sexta-feira, 30 de julho de 2010

Catalunha Proíbe a Tourada

Tradição ou ato de crueldade? Costume espanhol e não catalão? Estas duas perguntas foram respondidas hoje pelo povo da Catalunha - ou melhor, pelo seu Parlamento, o resultado de uma petição para a assembléia legislativa, com 180 mil assinaturas pedindo a abolição. O resultado trouxe sentimentos contraditórios na Catalunha em especial e em Espanha em geral. 

A proibição das touradas na Catalunha entra em vigor em Janeiro de 2012. Este é o primeiro de uma onda de campanhas que irá proibir a Corrida em toda a Espanha? As tensões são elevadas, os argumentos são aquecidos neste país, onde a antiga tradição de luta contra o touro emprega milhares de pessoas directa ou indirectamente.

Há a queles que apoiam a alegação de que tourada é uma tradição antiga e faz parte da cultura da Espanha. A "corrida" em si é repleta de simbolismo: o touro é preto, simbolizando o mal por isso é também uma luta do bem contra o mal, de Deus contra o Diabo, o homem contra a besta, engenho e coragem contra os elementos. É um espetáculo de coragem contra a força bruta, a habilidade contra a fúria, David contra Golias. Vermelho (sangue, vinho e vida, simbolizada pela capa) contra a morte (preto, negatividade ... o touro).

No entanto, aqueles que afirmam que é um ato bárbaro e desactualizado reminiscente da época romana de panem et circenses, de sacrifícios no anfiteatro, sublinham que não há diferença entre esta pseudo-luta, em que o touro tem pouca ou nenhuma chance desde o segundo em que ele pisa no ringue, e o ato de jogar os cristãos aos leões dois mil anos atrás.

A votação no Parlamento da Catalunha não foi unilateral: os dois principais partidos políticos suspenderam política partidária e permitiram um voto de consciência, sendo o resultado 68 votos a favor da proibição, 55 contra e nove abstenções.

A petição para a proibição foi organizada pelo grupo de direitos dos animais Prou! ("Basta") e afirmou que a prática não era mais popular entre a população da Catalunha, afirmando que este espectáculo cruel é inaceitável no mundo de hoje. Os críticos alegam que a votação estava mais preocupada com o processo eleitoral, conquistando o voto pró-independência do catalão, do que qualquer desejo real de veto sobre o assunto.

No entanto, as Ilhas Canárias foram a primeira região espanhola de proibir a corrida em 1991 e diversos grupos têm feito campanha contra a tourada durante mais de uma década na Espanha em geral, e não apenas na Catalunha. ACTYMA, Associación Contra La Tortura Y Maltrato Animal, é um deles e do seu presidente Arturo Perez elogia a decisão de hoje como "um dia histórico, comparável à abolição da escravidão ... e demonstra que a Espanha está saindo da ignorância popular, que tem predominado neste país, em que as pessoas justificam as atrocidades com orgulho, o que desqualifica totalmente e brutaliza Espanha".

Grupos semelhantes de direitos de animais estão em campanha nos países latino-americanos onde a tourada é popular (principalmente no México, Colômbia e Perú) e também em Portugal e França, onde o touro é lidado, torturado e esfaqueado, mas não morto na arena.

Timothy BANCROFT-HINCHEY
PRAVDA.Ru 

Fonte: Pravda.ru

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Como é fácil acusar os outros...

Eu adoro os Estados Unidos e Israel. Adoro tudo que eles fazem pelo mundo. Coca-cola, chiclete, rock, Mac Donald, Nike e tantas outras utilidades que sem elas não poderíamos viver. 
Principalmente tudo que eles proporcionam aos iraquianos, vietnamitas, afegãos, palestinos, cubanos, libaneses, negros, índios, mexicanos etc. etc. etc.
Sempre, antes de dormir e para dormir melhor, eu faço votos profundos que Deus seja justo e retorne tudo a eles. Em dobro.
O respeito que eles têm pela qualidade de vida e de morte de milhões e milhões de seres humanos, não tem preço, mas receber o dobro do mesmo tratamento já seria razoável. Não?
Agora, com o vazamento de mais de 90 mil documentos e relatórios secretos sobre a guerra no Afeganistão que foram colocados na Internet pelo site 'Wikileaks', numa das maiores fugas de informações militares, vamos ter uma idéia mais real da verdadeira face dessa história, sem qualquer tipo de censura.
Peço sinceramente que Deus não exagere. Apenas seja justo.

