segunda-feira, 26 de julho de 2010

Software do Dia: Completo e Grátis - Flash-Creator 1.0

Flash Creator é uma rápida e fácil ferramenta para criar logos animados em Flash, banners, intros, cabeçalhos e qualquer outra coisa que você imaginar. Ele lhe proporciona um ambiente de design aponte-e-clique que permite que qualquer pessoa, independente de suas habilidades criativas ou conhecimento de tecnologia Flash, juntar textos, vetorizar objetos e imagens em uma animação de Flash envolvente que confere um look profissional ao seu website.
O programa custa $19, mas é grátis para os nossos visitantes por um período limitado de tempo. 
Um oferecimento de:   Giveaway of the Day
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domingo, 25 de julho de 2010

Pensamentos de Bondade


" Não existe exercício melhor para o coração do que se inclinar e levantar pessoas."
( John Andrew Holmes )
  "Lembre-se que se algum dia você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos -- uma para ajudar a si mesmo, e outra pra ajudar aos outros." (Audrey Hepburn)
 " Aqueles que tomam, no final perdem; mas aqueles que dão, ganham eternamente. Esta é uma regra que o Universo nunca quebra." (Douglas M. Lawson)
 " Consciente ou inconscientemente, cada um de nós presta um ou outro serviço. Se nós cultivamos o hábito de fazer este serviço deliberadamente, nosso desejo de servir crescerá gradualmente e faremos não apenas nossa própria felicidade, mas da sociedade em geral." (Mahatma Gandhi)
 " Dar nos libera do território familiar de nossas próprias necessidades, abrindo nossa mente para os mundos inexplicáveis ocupados pelas necessidades dos outros." (Barbara Bush)
 " Faça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder." (John Wesley)
 " Eu não sei qual será o seu destino, mas uma coisa eu sei: os únicos entre vocês que serão realmente felizes são aqueles que procuraram e encontraram como servir." (Albert Schweitzer)
 "Todas as religiões do mundo, independentemente da sua visão filosófica, baseia-se no preceito de que devemos reduzir o nosso egoísmo e servir aos outros."  (Dalai Lama)
 "Pensamos demasiadamente, Sentimos muito pouco, Necessitamos mais de humildade; Que de máquinas. Mais de bondade e ternura; Que de inteligência. Sem isso, A vida se tornará violenta e Tudo se perderá." (Charles Chaplin)
 "Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora...Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.A capacidade de escolher novos rumos.Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho.Além do trabalho, a ação.E, quando tudo mais faltasse,um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída." (Mahatma Gandhi)
PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !
http://www.pensamentosdebondade.log7.net
A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!

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Usar colírio com outros medicamentos pode ser perigoso

