quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Objeto voador no Sul do país era um VANT

Um UFO a menos: fenômeno presenciado e testemunhado fazia parte de testes da FAB na região.
Por Ana Paula de Andrade 


A Força Aérea Brasileira (FAB) anda realizando em Santa Cruz do Sul (RS) alguns treinamentos efetivos, que podem estar sendo confundido com a presença de UFOs nos céus da cidade, inclusive graças a um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT). Este particular equipamento em avaliação é o Hermes 450, fabricado pela empresa israelense Elbit Systems. A produção do avião não-tripulado tem a participação de uma subsidiária no Brasil, a empresa Aeroeletrônica, de Porto Alegre. Os veículos cedidos pela AEL também serão estados pela Marinha e pelo Exército, em missões de reconhecimento tático e vigilância de fronteiras.

A presença de um objeto luminoso foi registrada pela moradora Angélica de Abreu, 26 anos, da rua Guilherme Kaempf, próximo a localidade de Entrada Rio Pardinho, . Eram cerca de 21h15 da última segunda-feira, quando ela foi chamada pelo marido para observar um fenômeno voador que fazia movimentos circulares próximo a uma área de mata existente na região. Imediatamente pegou um celular com câmera e gravou as imagens.

Segundo ela, haviam momentos em que o objeto voava baixo e desaparecia atrás dos morros. “Era grande e tinha luzes de várias cores. Diferente de um avião normal”, diz, ressaltando que nunca acreditou em discos voadores ou seres extraterrestres. Disse ainda ter observado o vôo de um avião normal para comparar com o do artefato avistado. “O avião voa bem mais alto e mais rápido”, concluiu.

Já na madrugada de ontem, um objeto semelhante foi visto por um vigia que avisou o coordenador do Núcleo de Estudos Ufológicos de Santa Cruz (NEUS) e consultor da Revista UFO, Rafael Amorim, que também pôde observar o fato e avisou colegas que estudam objetos voadores não identificados para que todos observassem. Segundo Amorim, este voava em uma altitude normal para aviões, tinha  formato triangular, sobrevoou Santa Cruz por cerca de uma hora e seguia no sentido Candelária - Santa Cruz. Porém, após análises de imagens captadas, ele acredita que os objetos sejam as aeronaves que estão em teste pela FAB na cidade.

Exercícios condizem com as características - Conforme o Tenente Coronel Paulo Ricardo Laux, responsável pela operação de treinamento das aeronaves Hermes 450, que são treinadas desde o último dia 11 no Aeroporto Luiz Beck da Silva, da cidade, nas noites de segunda e terça-feira foram realizados exercícios noturnos que podem estar causando a impressão. “É bem provável que seja nosso equipamento. A aeronave tem luzes de navegação, é mais silenciosa e as luzes são fortes, nas cores verde, vermelha e branca”. Conforme Laux, na segunda-feira a aeronave pousou em Santa Cruz por volta das 21h30, vinda de Santa Maria. Já na terça, o vôo foi à leste do local e terminou às 07h00 de ontem, com pouso em Butiá, sendo que pela madrugada a aeronave voou cerca de vinte minutos no mesmo lugar, ainda em Santa Cruz.

Saiba detalhes e a confirmação sobre tratar-se realmente de um VANT, no blog de Rafael Amorim no Portal UFO, basta clicar aqui.

Meus agradecimentos a:  Paulo R. Poian.

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Lua retraiu cerca de 100 metros, indica estudo

Ao que parece, não conhecemos muito bem sequer o nosso mais próximo corpo celeste, a Lua.
Por AFP
 

A Lua "encolheu como uma maçã velha", revelam imagens da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), que explica esta contração pelo resfriamento interno do único satélite natural da Terra. Essas imagens, publicadas nesta quinta-feira na revista americana Science, mostram modificações na superfície da Lua não detectadas anteriormente, indicando que sua circunferência "retraiu cerca de 100 metros em um curto período de tempo", explicou Thomas Watters, do Museu Nacional do Ar e do Espaço e principal autor desse trabalho. As conclusões foram tiradas graças às fotografias registradas pelas poderosas objetivas posicionadas a bordo da Sonda de Reconhecimento Lunar (LRO), um instrumento espacial que a Agência colocou em sua órbita a partir de junho de 2009.