Saiu no New York Times um conjunto de documentos que pode acabar com a guerra do Afeganistão.Uma espécie de Pentagon Papers dos novos tempos.
Os documentos do New York Times mostram a ligação entre o serviço de inteligência do Paquistão – grande amigo dos Estados Unidos – com o Talibã, no Afeganistão – grande inimigo dos Estados Unidos.
Os Estados Unidos derramam um monte de dinheiro no Paquistão e o Paquistão detona os Estados Unidos no Afeganistão.
Assim como os Pentagon Papers ajudaram a minar a legitimidade da guerra do Vietnã, o Wikileaks pode desmoralizar a guerra do Afeganistão.

O Wikileaks é um site colaborativo, postado na internet que recebe e filtra documentos confidenciais.
E foi de lá que o New York Times extraiu os documentos. De um site cooperativo!

Fonte: Pravda.ru

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De Cabral À Folha De São Paulo - Veja – Globo – A Invasão Do Brasil

O almirante português Pedro Álvares Cabral partiu de Lisboa no dia nove março de 1500 com treze embarcações, a maior das armadas portuguesas à época e em tese com destino às Índias. A História, implacável em seu processo, mostra que os portugueses, como de resto os europeus, tinham conhecimento da existência de terras à leste da linha do Tratado de Tordesilhas. 

