sexta-feira, 6 de agosto de 2010

The Rolling Stones - Exile

Muita gente não entendeu o disco quando foi lançado, mas quase 40 anos depois, Exile on Main Street é tido como a obra definitiva dos Stones. Uma centena de histórias cerca as gravações do álbum, principalmente nos nove meses em que o grupo se exilou na França para fugir dos impostos britânicos. Mick Jagger se estabeleceu em Paris com sua nova noiva Bianca, e o guitarrista Keith Richards alugou uma mansão luxuosa, Nellcôte, em Villefranche-sur-Mer, perto de Nice.
Além de alugar a vila inteira, Keith comprou aproveitou que as escadarias da mansão terminavam em uma doca, e comprou uma lancha. “Várias vezes a gasolina dele acabava no meio da baia, e ele soltava foguetes e tínhamos que ir buscá-lo”, diz Anita. “A casa era linda e decadente. E não tinha móveis. Os melhores sofás da casa eram das guitarras de Keith. Elas ficavam lá e nós tínhamos que nos ajeitar no chão. Aliás, Keith faz isso até hoje”, relembra.
Stones In Exile remexe o baú conturbado das gravações do disco. Começa com Mick Jagger e Charlie Watts visitando o Olympic Studios, um dos estúdios que serviu para o álbum ainda quando a banda residia em Londres, e depois parte para uma mansão da família de Jagger que abrigou a segunda fase das gravações do álbum. Porém, o grosso das gravações aconteceu nos porões abafados da mansão de Keith em Nellcôte durante nove meses com a banda deslocando um estúdio móvel para o local.
O documentário começa explicando a saída da banda do Reino Unido (devido aos altos impostos cobrados pelo fisco britânico), com imagens de época, e foca no exílio francês, e principalmente nas histórias que cercam a casa de Keith em Nellcôte. “Quem tem dinheiro consegue tudo ali. De um lado tem Marselha, conhecida por produtos ilegais. Do outro está a Itália, com a Máfia. Junta-se os dois e se compreende”, diz o fotografo Dominique Tarlé.
“Eu sabia que os Stones tinham se mudado para o sul da França, e fui atrás deles para fazer algumas fotos. A casa em Nellcôte era lindíssima. Eu não sabia que Keith e Anita estavam vivendo lá, mas fui e consegui passar uma tarde com eles. No final do dia, eu estava me despedindo, e eles disseram que eu podia ficar, e eu fiquei… seis meses”, relembra o fotógrafo responsável pela maioria das imagens que ilustram o filme (que ainda tem excertos de “Cocksucker Blues”, o filme proibido de Robert Frank).
Uma lista interessante de convidados participa do documentário, mas são os ex-Stones Mick Taylor e Bill Wyman que protagonizam as passagens hilárias. “Tinha as meninas seminuas na praia, porém não tinha chá e o leite era horrível”, reclama o ex-baixista enquanto Keith se refestelava com um coquetel de drogas variadas. “Mick Taylor era muito melhor que todos nós, mas no palco ele não se movia. O público todo na sua frente e ele lá, estático, tocando. Não rolava”, analisa o ex-baixista.
As gravações foram um caos. “Raramente a banda se reunia toda nos porões da casa”, lembra Bill. “Teve dias em que acordei e percebi que tinha passado o dia inteiro dormindo”, diz Keith. “Nós ali ensaiando, e ele – Keith – nem para descer para falar com a gente. Eu tinha viajado uma hora, o Charlie quatro horas para ensaiar, mas ninguém aparecia, e fazíamos pequenas jams com o pessoal dos metais, para aproveitar o tempo, mas o porão era um forno. Era impossível ficar lá muito tempo”, espeta Wyman.
Ou seja, a banda passava a maior parte do tempo fazendo jams. “Fizemos nove músicas em nove meses lá”, relembra Mick Jagger. “Uma boa média: uma música por mês”, brinca Charlie Watts. “Que nada. Uma boa média teria sido uma música por dia”, encerra Mick. Depois veio a mixagem, outra novela que se estendeu durante meses até o álbum ficar pronto. O fotógrafo Robert Frank foi chamado para fazer a capa e o resultado de tudo é um dos vinis duplos fundamentais da história da música pop.
Stones In Exile é um excelente retrato na linha da série Classic Álbuns, mas as histórias secundárias – principalmente as que envolviam drogas, rock and roll e sexo, ordem sugerida por Anita Pallenberg, esposa de Keith – poderiam ser melhor exploradas. Jack White, Benicio Del Toro, Liz Phair, Sheryl Crown e Martin Scorsese, entre outros, analisam o disco e falam de suas canções preferidas dando um colorido especial ao filme, mas tudo que vale aqui são as lembranças de Keith, Mick, Charlie, Bill e Anita sobre o período sensacional de uma das maiores bandas de todos os tempos. É ver o filme e ouvir o disco. Mais uma vez.
ASSISTA AOS VÍDEOS
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Por Marcelo Costa
em parceria com Revista Speculum
Fonte: http://obviousmag.org/