As fotos revelam a existência de "escarpas lobuladas" (ondulações) no solo da Lua, estas formações se situam principalmente nas regiões de média altitude, em volta de todo o satélite. A contração e o "enrugamento" da superfície seriam, assim, conseqüências do resfriamento do interior da mesma. Esses traços geológicos já haviam sido captados próximos ao equador da Lua por câmeras panorâmicas durante as missões Apollo 15, 16 e 17, no início dos anos 70, mas 14 novas escarpas lobuladas desconhecidas apareceram nas imagens de alta definição do LRO.

"Um dos aspectos mais impressionantes dessas ondulações lunares, é o fato de que elas parecem relativamente recentes", observou Thomas Watters. "Eles surgiram na superfície lunar provavelmente por causa do resfriamento interno da Lua", explicou. "As imagens de ultra-alta definição fornecidas pelas câmeras de ângulo estreito a bordo do LRO vão revolucionar nossa percepção sobre nosso satélite", declarou Mark Robinson, do Instituto da Terra e da Exploração Espacial da Universidade Estadual do Arizona (sudoeste), co-autor desta pesquisa e principal cientista responsável pelas câmeras do LRO.

Portal da Ufologia Brasileira, link: http://www.ufo.com.br/noticias/lua-retraiu-cerca-de-100-metros-indica-estudo
Meus agradecimentos a:  Paulo R. Poian.

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Misa Digital Guitar

Apesar de não ter visto ainda a luz do dia, a Misa Digital Guitar, mais contestada que amada, ameaça mesmo assim extravasar da sua alegada condição de gadget e vir a ganhar um espaço de destaque na boca de cena do panorama musical.
Mais do que uma guitarra, a Misa Digital Guitar é, segundo as opiniões dos seus heréticos apoiantes ou dos seus puristas detractores, ou um novo instrumento, ou uma nova interface que permite controlar um sintetizador com standard MIDI.
Mesmo se a considerarmos somente como uma interface MIDI, a Misa constitui por si só uma inovação, fazendo desaparecer do seu layout toda a espécie de botões e faders comuns a todos os sintetizadores-emuladores de guitarra.
Desprovida de cordas, a Misa oferece para a mão direita, em substituição do tradicional pickup, um touchscreen multifunções sensível à pressão que serve não só para percutir as cordas virtuais como também para controlar os efeitos sonoros como o pitch, o sustain, ou os filter cutoffs , que nas guitarras eléctricas tradicionais são controlados por botões, faders ou pedais externos,.
Arrastar ou percutir o touchscreen em diferentes áreas produz diferentes modulações dos efeitos sonoros, variando a intensidade sonora com a força com que se percute o ecrã. O braço da guitarra é constituído por 144 sensores “keycap” não sensíveis à pressão, distribuídos por 24 trastes que simulam o layout de uma guitarra de seis cordas.
O core da Misa é um AMD Geode CPU a 500MHz, que corre um open source software de base Linux, o que permite ao utilizador alterar livremente toda a parametrização dos efeitos sonoros.
Fabricada nas cores branca e preta pela empresa MISA sediada em Sydney, Austrália, aguarda-se a qualquer momento que o preço e a data de entrega sejam disponibilizadas aos ávidos consumidores.
A Misa não será nunca um instrumento de trabalho para os rockers mais empedernidos, mas uma coisa é certa: novo instrumento ou mero controlador MIDI esta “guitarra” vai decididamente alterar o visual e o som com que os performers da vertente mais tech minded da música vão explanar em palco a sua criatividade.
ASSISTA AO VÍDEO
1
Fonte das imagens: 1, 2.

Fonte: http://obviousmag.org/

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No Brasil, ministro do Supremo Tribunal e jornal entram em ‘guerra’ franca


Por ANTONIO CARLOS LACERDA
Correspondente no Brasil 

BRASILIA/SÃO PAULO (BRASIL) – O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte de justiça brasileira, e o jornal O Estado de São Paulo, o Estadão, estão em ‘guerra’ franca e declarada publicamente por conta de uma reportagem da jornalista Mariângela Gallucci publicada no jornal contra o ministro. 