Laerte Braga
O almirante português Pedro Álvares Cabral partiu de Lisboa no dia nove março de 1500 com treze embarcações, a maior das armadas portuguesas à época e em tese com destino às Índias. A História, implacável em seu processo, mostra que os portugueses, como de resto os europeus, tinham conhecimento da existência de terras à leste da linha do Tratado de Tordesilhas.
Como no mundo em que vivemos o Tratado de Tordesilhas definia que terra era de quem, mesmo que não fosse conhecida, ou tivesse sido descoberta, ou a ela se tivesse chegado. Hoje, qualquer reserva de petróleo, água, ou minerais estratégicos é da democracia cristã e ocidental dos Estados Unidos em nome da paz.
O conhecimento em si, de terras a leste da linha do Tratado, não significa necessariamente que essas terras pudessem ou não de fato existir, mas apenas reservados os direitos sobre a “sombra” das grandes potências do século XVI.
Millôr Fernandes afirma que o primeiro a cercar a sombra de uma árvore, foi também o inventor da propriedade privada.
A última grande armada que se tem notícia na América como um todo e na América do Sul especificamente, foi a do Reino Unido para garantir a “propriedade” das Ilhas Malvinas, parte do território argentino ocupado pelos britânicos. Em 1982 o general Leopoldo Galtieri, sem sustentação popular e após um golpe dentro do golpe (sai ditador entra ditador) tentou segurar-se no patriotismo inconseqüente de uma guerra para a qual não estava preparado. Aproveitou-se do sentimento popular de revolta contra a ocupação de parte do território argentino, mandou tropas despreparadas às Malvinas, mero golpe de publicidade de general de carreirinha (temos aos montes aqui) e acabou levando o regime ditatorial ao seu fim. Entregou aos argentinos uma conta de vidas e dores sem tamanho, frustrando esperanças e direitos legítimos, já que na prática, sabia que não seria possível sustentar a posse das Ilhas Malvinas.
O Brasil era governado pelo ditador João Batista Figueiredo. No dilema ou dá ou desce, Reagan – então presidente dos EUA – apoiava a Grã Bretanha e sustentava a ditadura no Brasil (eram os principais acionistas dos governos militares), silenciou sobre o assunto, mas permitiu que navios e aviões ingleses se reabastecessem em território brasileiro. Uma típica covardia típica de ditadores e generais de fancaria. 
As invasões hoje se dão de forma diversa em se tratando de América Latina. Compram presidentes, compram senadores, deputados, governadores, associam-se a empresários e assumem o controle dos negócios, disfarçam a ocupação militar com bases destinadas ao combate às drogas, mas se apóiam no traficante governando a Colômbia – Álvaro Uribe – e chamam tudo isso de mundo globalizado, que, via de regra, materializam através de tratados de livre comércio (com isso tomam conta da economia e da política do país, caso do México, mera colônia), o fim, segundo eles, é a paz, a democracia, o progresso, não importa que a fome esteja devastando a África ou que o velho método de invasão seja aplicado no Iraque, no Afeganistão. 
O golpe principal, no entanto, numa realidade diferente, estamos no século XXI, em breve não haverá necessidade de cultivar rosas, japoneses já produzem com tecnologia de ponta rosas idênticas às naturais, até no perfume, é o controle da mídia, os chamados veículos de comunicação.
A nação, qualquer nação, é formada pelo território, o povo, os costumes, a tradição, a língua, a cultura e se organiza assim através do Estado. A palavra de ordem contemporânea é “estado mínimo”, já que o deus dos tempos atuais é o mercado. Onipotente, onipresente, onilucrativo, onibárbaro, oninuclear. “Eu posso ter a bomba e posso destruir o mundo cem vezes, mas em nome da paz; você não”.
Quem quer que divirja desse modelo, dessa verdade única, recebe o rótulo de terrorista.
Torturam, matam, saqueiam a torto e a direito em todo o mundo. Matam palestinos, afegãos, iraquianos, colombianos, paquistaneses, matam africanos de fome, rotulam-nos a todos de “piratas”, “terroristas”.
É através dos meios de comunicação que substituem os costumes, as tradições, a língua e a cultura de um povo, por seus costumes, suas tradições, sua língua e sua cultura, numa invasão aparentemente indolor, recheada do brilho de neons e estrelas. Ao final, o ser brasileiro vira um objeto manipulado e conduzido segundo as vontades desejadas pelos conquistadores.
É todo um complexo que transforma, por exemplo, a maior potência do mundo, os EUA, numa sociedade anônima, controlada por grupos sionistas, os senhores do petróleo, dos grandes negócios, das armas.
Se Obama é um presidente aparentemente negro, que possa pensar aqui ou ali de maneira diversa da de Bush, não importa. Não vai longe e nem consegue enfrentar a assembléia geral de acionistas do império. Se antes eram os barões, condes, marqueses, duques e viscondes que controlavam os reis, hoje são os barões do petróleo, das armas, dos bancos, etc. 