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Software do Dia: Completo e Grátis - Nature Illusion Studio Standard Edition

Transforme as suas fotos da vida real em cenários animados da natureza, adicionando efeitos de água, sons e condições do tempo às suas suas próprias fotos e imagens. Todos os efeitos visuais foram recriados com precisão física, então o barulho suave da água ou os súbitos movimentos do ar parecem e comportam-se como se extivessem na vida real. O resultado final é uma espetacular e inebriante atmosfera que pode ser salva como um protetor de tela, um arquivo individual executável, um arquivo em AVI ou GIF animado e distribuído para outrtas pessoas, que poderão admirar a sua criação.

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Antti Lovag - Uma casa de sonho

Por norma os artigos relacionados com arquitetura ficam sempre do lado do seven mas, desta vez, vou abrir uma exeção para partilhar convosco esta fantástica casa proposta pelo arquiteto Antti Lovag. Chama-se Maison Bulle e pertence ao conjunto de coisas que o comum dos mortais jamais irá possuir. Vejam as imagens no corpo do artigo.
Antti Lovag

Fonte: http://obviousmag.org/

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O primeiro edifício do mundo com turbinas eólicas - Strata

As preocupações ambientais não se restringem à indústria ou a cada indivíduo, devem por isso alargar-se a áreas como a construção civil, o núcleo de qualquer metrópole. Assim parece estar a acontecer, e cada vez mais arquitetos, designers e construtores se orgulham de proporcionar aos clientes uma forma de reduzir a sua pegada ecológica no planeta pela redução dos gastos energéticos em suas casas.
Uma arquitetura de vanguarda tem distinguido Londres como uma das cidades mais preocupadas com o ambiente, e bons exemplos da união entre a estética, a funcionalidade e as preocupações ambientais não são difíceis de encontrar.
Com 42 andares e erguendo-se a 148 metros de altura, o Strata é o novo arranha-céus "verde" que irrompe pela cidade. Projeto residencial, os seus 408 apartamentos de alta qualidade não se distribuem apenas pela torre mas também pelo pavilhão a seu lado, com 5 andares e 17 metros de altura. Foram construídos atendendo aos mais recentes recursos de poupança de energia, dos isolamentos aos sistemas de ventilação natural, passando por vidros de alta performance.
Até aqui, nada de novo. E dizer apenas que a torre produz a sua própria energia não seria grande novidade também. Coroado com três enormes turbinas eólicas, com nove metros de diâmetro cada, não é o primeiro edifício do mundo a integrar este tipo de tecnologia, mas é sim o primeiro a integrá-la diretamente na sua fachada, como parte integrante da construção e do design, e já não escondida ou disfarçada em algum recanto.
Empreendimento privado da Brookfield Europe e com um orçamento de 113.5 milhões de libras, o projeto ficou a cargo da BFLS (antiga Hamilton Architects) liderada pelos arquitetos Robin Partington e Ian Bogle. Desde o início que sustentabilidade foi a palavra-chave de todo o projeto. As turbinas eólicas revelaram-se como a solução mais adequada, já que dada a sua localização e altura, o Strata tira todo o partido dos ventos de 56 Km/h da área. A possibilidade de fundi-las com a arquitetura do edifício veio apenas depois, e estabelece o claro compromisso ambiental a que se propõe.
Falando um pouco mais das peças centrais, quer do design quer do plano sustentável da torre, as turbinas produzirão anualmente uns estimados 50 MW/h, representando oito por cento do seu consumo energético total. Além disto, cada uma das turbinas terá não três mas cinco lâminas, o que permite reduzir o ruído durante o funcionamento, enquanto que uma base com cinco toneladas e amortecedores de vibração mantêm o Strata bem ancorado ao chão, já que o atrito com o ar que produz a sua energia limpa poderia fazer com que oscilasse descontroladamente.
Outra medida digna de referência é o fato de 96 por cento dos desperdícios de construção serem reciclados. Assim, a longo prazo, as emissões de carbono reduzidas, que proporcionam aos residentes custos reduzidos com energia, bem como condições ambientais internas mais saudáveis, surgem como complemento de um ciclo no qual o balanço energético é bastante atrativo. Segundo estudos efetuados, as reduções na emissão de CO2 corresponderão a uma redução de 73.5 por cento quando comparadas com as regulações em vigor, o que é um grande passo face ao desejo britânico de que todos os novos edifícios tenham zero por cento de emissões até 2019.
O Strata é a prova que a qualidade de vida humana está diretamente ligada à interação com o planeta, e que a arquitetura pode manter-se a par dos tempos e das necessidades energéticas e ambientais, sempre mutáveis.

