sexta-feira, 25 de junho de 2010
Se imaginarmos o que os nossos pés sofrem diariamente por estarem mal vestidos, mal apoiados ou mal arejados, compreenderemos a necessidade de usar calçado de boa qualidade, leve, confortável, especialmente no Verão. Foi nisso que pensou certamente Matthew Harrison, um estudante de design no Royal College of Art de Londres, quando concebeu a linha dopie.
A ideia foi reduzir o calçado ao mínimo sem perder as características essenciais, ou seja, um pouco menos do que andar descalço. A solução mais próxima era o chinelo havaiano. A partir daí foi nascendo um novo tipo de chinelo mais resistente, mais ergonómico e ainda mais simples, sem necessidade de correias para se manter seguro no pé.
O chinelo dopie consiste basicamente numa sola em espuma de alta densidade com uma forma que se adapta à curva do pé. Presa a esta base encontra-se um encaixe para os dedos feito de uma espuma mais macia que dá aos chinelos o seu estilo inconfundível. Adicionalmente pode ser usada uma correia que passa por duas ranhuras na sola. Várias combinações de cores tornam estes chinelos verdadeiramente radicais.
Fonte: http://obviousmag.org/
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Geladeira em módulos
O Flatshare Fridge é uma geladeira original e funcional. Em vez de um compartimento único com uma porta também única, é composto por uma base onde podem encaixar até quatro módulos. Estes módulos são autónomos e podem até ser personalizados quer no desenho, quer no arranjo interior. A vantagem é que abrindo apenas uma pequena porta de cada vez se conserva melhor a temperatura interior, além de que é possível cada pessoa ter o seu espaço refrigerado individual.
A ideia nasceu de um estudante de design na Universidade de Artes Aplicadas de Viena, Stefan Buchberger, ainda é um protótipo. O aspecto de puzzle ou construção de LEGO é interessante mas é sobretudo a flexibilidade e a funcionalidade que tornam a proposta válida. Esperamos que venha a ser produzido.
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Marcadores: curiosidades
O que queremos para nossa agricultura
Em vez de priorizar o lucro de grandes fazendeiros, temos que respeitar o equilíbrio do ambiente e produzir alimentos sadios
As transformações do mundo nas últimas décadas fizeram com que o centro de acumulação do capital fosse para a esfera financeira e para as corporações transnacionais. Isso trouxe graves consequências e promoveu um enfrentamento crescente entre dois modelos de produção na agricultura. O modelo dos capitalistas é uma aliança entre grandes proprietários de terras, empresas transnacionais e sistema financeiro. As empresas fornecem insumos, compram os produtos, controlam o mercado e fixam preços dos produtos agrícolas.
Os grandes proprietários (cerca de apenas 40 mil, que possuem mais de mil hectares) entram com a terra, destruindo a biodiversidade e superexplorando os trabalhadores, para repartir a taxa de lucro da agricultura das empresas.
Esse modelo foi autodenominado de agronegócio. Adota a monocultura, para ampliar a escala de produção, com o uso intensivo de venenos e maquinaria pesada.
Essa matriz tecnológica provoca um desequilíbrio climático e ambiental para obter lucros e fazer negócios a quaisquer custos.
O próprio sindicato das empresas de defensivos agrícolas anunciou exultante que, na safra passada, utilizou 1 bilhão de litros de agrotóxicos (cinco litros por habitante). Somos o maior consumidor mundial de venenos. Isso degrada o solo, afeta o lençol freático, contamina até as chuvas, além dos alimentos. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Instituto Nacional do Câncer têm alertado que o aumento de câncer está ligado ao crescente uso de agrotóxicos. Os ricos e a classe média alta compram produtos orgânicos, mais caros. No entanto, o povo está à mercê dos produtos contaminados.