Se alguém pegar o mapa da América do Sul e tampar o Brasil com uma das mãos vai perceber que, territorialmente, o que sobra é quase nada diante do tamanho de nosso País. Quem quer que se detenha a dar uma olhada no Brasil e em seu todo, vai, de imediato, sentir que existe nos milhões de quilômetros quadrados de nosso território, todo o potencial para que sejamos não apenas uma grande potência em todos os sentidos, mas uma nação onde impere a democracia lato senso, a justiça social e possamos nos impor ao mundo sem necessidade de nenhum ministro tirar os sapatos e descalço submeter-se a humilhante revista no aeroporto de New York, como o fez Celso Láfer, ministro das Relações Exteriores do governo de FHC. 
Em 1962, conscientes que os brasileiros começavam a buscar seus próprios caminhos à revelia de seus interesses, os norte-americanos (entendidos aqui como bancos, empresas, sionistas, os acionistas) compraram empresários (o grupo FIESP/DASLU por exemplo, sempre pronto a bom um negócio), políticos (Carlos Lacerda, Magalhães Pinto, outros menores) e criaram um negócio chamado IBAD – INSTITUTO BRASILEIRO DE AÇÃO DEMOCRÁTICA –.
Financiaram revistas, jornais, campanhas eleitorais, associações de “defesa da democracia”, compraram militares comprometidos com a ideologia dominante, a dos EUA, mas acabaram perdendo no todo e resolveram partir para a solução seguinte. O golpe militar, aconteceu em 1964 e foi comandando por um general deles, Vernon Walthers (ficou aqui até “eleger” Castello Branco presidente da República).
Começou ali também a ofensiva sobre os meios de comunicação.
Se já controlavam veículos como o jornal O GLOBO e o ESTADO DE SÃO PAULO (ostensivamente), começava também a história da poderosa REDE GLOBO (financiada por capitais do antigo grupo TIME/LIFE), viria mais tarde o grupo ABRIL (edita VEJA) e grossas verbas disfarçadas de publicidade para jornais como a FOLHA DE SÃO PAULO (a que chama a ditadura de ditabranda, mas emprestava seus caminhões para a desova dos cadáveres dos presos políticos torturados e assassinados no DOI/CODI em São Paulo).
Daí a introduzir o haloween como elemento da cultura brasileira no dia a dia de nossas escolas de ensino básico foi um pulo. Chegar ao estágio do tira manchas que é inteligente e evita que o seu filho vá à escola com a camisa manchada, foi outro pulo.
Fazer com que se pense como eles pensam, isso é o dia a dia da mentira veiculada pela televisão, pelos jornais, pelas revistas.
Mas, como diz a antiga canção – antiga, mas sempre presente – do “subdesenvolvido”, “você pensa como americano, mas não vive como americano”. 
Manter governadores, senadores, deputados, militares, empresários sob controle é o de menos. O governo de FHC abriu as portas para a transformação do Brasil num estado da federação norte-americana e a ALCA – ASSOCIAÇÃO DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS – só não foi assinado por conta da resistência popular e dos compromissos assumidos pelo atual governo, o do presidente Lula. 
Funciona mais ou menos assim. Se eles fabricam chicletes, você tem que comprar deles, não pode fabricar. Pode sim, vender a matéria prima a preço vil.
Se o lixo hospitalar e nuclear deles não pode ser despejado em seu próprio território, sob as penas do tratado de livre comércio, previstas em capítulos próprios, você tem que aceitá-lo em seu território, que o diga o México.
A grande mídia cumpre dois papéis. William Bonner, um dos principais agentes dos EUA no Brasil e atuando na GLOBO, definiu a você como sendo um telespectador idiota, um Homer Simpson (por ironia uma excelente séria norte-americana que mostra exatamente a passividade do povo diante dessa situação) e nem fez questão de esconder isso de ninguém, veicula, diariamente, a mentira da “verdade” única e imposta, num espaço entre novelas e outras coisas mais, que fazem com que cada um creia que o essencial é o sucesso e que sucesso é sinônimo de ser brother, ou sister e que é fundamental amar-se a si próprio acima de todas as coisas. O outro é apenas alguém que circunstancialmente está ali, mas pode ser empurrado ladeira abaixo se virar problema, ou for obstáculo.
Nada pessoal, pessoas estão fadadas a serem extintas, tudo são negócios.
E como o modelo vendido implica que tudo seja assim, é necessário estar sempre com portas e janelas trancadas. A rasteira, o empurrão pode vir do outro.
Mentira e farsa são essenciais à mídia para fazer com que cada brasileiro pense em inglês, se veja em Hollywood, ou passeando e fazendo compras em New York, num dos hotéis recheados de pin ups de Las Vegas, não importa que esteja ralando doze horas por dia num emprego mal remunerado (professor por exemplo) e ainda em caso de reclamação seja enquadrado a cassetadas pela Polícia deles.
Dessa espécie de centro de uma organização que invade mais que o território, invade e corrompe almas e espíritos, consciências, saem irradiadas milhares de seitas a dizer que é preciso dar dez por cento para construir casas no céu e resignar-se à “realidade” daqui, saem deputados, senadores, saem governadores, empresas que fraudam, sonegam, vendem produtos de péssima qualidade, bancos que extorquem, todo o conjunto de máfias contemporâneas que, em relação às máfias originais, apenas varreu compromissos de honra mínimos que ali existiam. 