Fonte: http://obviousmag.org/

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III Congresso da ASBRAP

ASBRAP
Endereço para correspondência:
Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia
Rua Dr. Cid de Castro Prado nº 79 – Planalto Paulista
04064-040- São Paulo, SP, Brasil
E-mail: asbrap@hotmail.com


São Paulo, 3 de Agosto de 2010
C O N V I T E

A ASBRAP tem o prazer de convidar V. Sa. para participar do III Congresso da ASBRAP. A participação é gratuita e a entrada é livre. Aos que desejarem receber certificado de freqüência, solicita-se que se inscrevam na página http://www.asbrap.org.br/eventos/Congresso/congresso.htm .

Local: Mosteiro de São Bento: Largo de São Bento, São Paulo, SP
Data: 14 de Agosto de 2010, das 9:00 às 17:30 horas (em um único dia)

Programação:

9:00-9:15 ===» Recepção.

9:15-9:30 ===» Abertura.

9:30-10:15 ===» Fontes paroquiais para pesquisas genealógicas, por Jair Mongelli Júnior, historiador e diretor técnico do Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo.

10:15-11:00 ===» Genealogia para principiantes, por Rodnei Brunete da Cruz, diretor da ASBRAP e genealogista profissional.

11:00-11:15 ===» Intervalo para café.

11:15-12:00 ===» Fontes Históricas do Acervo Arquivo Público do Estado de São Paulo para uso da Genealogia: Maços de População, "Inventários e Testamentos", Negócios Eleitorais, Autos Cíveis e documentação Cartorial, por Aparecido Oliveira da Silva, historiador, paleógrafo e diretor do Núcleo de Assistência ao Pesquisador.

12:00-14:00 ===» Almoço no próprio Mosteiro de São Bento (cerca de R$ 25,00/pessoa).

14:00-14:45 ===» Casais luteranos no Bairro de Campo Belo, cidade de São Paulo, por Sérgio Weber, professor e presidente da ASBRAP.

14:45-15:30 ===» Registros eclesiásticos na Itália a partir do Concílio de Trento: histórico, características e novas perspectivas de pesquisa, por Virginio Mantesso Neto, bacharel em História.

15:30-15:45 ===» Intervalo para café.

15:45-16:30 ===» Documentação e arquivos portugueses de interesse para a Genealogia, por Marcelo Meira Amaral Bogaciovas, Mestre em História Social e diretor da ASBRAP.

16:30-17:15 ===» Los Brasileños en las Órdenes Militares Españolas: Caballeros de Río de Janeiro, por María Inés Olaran Múgica, Mestra em Direito Nobiliário, Heráldica e Genealogia (UNED-Espanha).

17:15-17:30 ===» Conclusão dos trabalhos.

A ASBRAP é uma entidade brasileira de renome nacional e internacional, sem fins lucrativos, que há 17 anos publica a REVISTA DA ASBRAP, e congrega pesquisadores de Histórica e Genealogia.

Nossos mais sinceros agradecimentos ao Mosteiro de São Bento.