Alterações cardíacas, aumento da pressa arterial e hemorragia são os maiores riscos. Interações medicamentosas dobram no inverno.
Com a chegada do frio, combinações perigosas de colírios e medicamentos atingem 20% dos pacientes atendidos pelo Instituto Penido Burnier. É o que mostra um levantamento feito nos prontuários do hospital pelo oftalmologista, Leôncio Queiroz Neto. “Esta é a média dos 12 mil atendimentos realizados nos últimos 3 meses. 
Comparado ao período de janeiro a março, o clima frio dobra o número de interações medicamentosas”, afirma. Os grupos de maior risco são os idosos que fazem tratamentos para doenças crônicas e mulheres que tomam contraceptivos ou fazem TRH (Terapia de Reposição Hormonal).
O especialista diz que a inocente mistura de aspirina com colírio para combater a irritação ocular, tão comum nesta época do ano, pode causar uma hemorragia. Não é comum, ressalta, mas hipertensos, cardiopatas, asmáticos e até fumantes que têm as artérias obstruídas pelos componentes do cigarro devem manter atenção redobrada com esta interação medicamentosa. Isso porque, a aspirina é um antiagregante plaquetário que interfere na coagulação. Já o colírio mais usado para deixar os olhos branquinhos é o vasoconstritor que ao diminuir o calibre dos vasos pode causar, em longo prazo, elevação da pressão arterial, alterações cardíacas e catarata. Como a maioria das pessoas não pressiona o canal lacrimal durante a instilação, os princípios ativos interagem, potencializando o risco de hemorragia.
A recomendação do médico é usar lágrima artificial ou compressa de água fria para reduzir o desconforto da irritação ocular provocada pelo frio. Se o sintoma não desaparecer em dois dias a recomendação é consultar um oftalmologista.
Para Queiroz Neto o problema no Brasil é a venda livre da maioria dos medicamentos. “Os efeitos dos medicamentos associados diferem de quando são tomados isoladamente. Por isso, quem vai ao médico deve informar todos os medicamentos que está usando para proteger a própria saúde”, alerta.
Os principais efeitos da interação de colírios com outros medicamentos são:
Combinação potencializadora dos medicamentos
· Colírio anti-histamínico + calmante
Combinações que inibem o efeito de colírios
· Lágrima artificial + anti-histamínico ou contraceptivo
· Colírio antiglaucomatoso + descongestionante ou inibidor de apetite
· Lágrima artificial + Amiodarona (antiarrítmico)
Combinações desastrosas
· Colírio Beta-bloqueador + broncoldilatador = falta de ar
· Colírio antiglaucomatoso + corticóide = risco de progressão do glaucoma
· Colírio anti-inflamatório + anticoagulante= hemorragia
· Colírio vasoconstritor + anti-hipertensivo = hipertensão
· Colírio Vasoconstritor + Amiodarona ou antiespasmódico = taquicardia
· Colírio antibiótico + contraceptivo = corta o efeito da pílula
Como a maioria das pessoas toma medicações sem prescrição médica, ler a bula atentamente antes de fazer associações que possam provocar reações adversas é fundamental. Quando se trata de colírio, Queiroz Neto diz que a simples oclusão do canal lacrimal com o polegar evita interações medicamentosas de risco.
Os passos para o uso correto de colírios são:
Lave as mãos antes da aplicação.
Verifique no frasco se é recomendado agitar o produto antes de usar
Incline a cabeça para trás.
Flexione a pálpebra inferior com o indicador.
Com a outra mão segure o dosador
Coloque o medicamento sem relar no bico dosado, evitando a contaminação.
Feche os olhos por 3 minutos para garantir o efeito
Pressione com o polegar o canto interno do olho para reduzir efeitos colaterais
Se usar lentes de contato retire-as antes da aplicação
Recoloque as lentes de contato depois de 10 minutos da aplicação
Em caso de prescrição de mais de um colírio aguarde 15 minutos entre um e outro
Só aplicar medicação dentro do prazo de validade estipulado na embalagem
Eutrópia Turazzi – LDC Comunicação 
Fonte: Pravda.ru

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Por que Chávez rompeu relações com a Colômbia

