educação).

    Para tanto, os estrangeiros interessados poderão enviar seu pedido para um endereço eletrônico específico do Ministério do Interior (www.testitaliano.interno.it) e serão convocados para a prova em até 60 dias.

    O exame, esclareceram fontes oficiais, será realizado através dos meios informáticos, mas o estrangeiro também pode optar por fazê-lo pessoalmente.

    A prova foi estruturada a partir da compreensão de textos curtos, frases e expressões de uso frequente no idioma italiano, e seu conteúdo, critérios de pontuação e duração foram estabelecidos de maneira uniforme por todo o país.
    Para ser aprovado, o candidato deve conseguir pelo menos 80% da pontuação máxima. Se o resultado for positivo, o estrangeiro poderá então apresentar seu pedido de permissão de estadia na repartição policial pertinente que, após verificar os outros requisitos, emitirá o documento.

    No caso do candidato ser reprovado, ele poderá solicitar a repetição do exame.
     

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    Itália lança o primeiro dicionário da emigração

    O primeiro "Dicionário da emigração italiana 1861-2011, história de uma semântica tricolor", foi apresentado em Roma na sala de conferências da Câmara dos Deputados.

    O volume, que será publicado na Itália a partir de março de 2011, visa reunir "palavras, símbolos, sons e principalmente emoções de uma página particularmente importante da história italiana", informou Mina Capusso, autora do texto junto com Tiziana Grassi.

    O dicionário será distribuído entre as várias comunidades italianas no exterior, a começar pela representação numerosa de Toronto, no Canadá.

    Este texto "trasmite uma forte carga emocional e poderá ser um ponto de referência valioso para aqueles que, apesar da distância, mantém vivos os laços com nosso país", disse a ministra italiana da Juventude, Giorgia Meloni.

    Em sua mensagem para a conferência de apresentação, Meloni destacou também a importância do dicionário como uma ferramenta para aqueles que se "identificam e se reconhecem no povo italiano".

    Já o vice-ministro das Relações Exeriores, Vincenzo Scotti, considerou que "a emigração não precisa ser só uma lembrança, mas também uma reflexão".

    "Este texto ajudará a entender uma parte fundamental da história italiana e a enfrentar os desafios futuros", acrescentou ele.

    Nesse sentido, o vice-chanceler afirmou que a missão atual da Itália é "proteger nossa imigração e construir uma cidade da integração, enfrentando a nova emigração da sociedade globalizada".

    O dicionário será apresentado na chancelaria italiana, no Palácio da Farnesina, por ocasião das comemorações pelos 150 anos da Unidade da Itália.

    A obra foi encomendada antecipadamente no mundo inteiro e já está prevista sua divulgação nas escolas de língua italiana na Argentina, um dos países que tem o maior número de cidadãos de origem italiana. 
     
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    Pizza napolitana 'DOC' está ameaçada

    A pizza napolitana 'DOC' corre o risco de ter uma vida curta e pode perder o selo de reconhecimento da União Europeia - conseguido em 2009, após uma luta que durou vários anos - de Especialidade Tradicional Garantida (STG).

    A proposta aprovada hoje em Bruxelas para reforçar a política de qualidade dos alimentos na Europa, pretende suprimir os "STG" que não protegeram seu nome, como é o caso da 'Pizza Napoletana', mas só sua receita.

    Foi o que disseram à ANSA especialistas da UE, explicando que, se a proposta da Comissão for aceita pelo Conselho Europeu, a 'Pizza Napoletana STG' poderá sobreviver no máximo até 2017.

    A Itália, dizem os especialistas, para proteger o selo STG deveria portanto apresentar um novo pedido de registro à UE, acrescentando outro termo à denominação atual, por exemplo 'Pizza Napoletana Verace' ou 'Pizza Napoletana Tradizionale'.

    O raciocínio dos especialistas visa reduzir ao mínimo o risco dos consumidores serem induzidos ao erro, quando podem ter à sua frente tanto uma pizza napolitana STG (que deve respeitar normas rigorosas de produção), como uma pizza napolitana que de napolitana só tem o nome.
     
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    segunda-feira, 27 de setembro de 2010

    Con quelle facce da Bronzino

    «Eleonora di Toledo con il figlio Giovanni», 1545

    Firenze -
    Senza un filo di retorica. Ma se ci è dato di vedere una mostra così grandiosa ed intelligente e realmente innovativa, vuol dire che ancora un briciolo di speranza ci resta, in questo paese quasi perduto e arrangiato e pasticcione, anche (soprattutto?) per quanto riguarda le cose dell’arte e della cultura. Imparagonabile, a quel che passa d’abitudine il convento: nell’ottimo, discreto quando grandioso allestimento blu-nero e bronzinesco di Luigi Cupellini ci avverti i quattro intensi anni di studio e preparazione, da parte d’una coppia affiatata ed entusiasta come Carlo Falciani e Antonio Natali. E godi epidermicamente (le stoffe, gli sguardi, le sprezzature) ma anche intellettualmente, d’un sorprendente rivolgimento d’immagine. Non solo del solo Bronzino, popolarissimo ma sconosciuto, a quanto qui appunto si scopre. Ma pure d’un periodo-chiave, quale quello del Manierismo, che credevamo ormai, con sufficienza, redento, sarchiato e sistemato. Congelato.

    Ma appunto: qui è in gioco, trionfalmente, scenograficamente e pure capillarmente, il gran teatro, folgorante e liquido, dello scongelarsi degli stereotipi critici, e degli aggettivi e degli attributi «frigidi», cristallini, che da sempre si son appioppati all’incolpevole Bronzino. Che non faceva bronzea scultura, ma che soprattutto non si meritò quel nome d’arte perché dipingeva con forme metalliche, incise, di pietra dura - come si pensa (anzi, qui si scopre che non dipingeva, episodicamente, nemmeno sul cupreo, vibrante rame, ma sul più sordo, sommesso stagno) soltanto forse perché era di pelle scura: un paradossale «meticcio» fiorentino. «Algido», «glaciale», «aulico», sentenziano tutti in coro, e Adolfo Venturi, con la sua prosa immaginosa, lì a descriver «ritratti, nel quale è inciso il segno come su cristallo, tornita la forma, e grande l’elezione stilistica. (Sinché) l’artificio s’impadronì dei corpi e della natura circostante, vi sparse l’acqua colata dalla ghiacciaia del Concilio di Trento e della Controriforma».

    Ma se si fosse letto meglio quel volpone di Longhi, ben presente ai nostri curatori (ed indeciso lui, al bivio decisivo fra Piero della Francesca e Caravaggio, nel '27) forse certe scorciatoie rigide nel definire la Bella Maniera non avrebbero preso campo. Intanto perché si era reso conto che «più di quanto non si pensi, Firenze nel secondo Cinquecento era una fucina di tendenze e che proprio nel cuore dei movimenti più irrealistici di Bronzino e Pontormo si possono leggere con una buona lente d’ingrandimento frammenti e residui di una vena naturalistica, amorosa e dedita alla apparenza ottica delle cose, ai “valori” che è probabilmente eredità di uno degli aspetti dello spirito figurativo del Quattrocento», ma che procede «entro l’ambiente, con una lucidità di “valori” degna di un olandese del secolo dopo».

    L’infilata di soli capolavori, scelti con cognizione, è disposta con logica stringente nelle varie sale a capitolo: la formazione fiorentina tra Raffaellino del Garbo e Pontormo (con la sola dolorosa assenza dell’Alabardiere di quest’ultimo) lo scatto incredibile tra Urbino e Pesaro, ove assorbe Piero, Bellini, Barocci, Tiziano, lavora accanto a Dosso, e forse usa Parmigianino e Lotto, poi il rapporto con i Medici, il dialogo pittura/scultura, l’arte sacra, ecc... Questa prima monografica a lui dedicata nasce là dove si era chiusa la mostra sull’Officina della Maniera, funestata dalle bombe mafiose, e non cancella, va da sé, l’impressione prima e tribunizia (alludiamo alla Tribuna degli Uffizi, ove prima dei restauri, dominava quel suo tono effettivamente austero e specchiato e scostante) di un Bronzino, smaltato di bellezza e superbo d’ornamenti e di gioielli di parata. Sarebbe stolto ribaltare la vulgata. Ma se lo si legge con più amore, quell’amore consigliato dal Longhi, si percepiscono assai meglio e più sovversivamente, il trepidare di certe carnagioni umanissime, la complicità più accostante per quel pupattolo baffuto, ancora col suo dentarolo di corallo ma già progettato cardinale, che è Don Giovanni, e l’accidia «more Carlo V», imperial-asburgica, di Cosimo, e il sopracciglio malandrino di tanti dandy spadaccini dell’epoca.

    Vasari tiene a dire che Bronzino era di Pontormo «dolcissimo e molto cortese amico, di natura quieto e non ha mai fatto ingiuria a niuno». Tranne che con il fiele del pennello: come quando s’accanisce contro quella parvenu arricchita della mercantessa di stoffe, dalla mutria pienotta da bottegara avida, e tutt’intorno uno zampillare disordinato di seterie, già ingresque, che fanno molto pezze intrattenibili da bancone, e che son così atipiche, per l’olimpico Bronzino (mentre il consorte più intellettuale può vantare una Venere pudica, di blu già molto Yves Klein). E quei cagnoni festosi ed invadenti, che aggrediscono le balaustre, pur di rimaner vivi, inguinzagliati dallo scatto. Si rilegga Vasari, infatti, che concede a Bronzino quel che non passa allo «scorretto» ritrattista Tiziano: «Belli a meraviglia e condotti con infinita diligenza, tanto naturali che paiono vivi e che non manchi loro se non lo spirito».