Em reportagem, que exibiu prova fotográfica, o Estadão disse que, de licença médica e afastado do trabalho desde abril sob a alegação de “problema crônico de coluna”, Joaquim Barbosa foi a festa de amigos e a bar em Brasília.
O texto da reportagem enfatizou que, apesar de enfrentar dificuldade para despachar e estar presente aos julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Joaquim Barbosa “não tem problemas para marcar presença em festas de amigos ou se encontrar com eles em um conhecido restaurante-bar de Brasília”.
A reportagem do Estadão encontrou o ministro e uns amigos no bar do Mercado Municipal, um point da Asa Sul de Brasília, e em uma festa de aniversário, no Lago Sul, com advogados e magistrados que residem em Brasília.
A jornalista Mariângela Gallucci disse que Joaquim Barbosa está em licença médica desde 26 abril deste ano e, se cumprir todos os dias da mais nova licença, vai ficar 127 dias fora do STF, só neste ano. “Em 2007, ele esteve dois dias de licença. Em 2008, ficou outros 66 dias licenciado. Ano passado pegou mais um mês de licença. Advogados e colegas de tribunal reclamam que os processos estão parados no gabinete do ministro”, informou a jornalista.
A reportagem provocou críticas e pressão do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, e de ministros do próprio Supremo Tribunal Federal (STF). Que se defina a situação", disse o ministro Marco Aurélio de Mello.
Até o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, indicou a possibilidade de submeter Barbosa a uma perícia médica, caso ele precise continuar afastado da Corte.
Acusado de acumular sob a sua relatoria no STF 13.193 processos, o ministro Joaquim Barbosa reagiu à reportagem, acusando jornal e a jornalista de “invasão de privacidade”.
Em entrevista à revista Época, Joaquim Barbosa afirmou: "A repórter Mariângela Gallucci do jornal O Estado de São Paulo invadiu ilegalmente a minha privacidade, me fotografou clandestinamente em ambiente residencial privado, me espionou no fim de semana, quando eu me encontrava com amigos e, ainda por cima, colocou dúvidas sobre o estado de minha saúde (...) Ela fingiu que ligou para o outro lado. Ela ligou para o meu gabinete, sabendo que eu estava há três meses em tratamento em São Paulo, quando ela poderia ter falado diretamente comigo." 

Segundo o jornal, as fotos do ministro na sexta-feira não foram feitas pela jornalista Mariângela Gallucci, que nem sequer estava no local, e, que, no sábado, Joaquim Barbosa foi fotografado no bar, um lugar público. 
“Ao contrário do que afirma o ministro, a repórter contatou sua assessoria de imprensa para falar sobre a paralisação de processos provocada por suas sucessivas licenças médicas. No bar, a repórter abordou o ministro, mas ele disse que não falaria com o jornal”, informou o Estadão. 
De acordo com Joaquim Barbosa, o jornal tinha publicado uma "leviandade", e disse que a reportagem foi usada por um grupo de pessoas que, segundo ele, quer a sua saída do STF. "Mas eu vou continuar no tribunal", disse, irritado, enfatizando não ser verdade que as suas licenças emperram os trabalhos no STF.
Joaquim Barbosa disse que não foi procurado pela reportagem para se manifestar sobre as queixas feitas por advogados e ministros do STF por causa de suas licenças médicas. Ministros do Supremo chegaram a dizer que se Barbosa não tem condições de trabalhar deveria se aposentar.
"Você não me procurou", teria dito o ministro à jornalista. Por sua vez, o jornal disse que só publicou a reportagem do último dia 5 depois de contatar um assessor do ministro que disse que ele não daria entrevista. Segundo o jornal, ao ser confrontado com essa informação, o ministro disse: "Você tinha de ter ligado para o meu celular".
Na semana passada, o presidente do STF, Cezar Peluso, anunciou que Barbosa voltaria ao tribunal. Mas o regresso do ministro deve ser temporário, para participar do julgamento do mensalão petista, processo do qual ele é relator, e outros casos em que a conclusão do julgamento depende do voto dele.
Há informações de que Joaquim Barbosa vai participar desses julgamentos e em seguida retornar ao tratamento de saúde em São Paulo.
Entre os processos nas mãos de Barbosa está uma ação que discute se as empresas exportadoras de bens e serviços devem recolher ou não a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Na sessão da semana passada, o julgamento do processo foi interrompido porque o placar ficou empatado em 5 a 5, e caberá a Joaquim Barbosa desempatar.
ANTONIO CARLOS LACERDA
PRAVDA Ru BRASIL
Fonte: Pravda.ru
imagem arquivo virtual