Nas últimas semanas, o presidente venezuelano Hugo Chávez passou diversos sinais conciliadores para o mandatário eleito da Colômbia, Juan Manuel Santos, que tomará posse dia 7 de agosto. O retorno também foi promissor: o novo chefe de Estado colombiano revelou-se disposto a construir uma agenda positiva, que permitisse o pleno reatamento entre os dois países. 
Mas a aproximação foi fulminada pela ação de Álvaro Uribe, desconfortável com a autonomia de seu sucessor e o risco de perder espaço na vida política do país. Mesmo sem qualquer incidente que servisse de pretexto, jogou-se nos últimos dias a reativar denúncias sobre supostos vínculos entre as Farc e a administração chavista.
O ápice da performance uribista foi a atual reunião da OEA (Organização dos Estados Americanos), que se realiza em Washington. Bogotá apresentou provas para lá de duvidosas, que sequer foram corroboradas por seus aliados tradicionais, de que a Venezuela estaria protegendo e acobertando atividades guerrilheiras. A reação de Caracas foi dura e imediata.
A decisão pela ruptura de relações diplomáticas, no entanto, pode ser provisória. O próprio presidente Chávez, nas primeiras declarações a respeito dessa atitude, reafirmou a esperança de que Santos arrume a bagunça armada pelo atual ocupante do Palácio de Nariño. Mas reiterou sua disposição de enfrentar e desqualificar a estratégia de Uribe.
O presidente colombiano parece mirar dois objetivos. O primeiro deles é interno: a reiteração da “linha dura” como política interna facilita sua aposta de manter hegemonia sobre os setores militares e sociais que conseguiu agregar durante seu governo. O segundo, porém, tem alcance internacional. O uribismo é parte da política norte-americana para combater Chávez e outro governos progressistas; mesmo fora do poder, o líder ultradireitista não quer perder protagonismo e se apresenta como avalista para manter Santos na mesma conduta.
Fontes do Palácio de Miraflores não hesitam em afirmar que as provocações de Uribe, além de fixar seu alvo no presidente venezuelano, seriam estranhamente coincidentes com o discurso de José Serra e Indio da Costa no Brasil, retomando a pauta de eventuais relações entre o PT e a guerrilha colombiana. Esses analistas afirmam que o governante de Bogotá deu um lance para se manter em evidência na disputa regional entre os blocos de esquerda e direita.
Autoridades venezuelanas, nos bastidores, se empenham para que haja uma condenação generalizada, dos países latino-americanos, à conduta de Bogotá e ao cúmplice silêncio norte-americano. Não desejam que outras nações sigam o caminho da ruptura, mas Chávez parece convencido que seu colega colombiano não poderá ser detido com meias-palavras ou atos de conciliação.
Breno Altman é jornalista e diretor editorial do site Opera Mundi

Outra Colômbia é possível!! 
Fonte: Pravda.ru

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Estamos às portas de outro quatriênio de ofensiva oligárquica contra o povo

Com o triunfo ilegítimo do continuísmo, repudiado pela abstenção da cidadania, o país entrou em um processo de radicalização da luta política no qual o povo será protagonista de primeira grandeza. 
Por: FARC-EP