O agronegócio ainda aumenta a concentração da terra e da produção, pela necessidade de ganhar escala no plantio. O Censo de 2006 aponta que a concentração da terra é maior do que na década de 1920. Estamos fazendo o caminho inverso ao da reforma agrária. Cerca de 80% das nossas melhores terras são usadas para produzir para exportação três produtos: soja, milho e cana. Além disso, o agronegócio é cada vez mais dependente do financiamento público.
Para produzir um valor anual de R$ 120 bilhões, esse modelo retira crédito nos bancos públicos (da poupança recolhida nos depósitos à vista), ao redor de R$ 90 bilhões.
Ou seja, é a população brasileira que financia o agronegócio, ao contrário da propaganda mentirosa que só exalta seus "benefícios".
Os movimentos sociais, junto com ambientalistas, igrejas e cientistas, temos alertado sobre esses problemas. Propomos outro modelo de agricultura, que priorize a produção diversificada, máquinas agrícolas adequadas a pequenas unidades, agroindústrias cooperativadas e técnicas agroecológicas.
Em vez de priorizar o lucro de grandes empresas e fazendeiros, temos que respeitar o equilíbrio do ambiente, produzir alimentos sadios, fortalecer o mercado interno, aproximando produtores e consumidores. Nossa proposta de reforma agrária popular é a adoção desse modelo, e não apenas distribuir lotes para os sem-terra. O que está em jogo é a organização da agricultura brasileira.
O povo não tem dinheiro para financiar candidatos, mas o agronegócio anunciou a aplicação de R$ 800 milhões para eleger candidatos. Mas temos o voto e poder de mobilização. É preciso, nesse período eleitoral, cobrar dos candidatos posições claras. Os nossos recursos naturais devem ser utilizados em benefício do povo brasileiro. A sociedade brasileira, cedo ou tarde, deverá decidir se o país continuará produzindo alimentos com venenos, porque dão lucros, ou se dará prioridade a alimentos saudáveis e à preservação ambiental.
João Pedro Stedile, 56, economista, é integrante da coordenação nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e da Via Campesina Brasil.
Fonte: FSP, 28/05/2010
http://www.socialismo.org.br/portal/questoes-agrarias/107-artigo/1539-o-que-queremos-para-nossa-agricultura
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Marcadores: Artigo
Brasil será o maior produtor agrícola até 2019, prevê relatório internacional
A produção agrícola brasileira crescerá 40% entre 2010 e 2019 e será superior à de países como Rússia, Índia, China e Ucrânia, que devem contar, no mesmo período, com aumento médio superior a 20%
O Brasil vai se tornar o maior produtor agrícola do mundo na próxima década. A previsão foi publicada nesta quarta-feira (16), em relatório anual intitulado Perspectivas Agrícolas 2010-2019, realizado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura Alimentação (FAO) e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Segundo a publicação, a produção agrícola brasileira crescerá 40% entre 2010 e 2019 e será superior à de países como Rússia, Índia, China e Ucrânia, que devem contar, no mesmo período, com aumento médio superior a 20%.
Os setores de etanol e oleaginosas foram apontados como alguns dos destaques da agricultura brasileira para esse período. As oleaginosas são vegetais como a soja, o girassol, o milho, o coco, a palma e outros. Elas possuem óleos e gorduras que podem ser extraídos através de processos adequados. No setor das oleaginosas, o Brasil deve se tornar o maior exportador mundial em 2018, superando os Estados Unidos. A tendência é de que a produção brasileira passe dos atuais 26% da produção mundial para 35% em 2019.
Para a FAO e a OCDE, o ritmo do crescimento agrícola será mais lento na próxima década em relação aos últimos dez anos, mas atingirá a meta de 70% de aumento estimada para atender a demanda mundial por alimentos prevista para 2050.
Fonte: SECOM
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Marcadores: Economia
Azurra dá adeus a Copa
Na Copa de 2006, Itália e França estavam juntas, frente a frente no estádio Olímpico de Berlim para decidir a Copa disputada na Alemanha. Quatro anos depois, as duas seleções com títulos mundiais no currículo estão novamente unidas. Mas com um destino bem diferente: eliminadas na primeira fase do Mundial 2010. Nesta quinta-feira, os italianos, atuais campeões do mundo, foram desclassificados na África do Sul ao perderem por 3 a 2 para a Eslováquia no estádio Ellis Park, em Joanesburgo.