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No caminho das vinhas

Cannonau, Vermentino, Carignano, Nuragus, Malvasia e Vernaccia. Sete caminhos do vinho percorrem as terras da Sardenha e conduzem ao coração da ilha, nem sempre acessíveis ao turista que permanece só nas praias. As empresas que integram esta iniciativa testemunham uma história feita de terra, trabalho, sol e salsugem. As estradas do vinho só foram criadas por decreto regional no ano passado. Penetram no Sulcis (Carignano), na Ogliastra (Cannonau), circundam Oristano (Vernaccia), os campos de Bosa (Malvasia), Gallura (Vermentino), na província de Cagliari e a ponta noroeste da ilha.
O itinerário pioneiro é o de Vermentino, no norte da Sardenha, a partir de Lori Porto San Paolo através de Luras, Tempio e Monti (140 quilômetros). As adegas que estão no centro da visitação vão de Vini Mura, fundada em 1978, a Azzanidò, Depperu no centro histórico de Luras (via Gorizia) no planalto granítico do Limbara, Gallura a Tempio Pausania, uma pequena vila rodeada por lagos e fontes, e a Cantina de Vermentino di Monti, cercada por bosques e vinhedos, que é a estrela de uma festa religiosa e comemorativa no começo de agosto. Tão variado quanto fascinante é o caminho do Cannonau, que inclui as localidades de Jerzu, Tortolì, Oliena e Mamoiada, em uma rota pela Sardenha oriental, plana e cheia de pomares cítricos. Aqui, o cheiro do vinho convive com as tradições locais, como aquela dos culurgiones, massa folhada de sêmola (grano duro) com batatas e queijos.

Para as degustações é imprescindível visitar a Cantina sociale de Jerzu, conhecida como a cidade do vinho, a empresa vitivinícola Antichi Poderi Jerzu, a Cantina Sociale Ogliastra em Tortolì, pequena cidade com belas praias, e a cooperativa de Oliena, onde se produz o Cannonau Nepente, apreciado, entre outros, por Gabriele D'Annunzio
www.ansa.it/www.italianos.it

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Convite - III Semana Internacional de Arte Organística



O
Istituto Italiano di Cultura in Rio de Janeiro
e o
Instituto de Cultura e Arte Organística
com apoio da
Casa D'Italia Anita Garibaldi de Petrópolis
convida para
Concerto de Órgão com Francesco di Lernia (Itália)
Local: Igreja do Sagrado Coração, Rua Montecaseros, 95, Centro, Petrópolis, RJ
21 de agosto, Sábado às 20h

Entrada Franca

Divulgação Casa D'Italia Anita Garibaldi de Petrópolis

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Site de busca de registro civil em MG

Segue um endereço de grande utilidade. Nele é possível identificar em qual cartório está registrado o nascimento, casamento ou óbito de determinada pessoa. São informações resumidas, mas ajudam bastante. Por enquanto, limita-se à região da Grande BH, mas em breve, pelo que consta, estarão disponíveis dados de todos os cartórios de registro civil de Belo Horizonte.

http://www.registrocivilmg.com.br/

Segue texto extraído do site:

“Esta é uma iniciativa pioneira das Serventias de Registro Civil das Pessoas Naturais em Minas Gerais, disponibilizando à sociedade um serviço que tem como objetivo facilitar a pesquisa à Serventia em que se encontram inscritos documentos de seu interesse, bem como obter informações acerca de atos registrais. Trata-se de serviço social que permite ao cidadão maior conforto e celeridade, uma vez que terá a indicação de endereço único ao qual dirigir-se, evitando o transtorno de ter que buscar sua informação em todas as serventias da localidade. Salienta-se que as pesquisas aqui realizadas não têm caráter conclusivo, sendo limitadas ao índice do acervo informatizado atual das serventias participantes, devendo o interessado dirigir-se pessoalmente às serventias caso a pesquisa não encontre o registro solicitado. Importante informar que, apesar dessas informações e pesquisas serem gratuitas, por força de lei, a busca e a emissão de certidões dependem de pagamento prévio de emolumentos e taxas.”