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Festa da Nonna homenageia família de imigrantes italianos

XI Festa della Nonna de Itapira 
Dias 6,7 e 8 de agosto 2010
Segundo registros históricos, o Brasil recebeu a partir de 1870 imigrantes italianos que vieram para cá em busca de trabalho nas fazendas, com predomínio da cafeicultura. Como o trabalho escravo era bem caro e freqüentemente havia fugas, o trabalho dos imigrantes era uma solução barata para os fazendeiros. Eles entravam no país geralmente pelo porto de Santos, seguiam até a capital paulista e depois partiam para o interior.

Itapira foi uma das cidades que mais recebeu famílias de imigrantes vindos de toda parte da Itália. Em 1870/80 já exerciam alguma atividade comercial na cidade os Italianos João Batista Trani, Jacob Bolonha e João Ricardini, que são, indubitavelmente, os pioneiros da histórica jornada dos que vieram de longe, do outro lado do Oceano Atlântico, não em busca de repouso, mas de trabalho.

Os imigrantes de pouca ou nenhuma posse iam diretamente para as fazendas, muitos deles misturavam-se com os negros, ainda não libertos pela lei Áurea, que só chegaria em 13 de maio de 1888. Os que traziam algum dinheiro e tinham habilidades artesanais, além de algum preparo escolar, alojavam-se em casas alugadas e passavam a oferecer seus serviços à comunidade, como é o caso de João Batista Trani, cuja especialidade era a funilaria.

A família italiana, geralmente era formada pelo casal e vários filhos, dificilmente inferior a dez, e às vezes passando dos quinze, trabalhava arduamente, desde o romper da madrugada até a noite, com o intuito de amealhar o dinheiro para a subsistência da prole numerosa, e sendo possível, guardar alguma sobra debaixo do colchão de palha de milho.

A Nonna
A figura da nonna, avó em italiano, sempre representou a base da família. Uma das nonas homenageadas este ano na Festa della Nonna é Maria Marta Lázari Zanqueta, filha de Amélia Ferla e Antonio Lázari Filho.

Ela se lembra da história de como a família veio parar no Brasil.

“Minha mãe sempre me conta que minha bisavó, que era viúva, meu avô e duas irmãs dele vieram para o Brasil de navio, em uma viagem que durou três meses, para trabalhar no cafezal. Depois de um tempo, meu avô comprou um sítio e se casou. Ainda hoje existe a casa onde moraram, no bairro dos Coutos, perto da Ponte Nova”, lembrou.

Dona Marta é casada com Juvenal Zanqueta, mãe de quatro filhos: Sônia, Sílvia, Juvenal Jr. e Jonas, e avó de um casal: Laura Maria e Pedro Henrique de Freitas.

Outra nona a ser homenageada este ano é Elenir Cezareto Sartoreli, viúva de João Sartoreli e mãe de Jackson, Josi e João Jorge.

Tem seis netos: as gêmeas Paola e Bruna, Raquel, Rebeca, Henrique e a pequena Helena, com apenas três meses. É italiana de pai e mãe.

O avô por parte de pai, Edelmiro Cezareto, veio para o Brasil com os pais ainda criança. Mais tarde casou-se e teve nove filhos. Por parte de mãe, foi o bisavô, Pedro Sartori, quem deixou a Itália e veio para o Brasil já casado e com um filho pequeno.

“Meu avô, Alberto Sartori, trabalhava na plantação de café e aos poucos foi juntando dinheiro e comprou seu próprio sítio, o sítio Sartori, A família começou então a plantar cana e café e também a fabricar a pinga Java. Trabalhei até meus 17 anos no alambique”, relembra.

A Festa
Inspirada no Ferragosto italiano, a Festa della Nonna busca nos três dias festivos resgatar as origens italianas, a saga dos imigrantes e dos antepassados, a valorização da família e, principalmente, a importância da confraternização, dos encontros, dos bate-papos e da convivência harmoniosa das pessoas, uma característica marcante das famílias italianas. Privilegia a praça principal da cidade lotando as suas dependências, restaurando os tempos em que ela era o ponto de encontro e dos acontecimentos da cidade.

É organizada pelo Circolo Italo-Brasiliano XV de Novembro di Itapira, que cuida da estrutura, captação de recursos e dos convites aos fornecedores de alimentos e dos agentes culturais. O Circolo não explora comercialmente a festa e não aufere resultados financeiros. Investe os recursos de forma a oferecer à cidade uma festa bonita, limpa, segura, divertida e organizada. Fatores que trazem além dos moradores de Itapira, visitantes da região, de São Paulo e sul de minas.