    Poi ci segnala anche «un Cristo crocefisso, onde ben si conosce che lo ritrasse da un vero corpo morto confitto in croce»: ed eccolo qui, incredibilmente riscoperto a Nizza, in odore di eresia riformata. Terribilmente nudo e solo: agonia della bellezza. Giansenista quasi, anche se subito mescolato alla sua musa comica (il sonetto bernesco alle cipolle) perché era anche poeta e sarcastico. Lo cacciano dall’Accademia, e richiesto del suo autorevole parere sulla disputa tra scultura e pittura, risponde con una lettera che provocatoriamente non finisce e con un portentoso nano Morgante, nudo, dipinto davanti e dietro, prima e dopo la caccia, come a dire che la pittura può imitare la varietà di prospettive e il passare del tempo, come la scultura. Nudo, storpio, scandaloso: e nella stanza, come storce il naso ulcerato, la puritana poetessa Battiferri, con il suo petrarchino come scudo, e l’urticato casentino da corazza. Non vuol assistere a tanto annuncio del Seicento naturalista: che par già di Ribera, o d’un caravaggesco.

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    sábado, 25 de setembro de 2010

    Maschere in crisi a Venezia

    Maschere a Venezia
    Venezia - ''Con 2000 punti vendita di maschere in citta' la crisi del settore c'e' per forza: nei primi anni novanta gli iscritti agli artigiani erano dodici'': il primo mascheraio di Venezia, Guerrino Lovato, che ha iniziato la sua attivita' negli anni '70, spiega cosi' la crisi del settore maschere a Venezia, evidenziata da una ricerca di Confartigianato.

    Per Lovato, ''non c'e' stato un governo della citta', hanno liberalizzato e lasciato che ognuno vendesse quel che voleva e questo e' il risultato: i clienti entrano, fanno complimenti e fotografie, poi escono''. Secondo la ricerca della Cobfartigianato, oltre il 60% dei negozi di maschere di Venezia ha registrato un calo di vendite, con punte del 30%. ''Lo capisco, ho prezzi alti, perche' tutto quello che c'e' qui dentro e' 'pensato a mano' da me - aggiunge - la mia e' una clientela affezionata, addirittura generazionale. Vengono prima in viaggio di nozze, poi con i figli e poi a loro volta vengono i figli, e nonostante questo anche qui la crisi si sente, e' un fatto''.

    ''Altri invece - prosegue - hanno dovuto accertare compromessi e hanno cominciato a far fare maschere nei paesi che le producono a basso costo, a vendere cose non loro: il fatto che abbiano cali di vendite e' ancora piu' preoccupante, in quanto gia' i loro prezzi erano calmierati, accessibili''.

    Lovato ripercorre la propria storia, dalla prima 'bottega' in Barbaria delle Tole, aperta con soci e arredata come quella di un quadro del Longhi, all'attuale negozio in Campo Santa Margherita: da quando ha cominciato, piu' di 500 modelli diversi di maschere. ''Quando si e' avuta l'iniziativa di tutelare le botteghe storiche - prosegue il mascheraio - si e' scelto di privilegiare quelle con piu' di 70 anni: cosi' tutti i mestieri di revival nati negli anni 70 in ambiente 'anarchico-artigianal-medioevale' sono stati esclusi, perche' troppo giovani: dalle rilegature dei libri alla ceramica alla carta marmorizzata al legno intagliato al cuoio alle maschere, appunto''.

    Mestieri, aggiunge, nati da giovani ''che si mettevano in proprio senza intasare le cattedre dell'universita' e dell'insegnamento o il precariato. Noi - prosegue Lovato - siamo quelli che hanno fatto nascere un nuovo artigianato e una nuova immagine del prodotto di artigianato a Venezia, ma non siamo stati considerati botteghe storiche''. ''Se l'arcobaleno ci fosse tutti i giorni non lo guarderebbe nessuno - conclude rifacendosi alla citazione di Goethe - Cosi' e' per le maschere che trovi dappertutto: io stesso non escludo di mettermi a produrre solo su ordinazione, per commesse piu' consistenti''.

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    sexta-feira, 3 de setembro de 2010

    Em Bergamo a catedral vegetal com cinco naves

    Bergamo - Uma catedral com cinco naves e 42 colunas, construída com 1.800 troncos de abeto, 600 de castanheiro, 6 mil metros de troncos de aveleira, unidos entre si por madeiras flexíveis, estacas, pregos e cordas segundo uma antiga arte de entrelaçamento.

    Ao longo dos anos, o projeto prevê que, em seu interior, crescerão 42 mudas de faia (da mesma família que os álamos) e a natureza conseguirá se impor em toda sua exuberância.

    Após vários meses de trabalho, está pronta na área de Bergamo, em Oltre il Colle, a 1.345 metros de altitude, uma Catedral Vegetal.

    A estrutura, aos pés do Monte Arera, em um projeto de Giuliano Mauri (artista que morreu em 2009) será inaugurada no próximo dia 4.

    A obra, no Ano Internacional da Biodiversidade, foi uma encomenda do Parco Orobie Bergamasche, junto com os municípios de Oltre il Colle, Roncobello e Ardesio e com a participação do Centro de Ética Ambiental de Bergamo.

    A Catedral Verde foi erguida no meio de uma clareira silenciosa e cercada por uma cortina natural de árvores.

    A arquitetura vegetal tem uma altura entre 5 e 21 metros, 28,5 metros de comprimento e 24 metros de largura e ocupa uma área de 650 metros quadrados.

    Com a sua estrutura aberta, que é possível percorrer em todas as direções, ela se tornará, com o passar do tempo, em um palco natural para eventos vinculados a outras áreas da criatividade, local de parada para momentos formativos e educativos, além de ponto de partida e chegada entre as trilhas das Orobie.
     

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    sexta-feira, 30 de julho de 2010

    Câmara aprova lei do orçamento

    Roma - A Câmara dos Deputados italiana aprovou hoje o decreto lei do orçamento que prever uma economia de 25 bilhões de euros, pela qual o governo do primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, presente no local, conseguiu o voto de confiança.

    O texto foi aprovado com 321 votos a favor, 270 contra e 4 abstenções.

    O decreto do ajuste econômico para 2011 e 2012 prevê uma economia de 25 bilhões de euros, decisão pela qual na última quarta-feira foi votada a confiança ao governo de Berlusconi com 329 aprovações e 275 votos contrários.

    A chamada 'manobra econômica' tinha sido aprovada, também com um voto de confiança, no Senado em 15 de julho passado.

    Entre as principais novidades da medida está o congelamento dos salários dos empregados públicos,a reforma da previdência e os cortes para as regiões, províncias e municípios.

    Também prevê a redução das retribuições dos executivos, uma luta maior contra a evasão fiscal e cortes nos ministérios e nos custos da política.

    Também considera novas normas para a liberdade de imprensa e aumentos dos pedágios nas estradas, entre outras medidas.

    A luta contra a evasão fiscal e o corte dos gastos públicos, são os dois eixos principais do plano. Vários setores da sociedade italiana, entre eles as centrais sindicais e os próprios diplomatas italianos, estão realizando protestos e manifestações contra a manobra econômica do governo Berlusconi.
     
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    quarta-feira, 28 de julho de 2010

    Vaticano: regras para uso de roupas na cidade

    Cidade do Vaticano - As regras que impedem que turistas entrem na Basílica de São Pedro com os ombros e as pernas desnudos agora estão sendo aplicadas também em outros locais da Cidade do Vaticano, como a farmácia, o supermercado e a agência dos correios.     Agora são submetidos à norma, que começa a ser imposta com alguma elasticidade, quem entrar no pequeno Estado a trabalho ou por questões de saúde.

    "Sabem como as coisas funcionam aqui?", perguntam os jovens da Guarda Suíça a quem chega com trajes típicos de verão à fronteira entre Roma e o Vaticano, atravessada diariamente por milhares de pessoas.
    Muitos acreditam que se trata de uma pergunta burocrática e mostram receitas médicas -- se querem ir até a farmácia -- ou documentos. Os guardas, então, explicam: "Esta é a cidade do Vaticano e, por respeito, aqui não se entra com ombros nus ou de shorts".
    Há quem se apresse para comprar um xale em uma banca próxima. Para os homens que se apresentam de shorts, porém, é mais complicado encontrar calças. Também existem os que insistem, por ir frequentemente à farmácia vaticana, à qual se dirigem idosos que atravessam Roma para economizar ou comprar algum remédio não encontrado na Itália.

    "Vim de Centocelle [bairro ao leste de Roma] e você quer que eu dê meia volta?", lamenta Maria, uma senhora de mais de 70 anos que usava um vestido sem mangas. Os guardas deixam-na passar, mas lembram que ela deve vestir-se adequadamente na próxima vez.

    "Com todos os escândalos na Igreja, é possível que impliquem com vestidos sem mangas?", diz Maria, em alusão aos casos de pedofilia envolvendo membros do clero que vieram à tona em diversos países nos últimos meses.
     
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    quinta-feira, 22 de julho de 2010

    Itália derruba clã mafioso que tentava participar da reconstrução dos Abruzos

    Roma, 22 jul (EFE).- A Guarda de Finanza (Polícia financeira italiana) desmantelou nesta quinta-feira uma organização ligada à Camorra, a máfia napolitana, que tentava participar das obras de reconstrução da região central dos Abruzos após o terremoto de 6 de abril de 2009.