Você é objeto. Joguete de uma mídia mentirosa, venal, corrupta e de jornalistas ávidos de um a mais para o “leite das crianças” (Miriam Leitão, Alexandre Garcia –dedo duro durante a ditadura –. Lúcia Hipólito e outros menores ou mesmo maiores, jornais como FOLHA DE SÃO PAULO, revistas como VEJA, jornais regionais como o ESTADO DE MINAS, ou redes regionais como a RBS (sul do País). 
São financiados pelos seu dinheiro, pelo dinheiro público, caso do contrato do governo de São Paulo (José Collor Arruda Serra) com a editora ABRIL (VEJA), ou o escandaloso caso da venda do apoio da GLOBO a Serra nas eleições de 2002 envolvendo Roseana Sarney (usada como isca pela GLOBO), O BNDES, resultando na emenda que abriu as portas para o capital estrangeiro em rádios e tevês do Brasil e tirando a empresa de um estado pré-falimentar.
Nada é de graça nesse tipo de negócio. Há toda uma teia que tem um único objetivo. O controle da jóia da coroa latino-americana, o Brasil.
Um grupo de professores do estado do Pará advertiu o governo estadual que a descoberta de um reservatório subterrâneo de água doce por cientistas brasileiros era o produto do esforço de brasileiros, pois norte-americanos já o conheciam através de recursos tecnológicos através de satélites há anos e se omitiam sobre o assunto, à medida que o propósito é o controle não só da água, mas do petróleo, do País. Têm a defendê-los o patriotismo do general Heleno. A ocupar o território brasileiro a VALE privatizada.
Para isso vendem seu modo de pensar (aquele que mata à porta das escolas, que é racista, que se sustenta na barbárie da guerra e dos campos de concentração como Guantánamo) através de agências chamadas empresas como a GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO, VEJA, e outros, muitos outros.
Associa-se ao latifúndio que depreda a Amazônia (e culpa os índios), serve porcaria nos transgênicos, coopta militares como o fizeram com o general Heleno e muitos outros – a maioria – para eventuais golpes, faz com que cada um de nós se volte para uma Meca doentia, Washington/Wall Street, e acredite que sucesso é sair por aí exibindo os escalpos conquistados na caminhada.
Com o fim da ditadura militar tentaram com Collor e conseguiram boa parte de seus objetivos com FHC, funcionário de uma fundação norte-americana a FORD. Sem nenhum escrúpulo, caráter, ou respeito por quem quer que seja, muito menos pelo Brasil e pelos brasileiros.
A eleição de Lula, por críticas que possa fazer ao governo de Lula, interrompeu o avanço, a invasão, mas não o processo de dominação. Estão aí os mesmos veículos vendendo um marginal como José Collor Arruda Serra, político sem qualquer dignidade, sem princípios e sem honra nenhuma para completar a tarefa. 
Como há dias o Instituto Sensus, que pesquisa para sindicatos de trabalhadores e de patrões, divulgou pesquisa mostrando empate técnico entre a candidata Dilma Roussef e o marginal José Collor Arruda Serra, o DATA FOLHA, instituto de pesquisas da FOLHA DE SÃO PAULO, tratou de forjar uma pesquisa onde Serra aparece como vencedor e um jornalista do esquema, Fernando Rodrigues, como quem não quer nada, trata de “adiantar” em sua coluna que o bandido pode vencer já no primeiro turno. 
Em 1985, a lei proibia a divulgação de pesquisas três ou cinco dias antes das eleições para evitar manipulações. A última pesquisa dos institutos ditos sérios dava a vitória nas eleições para a prefeitura de São Paulo ao criminoso Fernando Henrique Cardoso. Seu principal adversário era Jânio Quadros. Um especialista em pesquisas previu a vitória de Jânio e disse o seguinte – “me digam onde pesquisaram e encontraram a vitória de Fernando Henrique que eu vou pesquiso e trago a vitória de Jânio” – Manipulação pura, deliberada, covarde e muito bem remunerada. São bandidos e Jânio ganhou de FHC.
Daqui até outubro, os brasileiros terão tempo para pensar se querem permanecer brasileiros, senhores do Brasil, ou se vão cair de quatro definitivamente e passar à condição de colonos dos norte-americanos.
Não contem com nossas elites, são podres, são pútridas, fétidas e se vendem por um fim de semana na Ilha de Caras. Tipo trocar um pirulito pela honra, pela dignidade pessoal.
Não se invade com esquadras como a de Cabral, mas com redes de tevê, jornais, rádios e revistas que consideram garis (como o fez Boris Casoy) “a última categoria na escala de trabalho”. Ou seja, o preconceito em muitos momentos se torna visível.
Se deixa enganar quem quer ser enganado, ou quem se acostumou a ficar de quatro.
No duro mesmo, eu proporia uma sessão diária em três turnos, dos filmes de Oscarito e Grande Otelo, em cada escola. Seria uma forma do brasileiro começar a acordar e perceber que existe vida inteligente para além de Jerry Lewis, ou desses comediantes de quinta categoria de Hollywood e que Bruce Willys não é nem a sombra do que era José Legoy, o nosso grande vilão cinematográfico. Dá de dez a zero em qualquer agente da CIA desses que explodem meio mundo e no fim ficam com a mocinha.
O diretor de AVATAR dizer que vai levar a questão de Belo Monte (sem entrar no mérito) para discutir com senadores americanos? Ora, manda esse cara pastar. Mas antes olha se o general Heleno não está ao lado dele. É bem capaz, junto com o presidente da VALE e a senadora Kátia Abreu, especialista em fraudes com terras na região.