Ao todo, serão montadas 32 tendas piramidais em “L” nas ruas defronte ao Circolo Italiano e ao Centro Comércio Indústria (Centrão), configurando a área dos fornecedores de alimentos e as praças de alimentação cobertas. Serão distribuídas 150 mesas e cadeiras pelas praças de alimentação cobertas e descobertas. Por determinação da Prefeitura, os brinquedos infantis que eram montados na parte inferior da Praça Bernardino serão montados desta vez na parte superior.

De acordo com a direção do Circolo, este ano, a Prefeitura não liberou o trecho entre as ruas Joaquim Inácio e Comendador João Cintra para a organização do estacionamento. Nesse trecho o estacionamento será livre e o controle estará a cargo da Secretaria de Trânsito. A venda de chopp e refrigerantes se dará em sete pontos diferente, buscando agilizar e facilitar o atendimento. A venda de vinho e suco de uva se dará no ponto costumeiro.

Segurança
Na expectativa de manter a área da festa livre de ocorrências policiais, o Circolo, a exemplo dos anos anteriores, terá o apoio de segurança particular especialmente contratada, treinada e munida de rádio comunicação e o suporte da Guarda Municipal e da Polícia Militar. Uma brigada de dez seguranças foi treinada pelo Técnico em Segurança José Roberto Alvez Muniz no sentido de capacitá-los para o manuseio dos equipamentos e no combate a incêndio.

Nenhuma estrutura será montada na área da festa sem a apresentação da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) assinada por engenheiro responsável devidamente registrado no CREA. Considerando o alto consumo de energia elétrica e a segurança do público e dos fornecedores, o Circolo contratou o Engenheiro Elétrico Marcelo Adorni Pereira para a execução do Projeto Elétrico, garantindo a distribuição das cargas adequadamente, aterramento e luzes de emergência no caso de falta de energia.

Outro procedimento adotado pela organização da Festa della Nonna foi a contratação do Engenheiro Mario Sergio Marconi para elaborar o Projeto Técnico de Segurança contra Incêndio.

Extintores com água pressurizada, pó químico e CO2 serão distribuídos por toda área da festa ao alcance dos brigadistas treinados.

Outro ponto que é tratado pela organização da Festa como fundamental é garantir alto nível de controle higiênico dos produtos alimentícios vendidos. Para isso, o Circolo estabelece exigência contratual no que se refere às condições operacionais de sua fabricação, manuseio, armazenamento e manipulação. Além desses procedimentos, o Circolo solicita a fiscalização constante dos agentes sanitários, não cabendo aos fornecedores desobediência das suas determinações, sob pena de exclusão sumária da festa.

Na praça de alimentação, uma equipe de vinte pessoas é escalada exclusivamente para recolher o lixo e acomodá-los em sacos plásticos apropriados.

A Prefeitura, através do setor competente, cuida da higienização geral ao final da noite e da retirada do lixo acumulado.

Homenagens e atrações culturais
Uma festa que se chama “Festa della Nonna” não poderia deixar de homenagear as “nonnas” da nossa cidade. A homenagem acontece na missa das 17h00 do sábado, dia 7 de agosto, celebrada pelo padre Tadeu Francisco Bonetti, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha. No final da missa, as nonas serão oficialmente apresentadas através da leitura de um mini-currículo e serão também diplomadas. Durante a missa, os cânticos serão executados pelo Coral Cidade de Itapira, regido pela maestrina Marcela Cristina Pereira.
Em relação a programação cultural, este ano, diferentemente das edições anteriores, deu-se preferência às manifestações culturais italianas. Atendendo aos pedidos do público, a música italiana estará presente em mais de 80% das apresentações.

O palco será montado sob a marquise da praça, do lado esquerdo da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha. Além das apresentações de danças, teremos os shows de Tony Angeli, na sexta-feira, e Enzo Schiani, no sábado.