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Em 80 anos de história dos Mundiais de futebol, nunca campeão e vice haviam sido eliminados na fase inicial da competição seguinte. E pela primeira vez, a tetracampeã Itália, lanterna do Grupo E, deixa uma Copa sem vencer um jogo sequer (dois empates e uma derrota). A pior campanha de sua vitoriosa história.
Com informações do GloboEsporte.Com
Imagem arquivo virtual
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Marcadores: Esportes
Legalizações São Paulo: Quando o errado se transforma em “correto”
Por Imir Mulato*- Retornando ao assunto das legalizações de documentos, procedimento necessário para encaminhar os processos de reconhecimento da cidadania italiana jure sanguinis diretamente na Itália, é necessário colocar em discussão a situação vigente, procurando corrigir um erro administrativo, cometido pelo Consulado Italiano de São Paulo, que está criando deságios a centenas de cidadãos italianos do estado de São Paulo e jurisdição pertinente, excluindo-os da possibilidade de obter os seus direitos na Itália.
Nas diversas ocasiões que eu tentei expor o problema, demonstrando os defeitos no sistema de agendamentos para as Legalizações, criado pelo Consulado, os encarregados do setor rebateram dizendo que os procedimentos são corretos e justos. Não é verdadeira esta afirmação!
O sistema de agendamentos do Consulado de São Paulo não dispõe de qualquer filtro ou controle seletivo. Além de que, ninguém consegue obter informações concretas do Consulado, no que diz respeito ao reconhecimento da cidadania. As pessoas não sabem se aquele agendamento é para a espera para iniciar o processo no Brasil, ou se é para legalizar os documentos que tornam possível o desenvolvimento do processo diretamente na Itália.
Deste modo, muitas pessoas fizeram a inscrição no sistema de legalizações, pensando estarem inscritas para o desenvolvimento rápido do processo no Brasil, com a convicção de que seriam chamadas em breve tempo ... entre 2014 ou 2015.
Recordamos ainda que a fila para as Legalizações está repleta de agendamentos fictícios, feitos por espertalhões que pensavam, em seguida, vender os lugares a buon mercato, situação por mim já denunciada muitas vezes.
Enfim, por um defeito ou por outro, a fila de espera para as legalizações ocupada até 2021 não corresponde à realidade e deve ser reorganizada.
Um sistema parecido, utilizado pelo Consulado italiano de Curitiba, exige que o interessado, num primeiro acesso ao sistema, compile um formulário com seus dados pessoais. Num segundo momento, receberá um e-mail com a designação de um password e um código pessoal que lhe permitirá acessar o sistema e escolher uma data útil para proceder as legalizações.
Nem mesmo este sistema é perfeito e poderia apresentar agendamentos fictícios, mas o procedimento cria certo grau de dificuldade e não estimula a ação dos espertalhões, tanto que os agendamentos em Curitiba crescem de modo aparentemente natural.
O sistema utilizado pelo Consulado de São Paulo é totalmente aberto e a pessoa entra diretamente no formulário digitando seus dados, tendo imediatamente seu nome agendado, ocupando uma vaga entre as 10 previstas diariamente. Parece um televoto!
Nesta situação, sem nenhum controle, os agendamentos hoje chegam a 2020, 2021.
É oportuno perguntar qual poderia ser a reação de um normal cidadão, que procurando um guichê de um serviço público para autenticar qualquer documento, recebe a resposta que deve retornar dentro de 10 anos, porque “neste momento estamos ocupados”!
Esta não é uma situação anômala, é uma brincadeira de mau gosto! Ou então, aqueles que procuram o serviço público não são cidadãos?!