Patrialatina.com.br 
Fonte: Pravda.ru

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

O paradigma do butão

Reino feudal dos Himalaias, último reduto do Budismo Mahayana, independente desde 1947, encravado entre a China e a Índia, com perto de 800 mil habitantes, alicerçado numa economia baseada na agricultura, criação de animais, extração florestal e na venda de energia hidroelétrica para a Índia e numa sociedade simultâneamente patriarcal e matriarcal, onde o membro que detém a maior estima é considerado o chefe da família, o Butão, inventor do conceito de "Gross National Happiness" (GNH), ocupa o 8º lugar no Worl Map of Happiness e o 13º no World Colour-Coded HPI.
Varrido por uma onda de modernidade decretada pelo seu líder secular, tornou-se um case study para economistas, psicólogos, antropólogos e sociólogos: resistirá o "Reino do Dragão Trovejante" e o seu GNH aos ventos democráticos e de modernidade auto-impostos e à incómoda e crescente contestação dos seus 125 mil "imigrantes ilegais"?
O Reino do Butão, também conhecido como "The Last Shangrila", iniciou nos últimos anos, de forma cautelosa mas intencional, uma abertura ao mundo: em 1999 a televisão, incluindo as estrangeiras por cabo, foi autorizada. Seguiu-se a Internet e o governo encara mesmo a hipótese de aderir à Organização Mundial do Comércio já que, segundo o World Bank, o Butão deverá nos próximos anos registar um crescimento na ordem dos dois dígitos: o rendimento per capita do Butão situa-se nos 1300 USD e é hoje umas das economias com crescimento mais acelerado em toda a Ásia do Sul.
O governo tem investido na modernização do reino, implementando sustentadamente as áreas da saúde, da educação e da exploração do seu único recurso natural abundante: a água que escorre das vertentes dos Himalaias que serve para alimentar centrais hidroelétricas, suprindo as necessidades energéticas do reino, e ainda exportar a maior parte da energia para a Índia, exportação sustentada por um plano hidroenergético nacional tão ambicioso quanto proveitoso.
Com base nestes investimentos os indicadores sociais dispararam nas últimas décadas: a mortalidade infantil foi reduzida e os indicadores de frequência e sucesso escolar cresceram a olhos vistos. A indústria continua porém a ser praticamente inexistente mas o turismo dá os primeiros passos, embora os turistas continuem a ser escoltados sempre que se deslocam de estância turística para estância turística.
Acontece porém que o Rei Jigme Singye Wangchuck depois de ter criado e implementado em 1972 o revolucionário conceito de "Felicidade Interna Bruta" (GNH), o que torna o Butão o único país do mundo a medir a felicidade dos seus cidadãos, apostou no final da década de 80 numa purga étnica consubstanciada na máxima "uma nação, um povo", cedeu parte dos seus poderes ao primeiro-ministro e fez aprovar em 2005 uma nova Constituição, transformando a monarquia absoluta em monarquia constitucional, democratizando o país.
O Rei pretende agora abdicar do trono em favor do seu filho, o Príncipe Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, convocar eleições para 2008, numa atitude sem precedentes com a qual obrigou os seus incrédulos e relutantes súditos a formar partidos políticos para concorrerem às eleições e assim instituir no Butão uma Democracia Parlamentar... por decreto régio.
Por vontade expressa de Sua Majestade os cidadãos foram "convidados" a formar quatro Partidos para treinarem o exercício dos seus direitos democráticos e procederem a um simulacro-treino de eleições democráticas: o "Druk Azul" que prometia lutar contra a corrupção e implementar os cuidados gratuitos de saúde e educação, o "Druk Vermelho" que prometia a industrialização, o "Druk Verde" que defendia um desenvolvimento económico em consonância com o ambiente e o "Druk Amarelo" que pugnava pela preservação e promoção da tradição e da rica herança cultural do Butão. Sem surpresas e sem esforço o "Druk Amarelo" ganhou o escrutínio com mais de 44% dos votos expressos, demonstrando cabalmente que o apego "às coisas como estão" é claramente dominante nas opções de vida dos butaneses.
As públicas virtudes têm, porém, quase sempre, pés de barro e toda esta febre de abertura democrática é fortemente criticada e contestada pelos refugiados étnicos butaneses, na sua maioria de etnia nepalesa, que foram escorraçados em 1991 do Butão para campos de refugiados da UNHCR no Nepal, ao abrigo da política "um povo, uma nação", e que sofreram e continuam a sofrer na pele o epíteto de "imigrantes ilegais" que o governo do Butão lhes colou à pele como um estigma.
Com uma economia saudável qbp, qualidade de vida aparentemente invejável, futuro a priori promissor, quem é que se vai importar com duas no cravo do "povo" e três na ferradura dos "imigrantes ilegais"? Ai ai , para onde caminhas tu, Butão...?