Montanhas da Colômbia- Comunicado
Com o triunfo ilegítimo do continuísmo, repudiado pela abstenção da cidadania, o país entrou em um processo de radicalização da luta política no qual o povo será protagonista de primeira grandeza.
Toda a maquinaria do Estado, todos os recursos mafiosos do governo, suas manhas delitivas de fraude e corrupção, de chantagem e intimidação, foram postos a serviço da vitória do continuísmo, procurando desesperadamente, por essa via, um escudo que proteja Uribe da iminente acusação do povo e da justiça, diante de uma gestão criminosa e de lesa-pátria.
O regime de Uribe foi a mais séria tentativa de impor violentamente um projeto político de extrema-direita neoliberal baseado no paramilitarismo. Seu governo passará à história como o mais vergonhoso das últimas décadas, o mais assassino de sua população civil, o mais submisso à política dos EUA e, devido a esta circunstância, o mais compulsivo provocador de instabilidade nas relações com os países vizinhos.
Durante estes oito anos governou a mentira e a falsidade, a manipulação e o engano. Uribe e o continuísmo fizeram acreditar que sua política de segurança era de todos, quando na realidade somente assegurava, através da repressão, os lucros de privilegiados setores investidores, que aumentaram o desemprego e a pobreza. Fizeram acreditar que defender a soberania era entregar a pátria ao governo de Washington e transformar a Colômbia em um país ocupado militarmente por uma potência estrangeira. Arranjaram tudo para pousar de paladinos da luta contra o narcotráfico. Dizem ao país que não existem guerra nem conflito armado, mas não explicam porque há "Plano Patriota" e invasão ianque...
"Segurança democrática" é os falsos positivos e a impunidade. É poder eleger como Presidente o ministro da defesa que mais estimulou estes crimes de lesa-humanidade. É repartir terras à agro-indústria paramilitar porque essa tem sim fortaleza financeira e os pobres trabalhadores rurais não. E é subsidiar ou presentear de maneira segura verbas públicas aos empresários do agronegócio que financiaram as campanhas eleitorais. 
"Segurança Democrática" são as fossas comuns com mais de 2.000 cadáveres, como a que existe em um canto da base militar de La Macarena, e são mais de quatro milhões de camponeses refugiados pela violência do Estado. É mentir sobre o fim da guerrilha bolivariana das FARC-EP e preocupar-se com a vitalidade de uma organização que combate firmemente pela Nova Colômbia como confirmam suas partes militares do mês de maio.
"Segurança Democrática" é mudar a Constituição para adequá-la a um interesse particular quando for necessário e é ter uma espúria maioria no Congresso e socavar a autoridade do judiciário com o aplauso dos apoios incondicionais. Também é repartir cargos burocráticos, vantagens e contratos, e aproveitar o governo para enriquecer-se sem nenhum questionamento moral...
A abjeta defesa do militarismo oficializada por Uribe e seu chamamento a criar novas leis de impunidade castrense, anunciam o que virá durante o período presidencial de Juan Manuel Santos. Sua cínica queixa e seu lamento farisaico ao superproteger um torturador-assassino como o coronel Plazas Vegas, os altos comandantes militares e o ex-presidente Belisario Betancourt, responsáveis pelo holocausto do Palácio da Justiça (bombardeado por tanques em 1985 quando a guerrilha do M-19 o invadiu), são patética evidência de seu esforço para blindar-se desde já, prevenindo-se contra futuras acusações contra si. E, naturalmente, como forma de engrenar o narcoparamilitarismo na direção do Estado, com garantias legais para fazer desaparecer, torturar e assassinar opositores. O "foro militar" que Uribe reclama é patente de impunidade criminosa, como demonstra a história recente da Colômbia.
A veemente defesa presidencial do ex-diretor da DIAN (impostos e aduana) e da "UIAF" (Unidade Administrativa Especial de Informação e Análise Financeira), senhor Mario Aranguren, que delinquiu a favor de Uribe e certamente por ordem sua, evidencia a índole de quem aspira transcender ocultando, não só seu passado criminoso, mas as vergonhosas baixezas de sua prática como governante.
Estamos às portas de outro quatriênio de ofensiva oligárquica contra o povo em todos os sentidos, manchado com suaves e enganosas promessas oficiais em torno de uma vitória militar como têm repetido sem cessar durante 46 anos, sem se preocupar, nem muito menos se comprometera superar, as causas que geram o conflito.
A profunda crise estrutural de que padece a Colômbia não tem solução no continuísmo. A extrema-direita neoliberal, acreditando que ainda pode resolver de cima para baixo, convocou a uma união nacional sem povo, na qual somente reinam as ambições dos mesmos que lucram com o investimento seguro: os grupos financeiros, o setor empresarial, os pecuaristas e latifundiários, os paramilitares, os partidos que, como piranhas, disputam os favores do poder, os grandes meios de comunicação que aplaudem os êxitos em litros de sangue da política guerreirista... Nessa "união" não se vê povo em parte alguma porque a prosperidade daqueles se sustenta na miséria e exploração dos de baixo, dos excluídos. 
Este bicentenário do grito de independência deve abrir passagem para a luta do povo por seus direitos, pela pátria, pela soberania, justiça social e paz. A mudança das injustas estruturas é possível com a mobilização e a luta de todo o povo por sua dignidade. Nada se pode esperar dos vitimários montados no poder do Estado. Somente a luta unificada pode nos conduzir a uma Colômbia Nova. Como temos reiterado desde Marquetalia em 1964: estamos dispostos a encontrar saídas políticas para o conflito, reiterando ao mesmo tempo que nossa decisão de entregar tudo pelas mudanças e pelos interesses populares é irredutível, sem importar as circunstâncias, obstáculos e dificuldades que nos imponham. A justiça social espera vencer na mobilização do povo.
Secretariado do Estado Maior Central das FARC-EP
Montanhas da Colômbia, 21 de junho de 2010 
Fonte: Pravda.ru