Os encarregados dizem que estão ocupados com as legalizações diárias. Porém, é sabido que não comparecem nem ao menos 20% daqueles que estão agendados. A sala de espera do Consulado pode ser a contraprova desta afirmação.
É verdade que uma expressiva e potente corrente de funcionários do Ministério dos Negócios Exteriores - tanto os lotados na Itália, quanto aqueles no Exterior - querem as salas sempre vazias quando se trata de reconhecimento da cidadania para os ítalo-descendentes, em particular aos ítalo-brasileiros.
Os políticos italianos de São Paulo, Patronatos, Associações Culturais, inclusive o Comites, não querem interceder junto ao Consulado, para não se indisporem com os dirigentes.
Fazem como o avestruz, enfiando a cabeça no buraco e esquecendo que sem novos cidadãos italianos na circunscrição eleitoral Brasil, não existirão deputados e senadores. Tanto que das seis cadeiras disponíveis para a América do Sul, apenas uma é ocupada pelo Deputado Fabio Porta, residente no Brasil. As outras são “argentinas”, onde a classe política tem menos medo de se expor aos dirigentes consulares locais.
Esta situação imposta pelo Consulado de São Paulo empurrou pessoas mais apressadas a legalizar os seus documentos em outras jurisdições consulares.
Hoje, estas legalizações são contestadas pelo mesmo Consulado de São Paulo como irregular. Eles negam responder à consulta sobre a existência de renúncia à cidadania italiana da parte do requerente e de seus ascendentes nascidos ou residentes na jurisdição consular de São Paulo.
Outra arbitrariedade! Se as legalizações são verdadeiras, foram sempre feitas por uma autoridade consular do País estrangeiro de emigração. Portanto, legitimas!
Não somente os cidadãos devem observar e respeitar as Leis. O Consulado não pode ser o árbitro de todas as situações. Também este, deve respeitar as suas próprias obrigações, deixando a política ao político.
*Imir Mulato
Legalizzazione San Paolo: Quando l’errato diventa “corretto”
Di Imir Mulato*- Ritornando al discorso della legalizzazione dei documenti, pratica necessaria per inoltrare i processi di riconoscimento della cittadinanza italiana jure sanguinis direttamente in Italia, occorre mettere in discussione la situazione vigente, per cercare di correggere un errore amministrativo comesso dal Consolato Italiano di San Paolo, che sta creando disagi a centinaia di cittadini italiani dello Stato di San Paolo e giurisdizioni pertinenti, escludendoli dalla possibilità di ottenere i loro diritti in Italia.
Nelle diverse occasioni in cui ho tentato di esporre il problema, dimostrando il difetto nel sistema di prenotazione per la legalizzazione creato dal Consolato, gli incaricati del settore hanno ribattuto dicendo che le procedure sono corrette e giuste.
Non è vera questa affermazione!
Il sistema di prenotazioni del Consolato di San Paolo non dispone di alcun filtro o di alcun controllo selettivo. Inoltre, nessuno riesce ad ottenere informazioni concrete dal Consolato riguardo al riconoscimento della cittadinanza. Le persone non sanno se quella prenotazione sia per l’attesa di iniziare il processo in Brasile, oppure sia per la legalizzazione dei documenti che rendono possibile lo svolgimento del processo direttamente in Italia.
In questo modo molte persone hanno fatto l’iscrizione nel sistema della legalizzazione pensando di essersi iscritte per lo svolgimento rapido del processo in Brasile, con la convinzione di essere presto chiamati ... entro il 2014 o 2015.
Ricordiamo ancora che la coda per la legalizzazione è piena di finte prenotazioni, fatte dai furbi che pensavano di vendere in seguito i posti a buon mercato, situazione da me già denunciata molte volte.
Insomma, per un difetto o per altro, la coda di attesa per la legalizzazione occupata fino al 2021 non corrisponde alla realtà e dev’essere riorganizzata.
Un sistema simile utilizzato dal Consolato Italiano di Curitiba esige che l’interessato, nel primo approccio col sistema, compili un foglio identificativo. In un secondo momento, riceverà una mail con l’assegnazione di una password e un codice personale che gli permetteranno di accedere al sistema e scegliere una data utile per procedere alla legalizzazione.