    A operação policial terminou com a detenção de seis pessoas, que os investigadores asseguram fazer parte do "braço econômico" dos Casaleses, a mais poderosa "família" camorrista.

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    Papa lançará livro infantil

    Cidade do Vaticano - O próximo livro do papa Bento XVI, que é reconhecido por seus estudos teológicos e já conta com várias obras publicadas, será dedicado às crianças e contará a história dos 12 apóstolos e de São Paulo.

    Segundo o jornal L'Osservatore Romano, a obra - intitulada "Os amigos de Jesus", terá 48 páginas com trechos retratados por Bento XVI em suas audiências gerais das quartas-feiras.

    "Era uma vez... um pequeno grupo de homens que um dia, há dois mil anos, encontrou um jovem que caminhava pelas estradas da Galileia. Cada um tinha seu trabalho e sua família, mas em um instante suas vidas mudaram" diz a introdução do livro, escrita pelo sacerdote espanhol Dom Julián Carrón.

    "Eles se chamavam André, João, Pedro, Mateus, Tomé... Eram 12 e hoje os conhecemos como os apóstolos. Em Jerusalém, todos sabiam que eram 'os amigos de Jesus'", continua o sacerdote.

    De acordo com o religioso, nesta obra Bento XVI "nos pega pela mão" e nos leva para dois mil anos atrás para contar quem eram os companheiros de Jesus e como o encontraram.

    Entre outros, Joseph Ratzinger escreveu "Homilias sobre os Santos" (2007), "Jesus de Nazaré" (2008), "Do Sentido de Ser Cristão" (2009), "João Paulo II. Meu Amado Predecessor" (2007).
     
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    Sul da Itália: atraso nunca foi superado

    Roma - Quase um século e meio após a unificação da Itália, as diferenças estruturais entre o norte e o sul do país continuam relevantes, como destacam os resultados de um estudo realizado pela Agência para o Desenvolvimento do Sul (SVMEZ, de sua sigla original) sobre a situação econômica nas regiões meridionais, publicado ontem (20) em Roma.

    A diferença entre as regiões é particularmente evidente nos dados do Produto Interno Bruto (PIB) por habitante: no sul é de € 17.317 anuais, contra os € 29.449 no centro-norte.

    De fato, no ano passado os investimentos industriais no sul da península caíram 9,6%, com 100 mil empregos perdidos no biênio 2008-2009, dos quais 61 mil só em 2009.

    Esta falta endêmica de recursos leva necessariamente a um corte drástico das despesas: uma família em cinco no sul da Itália não tem o dinheiro necessário para pagar um médico de confiança ou para o aquecimento de sua casa, 30% não podem comprar roupas e 16,7% pagam suas contas com atraso.

    Segundo a SVMEZ, a chave para qualquer projeto de retomada do desenvolvimento nas regiões meridionais são os investimentos públicos em infraestruturas, pelo menos € 60 bilhões, que serviriam para impulsionar a economia local e reavivar as atividades privadas.
     
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    Mani Camorra su appalti in Abruzzo

    Roma - La Camorra puntava agli appalti post sisma in Abruzzo. E' quanto emerso nell'inchiesta che ha portato al blitz della Gdf contro i Casalesi. L'operazione Untouchable, che ha portato all'arresto di sei persone, ha consentito di monitorare in diretta le infiltrazioni dei casalesi nelle commesse per la ricostruzione dell'Aquila: intercettati colloqui telefonici in cui gli arrestati disponevano l'invio di denaro per finanziare imprese costruite all'Aquila per loro conto per aggiudicarsi i lavori.

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    domingo, 21 de março de 2010

    Os Vinhos Italianos



    HISTÓRICO



    A Itália é o líder mundial de vinho, produz e consome mais vinho que qualquer outro país no mundo. Há 1,2 milhões de vitivinicultores italianos e o consumo per capita é de 104 litros por pessoa. Os vinhos italianos correspondem a 60% dos vinhos importados pelos EUA e os vinhos também são exportados para a Alemanha e para a França.
    A expansão dos vinhos italianos é surpreendente, tanto pela quantidade dos tipos de uva como pelos estilos diferentes de vinhos. O interesse pelos vinhos italianos está crescendo e, embora seja um assunto que tende a ser confuso, as recompensas estão aqui para aqueles que persistirem. Os clientes que procuram se aventurar com novos vinhos e procuram vinhos que combinem com a comida estão voltando às variedades italianas tradicionais, tais como Sangiovese, Barbera e Pinot Grigio.


    Produtores americanos das variedades italianas mais populares, os assim chamados "Cal-Itals", da Califórnia, também estão voltados ao prazer exclusivo das variedades italianas. Várias áreas de crescimento na Califórnia, incluindo Napa Valley, Sonoma e a Sierra Foothills, aparecem bem situadas, pois produzem as variedades de uvas italianas que são cultivadas em climas quentes e solo úmido.


    AS LEIS DOS VINHOS ITALIANOS


    Como os franceses, os italianos têm um sistema de leis de vinho para regularizar a indústria. Essas leis de vinho modernas foram estabelecidas em 1963 para dar estrutura à indústria de vinho não regularizada. O sistema tem algumas peculiaridades, mas pode ser um ponto útil de referência para consumidores interessados em aprender sobre a indústria de vinho italiana. As leis básicas que regulamentam a produção, as uvas utilizadas para vinhos específicos, as restrições de áreas para plantação, as práticas viticulturais e a quantidade máxima e mínima de álcool foram definidas naquela época.


    Foram estabelecidas três categorias:


    1 - Vino da Tavola


    Também conhecida como vinho de mesa, mas com algumas exceções, vinhos simples, saborosos e baratos, tomados todos os dias. Ironicamente, esta categoria também representa alguns vinhos classificados como Super Toscanos, que são mais caros.


    2 - I.G.T. (Indicazione Geografica Tipica)


    Em 1992, entre muitas mudanças feitas, as leis Goria foram passadas para trazer maior flexibilidade à produção e adicionar uma nova categoria. A IGT (Indicazione Geografica Tipica - Indicação Geográfica Típica), tornou-se uma nova classificação regida por lei, substituindo a Vini Tipici como a base na pirâmide de qualidade. Ironicamente, alguns vinhos mais caros e mais conceituados, antigamente vendidos como Vino da Tavola, podem ser encontrados agora "atualizados" para IGT.


    3 - D.O.C. (Denominazione di Origine Controllata)


    Há, aproximadamente, 250 zonas de DOC e 700 vinhos italianos estão nesta classificação. Entretanto, somente uma pequena porcentagem desses vinhos tem alguma viabilidade comercial. Apenas vinte DOCs representam 45% da produção total de DOC do país.


    4 - D.O.C.G. (Denominazione di Origine Controllata e Garantita)


    Primeiramente classificados em 1970 com a intenção de adicionar uma classificação de qualidade para o topo da pirâmide de vinho. Os 14 vinhos DOCG indicam a mais alta qualidade (vinhos que não são apenas "controlados", mas "garantidos"). Os vinhos DOCG são os nomes famosos como Barolo, Barbaresco, Chianti, Brunello di Montalcino e Vino Nobile di Montepulciano. Vinhos adicionais são solicitados por meio de classificação de DOCG, para que o grupo de 14 vinhos existentes continue crescendo.
    AS REGIÕES PRODUTORAS


    NOROESTE

    Piemonte

    O Piemonte produz o que podemos descrever como os melhores vinhos tintos da Itália. No Piemonte, há 38 zonas DOCG e 43 tipos de vinho. Diversos vinhos DOCG conhecidos vêm de Piemonte.



    O Barolo DOCG é um vinho rico e poderoso feito com uva Nebbiolo e vem de uma região com o mesmo nome. Barolo tem quatro anos de envelhecimento, é especificado como Riserva (cinco anos de envelhecimento ganha uma designação de Riserva Speciale).


    O Barbaresco DOCG também é feito de Nebbiolo e tem o mesmo nome da área e da cidade. Levemente mais suave que o Barolo e mais jovem, é outra marca de referência dos grandes e ricos vinhos tintos italianos.
    O Gattinara DOCG é o terceiro vinho do Piemonte mais cotado. Também é feito com Nebbiolo e tem o nome de uma pequena região onde é feito, mas é mais leve que os outros dois.


    Barbera é a maior plantação de uva no Piemonte e os vinhos Barbera D´Alba DOC são engarrafados com o nome da uva e não com o nome da área. Barbera é saboroso, tânico e com grande frescor conferido pela acidez.
    Outro vinho nomeado pela variedade e não pela região, é o Dolcetto D´Alba DOC, outro vinho tinto mais leve que os piemonteses freqüentemente gostam com o primeiro prato.


    O Asti Spumante DOCG e o Moscato d'Asti DOCG oferecem vinhos frisantes e espumantes feitos, geralmente, com uvas Muscat e pelo método Charmat.
    Grignolino DOC, um vinho rose seco suave e saboroso é, às vezes, encontrado em estilos que são um pouco "petillant", ligeiramente frizante.
    Os vinhos brancos notáveis produzidos na região incluem o Arneis e o Gavi (Cortese).

    Lombardia

    Lombardia é a região mais popular e industrializada da Itália.

    Entre as regiões produtoras de vinhos estão Valtellina, com vinhos de estilo leve feitos com Chiavennasca (um sinônimo para Nebbiolo) e Oltrépo Pavese, que trabalha com a maior produção de qualquer zona DOC e tem direito a mais da metade da produção de vinhos tintos e brancos de Lombardia.
    Franciacorta é uma pequena denominação de alta qualidade que é muito conhecida pelos vinhos espumantes produzidos pelo Méthode Champenoise.
    NORDESTE


    Veneto

    A maior região nordestina da Itália abriga as três regiões de vinhos mais importantes conhecidas como Tre Venezie (Três Venezas) por fazerem parte do reino Veneziano.