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O imperialismo planeja novas guerras

O aprofundamento da crise estrutural do capitalismo e as consequências econômicas e políticas da decadência relativa dos EUA e dos países imperialistas da Europa, estão gerando novos conflitos potenciais em uma situação internacional de transição. A história nos diz que essas situações podem redundar em mais instabilidades, tensões e conflitos armados. E existem planos de guerra dos EUA e da OTAN para vários continentes.
Por Ricardo Alemão Abreu

O imperialismo não está disposto a ceder poder sem opor resistência. Um exemplo recente é o que acontecido depois do Acordo Brasil-Irã-Turquia. O acordo diplomático foi uma vitória das forças defensoras da paz, da soberania e da autodeterminação dos povos, e desmascarou as reais intenções do imperialismo dos EUA e seus aliados europeus, que não estão interessados na paz, mas em limitar o desenvolvimento tecnológico de outras nações para assegurar o seu monopólio da energia nuclear, mesmo para fins pacíficos; e ainda promover a subordinação dos países a uma ordem internacional baseada na opressão e na guerra imperialista.

Os EUA podem desencadear uma “guerra preventiva” contra o Irã
A aprovação de novas sanções ao Irã no Conselho de Segurança da ONU, e a imposição de sanções unilaterais adicionais pelos EUA e pela União Européia, visam a manutenção do atual sistema de poder mundial, caracterizado pela hegemonia dos EUA, e sufocar as tendências à multipolaridade e a novos papéis internacionais que podem ter países como o Brasil.

As novas estratégias militar e de segurança nacional dos EUA do presidente Barack Obama retoricamente prometem cooperação e multilateralismo. Na prática, todavia, mantém o rumo de impor seus interesses pela força e pela guerra. Segundo essas novas estratégias, os EUA, alegando a prioridade para a prevenção da proliferação nuclear, autorizam a si mesmos, em nome dos seus “interesses vitais” ou de seus aliados, como Israel, a realizar um ataque com armas nucleares, em condições “extremas”, contra qualquer país, ainda que este não detenha armamento nuclear, como é o caso do Irã.
Na verdade, é a continuidade da política de “guerra preventiva” e de “guerra infinita” de George Bush. Em outras palavras, manter o poder dos EUA pela força militar, custe o que custar à humanidade. 
Os fatos contradizem a retórica. Depois de um ano e meio de governo Obama, fica cada vez mais claro que os interesses de potência imperialista falaram mais alto que os discursos de campanha. Os EUA investirão em 2011, 780 bilhões de dólares em suas forças armadas, orçamento recorde desde o final da Segunda Guerra que supera em 49% o orçamento de 2000, e que é maior que os gastos militares somados de todos os demais países do mundo. Os EUA insistem em manter bases militares por todo o globo terrestre, como na ilha africana de Diego Garcia, direcionada a um possível ataque ao Oriente Médio e à Ásia Central. 
Os EUA e a OTAN se capacitam para o que chamam de “Ataque Global Imediato Convencional”. Com a alteração do caráter da OTAN, que passará a atuar em todos os continentes e mares, até as Ilhas Malvinas e outros territórios próximos da América do Sul são reais ou potenciais bases militares da aliança agressiva. As forças especiais dos EUA, especializadas em ações clandestinas de guerra, em missões de inteligência, subversão e “desestabilização”, já operam em 75 países, sendo que há um ano atrás estavam em 60 países. “O mundo é o campo de batalha”, disse um alto oficial das forças especiais estadunidenses.