Neppure questo sistema è perfetto e potrebbe presentare finte prenotazioni, ma la procedura crea certo grado di difficoltà e non stimola l’azione dei furbi, tanto che le prenotazioni di Curitiba crescono in modo apparentemente naturale.
Il sistema utilizzato dal Consolato di San Paolo è totalmente aperto e la persona entra direttamente nel formulario digitando i propri dati ed ha subito una prenotazione, occupando un posto dei dieci previsti ad ogni giorno. Sembra un televoto!
Con questa sittuazione, senza nessun controllo, le prenotazioni oggi arrivano fino a 2020/2021.
È opportuno domandare quale potrebbe essere la reazione di un normale cittadino che cercando un sportello pubblico per fare delle autenticazioni di qualche documento, riceve la risposta che deve tornare fra dieci anni, perché “ in questo momento siamo occupati” ?!
Questa non è una situazione anomala, è un scherzo di cattivo gusto!
Oppure, quelli che cercano i servizi pubblici non sono cittadini?!
Gli incaricati dicono che sono occupati con le legalizzazioni giornaliere. Però, è risaputo che non compaiano nemmeno il 20% di quelli che sono prenotati. La sala di attesa del Consolato può essere la controprova di questa affermazione.
È vero che una grossa e potente corrente dei funzionari del Ministero Degli Affari Esteri, tanto quelli che operano in Italia, quanto quelli all’estero, vogliono le sale di attesa sempre vuote quando si tratta del riconoscimento della cittadinanza agli italo-discendenti, in particolare gli italo-brasiliani.
I politici italiani di San Paolo, Patronati, Associazioni Culturali, Comites compreso, non vogliono intercedere insieme al Consolato per non indisporre i dirigenti.
Fanno come lo struzzo, mettono la testa nel buco e dimenticano che senza nuovi cittadini italiani nella circoscrizione elettorale Brasile, non ci saranno deputati e senatori eletti. Tanto che, dai 6 seggi disponibili per l’America Meridionale, appena uno è occupato dal Deputato Fabio Porta, residente in Brasile. Gli altri sono “argentini”, dove la classe politica ha meno paura di esporsi ai dirigenti consolari locali.
Questa situazione, imposta dal Consolato di San Paolo, ha spinto le persone più frettolose a legalizzare i loro documenti in altre giurisdizioni consolari.
Oggi queste legalizzazioni sono contestate dallo stesso Consolato di San Paolo come irregolari. Loro rifiutano di rispondere alla consulta sull’esistenza di rinunzie alla cittadinanza italiana da parte del richiedente e dei suoi ascendenti nati o residenti nella giusrisdizione consolare di San Paolo.
Un'altra arbitrarietà! Se le legalizzazioni sono veritiere, sono sempre state fatte da un’autorità consolare italiana del paese estero di emigrazione, e quindi legittime.
Non solo il cittadino è tenuto ad osservare e rispettare la Legge. Il Consolato non può essere l’arbitro di tutte le situazioni. Anch’esso è tenuto a rispettare i propri obblighi, lasciando la parte politica al politico.
Nelle diverse occasioni in cui ho tentato di esporre il problema, dimostrando il difetto nel sistema di prenotazione per la legalizzazione creato dal Consolato, gli incaricati del settore hanno ribattuto dicendo che le procedure sono corrette e giuste.
Non è vera questa affermazione!
Il sistema di prenotazioni del Consolato di San Paolo non dispone di alcun filtro o di alcun controllo selettivo. Inoltre, nessuno riesce ad ottenere informazioni concrete dal Consolato riguardo al riconoscimento della cittadinanza. Le persone non sanno se quella prenotazione sia per l’attesa di iniziare il processo in Brasile, oppure sia per la legalizzazione dei documenti che rendono possibile lo svolgimento del processo direttamente in Italia.