    Veneto é a terceira em produção depois da Puglia e da Sicilia e tem os vinhos mais famosos da Itália.
    Os vinhos da área dos arredores da cidade de Verona incluem o vinho branco Soave, o espumante Prosecco e os tintos Valpolicella e Bardolino.
    Os vinhos Valpolicella estão entre os mais suaves e frutados da Itália, produzido com as uvas Corvina, Rondinella e Molinara. Passito é o termo italiano para vinho de uva seca e Valpolicella tem duas versões: Recioto della Valpolicella que é feito com uvas secas em um estilo doce; e a versão seca, um dos vinhos mais famosos da Itália, o Amarone della Valpolicella.


    Bardolino utiliza as mesmas uvas básicas que o Valpolicella. Pode ser suave e tinto, ou rosé (um estilo chamado chiaretto).
    O vinho branco Soave é feito com uvas Garganega e Trebbiano e embora seja geralmente seco, existe nos estilos doce (recioto) e espumante. Soave perde apenas em volume para o Chianti, entre os vinhos DOC e o Prosecco é o segundo vinho espumante mais requisitado depois do Asti. A área Breganze, com alguns vinhedos nos pés das montanhas dos Alpes e alguns no solo pedregoso ao norte da cidade de Vicenze, produz uma variedade de uvas internacionais e italianas.

    Friuli-Venezia Giulia

    A Segunda das Tre Venezie, Friuli, fronteira com a Áustria ao norte e Eslovênia ao leste. Embora a Itália seja conhecida no mundo do vinho por seus vinhos tintos, os vinhos brancos do Friuli são responsáveis pelo reconhecimento desta região.

    Os melhores vinhos são de uma série de encostas chamadas Colli: Colli Orientali del Friuili (leste), Colli Grave del Friuli (oeste) e Colli Goriziana (Gorizia).
    Os vinhos brancos incluem Pinot Grigio, Pinot Bianco, Tocai Friulano, Ribolla Gialla, Sauvignon Blanc e Gewürztraminer.
    Friuli também produz vinhos tintos mais leves como Pinot Nero (Pinot Noir), Merlot e Cabernet Sauvignon.

    Trentino-Alto Adige
    A maior parte dessa região, que faz fronteira com a Áustria, está dividida em nativos alemães do Alto Adige (Süd Tirol) ao norte e de nativos italianos de Trentino ao sul.

    A região norte produz uns dos melhores vinhos brancos da Itália, incluindo Pinot Grigio, Chardonnay, Pinot Bianco, Riesling e Müller-Thurgau e alguns vinhos tintos, como, Cabernet Sauvignon, Merlot e o local Schiavo e Lagrein.
    Em Trentino, ao sul, os vinhos incluem o excelente Chardonnay e uma variedade de vinhos tintos, como o Teroldego.

    ITÁLIA CENTRAL



    Emilia-Romagna

    O vinho mais famoso desta região é o Lambrusco.

    Lambrusco pode ser frisante ou seco e saboroso e os estilos branco e tinto são feitos com diversas uvas brancas e tintas do mesmo nome.
    Um vinho branco DOCG notável também vem da Emilia-Romagna. Chamado Albana di Romagna DOCG, está classificado desde 1987. Este vinho é vinificado com uma uva com o mesmo nome em estilos que variam do seco ao semidoce.

    Toscana

    Chianti é a maior zona de vinho existente na Toscana.

    Todas as zonas são status DOCG e estão divididas em sete distritos. Dois distritos têm vinhos disponíveis no mercado mundial.


    Chianti Classico (Classico se refere à área não definida para uma reserva ou um posterior engarrafamento) e Chianti Ruffina. Adicionando aos seus distritos de produção, os vinhos Chianti variam em estilo de acordo com o envelhecimento.


    Chianti DOCG é sempre um vinho tinto seco, com notas de fruta muito concentrada, mas, freqüentemente, feito diretamente com as uvas Sangiovese. Chianti combina com comidas e seus sabores e aromas de violeta e cereja são impressionantes. Chianti pode durar dez anos ou mais se for bem armazenado.


    O segundo melhor vinho Toscano é o Brunello de Montalcino DOCG, da cidade com o mesmo nome no sul do distrito de Chianti. Brunello é um termo local referente a variedade de uvas Sangiovese.


    Estes vinhos são de qualidade superior e produção limitada. Intenso, concentrado e tânico, eles tendem a requerer um envelhecimento longo (mais de 30 anos), embora alguns produtores estão fazendo um estilo mais acessível.


    Rosso di Montalcino DOC é um vinho mais barato, pronto para beber em versões de safras mais novas ou de frutas de qualidade inferior.OS DA TOSCANA


    Vino Nobile di Montepulciano DOCG
    Da cidade com o mesmo nome, estes vinhos são feitos basicamente com as mesmas uvas e a mesma "assemblage" que o Chianti, embora o clone Sangiovese neste distrito seja o Prugnolo Gentile. Vino Nobile di Montepulciano foi o primeiro DOCG e há outros exemplos excelentes.


    Carmignano DOCG
    Este é um vinho tinto seco feito de uma mistura parecida com o Chianti, embora o Cabernet Sauvignon também possa ser utilizado.


    Vernaccia di San Gimignano DOCG
    O melhor vinho branco toscano, é vinificado com uma variedade de uvas do mesmo nome. Um vinho fresco com um sabor de amêndoa e de textura suavemente oleosa.


    O QUE É UM SUPER TOSCANO?


    O fenômeno Super Toscano começou nos anos 70, quando alguns produtores decidiram começar a criar um novo estilo de vinho. Os vinhos eram chamados Super Toscanos, porque eram produzidos fora da zona do Chianti, ou porque suas uvas eram misturadas com outras variedades (Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, Cabernet Franc) que não eram aceitas pelos requerimentos do DOCG para o Chianti, ou porque tinham 100% de Sangiovese que, antigamente, era proibido na zona do Chianti.


    Por mais que as misturas diferissem de um produtor para outro, o que estes vinhos tinham em comum eram as etiquetas com preços muito caros.
    O Super Toscano mais famoso, como o Sassiscaia e Solaia, pode induzir colecionadores a gastarem mais de U$ 200 em uma garrafa de uma boa safra.
    Os vinhos podem variar de estilos, do Chianti ao Bordeaux, do Bordeaux ao Californiano, dependendo do "assemblage".
    Umbria


    Aqui você encontrará outro vinho branco seco fresco, Orvieto DOC, tem o mesmo nome da cidade. Originalmente apenas feito em um estilo semi-doce, o vinho deve ser, no mínimo, 50 % Trebbiano.

    Torgiano é um vinho tinto fino e uma denominação de mesmo nome, as uvas são Sangiovese. Outro DOCG bem conceituado é o vinho tinto Sagrantino de Montefalco, feito com uva local do mesmo nome. Este vinho também é vinificado em um estilo passito

    Lazio

    A área que cerca Roma é conhecida como Frascati, um vinho branco seco feito com Trebbiano e Malvasia.

    Marche
     

    Lar do Verdicchio, um vinho branco seco excelente e barato feito com uvas do mesmo nome. Castelli di Jesi & Matelica é o produtor mais renomado.

    Abruzzo

    Apenas três tipos de vinho aqui!



    Montepulciano d'Abruzzo, vinho tinto feito com uva do mesmo nome (não confunda com a cidade Toscana!), Cerasuolo, um vinho tinto mais suave com aroma de cereja feito com a mesma uva e Trebbiano d'Abruzzo, um vinho branco feito com Trebbiano.

    SUL

    Puglia

    No sul são feitos mais vinhos na Puglia que em qualquer outra região. Os vinhos aqui tendem a ser grandes, ricos e alcoólicos, feitos originalmente com Aleatico, Negro Amaro e Malvasia Nero.

    Campania

    Campania é a região que produz os vinhos mais finos e de alta qualidade do sul.



    Os vinhos incluem o DOCG Taurasi, um tinto tânico e encorpado, feito com a uva Aglianico, Lacrima Christi (lágrimas de Cristo), mais conhecido como vinho dourado, mas também nos estilos tinto e espumante e Greco di Tufo, da uva Greco, uma das uvas mais antigas de origem grega.

    Sicilia

    Esta ilha ao sul é mais conhecida pelo vinho de sobremesa Marsala, mas também produz dois outros vinhos âmbar doces e ricos. Moscato Passito di Pantelleria e Malvasia delle Lipari.

    O parreiral controlado pelo estado, Corvo, embora não seja um DOC, produz um vinho de boa qualidade. Regaleali planta as uvas em altas altitudes para contrabalançar a temperatura quente da Sicília, seu melhor vinho é chamado Rosso del Conte.