As agressões ao Irã se intensificam. Para o imperialismo é preciso conter o Irã e reconquistar a Turquia, antiga aliada e membro da OTAN, para não “desestabilizar” o seu controle na região do Oriente Médio e da Ásia Central. EUA e Israel se preparam para uma possível intervenção militar, deslocando forças navais através do Canal de Suez rumo ao Golfo Pérsico, próximo às costas marítimas iranianas. Negociam com a Arábia Saudita o uso do espaço aéreo em eventuais bombardeios.

O roteiro dos EUA é similar ao da guerra contra o Iraque, com pressões diplomáticas, medidas cerceadoras na ONU, campanha midiática com base em falsidades, a alegação de eventual descumprimento das sanções, e o acionar do plano de intervenção militar, direta ou através de Israel. Muitas lideranças políticas, intelectuais e especialistas no tema militar, inclusive nos EUA, levantam a possibilidade da guerra contra o Irã ser “a guerra de Obama”, assim como a guerra do Afeganistão e do Iraque foram as guerras de Bush, que Obama continua.
Escalada militar estadunidense no Oriente Médio, na Ásia e na América Latina
Na Ásia Central e no Oriente Médio, região estratégica para o domínio imperialista global, os EUA e seus aliados da OTAN aumentam seus efetivos militares no Afeganistão, prolongam a guerra que já é mais longa que a agressão contra o Vietnã, e prorrogam a ocupação militar no Iraque. Mesmo assim não conseguem vencer a resistência nacional e popular nesses países. Recentemente esse fracasso no Afeganistão derrubou o presidente da Alemanha, que foi obrigado a renunciar após cometer indiscrição e confessar publicamente os reais interesses neocolonialistas na região. A diplomacia ianque pressiona o Azerbaijão para instalar novas bases militares nesse país, similares às que existem no Quirguistão e em outras nações próximas. 
Os EUA e Israel ameaçam a Síria e as forças patrióticas no Líbano, sustentam a ocupação na Palestina e o bloqueio criminoso contra a Faixa de Gaza, que a flotilha humanitária, covardemente atacada pelos militares israelenses, tão bem denunciou.

Na Ásia os EUA realizaram recentemente, em conjunto com a Coréia do Sul, manobras militares de grande porte. Em seguida acusaram o governo norte-coreano de afundar um navio de guerra sul-coreano, quando surgem fortes suspeitas de que as próprias forças militares e de inteligência ianques teriam colocado uma mina na embarcação para criar artificialmente uma tensão com a Coréia Popular e tentar isolá-la internacionalmente.

Além desses objetivos, os EUA queriam influenciar as eleições na Coréia do Sul e pressionar o premiê do Japão a manter bases militares estadunidenses em seu território, em especial a de Okinawa, e assim romper uma promessa feita na campanha eleitoral. No Japão o resultado foi a manutenção das bases estadunidenses e a renúncia do premiê japonês.

Diante do anúncio de novas e ainda maiores manobras militares navais EUA-Coréia do Sul no mar Amarelo, que contarão com o famigerado porta-aviões George Washington, o “Diário do Povo”, jornal do Partido Comunista da China, advertiu para os “riscos para a paz e a estabilidade regional”, e declarou “firme oposição” a mais esta “hostilidade contra a China”.

Na América Latina recrudescem as pressões contra a Revolução Cubana e as ameaças à Venezuela, considerada pelos centros de inteligência de Washington “a principal ameaça” contra os EUA nas Américas. Após a reativação da 4ª Frota, os EUA instalam novas bases militares, como em Honduras, onde ajudaram a promover um golpe de estado. A pretexto de ajuda humanitária ao Haiti, após o terremoto no início deste ano, forças militares estadunidenses com mais de 15 mil soldados desembarcaram no país. 
Nos últimos dias mais de 7 mil soldados, 46 navios de guerra, porta-aviões, submarinos e helicópteros dos EUA instalaram-se em bases na Costa Rica, supostamente para combater o narcotráfico. O governo colombiano segue a linha traçada pelos EUA de tornar o país uma Israel da América Latina e do Caribe.
Hillary Clinton, chanceler de Obama, comanda a reação diplomática imperialista contra o Brasil. Depois dos países que detém armas nucleares, o Brasil é o país que possui o programa nuclear para fins pacíficos mais avançado, até mais avançado que o iraniano. Por isso, a ameaça ao Irã é também indiretamente uma ameaça ao Brasil, que já recebe pressões e pode ser a próxima vítima. É justamente isso que explica a iniciativa brasileira e turca que resultou no Acordo Brasil-Irã-Turquia.