In questo modo molte persone hanno fatto l’iscrizione nel sistema della legalizzazione pensando di essersi iscritte per lo svolgimento rapido del processo in Brasile, con la convinzione di essere presto chiamati ... entro il 2014 o 2015.
Ricordiamo ancora che la coda per la legalizzazione è piena di finte prenotazioni, fatte dai furbi che pensavano di vendere in seguito i posti a buon mercato, situazione da me già denunciata molte volte.
Insomma, per un difetto o per altro, la coda di attesa per la legalizzazione occupata fino al 2021 non corrisponde alla realtà e dev’essere riorganizzata.
Un sistema simile utilizzato dal Consolato Italiano di Curitiba esige che l’interessato, nel primo approccio col sistema, compili un foglio identificativo. In un secondo momento, riceverà una mail con l’assegnazione di una password e un codice personale che gli permetteranno di accedere al sistema e scegliere una data utile per procedere alla legalizzazione.
Neppure questo sistema è perfetto e potrebbe presentare finte prenotazioni, ma la procedura crea certo grado di difficoltà e non stimola l’azione dei furbi, tanto che le prenotazioni di Curitiba crescono in modo apparentemente naturale.
Il sistema utilizzato dal Consolato di San Paolo è totalmente aperto e la persona entra direttamente nel formulario digitando i propri dati ed ha subito una prenotazione, occupando un posto dei dieci previsti ad ogni giorno. Sembra un televoto!
Con questa sittuazione, senza nessun controllo, le prenotazioni oggi arrivano fino a 2020/2021.
È opportuno domandare quale potrebbe essere la reazione di un normale cittadino che cercando un sportello pubblico per fare delle autenticazioni di qualche documento, riceve la risposta che deve tornare fra dieci anni, perché “ in questo momento siamo occupati” ?!
Questa non è una situazione anomala, è un scherzo di cattivo gusto!
Oppure, quelli che cercano i servizi pubblici non sono cittadini?!
Gli incaricati dicono che sono occupati con le legalizzazioni giornaliere. Però, è risaputo che non compaiano nemmeno il 20% di quelli che sono prenotati. La sala di attesa del Consolato può essere la controprova di questa affermazione.
È vero che una grossa e potente corrente dei funzionari del Ministero Degli Affari Esteri, tanto quelli che operano in Italia, quanto quelli all’estero, vogliono le sale di attesa sempre vuote quando si tratta del riconoscimento della cittadinanza agli italo-discendenti, in particolare gli italo-brasiliani.
I politici italiani di San Paolo, Patronati, Associazioni Culturali, Comites compreso, non vogliono intercedere insieme al Consolato per non indisporre i dirigenti.
Fanno come lo struzzo, mettono la testa nel buco e dimenticano che senza nuovi cittadini italiani nella circoscrizione elettorale Brasile, non ci saranno deputati e senatori eletti. Tanto che, dai 6 seggi disponibili per l’America Meridionale, appena uno è occupato dal Deputato Fabio Porta, residente in Brasile. Gli altri sono “argentini”, dove la classe politica ha meno paura di esporsi ai dirigenti consolari locali.
Questa situazione, imposta dal Consolato di San Paolo, ha spinto le persone più frettolose a legalizzare i loro documenti in altre giurisdizioni consolari.
Oggi queste legalizzazioni sono contestate dallo stesso Consolato di San Paolo come irregolari. Loro rifiutano di rispondere alla consulta sull’esistenza di rinunzie alla cittadinanza italiana da parte del richiedente e dei suoi ascendenti nati o residenti nella giusrisdizione consolare di San Paolo.
Un'altra arbitrarietà! Se le legalizzazioni sono veritiere, sono sempre state fatte da un’autorità consolare italiana del paese estero di emigrazione, e quindi legittime.
Non solo il cittadino è tenuto ad osservare e rispettare la Legge. Il Consolato non può essere l’arbitro di tutte le situazioni. Anch’esso è tenuto a rispettare i propri obblighi, lasciando la parte politica al politico.