Mantendo a tradição, a abertura oficial da festa na sexta-feira será realizada com a presença da centenária Banda Lira Itapirense, regida pelo Maestro Mauricio Perina, associada ao Coral Cidade de Itapira e de Águas de Lindóia, regidos pela Maestrina Marcela Cristina Pereira, com 80 vozes. Na ocasião, serão executados os Hinos Nacional e Italiano e um repertório especialmente preparado para a Festa della Nonna.

É só se programar é curtir!

http://www.festadanonna.com.br/

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'Medioevo in festa' a Roccantica 'Medioevo in festa' a Roccantica

Medioevo in festa a Roccantica

(Rubrica enogastronomica di Alessandra Moneti)

Squilla la tromba dall’alto della torre, entrano i musici, le danzatrici e gli sbandieratori. Ha cosi' inizio la 15/ma edizione di 'Medioevo in festa' a Roccantica (www.roccantica.org) dal 12 al 15 agosto. E' la rievocazione dell'avvenimento storico più significativo e determinante del paese reatino, avvenuto nel 1059 quando Papa Niccolo' II inseguito dalle truppe dei Crescenzi alleati del suo antagonista, si rifugiò nella rocha de antiquo. oggi Roccantica.

Favoriti dalla struttura tipicamente medioevale del paese, viene ricostruita la scenografia di quel tempo attraverso costumi, cibi, musiche, cortei, giochi, armi, e fiaccole. L'atmosfera è animata dai gruppi dei tamburini, delle chiarine, degli sbandieratori e dei mangiafuoco.

Tutta la popolazione è coinvolta attivamente nella realizzazione della festa. La narrazione viene eseguita in linguaggio d'epoca e con colonna sonora di musiche medioevali scelte per l'occasione, mentre da torri appositamente allestite sono realizzati effetti speciali con fumi, fiamme e lampi. Il corteo è composto da più di 500 costumanti suddiviso per gruppi di armigeri, cavalieri, notabili e il popolo. I più curiosi, nel corso dei quattro giorni dedicati al Medioevo, potranno chiedere in prestito, gratuitamente, un abito e far parte così della scena insieme a dame, cavalieri, saltimbanchi e giocolieri che trasportano con gioia lo spettatore in un mondo tanto lontano nel tempo quanto affascinante.

Nel centro storico, dove è allestita la festa, sono state aperte per l’occasione tutte le taverne di Roccantica che ospiteranno i visitatori per la cena. Nei locali, con allestimento che riproduce l’ambientazione medioevale, vasta la scelta dei piatti: dalla caponata, piatto tipico del periodo della mietitura che veniva servito nei campi sia ai braccianti che alle persone che assistevano al lavoro, ai carciofi alla giudia, alla stracciatella fatta con brodo di gallina, uova, un po' di parmigiano, pangrattato e qualche goccia di limone. Servono settimane di lavoro per organizzare la cena. Abbacchio alla cacciatora, fettuccine fatte a mano con sugo di carne, e le frittelle di verdura, simbolo gastronomico del paese insieme ai maccheroni a matassa. Non mancheranno nel menu ciambelle all’anice e mostaccioli, biscotti secchi di miele, latte, noci e nocciole.

In programma visite guidate a tutti i luoghi con presenza di opere d'arte e di storia significative. Info: 076563724 3383352020 Sarà attivo un servizio navetta.
http://www.ansa.it/

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Mostra "Bangue-Bangue à Italiana" acontece em Brasília

A mostra Faroeste Spaghetti: O Bangue-Bangue à Italiana, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, acontece até o próximo dia 22. As sessões são diárias, com exceção das segundas-feiras. O evento tem o apoio da Embaixada da Itália no Brasil e dos institutos italianos de cultura do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Serão exibidos 20 filmes, com tratamentos inovadores em termos de linguagem, direção e utilização do som e da música em narrativas e propostas estéticas no cinema, com especial destaque para as obras restauradas de Sergio Leone, como Era Uma Vez no Oeste e a sua famosa Trilogia do Dólar, além de filmes de Sergio Corbucci, Gianfranco Parolini, Enzo Barboni, dentre outros.

De 1950 a 1970 a indústria cinematográfica italiana foi um campo de experimentações as mais diversas, explorando gêneros, temáticas e linguagens que capturaram a atenção das platéias e dos críticos. Tendo os estúdios da Cinecittà em Roma como base, o cinema italiano produziu do terror à ficção científica, das sagas de vikings e piratas às comédias populares de Franchi, Ingrassia e Totò.