Fonte: http://obviousmag.org/

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Luz - um bem quase universal

Os habitantes das grandes metrópoles  da atualidade, possuem benefícios e facilidades extraordinárias que eram impensáveis há apenas algumas décadas. No entanto, a atual facilidade de utilização e acesso a benefícios sociais e tecnológicos, veio também contribuir para que desvalorizemos necessidades básicas que damos como garantidas no nosso dia a dia. Apesar de para nós ser completamente impensável, por exemplo, não ter energia elétrica, pois ela é um dos pilares básicos da sociedade dos nossos dias, para muitas culturas não passa ainda de um sonho possuir algo tão básico e banal.
The Portable Light Project pretende proporcionar a pequenas comunidades isoladas o acesso barato a um bem essencial que, mesmo em pequena quantidade pode proporcionar novas oportunidades educativas e melhorar substancialmente o índice de alfabetização de algumas culturas, ao mesmo tempo que permite também poupanças complementares com outros gastos energéticos. Para se implementar algo desta magnitude não precisamos de grandes avanços tecnológicos, ou esperar que o atual mercado amadureça um pouco mais, somente temos que inovar e abordar o problema por outro prisma.
O protótipo deste projeto é extremamente leve, dobrável e integra um conjunto de células fotovoltaicas com LEDs de alto desempenho. Para uma autonomia de cerca de duas horas e 160 lumens, precisa somente de 4h de sol para ficar totalmente recarregado. Como está integrado numa espécie de tecido, pode ser adaptado a uma peça de vestuário adaptando-se muito bem, inclusive, a quem pratique algum tipo de atividade de montanha.
The Portable Ligh Project

Fonte: http://obviousmag.org/

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O iate do futuro - Oculus

Oculus é o nome do primeiro projeto da Schöpfer Yachts, uma empresa americana de construção naval de alta tecnologia fundada em 2008. Concebido por E. Kevin Schöpfer, fundador e proprietário da empresa, o luxuoso iate de 75 metros pode com toda a comodidade transportar 12 pessoas em cruzeiros de longa distância a uma velocidade superior a 25 nós. A construção do Oculus deverá iniciar-se brevemente nos estaleiros de Sparkman and Stephens, em Nova Iorque.
As linhas do iate inspiraram-se claramente em animais marinhos, peixes e baleias, e sugerem um ar dinâmico e futurista, goste-se ou não. No interior predomina o luxo e o high-tech. No primeiro convés situa-se um enorme salão, a sala de jantar e outras áreas de lazer. Um elevador central liga-o ao segundo convés onde estão situadas as cabinas, ou melhor, os quartos, com destaque para a belíssima suite do proprietário. Finalmente, no terceiro convés encontra-se o posto de pilotagem bem como os alojamentos do comandante e tripulação.
Link

Fonte: http://obviousmag.org/

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Arquitetura escondida - Estações de Metrô

Todas as grandes cidades do mundo possuem a sua rede de metropolitano. Na maioria dos casos são apenas infraestruturas funcionais por onde passam diariamente milhares de pessoas. Noutros casos, como Moscou, linhas e túneis ligam estações de uma arquitetura grandiosa e retro, onde os passageiros se sentem como convidados de um baile de gala. Por todo o mundo podemos encontrar estações de metropolitano fabulosas, antigas ou modernas. É pena que no vai-vem do dia-a-dia não tenhamos tempo para as olhar mais demoradamente...
O Metro de Varsóvia e algumas estações de linhas modernas do Metro de Munique.
 