Colaboração
Stanley Savoretti de Souza
Belo Horizonte/MG

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Seminário ItáliaBrasil - programação revisada










Seminário ItaliaBrasil
Um Intercâmbio de Culturas e Possibilidades

Realização:
Empresa Mestres e Doutores & Casa D’Italia Anita Garibaldi
Local de Realização: Universidade Estácio de Sá
 Campus Bingen
Dias 3 e 8 de Setembro de 2010
Faixa etária: 12 anos
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível
Inscrições no período de 23 a 27 de agosto no Campus Bingen da
Universidade Estácio de Sá



Dia 03/09 – início 13h30

Palestrantes
• 14h - Palestra: Direitos: Título de Cidadania, Trabalho na Itália e Previdência - A Assistência Social Italiana prestada no Brasil. Palestrante: Rita Martire - Diretora do Istituto Nazionale Assistenza Sociale – INAS do Rio de Janeiro.

• 14h50 - Palestra: Comunidade italiana de Niterói: Histórias de Família. Através de depoimentos, os valores e as trajetórias de vida dos imigrantes italianos que aqui chegaram nos anos 50, em especial em Niterói-RJ. Palestrante: Patrícia Souza Lima - Historiadora, Pesquisadora e Professora. Doutora em História Social pela UFRJ, Mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio. Especialista em Comunicação Jornalística pela Cândido Mendes.


• 15h30 - La rete della pausa caffè

• 16h - Palestra: Italianos e o Brasil Colonial - Como famílias de grandes mercadores italianos ajudaram a “colonizar” o Brasil. Conta-se a história dos Cavalcantis, Acciaiolis (Acciolis), Spinolas, Dorias, Lomellinis e outros, no Brasil dos séculos XVI e XVII. Palestrante: Francisco Antonio Doria – Professor Emérito da UFRJ, Membro Titular do Colégio Brasileiro de Genealogia e Membro da Academia Brasileira de Filosofia.

• 17h - Palestra: O Brasil que veio da Itália – Relato Iconográfico da Imigração Italiana no Brasil – Uma contribuição ao estudo da importância da imigração italiana na formação do Brasil. Palestrante: Dr. José Luiz D’Amico – Diretor Cultural da Casa D’Italia Anita Garibaldi de Petrópolis, Auditor do Governo Federal na Área de Políticas Públicas de Saúde do Trabalhador, Vice-Presidente da Sociedade Petropolitana de Médicos Escritores e Membro Titular da Academia Brasileira de Poesia.

• 17:40 h - Palestra: Inédita Biografia da Imperatriz Dona Teresa Cristina. Palestrante: Aniello Angelo Avella – Professor Titular da Universidade de Roma Tor Vergata e membro do Conselho Nacional de Pesquisas no Departamento de Identidade Cultural – Itália.

• 18:15 h - Encerramento: Agradecimentos e Considerações Finais do Ilustre Presidente da “ITAL RIO – Società Italiana”, Professor Antonio Vilardo - Engenheiro Civil pela UFRJ, Ex-Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ e Vice-Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Itália.


Dia 08/09 – início 19h

Palestrantes
• 19h - Palestra: A influência do Direito Romano no Direito Brasileiro. Palestrante: Ercilia De Stefano – Diretora da empresa Mestres e Doutores, Mestre em Engenharia de Sistemas pela UFRJ/COPPE, Especialista em: Gestão Estratégica Pública e Gerência e Desenvolvimento de Sistemas. Estudante de Direito e Contabilidade pela Universidade Estácio de Sá.

• 19h30 - Palestra: Carta Del Lavoro. Palestrante: José Luis de Oliveira – Advogado. Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho.