*Imir Mulato
imirmulato@agenziabrasitalia.
http://www.agenziabrasitalia.
http://www.oriundi.net/ Continue lendo >>
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Marcadores: Cidadania
Eliminação da Itália gera discussão entre políticos
A eliminação da seleção italiana da Copa do Mundo de 2010, após a derrota para a Eslováquia, causou não apenas críticas dos cidadãos do país europeu, como discussões entre os políticos, que passaram a comentar o resultado da disputa.
"Se a seleção era a última coisa que garantia a unidade da Itália, o resultado deste Mundial deu o golpe de misericórdia", opinou o deputado Mario Borghezio, da Liga Norte.
Já o vice-presidente do Partido Democrata (PD, maior força de oposição do país), Giorgio Merlo, opinou que "uma derrota como a sofrida hoje para a Eslováquia nos lembra o tempo da eliminação na disputa com a Coreia, em 1966, com uma diferença: muitos tiveram a impressão ou a certeza de que desta vez havia quase a intenção de ser eliminados".
Por sua parte, o opositor Paolo Cento afirmou que "a eliminação da seleção italiana do Mundial de Futebol é uma grande desilusão que merece nas próximas semanas uma aprofundada reflexão por parte de todos do futebol italiano".
Mais cedo, o ministro para as Simplificações Normativas, Roberto Calderoli, expressou sua "vergonha" e afirmou que o jogo foi "simplesmente ridículo". Esta "prematura eliminação não é nada além do que o resultado de uma estúpida política desportiva", afirmou o político, que logo foi criticado.
"Calderoli irrita mais que uma vuvuzela", declarou o líder do Itália dos Valores (IDV) na Câmara dos Deputados, Massimo Donadi.
Por sua vez, o subsecretário do governo italiano Rocco Crimi afirmou que a Itália deverá agora analisar a situação com "a cabeça fria", para reencontrar a "tradição" do futebol italiano.
"Esperava encontrar a unidade na alegria da vitória e, em vez disso, encontramos a tristeza de uma derrota sem atenuantes", contou Crimi, representante da Presidência do Conselho de Ministros.
"Não devemos reagir com a emoção, mas com a cabeça fria, será preciso para fazer uma análise aprofundada, com o objetivo de reencontrar o papel que a nossa tradição nos dá. Conversei por telefone com o presidente do Coni [Comitê Olímpico Nacional Italiano, Gianni Petrucci] e nos encontraremos nos próximos dias", completou.
A derrota da seleção de Marcello Lippi na primeira fase da Copa do Mundo de 2010 foi duramente sentida no país europeu que já levou quatro títulos mundiais, incluindo o da última competição, disputada na Alemanha em 2006.
Com a pior campanha em um Mundial, os italianos voltam para a casa sem uma vitória, conseguindo apenas empates contra o Paraguai e a Nova Zelândia, além da derrota desta quinta-feira por 3 a 2.
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Marcadores: Esportes
Poluição mata quase 6 mil por ano
As concentrações elevadas de PM10 (as partículas finas) na atmosfera são responsáveis por 5.876 mortes por ano, revela uma pesquisa de Nomisma, apresentada por ocasião da conferência VERT, dedicada ao transporte sustentável.
O relatório contém dados sobre a concentração média de partículas finas no triênio 2006-2008 das maiores cidades italianas por população, que indicam que, além de Roma (40,4), o pior desempenho se concentra nas cidades do norte do país e, em particular, na região da Planície Padana, como Milão (49,2), Turim (56,5), Bolonha (41,3), Verona (47) e Pádua (46,7).
Esta situação, destaca Nomisma, determina graves doenças que, nas 15 cidades italianas mais populosas, leva o citado instituto de pesquisas de Bolonha a estimar em cerca de 6 mil as mortes anuais provocadas pelas concentrações elevadas de partículas finas.