    FONTE: Enciclopédia do Vinho

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    sábado, 20 de março de 2010

    ITÁLIA - CARACTERÍSTICAS



    Mapa antigo da Itália

    Mapa antigo da Itália

    PRINCIPAIS DADOS

    ÁREA: 301.302 km².
    CAPITAL: Roma.
    POPULAÇÃO: 58.863.156 milhões de habitantes (2005).
    MOEDA: Euro e Lira Italiana (A palavra "lira" deriva do latim "libra" que significa "escalas" - medida de massa, usada no sistema de pesos e medidas. Moeda cujo valor variou conforme os tempos e lugares na Itália, Malta, São Marino, Turquia, entre outros países.
    NOME OFICIAL: República Italiana (Repubblica Italiana).
    NACIONALIDADE: Italiana.
    GOVERNO: República Parlamentarista.
    PRESIDENTE: Giorgio Napolitano.
    PRIMEIRO-MINISTRO: Sílvio Berlusconi.
    DATA NACIONAL: 25 de abril (Dia da Libertação).
    LOCALIZAÇÃO: Sul da Europa.
    FUSO HORÁRIO: + 4h em relação à Brasília.
    CLIMA: Mediterrâneo (SUL), temperado oceânico (NORTE).
    CIDADES DA ITÁLIA (PRINCIPAIS): Roma, Milão, Nápoles, Turim, Palermo, Gênova, Veneza.
    COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: Italianos 97,7%, outros 2,3% (censo de 1996).
    IDIOMA: Italiano (oficial), dialetos italianos, alemão, rético, francês, grego, albanês, sardo.
    RELIGIÃO: Cristianismo 83,2% (católicos), sem filiação e outras 16,8%.
    DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 195 hab./km2.
    CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0% ao ano (1995-2000).
    TAXA DE ANALFABETISMO: 1,5% (censo de 2000).
    RENDA PER CAPITA: US$ 28.760 (estimativa 2007).

    ECONOMIA ITALIANA
    Produtos Agrícolas: beterraba, uva, milho, tomate, trigo.
    Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
    Mineração: petróleo, sal rochoso, feldspato, linhito, pedra-pome.
    Indústria: máquinas, refino de petróleo, alimentícia, metalúrgica, química.
    Mapa da Itália

    O nome Itália vem da Roma antiga. Os romanos chamavam o sul da península italiana de Italia, que significa "terra de bois" ou "terra de pastos".Nota:

    O Oriente Médio influenciou bastante o desenvolvimento cultural e social de toda a Europa mediterrânea, bem como teve muita influência sobre a cultura européia.
    Importantes culturas e civilizações existiram na região desde tempos pré-históricos.
    Importantes civilizações incluem a Magna Grécia e a civilização etrusca, que dominaram esta parte do mundo durante séculos, e especialmente o Império Romano, que estendeu seus limites sobre a maior parte do continente europeu, o norte da África e o Oriente.
    A Itália é uma península do Sul da Europa, com uma superfície de 301.401 km2, sendo o comprimento máximo de 1.300 km e a largura de 600 km. É vinte e oito vezes menor que o Brasil correspondendo ao Estado do Rio Grande do Sul.


    A maior parte da Itália está localizada na Península Itálica, no continente europeu onde dois enclaves independentes estão localizados: a República de San Marino e o Vaticano.
    As ilhas de Sicília e Sardenha também fazem parte da Itália.
    A Itália limita-se ao norte com Suíça e com Áustria, a leste com a Eslovênia, com o Mar Adriático (através do qual contata também com a Croácia, Sérvia e Montenegro (antiga Iugoslávia), Albânia, e com o Mar Jônico, que a separa da Grécia.

    A Itália limita-se a sul com o Mar Mediterrâneo (incluindo o Canal de Malta que separa a Sicília de Malta), com o Mar Tirreno e com o Mar da Ligúria (ambos separando o território peninsular das ilhas da Sicília e Sardenha e da ilha francesa da Córsega). Finalmente, a Itália limita-se ao oeste com a França.

    Mar Mediterrâneo

    Mar Adriático

    O país é delimitado ao norte pelos Alpes, que se estendem em amplo semicírculo por cerca de 1.300 km, e compreendem as montanhas mais altas da Europa: o Monte Branco (com seus 4.810 m), o Monte Rosa (4.638 m) e o Monte Cervino (4.478 m).


    Monte Branco

    A Tunísia ao no norte da África, está a 130 quilômetros a sudoeste da Sicília e 160 ao sul da Sardenha (ilha). No extremo ponto ocidental do arco alpino, começam os Apeninos que se estendem ao longo da península por cerca de 1200 km, alcançando a altitude máxima no Gran Sasso d'Italia (2.924 m).


    Gran Sasso (italiano para pedra grande), é um maciço localizado na região de Abruzzo da Itália central. Também é a peça central do parque nacional chamado Parco Nazionale del Gran Sasso e Monti della Laga (estabelecido em 1991). A cidade mais próxima é L'Aquila.
    O pico mais alto de Gran Sasso é Corno Grande, com 2.912 m de altura.
    Delimitada pelo arco alpino ao norte e pela parte setentrional dos Apeninos ao sul, estende-se por 46.000 km² a Pianura Padana, a maior planície da Europa Meridional. Ela deve seu nome ao maior rio italiano, o "Pó" (652 km), que percorre em todo o seu comprimento.
    A Planície do Rio Pó é o maior rio italiano, passando por muitas cidades importantes, incluindo Turim, ainda nas proximidades de Milão – nesta última cidade o rio penetra em uma rede de canais chamados navigli.


    Perto do fim do seu curso, o rio dá lugar a um grande delta, com centenas de pequenos canais e cinco cursos fluviais principais, chamados Pó di Maestra, Pó della Pila, Pó e Gália Transpadana (a Norte do Pó); em italiano, o vale é chamado de Pianura Padana.
    Outros rios importantes são o Adige (410 km), o Tevere (405 km) e o rio Arno (224 km).
    Como o território italiano é estreito e comprido, os seus rios não poderiam ser longos em função da posição das cadeias de montanhas onde nascem, ou seja, são relativamente curtos. O maior rio da Itália, que nasce no monte Viso e desemboca no Mar Adriático, é o Pó, com 643km. Na sua foz ele forma um delta de cinco braços.
    O Adige, que nasce ao norte, perto do lago de Resia, é o segundo em extensão, com 408km.
    O volume de águas desses rios alcança o máximo na primavera, quando a neve das montanhas se derrete.
    Essa origem das águas e o solo calcário da maior parte das regiões atravessadas pelos rios italianos propiciam que suas águas sejam muito claras, favorecendo a formação de belas paisagens.
    Dos Apeninos, correm para o Mar Adriático, o Reno (220km), o Savio e o Rubicão. Outros rios caudalosos são o Arno (241km), em cujas margens está Florença e o Tibre (405km), que banha Roma.
    Na Sicília destacam-se o Simeto e o Salso, e na Sardenha o Tirso. Turistas que percorrem a Itália se surpreendem, muitas vezes, com o leito praticamente seco de muitos rios no período do inverno, pois suas águas são desviadas para sistemas de abastecimento de água das cidades e pequenos lagos na área rural, para utilização na agricultura.


    Muitos lagos italianos, principalmente os próximos aos Alpes na Lombardia, na região norte, são grandes atrações turísticas, recebendo milhares de visitantestodos os anos, especialmente no verão.

    Destacam-se os lagos Garda (370km²), Maggiore (212km²), Como (148km²),Lugano, Iseo.
    No sul da Itália há lagos que ocupam crateras de vulcões extintos (Trasimeno ( 128 km2), Bolsena,Vico e Bracciano). Esses lagos compõem belas paisagens, de forte atração turística.
    O terreno italiano é bastante acidentado, com os Apeninos formando o esqueleto central da península. O ponto mais alto do Itália é o Mont Blanc, com seus 4,810 metros, mas dois vulcões estão mais associados com o país: o Monte Etna, na Sicília, e o Monte Vesúvio, perto de Nápoles.


    A Sicília representa na realidade uma continuação dos Apeninos além de possuir o único vulcão ativo da Europa, o Etna, com 3400m.
    Ao norte da Sicília situa-se o arquipélago das Eólicas, composto pelas pequenas ilhas vulcânicas de Stromboli, Lipari, Vulcano, Alicudi, Filicudi, Salina e Panarea.

    Mapa da Ilha da Sicilia


    VULCÃO ETNA



    As erupções mais violentas e com as maiores conseqüências para a população, produziram-se no ano de1669, destruindo parte da Catânia, e em 1928. Este vulcão esta cheio de grandes achados arqueológicos e de maravilhas vulcânicas e no rifte das placas tectônicas euro-asiática e a placa de África.
    O seu nome vem do grego Aitne, significa “que eu queimo”.
    Tem uma elevação de aproximadamente 11,000 pés (3,350 metros), dependendo das deformações da sua mais recente erupção.

    Vulcão Etna

    O Etna é um vulcão ativo situado na parte oriental da Sicília, entre as províncias de Messina e Catânia. É o mais alto vulcão da Europa e um dos mais altos do mundo, atingindo aproximadamente 3.340 metros de altura, variando em razão das freqüentes erupções.

    Além de ser o vulcão mais alto da Europa, o Etna é também a mais alta montanha da Itália ao sul dos Alpes.
    A extensão total da base do vulcão é de 1190 km2, com uma circunferência de 140 km, o que faz do Etna o maior vulcão da Itália e da Europa, superando em quase três vezes o tamanho do Vesúvio.
    É um dos mais ativos vulcões da Terra e está praticamente em constante erupção. Ocasionalmente, o Etna pode ser bastante destrutivo, mas normalmente suas erupções não oferecem grande risco à população que vive nas localidades próximas.
    Os solos vulcânicos em toda a sua volta propiciam bons campos para a agricultura, com vinhedos e hortas espalhados nas saias da montanha e em toda planície da Catânia ao sul.