Os EUA, surpresos com o êxito do acordo, e contrariados pela política externa do governo Lula em diversos temas como na resistência aos golpistas de Honduras, fazem de tudo para isolar o Brasil. Logo depois do anúncio do acordo, a Agência Internacional de Energia Atômica alertou para o risco do Brasil estar gestando armas nucleares e anunciou novas investigações intrusivas em nosso programa nuclear.

A resistência antiimperialista obtém vitórias
A ofensiva militar imperialista global atinge escala inédita, entretanto, não há como colocar travas na roda da história. O capitalismo na sua fase imperialista é um sistema historicamente superado que espalha sangue e destruição em sua rota decadente. A resistência dos povos e países oprimidos está impondo derrotas ao imperialismo, no Oriente Médio, na Ásia Central e em outros cantos da Terra. Em nosso continente, a América Latina, continuam a florescer as forças populares, democráticas e antiimperialistas. O povo brasileiro luta para que, nas eleições de outubro próximo o Brasil siga avançando e mantenha a sua política externa independente e soberana, em defesa da paz, do direito ao desenvolvimento, e de um mundo multipolar.
A paz mundial e o socialismo nunca foram tão necessários à humanidade.
* Secretário de Relações Internacionais do PCdoB 
Fonte: Pravda.ru

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Casa D'Italia Anita Garibaldi: nova diretoria e festa italiana de Petrópolis

Praça da Liberdade, Petrópolis, RJ

Ao Ilustríssimo Senhor
Dr. Umberto Malnati
Cônsul Geral da Itália no Rio de Janeiro

Senhor Cônsul,

Ao tempo que informamos a V.Sa. - através da Nota Deliberativa anexa - a nova diretoria da Casa D'Italia Anita Garibaldi de Petrópolis nomeada no início deste ano, servimo-nos do mesmo ensejo para já anunciar-lhe o novo projeto, idealizado por essa mesma Diretoria, para as futuras comemorações da Presença Italiana em nossa região:

"Serra Serata - A Festa Italiana de Petrópolis"

já aprovada pelo Prefeito do Município (também um ítalo-descendente) e prevista para acontecer no período compreendido entre os dias 03 e 08 de setembro próximo, em novo local do Centro Histórico de Petrópolis (Praça da Liberdade), sob um inédito e belíssimo Projeto Arquitetônico, que procurará resgatar a memória dos principais símbolos e monumentos italianos.

Pasquale Cutrupi
Presidente
Casa D'Italia Anita Garibaldi de Petrópolis
PS: em cópia aos Ilustres Dirigentes e Amigos das demais Associações que compõem o Círculo Italiano do Rio de Janeiro.

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2ª "Settimana Giovane d’Arte e Cultura Italiana a San Paolo"

Em reunião realizada na sede do Comites de São Paulo, a Comissão Jovem, organizadora da Settimana Giovane d’Arte e Cultura Italiana a San Paolo, apresentou o logotipo da 2ª edição do evento.

Elaborada pela designer Camila Meneghello, com apoio de todos os integrantes da Comissão e do Comites, a nova logomarca foi muito bem recebida, e representa a ligação da Itália com o Estado de São Paulo.

O conceito, baseou-se justamente em “ligar” o país com o estado, utilizando suas cores, verde e vermelho, com a forma e as cores vermelha e preta do estado. O mote da semana cultural, intitulado “Uma Itália Paulista”, lembra que o evento irá promover a influência da cultura italiana em nossa comunidade.