• 20h - La rete della pausa caffè

• 20h20 - Palestra: Petrópolis - Cidade Operária: O movimento sindical das indústrias têxteis pós 1930. Palestrante: Norton Ribeiro - Graduado e Pós-graduado em História Moderna (Latu Sensu) pela UFF.

• 21h - Palestra: Norberto Bobbio e o futuro da democracia. Resumo da palestra: Delinear o que o filósofo italiano vislumbrava para o Estado Moderno e sua relação com a sociedade civil, bem como a superação da dicotomia entre direita e esquerda, que se instituiu na discussão política moderna a partir da Revolução Francesa. Palestrante: Nilton José dos Anjos de Oliveira - Graduado em Filosofia pela UFRJ, Mestre e Doutor em Ciência da Literatura com Pós-doutorado em Teoria Literária pela UFRJ e Filologia Moderna pela Universidad de Salamanca - Espanha.

Divulgação Casa D'Italia Anita Garibaldi de Petrópolis

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Lista de Navios provenientes da Italia do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro


Como relatado nos meus posts, eu tinha uma dúvida sobre o sobrenome correto do meu bisnonno italiano. Como não tinha ideia de como e quando ele tinha chegado ao Brasil, resolvi olhar as lista de passageiros dos navios que chegaram no porto do Rio de Janeiro. Minha ideia era encontrar ali o nome dele e assim ter mais certeza de qual seria o sobrenome correto.

O Arquivo Nacional há pouco tempo disponibilizou online as listas de passageiros chegados ao porto do Rio de 1875 atè 1891. Como isso abrange a grande maioria dos imigrantes italianos vindos ao Brasil, vale a pena dar uma conferida.

Descontente com o sistema online do AN que complica muito a procura dos registros, resolvi fazer uma compilaçao de todos navios que trouxeram imigrantes italianos, excluindo os demais. Alem disso, um link direto pra baixar o PDF do Arquivo Nacional. Basicamente, os nossos bisnonni vieram de tres portos: Napoli pros emigrados do centro/sul da Italia, e Genova/Marseille pros oriundos do Norte da Italia (Veneto, Lombardia, Trento, Piemonte, Emiliani e Toscani).

Esses navios na maioria das vezes não vinham direto. Faziam escalas em varios portos atè chegar no Rio. Então não significa que um navio vindo de Genova não tenha passado inicialmente por Napoli e assim via. Resumo da ópera: tem que abrir as listas um por um e verificar qual o respectivo porto que o emigrado vinha.

Alem disso, varias listagems estao ilegiveis. Outras foram extraviadas. Vale a pena lembrar que aqui NÃO estao os navios que chegaram a Santos, ali è caso perdido caso o emigrado não parou na hospedaria.


Consulte a lista de navios em http://sagamioli.blogspot.com/2010/08/lista-de-navios-provenientes-da-italia.html

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Il fascino della Corsica del nord

La costa di Calvi

L'artigianato CorsoCorsica: ricette e indirizzi utiliKalliste, la più bella: così gli antichi Greci chiamavano la Corsica, terra di scogliere, baie isolate, spiagge mozzafiato e borghi arroccati. Attraversando la regione della Balagne, nota come Jardin de la Corse, da Calvi a L’Ile Rousse, e il Desert des Agriates fino alla modaiola città di St. Florent, non si può che dare loro ragione. E’ un viaggio lungo la costa nord-occidentale della Corsica, dove a ogni curva si apre uno spettacolo della natura e del mare, incontaminato, bello, accogliente. E di villaggi, porti, stazioni balneari e spiagge deliziose.

La Balagne è davvero un giardino, che profuma di mandorlo, pino, castagno, timo, lavanda e del salmastro del mare che si infrange contro le scogliere. Punto di partenza dell’itinerario è Calvi, che domina il mare da un promontorio roccioso alto 80 metri, inattaccabile dalla furia del vento che da queste parti è implacabile. Ricca di storia e di tradizioni che racchiude nella Cittadella, la città corsa, a lungo assediata, assicurò alla Repubblica di Genova una duratura fedeltà. Per fronteggiarla nel Settecento il patriota e generale corso Pasquale Paoli fondò a 24 chilometri oltre il golfo una nuova città, L’Ile Rousse. Oggi le due rivali sono i gioielli della regione, luoghi perfetti dove sostare per visitare la zona e le costa, disseminata di spiagge, una più bella dell’altra.