    CURIOSIDADES SOBRE O ETNA

    O Etna era conhecido na Roma Antiga como ÆTNA, um nome derivado provavelmente do grego antigo aitho ("queimar violentamente") ou do fenício attano. Os árabes chamavam a montanha Gibel Utlamat ("a montanha de fogo"), que mais tarde gerou a corruptela Mons Gibel (traduzindo ambos elementos, árabe e romano, tem-se "montanha montanha", dado que a repetição em língua siciliana denota grandeza).
    De fato, o nome do vulcão em siciliano é Mongibeddu.
    O Etna, além de ter um cone principal tem 700 cones secundários. As freqüentes e por vezes dramáticas erupções fizeram da montanha um tema recorrente na mitologia clássica, traçando-se paralelos entre o vulcão e vários deuses e gigantes das lendas do mundo romano e grego.
    Eólo, o rei dos ventos, teria confinado os ventos em cavernas sob o Etna.
    O gigante Tifão foi preso sob o vulcão, de acordo com o poeta Ésquilo e foi a causa de suas erupções.
    Outro gigante, Encelado, revoltou-se contra os deuses e foi morto e sepultado sob o Etna.
    Diz-se também que Vulcano, o Deus do fogo e da forja, tinha sua fundição sob o Etna e atraiu o Deus de fogo Adrano para fora da montanha, enquanto os Ciclopes mantinham uma forja em que fabricavam raios para que Zeus os usasse como armas. Supõe-se que o submundo grego, Tártaro, encontrava-se abaixo do Etna.


    Empédocles, um importante filósofo pré-socrático e homem público do V século a.C, teria encontrado a morte numa das crateras do vulcão Etna.
    No mundo católico, acredita-se que o Etna entrou em erupção em respeito ao martírio de Santa Águeda no ano 251, fazendo com que os cristãos posteriormente a invocassem contra ameaças do fogo e relâmpagos

    Mais informações sobre o Etna:





    Webcam Direto do Etna

    VULCÃO VESÚVIO


    Já o Vesúvio, é um vulcão do tipo composto, que expele material em fluxo intenso. Localiza-se em Nápoles, atingindo uma altura de 1.281 metros.
    Antes da tragédia de Pompéia em 79, o Vesúvio encontrava-se inativo havia 1500 anos.
    Só foram iniciadas escavações na região em 1738. Elas revelaram ruas, paredes de edifícios e até pinturas inteiras.
    Segundo Lacroix é designado «Vulcano-estromboliano» porque algumas vezes existem explosões com grande produção de cinzas e lava espessa (do tipo vulcaniano) e outras eclodem com magma fluído, poucas cinzas, mas muitos gases explosivos, projetando materiais sólidos (do tipo estromboliano).
    Segundo Scarth é Pliniano, porque a sua lava é muito fragmentada e espalha-se por uma grande área, atingindo grande espessura (pode exceder os 100 km3 de volume). A coluna de gases e cinzas pode ter alguns km de altura.


    O Vesúvio é um vulcão misto, que se encontra em margens de placas destrutivas (margens convergentes), geralmente associados a arcos insulares e a cadeias de montanhas litorais.
    O magma, rico em sílica, tem essencialmente origem no material da própria placa. As lavas produzidas são muito viscosas e solidificam rapidamente, formando um relevo vulcânico com vertentes abruptas.
    Segundo outros autores, o vulcão é considerado explosivo, mas tendo em que conta que, ao longo do seu período de atividade, ocorreram erupções alternadas, é mais correto designá-lo por misto.
    Vesúvio

    CURIOSIDADES SOBRE O VESÚVIO


    Com 1220 metros de altura, o Vesúvio não entra em erupção desde 1944.
    Em 1968, chegou a entrar em atividade, mas não expeliu lava. A suspeita levantada por especialistas diz que se ele entrar em atividade novamente matará milhões de pessoas em apenas alguns minutos.
    Os vulcanólogos italianos descobriram que existe uma rocha enorme obstruindo a boca do vulcão, como se fosse uma rolha de garrafa de champanhe. Os pesquisadores acreditam que o Vesúvio libertará uma nuvem super aquecida de cinzas e gases venenosos.


    Em 1995, o governo italiano formou uma comissão cujo objetivo é traçar um plano de emergência para o caso de o Vesúvio voltar a entrar em atividade. O principal ponto do plano é evacuar 700 mil pessoas que moram nas áreas de maior risco num período de sete dias.
    A sua erupção mais intensa ocorreu no dia 24 de agosto do ano de 79, quando o vulcão entrou em erupção e a lava quente cobriu as cidades de Pompéia e Herculano com uma camada de dois metros de espessura. Em seguida, o vulcão lançou cinzas e pedras que formaram outra camada de dez a quinze metros.
    Entre 20 mil e 30 mil habitantes morreram sufocados pelas cinzas ou sob os tetos das casas que desabavam.
    Os documentos históricos dizem que a tragédia do ano 79 aconteceu num tempo relativamente curto. A erupção começou às 13h de 24 de Agosto, quando o Vesúvio expeliu uma nuvem super aquecida. Doze horas depois, com a erupção teriam morrido milhares de pessoas.

    POMPÉIA

    Os primeiros vestígios da fundação de Pompéia datam do século VII a.C.
    Segundo os arqueólogos, o primeiro núcleo de habitantes se instalou 25 metros acima do nível do mar, numa margem do rio Sarno e a poucos metros da praia.
    Durante os primeiros séculos, Pompéia recebeu a influência das civilizações gregas e etruscas, que dominavam a atual região da Campânia, no sul da Itália.


    A várias dezenas de quilômetros de Pompéia fica Paestum, um dos mais importantes encraves da Magna Grécia, com imponentes templos gregos.
    No século IV a.C. a cidade teve uma grande chegada de samnitas (antigo povo da região), que desceu das montanhas em direção ao litoral, e Pompéia viveu uma forte urbanização.


    Entre os anos 343 e 290 a.C., os samnitas foram derrotados pelos romanos, que conquistaram a Campânia. Pompéia passou a fazer parte da "Res Pública Romana", e no século I a.C. virou município. No ano 80 a.C., se rebelou e pediu dignidade política e social igual à de Roma. Depois de ser cercada pelas tropas de Cornélio Sila, se rendeu e passou a ser uma colônia do Império.
    Entre 27 a.C. e 37 d.C., Pompéia teve sua época de esplendor. Foram construídos belos edifícios privados e públicos.
    Seu melhor momento foi na época dos imperadores Augusto e Tibério.
    No ano 62 d.C. houve um forte terremoto que deixou grandes estragos na cidade.
    Em 24 de agosto de 79 d.C., em plena reconstrução da cidade, ocorreu uma erupção do Vesúvio que a sepultou.

    A SARDENHA

    A Sardenha não conta com nenhum vulcão, porém tem como característica o fato de que suas elevações procedem de um antigo maciço, o Tirrénido, que na maior parte encontra-se afundado.
    Os rios de ilhas são de caráter torrencial e sofrem graves acréscimos no inverno, enquanto que no verão aparecem totalmente secos.
    Sardenha e Elba também fazem parte das mais importantes ilhas italianas.
    A cordilheira dos Apeninos, em italiano: Appennini, estendem-se por 1000 quilômetros do norte ao sul da Itália ao longo da costa leste. Deram seu nome à Península Apenina, que forma a maior parte da Itália. As montanhas são verdes e arborizadas, apesar de um lado do pico mais elevado, o Corno Grande (2912 m), ser parcialmente coberto pela geleira mais meridional da Europa.


    As elevações mais a leste, perto do Mar Adriático, são abruptas, enquanto que as do oeste formam uma planície onde se localiza a maior parte das cidades históricas italianas, além de possuir o único vulcão ativo da Europa, o Etna, com 3400m. As erupções mais violentas e com as maiores conseqüências para a população produziram-se no ano de 1669, destruindo parte da Catânia, e em 1928.
    O clima predominante é o temperado mediterrânico. O clima da Itália pode variar de região para região. O norte italiano (Milão, Turim, e Bolonha) tem um clima Continetal, enquanto que abaixo de Florença, apresenta-se o clima Mediterrâneo.
    O clima das áreas litorâneas da Península é muito diferente do interior, particularmente nos meses de inverno. As áreas mais elevadas são frias, úmidas e frequentemente recebem a precipitação de neve.
    As regiões litorâneas tem um clima Mediterrâneo típico com invernos suaves e verões quentes, geralmente secos. A região alpina é marcada por um clima frio de montanha, com invernos rigorosos e verões um pouco menos frios. Stelvio, por exemplo possui médias de -12°C de inverno e 5°C de verão.


    Há diferenças notável nas temperaturas, sobretudo durante o inverno: em certos dias em dezembro ou janeiro pode-se nevar em Milão a -2°C, enquanto que em Palermo ou Nápoles as temperaturas então em +17°C. Certas manhãs Turim pode amanhecer com -10°C, e ao mesmo tempo Roma se encontra com +6°C e Reggio Calabria +12°C. No verão a diferença é mais clara, a costa leste não está tão úmida como a costa ocidental, mas no inverno está geralmente mais fria. Nos meses de inverno os Apeninos recebem neve regularmente.

    A Itália é sujeita a condições altamente diversificadas no outono, inverno, primavera, quando o verão é geralmente mais estável mesmo nas cidades do norte, como Turim, Milão, Pavia, Verona ou Udine podem vir chuvas durante o dia. Já abaixo de Florença o verão é tipicamente seco e ensolarado. Entre novembro e março o Vale do Rio Pó é freqüentemente coberto pela neve, sobretudo a zona central (Pavia e Cremona).