Destas mortes, ''534 são decorrentes de tumores malignos de laringe, traqueia, brônquios ou pulmões'', enquanto ''em se considerando os efeitos agudos de doenças dos sistemas circulatório e respiratório", o número sobe para 953.
Entre as cidades onde as mortes supostamente causadas pela poluição do ar são maiores, citam-se Roma (1.508), Milão (906) e Turim (813). No final desta 'classificação' das vítimas de partículas finas, situam-se Bari (130 mortes), Messina (124) e Catania (110).
Custos elevados (€ 6,4 milhões) e danos à saúde -
Os índices elevados de partículas finas, a principal causa da poluição do ar nas cidades italianas, não prejudicam só a saúde, mas também os cofres do Estado, o que também precisa ser considerado "quando se tomam medidas específicas destinadas à contenção das emissões em áreas urbanas".
O convite é de Nomisma, sempre por ocasião do convênio VERT dedicado ao transporte sustentável.
Entre os resultados apresentados, está que em Roma, Milão e Bolonha em 2007 se gastou mais de € 6,4 milhões anuais para internações decorrentes de doenças respiratórias e cardiocirculatórias devidas à poluição do ar.
Em particular, em Roma os gastos foram de € 3,8 milhões, em Milão de € 1,8 milhão e em Bolonha de € 677 mil.
Este valor, no todo, inclui a "a redução dos salários de responsabilidade contratual, com base no número de hospitalizações decorrentes das PM10", dos custos dos tratamentos adotados em contextos fora dos hospitais (gastos com remédios, reabilitações). Calculando só os custos das internações hospitalares, destaca Nomisma, as despesas caem para pouco mais de € 5,3 milhões.
O relatório contém dados sobre a concentração média de partículas finas no triênio 2006-2008 das maiores cidades italianas por população, que indicam que, além de Roma (40,4), o pior desempenho se concentra nas cidades do norte do país e, em particular, na região da Planície Padana, como Milão (49,2), Turim (56,5), Bolonha (41,3), Verona (47) e Pádua (46,7).
Esta situação, destaca Nomisma, determina graves doenças que, nas 15 cidades italianas mais populosas, leva o citado instituto de pesquisas de Bolonha a estimar em cerca de 6 mil as mortes anuais provocadas pelas concentrações elevadas de partículas finas.
Destas mortes, ''534 são decorrentes de tumores malignos de laringe, traqueia, brônquios ou pulmões'', enquanto ''em se considerando os efeitos agudos de doenças dos sistemas circulatório e respiratório", o número sobe para 953.
Entre as cidades onde as mortes supostamente causadas pela poluição do ar são maiores, citam-se Roma (1.508), Milão (906) e Turim (813). No final desta 'classificação' das vítimas de partículas finas, situam-se Bari (130 mortes), Messina (124) e Catania (110).
Custos elevados (€ 6,4 milhões) e danos à saúde -
Os índices elevados de partículas finas, a principal causa da poluição do ar nas cidades italianas, não prejudicam só a saúde, mas também os cofres do Estado, o que também precisa ser considerado "quando se tomam medidas específicas destinadas à contenção das emissões em áreas urbanas".
O convite é de Nomisma, sempre por ocasião do convênio VERT dedicado ao transporte sustentável.
Entre os resultados apresentados, está que em Roma, Milão e Bolonha em 2007 se gastou mais de € 6,4 milhões anuais para internações decorrentes de doenças respiratórias e cardiocirculatórias devidas à poluição do ar.
Em particular, em Roma os gastos foram de € 3,8 milhões, em Milão de € 1,8 milhão e em Bolonha de € 677 mil.
Este valor, no todo, inclui a "a redução dos salários de responsabilidade contratual, com base no número de hospitalizações decorrentes das PM10", dos custos dos tratamentos adotados em contextos fora dos hospitais (gastos com remédios, reabilitações). Calculando só os custos das internações hospitalares, destaca Nomisma, as despesas caem para pouco mais de € 5,3 milhões.
www.ansa.it/www.italianos.it Continue lendo >>
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