E’ una città vivace Calvi, che d’estate si riempie di concerti, di spettacoli e di mostre e da dove si possono fare escursioni lungo il litorale in treno o all’interno possibilmente a cavallo o con la jeep. Andare in spiaggia in treno è un modo divertente di esplorare la costa: da Calvi, infatti, solo d’estate parte il trinighellu, un trenino della Tramways de la Balagne, linea ferroviaria inaugurata nel 1890, che raggiunge L’Ile Rousse fermandosi in tutte le spiagge della costa, e poi s’inerpica sulle montagne interne.

Sulle alture di Calvi c’è una cappella – Notre Dame de la Serra – che merita una visita, anche solo per godersi il paesaggio bellissimo dell’intera baia a mezzaluna, orlata di palme.

In direzione orientale verso L’Ile Rousse si incrociano borghi antichi come Algajola, un centro fondato dai Fenici con una spiaggia di sabbia fine, le deliziose punta Spanu e punta di Vallitone, dove il mare scuote le scogliere, e punta della Revellata, dove sono stati ritrovati reperti archeologici risalenti al periodo Neolitico.

L’Ile Rousse, in lingua corsa Isula Rossa, prende il nome dal granito rossastro che la circonda. Di fronte si estende una sottile striscia di terra che si prolunga sul mare: è L’Ile de la Pietra, diventata penisola da quando un piccolo ponte la unisce alla costa. Qui una torre d’avvistamento genovese e un faro sorvegliano il viavai dei passeggeri dello scalo marittimo e del litorale, punteggiato da numerose torri difensive e doganali, oggi per lo più ruderi, ma che caratterizzano la costa e la rendono davvero affascinante. A L’Ile Rousse si passeggia lungo la promenade Marinella, che corre lungo la costa tra i binari del treno e la sabbia fino al museo Oceanografico.

Da qui alla mondana St-Florent, in fondo al golfo omonimo, il paesaggio attraversa la regione delle Agriates, una delle meno popolate della Corsica e tra le più selvagge: trentacinque chilometri di scogliere rosse, rosa e grigie affacciate sul mare, di lunghe spiagge bianche, di paludi e di dune di sabbia rosa circondate dai pini d’Aleppo. All’interno sedicimila ettari di rocce granitiche e di maquis, la macchia bassa mediterranea di lavanda, corbezzoli, ginestre e rosmarino. E’ il Desert des Agriates, abitato quasi interamente da rettili, pipistrelli e volpi, solcato da fiumiciattoli e dal corso dell’Ostriconi, che scende al mare creando qua e là paludi e stagni, paradiso degli uccelli migratori. La spiaggia alla foce del fiume è il punto di partenza per fare escursioni lungo la costa des Agriates: la baia di Acciolu, punta di Mafalcu, la spiaggia di Saleccia e del Loto sono i punti più suggestivi, con la sabbia candida e gli scogli lambiti da un’acqua caraibica. Torre della Mortella è una classica meta di escursioni in barca, ma anche raggiungibile via terra, un edificio storico che domina il promontorio roccioso da oltre 450 anni.

A St-Florent le architetture delle abitazioni richiamano la presenza dei Genovesi con i contrasti di pietra di calcare bianca e verde sulle facciate di chiese e palazzi. Ha una grande atmosfera il vecchio quartiere marinaro, così come la fortezza genovese, ora sede della gendarmeria, fondata poco prima della metà del ‘400. Il monumento più interessante però la bella chiesa di Santa Maria Assunta, meglio conosciuta come l’antica cattedrale del Nebbio, costruita in stile romanico pisano a tre navate, con una facciata semplice e armonica, caratterizzata da due livelli ad arcate cieche. E’ molto elegante la cittadina di St-Florent, modaiola e vivace, il luogo ideale dove godersi un tramonto nelle piazzette quadrate del centro, sorseggiando al bar un pastis, l’aperitivo locale a base di anice, e aspettare il fresco delle notti stellate.


Extraído da http://www.ansa.it/

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