    A neve é algo completamente comum entre dezembro e fevereiro em cidades como Turim, Milão e Bolonha, nos últimos invernos (2005 - 2006), Milão recebeu aproximadamente 70/80cm de neve, Como em torno de 1m, Pavia 50cm, Trento 1,60m, Vicenza em torno de 45cm, Bolonha em torno de 30cm e Piacenza ao redor de 80cm.


    Geralmente o mês mais quente, é agosto no sul, e julho no norte, nesses meses os termômetros podem marcar 42°C no sul e 33°C no norte. O mês mais frio é janeiro, com médias no Vale do Rio Pó de 0°C, Florença 5°C/6°C, Roma 7°C/8°C. As temperaturas podem chegar na manhã a -14°C no Vale do Rio Pó, -5°C/-6°C em Florença, -4°C em Roma, -2° em Nápoles e em Palermo pode chegar a 1°C.


    Quanto à vegetação, antes de tudo, deve-se evidenciar a quase nula ocorrência de incêndio na região, e assim o Parque de Sulcis, em geral, é uma das reservas de bosques mais preservadas da Sardenha. Prevalecem os bosques de azinheiro, sobreiro, as matas, em particular erica e medronheiro.



    No subsolo, encontram-se o viburno, samambaias, como a Asplenium onopteris L., o polipódio meridional, esplêndida florescência dos cíclames e numerosas espécies de cogumelos.
    Nas clareiras ou nas margens dos bosques mais frescos, se encontram freqüentemente cipós como a clematite Vitalba, conhecida como dedaleira vermelha e espécies farmacêuticas como a erva-cavalinha maro ou erva-gata.
    Nas regiões mais próximas aos torrentes, predominam as matas, tipo oleandro, os bosques de salgueiro vermelho e os bosques de amieiro. Este último na região de Is Frociddus e Perdu Melis, formando verdadeiros corredores de bosques, nos quais os mais freqüentes são o salgueiro de Arrigoniosmunda regale e erica tirrenica. A vegetação muda de lugar para lugar.
    No sul e centro predomina a vegetação mediterrânea, nas regiões mais altas do Apenino a vegetação de altitude e no norte as florestas temperadas (árvores de folhas caducas).


    A Itália é um país altamente urbanizado. As maiores cidades do país são Roma, Milão e Nápoles, cada uma com mais de um milhão de habitantes.
    A densidade populacional italiana é uma das mais altas da Europa, com 197 hab/km², mas o país possui uma taxa muito baixa de crescimento populacional anual, uma das mais baixas do continente, uma conseqüência de menos filhos por família.
    Cerca de 98% da população italiana são descendentes de italianos. Minorias incluem alemães que vivem na região de Trentino-Alto Adige, e eslovenos, que vivem na região de Trieste, bem como descendentes de franceses, que vivem na região de Valle D'Aosta.
    A Itália é famosa pela sua arte, cultura e monumentos, entre os quais se encontram a Torre de Pisa o Coliseu de Roma, bem como pela sua comida (pizza, pasta, etc.), vinho, estilo de vida, elegância, design, cinema, teatro, literatura, poesia, artes plásticas, música (especialmente a Ópera), e, de forma geral, por aquilo que é considerado por muita gente "bom gosto".


    O período do Renascimento iniciou-se na Itália no século XIV e perdurou até ao século XVI. Feitos literários, tais como a poesia de Petrarca, Tasso e Ariosto; assim como a prosa de Boccaccio, Maquiavele Castiglione exerceram uma enorme e duradoura influência no desenvolvimento subseqüente da cultura Ocidental; igual repercussão tiveram a pintura, escultura e a arquitetura produzida por gigantes como Leonardo da Vinci, Raffaello, Botticelli, Fra Angelico e Michelangelo. Dentre os artistas modernos pode-se incluir o escultor Tommaso Geraci.
    A influência musical de compositores Italianos como Monteverdi, Palestrina, e Vivaldi marcaram uma época.
    No século XIX, a ópera romântica Italiana floresceu pela mão de compositores como Rossini, Verdi, e Puccini. Os artistas italianos contemporâneos, escritores, cineastas, arquitetos, compositores, e designers continuam a contribuir de forma significativa para a Cultura Ocidental.


    O futebol é o desporto principal e os italianos são conhecidos pela paixão com que o vivem. A Itália ganhou a Taça do Mundo de futebol três vezes: em 1934, 1938 e 1982.
    O italiano, língua oficial da Itália nasceu na Toscana, região cuja capital é Florença, e deriva do Latim, língua oficial do Império Romano. Dante Alighieri, que viveu no século XIII, autor da Divina Comédia, é considerado o "pai" da língua italiana. No entanto, por influência de tantas Cidades-estado até 1861, falando e escrevendo diferentes línguas, há muitos dialetos que sobrevivem como línguas vivas até hoje.
    A Itália tem uma economia industrial diversificada com um rendimento total e per capita mais ou menos igual ao da França ou do Reino Unido.


    Esta economia capitalista permanece dividida entre um norte industrialmente desenvolvido, dominado por empresas privadas, e um sul agrícola e menos desenvolvido, com uma taxa de desemprego de 20%.
    Em comparação com os vizinhos da Europa Ocidental, tem um grande número de Pequenas e Médias Empresas, PMEs. A maior parte das matérias-primas necessárias à indústria e mais de 75% da energia são importadas.
    Durante a última década, a Itália seguiu uma política fiscal apertada a fim de cumprir os critérios da União Econômica e Monetária e beneficiou de taxas de juros e de inflação mais baixas, levando à adesão ao Euro desde o início, em 1999.
    A performance econômica de Itália encontra-se atrasada em relação aos seus parceiros da UE, e o atual governo pôs em prática numerosas reformas de curto prazo destinadas a aumentar a competitividade e o crescimento a longo prazo da economia.
    Apesar disso, tem andado devagar na implementação de reformas estruturais consideradas necessárias pelos economistas neoliberais, como a diminuição dos impostos, a flexibilização das leis que regem o mercado de trabalho e a reforma do sistema de pensões por causa do abrandamento econômico em curso e da oposição dos sindicatos.

    SUB-DIVISÕES DA ITÁLIA


    As vinte regiões da Itália são a primeira subdivisão do país, tendo sido instituídas com a Constituição de 1948 com o objetivo de reconhecer, proteger e promover a autonomia local.

    Cinco das vinte regiões possuem um estatuto especial (Friuli-Venezia Giulia, Sardenha, Sicília, Trentino-Alto Ádige, e Vale de Aosta), o que lhes garante maior autonomia para legislar sobre diversas matérias que não seja de monopólio do estatal.


    Estas cinco regiões são autônomas por fatores culturais, lingüísticos e geográficos.


    Cada região tem um conselho (consiglio regionale, na Sicília assemblea regionale) eleito e uma junta (giunta regionale) encabeçada por um presidente. A junta é responsável pelo conselho e deve renunciar se falhar em manter a sua confiança.
    As quinze regiões de estatuto ordinário foram estabelecidas por várias leis em 1970 e elas servem prioritariamente para descentralizar a máquina de governo do Estado, e administrações recentes têm dado mais poderes às regiões.
    Muitas das regiões do norte estão buscando mais autonomia e poder. As regiões são encabeçadas por um comissário que serve para coordenar os assuntos e atividades do aparato do governo central. Os governos provinciais e comunais seguem princípios similares: conselhos e juntas encabeçadas por presidentes provinciais ou prefeitos comunais.


    A autonomia regional (federalismo) tem sido um assunto dos políticos italianos em anos recentes, sem dúvida ajudado pelo surgimento de partidos tais como a Liga Norte.
    A comuna italiano (em italiano comune; plural comuni, palavras de gênero masculino) é a unidade básica de organização territorial da Itália, equivalente ao município no Brasil e ao Concelho em Portugal.
    Sua estrutura é constituída pelo sindaco, equivalente ao prefeito no Brasil e ao Presidente da Câmara Municipal em Portugal; pelo conselho comunal (composto pelo sindaco e por um número variável de conselheiros eleitos) e pela junta comunal - um grupo de assessores, escolhidos pelo sindaco.


    A comune é o ente local fundamental, autônomo e independente, segundo princípios consolidados na Idade Média e parcialmente retomados pela Revolução Francesa, conforme o artigo 114 da Constituição da República Italiana.
    Cada comune pertence a uma província, mas o governo provincial não é intermediário nas relações dos comuni com as regiões ou mesmo com o Estado italiano. Por ser dotado de personalidade juridica, o comune pode ter relações diretas com a Região e com o Estado e, de fato, sendo as competências de uma região muito mais amplas do que as de uma província, o comune mantém geralmente mais relações com a região.


    A subdivisão em circunscrições é obrigatória para comuni maiores - aquelas que superam os 100 mil habitantes, a fim de proporcionar uma participação mais directa da população na administração. A cada circunscrição são delegados poderes previstos em estatuto.
    Comunes pequenos e médios, por sua vez, são divididas em fracções (frazioni em italiano). A fracção (frazione), todavia, não tem autonomia administrativa, sendo apenas uma divisão geográfico-estatística.
    Em 2001, havia na Itália 8101 comunas. Posteriormente foram criados Baranzate e Cavallino-Treporti. Destas 8103, cem superam os 50 mil habitantes, sendo que 80 são capitais de província.
    (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Comuna_italiana)

    DEMOGRAFIA DA ITÁLIA


    A Itália tem um das densidades de população mais altas da Europa. Densidades de cerca de 200 pessoas por Km² ocorrem na maioria da Planície italiana Norte; na costa Lígure; no Vale do Arno e Toscânia do norte; nas regiões adriáticas montanhosas de Marche, Abruzzi, e Molise; a maioria da Úmbria, Lácio, Calábria, e Apúlia; e muitas áreas litorâneas na Sicília.