O Metro de Roterdan e o de Bilbao
Para finalizar, algumas estações da fabulosa rede do Metro de Estocolmo.
 
Fonte: http://obviousmag.org/

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A capa de ´´Animals´´ do Pink Floyd - Central elétrica de Battersea

Os fãs dos Pink Floyd reconhecerão esta imagem num instante: é a célebre capa do álbum Animals. A foto foi tirada em Dezembro de 1976 na central elétrica de Battersea, em Londres, e, se estão recordados, um gigantesco porco cor de rosa fazia parte da imagem. O bicho era na verdade um balão cheio de hélio amarrado a uma das chaminés do edifício para  protagonizar um episódio rocambolesco. Pouco após a tomada da fotografia a corda que o segurava soltou-se e o porco andou à deriva pelos céus da cidade, perseguido pelos helicópteros da polícia até ser detido em Kent, causando perplexidade em alguns pilotos de aviões. O álbum foi lançado em Janeiro de 1977, imortalizando a famosa fotografia.
Não se sabe se o porco ficou detido ou se foi posteriormente libertado, para fins publicitários. Quanto à central elétrica, foi desativada em 1983 e deixada ao abandono. É pena, pois é um notável exemplar de arquitetura industrial projetado em 1930 por Giles Gilbert Scott e Theo Halliday e o maior edifício em tijolo da Europa. As chaminés que lhe conferem a sua imagem inconfundível foram construídas em várias fases e a última delas ficou concluída somente em 1955.
Atualmente, em estado de degradação avançado, a central apenas é utilizada ocasionalmente em eventos artísticos ou espetáculos. Em 2006 esteve patente uma exposição de arte chinesa que aí deixou alguns vestígios, entre os quais um tanque de guerra. São desta altura as fotografias que aqui podem ver, da autoria do fotógrafo britânico Mark Obstfeld.
Mas o imponente edifício teve mais aparecimentos mediáticos, nomeadamente no cinema: Sabotage, de Alfred Hitchcock, Help, de Richard Lester (com os Beatles como protagonistas) e ainda Full Metal Jacket, de Stanley Kubrick. Neste último filme diversas cenas foram rodadas no interior do edifício.
Link

Fonte: http://obviousmag.org/

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Porcelana chinesa na moda

A porcelana é o último grito da moda. Ou, pelos menos, assim quer fazer crer a Lacoste. A marca de roupa francesa convidou o artista chinês Li Xiaofeng para criar duas peças especiais para a colecção Holiday Collector 2010 e este foi o resultado.
Pintados por ele mesmo em tons azuis - cor tradicional das peças chinesas - e vermelhos - que representam vida e alegria -, Xiaofeng até desenhou o famoso logo do crocodilo verde numa das peças de vestuário. Depois, os 317 pedaços foram costurados com fios de prata, sendo a peça principal um modelo que se assemelha muito ao polo tradicional da Lacoste. Inspirado na dinastia Ming, os desenhos têm uma forte carga simbólica com letras, selos e marcas tradicionais chinesas. A fénix é uma marca de boa sorte e oportunidade e as letras são uma benção de boa fortuna, que ficou, entretanto, entrecortada na montagem do polo.
Além das peças feitas em porcelana, o artista chinês criou ainda estampas azuis e brancas para imprimir em 20 mil camisas, de homem e mulher, que serão postas à venda e cujo preço ainda não foi divulgado. Aqui, as flores de lotus representam pureza e renascimento e os bebés aludem à fertilidade, dando também boa sorte àqueles que as usem.
O trabalho deste artista de 45 anos, que se dedica à porcelana apenas há cerca de cinco anos, vai ser exposto no Musée des Arts Métiers de Paris e a Red Gate Gallery. Ao todo, demorou-lhe três meses a completar as peças: desde a formação da cerâmica até ao polimento final.
Esta não é a primeira vez que a Lacoste convida personalidades fora da área da moda para trazerem algo de novo à marca. Fernando e Humberto Campana (2009), Michael Stipe (2008), Michael Young (2007) e Tom Dixon (2006) são outros nomes que já fizeram parte desta iniciativa.

Fonte: http://obviousmag.org/

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