Particularmente a partir dos anos 60, surgiu o mais inovador, influente e bem sucedido desses gêneros: o western all’italiana ou faroeste spaghetti, como ficou conhecido no exterior. A partir do marco referencial de Por Um Punhado de Dólares, de Sergio Leone, o faroeste feito na Itália, com a colaboração de profissionais de diversos países, ganhou as telas do mundo, criando uma imensa legião de fãs.

Serviço:
Data: até 22 de agosto
Local: Cinema
SCES, Trecho 2, lote 22
Bilheteria/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h
Telefones: (61) 3310-7087
Ingressos: R$ 4 (inteira)
R$ 2 (meia entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos)

*Classificação indicativa de acordo com o filme.

http://www.radioitaliana.com.br/
imagem arquivo virtual

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Flores da Cunha - delegação de Vicenza visita a região

No dia 06 de agosto uma delegação da Província Italiana de Vicenza estará fazendo uma visita à Serra Gaúcha. Fazem parte da delegação os senhores: Giuseppe Sbalchiero – Presidente do Ente Vicentini nel Mondo - Vicenza; Ferruccio Zecchin – Presidente da Comissão de Cultura e Conselheiro do Ente Vicentini nel Mondo; Pietro Maria Collareda - Conselheiro do Ente Vicentini nel Mondo; Benito Sasso - Conselheiro do Ente Vicentini nel Mondo; Matteo Dal Pozzo – Prefeito da cidade de Rotzo e Danilo Cracco – Representante da cidade de Brendola. A delegação cumprirá extensa agenda de visitas, como segue:

12h - recepção em Caxias do Sul, na BR.116, vindos da Rota do Sol/SC, no Monumento Nacional ao Imigrante

12h30min - Almoço e Visita ao centro de Caxias do Sul

14h- Audiência com o Sr. Prefeito de Caxias do Sul, Sr. José Ivo Sartori

15h- Deslocamento para Flores da Cunha, com passagem no Museu da Casa de Pedra, Parque da Festa da Uva e visita à Colina dos Vinhedos (propriedade produtiva de família Vicentina)

16h - Em Flores da Cunha, visita à Fábrica de Móveis Florense (família Vicentina)

16h30min - Passagem pelo centro de Flores da Cunha e visita à Escola de Gastronomia (ICIF- uma das três do mundo)

17h30min - Visita a Vinhos Panizzon (família Vicentina)

18h30min - Deslocamento ao distrito de Otávio Rocha, visitas

20h - Jantar típico italiano no Restaurante La Cantinetta, (menarosto) e encontro com o Prefeito de Flores da Cunha, Sr. Ernani Heberle. Ingressos: 54.3297.6401 ou denidemoliner@yahoo.com.br. Ingressos: R$25,00

22h - Deslocamento para Antônio Prado

Dia 07 programação em Antônio Prado com assinatura de gemellaccio com o município de Rotzo e, no domingo deslocamento para Santa Catarina.

A recepção regional será coordenada pelo Círcolo Vicentino de Flores da Cunha, um dos quatro existentes no estado.

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Festas italianas: em Roma acontece a festa de Nossa Senhora da neve no dia 5 de agosto na basílica de Santa Maria Maggiore

Segundo a tradição, um nobre romano chamado Giovanni e a sua esposa, não tinham filhos e decidiram oferecer os seus bens para a Santa Virgem, para construir uma igreja em sua homenagem. A Nossa Senhora apareceu para os dois na noite entre o 4 e 5 de agosto, e através de um milagre mostrou o local onde a igreja deveria ser construída. O casal relatou o sonho que tiveram ao papa Liberio, e descobriram que o Papa também tinha tido o mesmo sonho, Liberio foi até o local indicado: a colina Esquilino; encontrou o local repleto de neve, mesmo estando em pleno e quente verão. O Pontífice traçou o perímetro da nova igreja e mandou construir a igreja com o dinheiro do casal que tinham feito a promessa para Nossa Senhora. SuperEva.

Para recordar aquele evento, também neste ano, será jogada uma chuva de pétalas brancas sobre os fiéis que se reunirão em frente a igreja de Santa Maria Maggiore, uma das quatro basílicas patriarcais de Roma, para recordar aquela milagrosa neve.

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