    As áreas escassamente povoadas são os planaltos Alpinos, partes do Apeninos na Ligúria e Calábria e os pântanos de Toscânia e Lácio.
    O coeficiente de natalidade atual da Itália e a taxa de mortes estão ligeiramente abaixo da média européia.
    O crescimento da população diminuiu em 4,4 % da década de 1970 para 1990. Embora a taxa de crescimento comum no Mezzogiorno (sul) ,é mais alta que no norte, a população de Itália central, e do norte, tendeu geralmente a crescer mais rapidamente do que isso, no Mezzogiorno, principalmente por causa de um padrão de migração interno, no qual as pessoas do sul menos desenvolvido iam em direção ao norte à procura das maiores oportunidades econômicas que eles esperavam achar nas áreas desenvolvidas.
    Só três quartos da população vivem em áreas urbanas, com uma média perto da européia. Roma, a capital da nação, também é a maior cidade.


    Milão, Nápoles, e Turim, cada uma, têm mais de um milhão de habitantes.
    Milão é a principal cidade comercial da Itália, centro financeiro, e industrial. Outras cidades grandes incluem Gênova, Palermo, Bolonha, Florença, Catânia, e Veneza.
    A emigração foi por muito tempo uma característica da população da Itália. Entre 1861 e 1965, calcula-se que 26,5 milhões de italianos emigraram, principalmente para os Estados Unidos, Argentina e Brasil. Só 6 milhões voltaram.


    A partir da Segunda Guerra Mundial continuou a emigração, principalmente por parte de trabalhadores que deixaram temporariamente a Itália para empregar-se noutras nações européias: na Alemanha (particularmente a Ocidental) e a Suíça. Só aproximadamente 25 % de todos os emigrantes durante este período emigraram permanentemente para o ultramar.
    Durante os anos 80 e 90 uma tendência nova se desenvolveu: a própria Itália começou a atrair os imigrantes, primeiro da África Norte, depois da Albânia, Iugoslávia, e outros países da Europa Oriental.


    (Fonte: Brasil Escola).
    PRESIDENTES ITALIANOS



    ALCIDE DE GASPERI - DE 12/06/1946 A 29/07/1946 (PARTIDO DA DEMOCRACIA CRISTÃ);
    ENRICO DE NICOLA - DE 29/06/1946 A 11/05/1948 (PARTIDO LIBERAL ITALIANO);
    LUIGI EINAUDI - DE 11/05/1948 A 11/05/1955 (PARTIDO LIBERAL ITALIANO);
    GIOVANNI GRONCHI - DE 11/05/1955 A 11/05/1962 (DEMOCRACIA CRISTÃ);
    ANTONIO SEGNI - DE 11/05/1962 A 06/12/1964 (PARTIDO DA DEMOCRACIA CRISTÃ);
    CESARE MERZAGORA - DE 06/12/1964 A 28/12/1964 (PARTIDO DA DEMOCRACIA CRISTÃ);
    GIUSEPPE SARAGAT - DE 28/12/1964 A 24/12/1971 (PARTIDO SOCILIALISTA DEMOCRÁTICO ITALIANO);
    GIOVANNI LEONE - DE 24/12/1971 A 15/06/1978 (PARTIDO DA DEMOCRACIA CRISTÃ);
    AMINTORE FANFANI - DE 15/06/1978 A 08/07/1978 (PARTIDO DA DEMOCRACIA CRISTÃ);
    ALESSANDRO PERTINI - DE 08/07/1978 A 23/06/1985 (PARTIDO SOCIALISTA ITALIANO);
    FRANCESCO COSSIGA - DE 23/06/1985 A 28/04/1992 (PARTIDO REPUBLICANO ITALIANO);
    GIOVANNI SPADOLINI - DE 28/04/1992 A 25/05/1992 (PARTIDO REPUBLICANO ITALIANO);
    OSCAR LUIGI SCALFARO - DE 25/05/1992 A 15/05/1999 (PARTIDO DA DEMOCRACIA CRISTÃ);
    NICOLA MANCINO - DE 15/05/1999 A 18/05/1999 (PARTIDO POPULAR ITALIANO);
    CARLO AZEGLIO CIAMPI - DE 18/05/1999 A 15/05/2006 (SEM PARTIDO);
    GIORGIO NAPOLITANO - DE 15/05/2006 AOS DIAS ATUAIS (PARTIDO DOS DEMOCRATAS DA ESQUERDA).
    Bandeira do presidente da República Italiana

    CURIOSIDADES SOBRE A ITÁLIA



    ## A Itália é um pouco maior que o Estado do Rio Grande do Sul e cabe vinte e oito vezes no território brasileiro. Em forma de bota, como é ensinado às crianças nas suas primeiras lições, a Itália tem 1.300 quilômetros de comprimento e 600 de largura. Dentro dessas dimensões, a Itália, hoje, é o maior produtor europeu de arroz, de óleo e de vinho.
    ## ROMA: uma das mais antigas cidades européias Roma foi fundada há mais de 2.700 anos. Desde então, nunca deixou de ser habitada, inicialmente como centro do Império Romano e depois da Igreja Católica. Muitos idiomas europeus derivaram do latim; muitos sistemas políticos e jurídicos seguem o antigo modelo romano; edifícios em todo o mundo foram construídos a partir de estilos e técnicas aperfeiçoados na antiga Roma. A cidade surgiu como um vilarejo da Idade do Ferro, em meados do século VIII a.C. Em 616, foi tomada por seus vizinhos, expulsos mais tarde, quando Roma tornou-se uma República. Conquistou praticamente toda a Itália, voltando, então, sua atenção para outras terras. Mesmo sendo a sede do Papado, Roma entrou em declínio na Idade Média. Recuperou-se de forma acentuada em meados do século XV. Em 1870, Roma tornou-se a capital da recém-unificada Itália.
    ## Campidoglio é uma cidadela da antiga Roma. Um lugar belíssimo e aconchegante. Um extraordinário lance de escadas leva à espetacular Piazza Del Campidoglio de Michelangelo, rodeada pelos Palazzi Nuovo e dei Conservatori, que abrigam os Museus Capitolinos, com seus admiráveis acervos de esculturas e quadros. Ao redor do Campidoglio, estão inúmeros pontos turísticos que podem ser apreciados como o Monumento a Vitorio Emanuelle, a Chiesa de San Marco, o Pallazzo Venezia, a Insula Romana, o Palazzo Nuovo e a Scalinata dell’Aracoeli.
    ## Os mais antigos documentos de composição musical da Europa são os cantos Gregorianos, assim chamados por causa da Pontífice São Gregório que, no século VI, fixou os esquemas, reordenando as regras já traçadas por Santo Ambrósio, arcebispo de Milão, no século quatro.
    ## Os compositores italianos que inscreveram o seu nome no firmamento musical internacional são muitos. Devem ser lembrados Giovani Pierluiggi da Palestrina, que compôs diversos corais para missas, das quais a mais célebre é o Papa Marcello, considerada uma das obras primas da música de todos os tempos.
    ## No setor de ópera temos Giovachino Rossini, de O Barbeiro de Sevilha e Guilherme Tell. Também temos Vincenzo Bellini, de Norma e Sonâmbula, Giuseppe Verdi, de Aída, La Traviatta, Otello, Trovattore, Ballo in Maschera, La Forza Del Destino e Rigolletto.
    ## As massas são o alimento básico de toda a Itália. Os tipos mais comuns de massa são o espaguete, o macarrão, o ravióli, a lasanha e o fetuccinni.
    ## Na Itália existe o Museu Histórico do Espaguete, em Pontedassio, perto de Imperia, que mostra a história deste prato. A pizza é outro alimento popular. A cozinha italiana usa muita manteiga, azeite e tomate.
    ## Quase todas as regiões do país têm sua própria especialidade culinária. Entre elas podem citar-se a mortadela de Bologna, o prosciutto de Parma, o Minestrone de Milão e a Polenta Cuncia do Piemonte.
    ## Os meses do ano em italiano são parecidos com os da língua portuguesa: Gennaio, Febbraio, Marzo, Aprile, Maggio, Giugno, Luglio, Agosto, Settembre, Ottobre, Novembre e Dicembre. Já os dias da semana são diferentes: Lunedi, Martedi, Mercoledi, Giovedi, Venerdi, Sabato e Domenica.
    ## Vinhos: a cor é a melhor pista para o exame do vinho ainda na garrafa: observando-o contra a luz, o vinho estará BOM sempre que seus reflexos forem da gama do vermelho e estará em perigo ao aproximar-se do marrom escuro, quando ele literalmente estraga. Tomando um só tipo de vinho sem acompanhar alimentos, o problema não se coloca; mas se for mais de um, a seqüência deve ser in crescendo, isto é, brancos antes dos tintos, secos antes de suaves, novos antes de antigos, sempre do MENOS para o MAIS importante.


    ** Alimentos que deturpam o gosto do vinho: alcachofra, molhos saturados de vinagre e chocolates.
    ** Alimentos que potencializam o máximo o gosto do vinho: pão e queijo.
    ## O vinho não pode ser enlatado porque corroe a lata, e também porque o vidro tem maior poder de conservação, isto é, conserva durante mais tempo as qualidades gustativas de um grande vinho. Além disso, após aberto, o vinho deve ser bebido todo, pois o ar que fica na garrafa o estraga.


    (Fonte: Bella Italia).

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