Como na 1ª edição, a 2ª Settimana Giovane d’Arte e Cultura Italiana a San Paolo, tem em seu programa atividades como música, fotografia, cinema, e novas atividades como literatura e poesia.

A semana cultural será realizada do dia 18 ao 24 de outubro, na Livraria Cultura (Shopping Market Place). (Giovani Italiani in Brasile)

http://www.radioitaliana.com.br/

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Decretada a falência de mais sete bancos americanos

Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Correspondente no Brasil
WASHINGTON - ESTADOS UNIDOS - Mais sete bancos americanos faliram e fecham suas portas nos Estados Unidos. Segundo o anúncio, feito pelo Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), aumentou para 103 o número de falências bancárias americanas só neste ano. 

Segundo autoridades reguladoras bancárias americanas, os números divulgados pela FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation) indicam que a taxa de quebras em 2010 está evoluindo com mais rapidez que a de 2009.
Ano passado, no total, ocorreram 140 falências bancárias nos Estados Unidos. Segundo Sheila Bair, presidente da FDIC, no quarto trimestre de 2009, o percentual de bancos americanos "com problemas" chegou ao seu nível mais alto desde 1992.
No Brasil, o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, garante que a quebra de bancos dos EUA não traz risco de nova crise financeira em escala global.
Segundo Miguel de Oliveira, a falência de mais esses sete bancos americanos não trará impacto significativo sequer no sistema financeiro dos Estados Unidos, por serem “bancos pequenos, de atuação regional e que movimentam valores muito baixos dentro de uma economia gigante como é a americana. Não há risco de contágio algum", afirmou.
O economista disse, também, que o fechamento é algo corriqueiro nos EUA desde o agravamento da crise financeira internacional, em setembro de 2008, e apenas reflete a fragilidade dessas instituições.
"Os bancos fechados estavam com dificuldades em captar depósitos por conta da desconfiança dos correntistas desde o início da crise e não conseguiram passar nos testes de liquidez que a autoridade monetária americana faz para conhecer a saúde dos bancos. Por isso tiveram de ser fechados", disse Oliveira.
Alguns especialistas garantem que outro sinal de o sistema bancário americano está estável e distante de uma nova crise igual à de 2008 são os bons resultados obtidos pelos grandes bancos americanos no primeiro semestre deste ano, com lucros em alta.
Também servem para tranqüilizar os mercados as notícias deste sábado dando conta de que mais de 90% dos principais bancos europeus passaram com facilidade em testes aplicados pela União Européia para testar a saúde das instituições.
Entretanto, essa opinião não é unanime, pois alguns analistas afirmam que as falências devem continuar e exceder o total do ano passado, quando 140 bancos americanos fecharam, podendo, até, sacudir os chamados “grandes bancos”, contribuir para uma instabilidade na economia americana, a mais forte do planeta, e repercutir pelo mundo afora.
Os bancos americanos que baixaram as portas são Home Valley Bank (Oregon), Southwest USA Bank (Nevada), Community Security Bank (Minnesota), Thunder Bank (Kansas), Williamsburg First National Bank (Carolina do Sul), Crescent Bank and Trust Company (Georgia) e Sterling Bank (Florida).
ANTONIO CARLOS LACERDA
PRAVDA Ru BRASIL 
Fonte: Pravda.ru

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Software do Dia: Completo e Grátis - 3D Formula 1 Screensaver

Este Descanso de Tela em 3D de Corrida de F1 é um verdadeiro presente para aqueles que gostam de corrida e velocidade. Os motoristas mais experientes de F1 disputam uns com os outros pelo Grand Prix no seu desktop. Os gráficos, animação, efeitos de som e música são absolutamente deslumbrantes! É como assistir a uma transmissão de TV, mas é um excelente descanso de tela que você pode colocar no seu monitor. Assista à corrida mais veloz do mundo no seu próprio desktop!
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