sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Caso Artur Berlet (1958), revisitado


Renegado por muitos, esquecido por outros, o caso ainda surpreende e choca a todos, merecendo ser relembrado
No dia 14 de maio de 1958, o gaúcho Artur Berlet, da cidade de Sarandí (RS), desapareceu, e retornou após 11 dias. Segundo as investigações, Berlet teria sido abduzido e levado para um planeta chamado Acart, onde ficou por grande período. Durante esse tempo, teve a chance de ver a Terra a partir do espaço...

Mini documentário, no Portal da Ufologia Brasileira, link:


Agradecimentos a:  Paulo R. Poian.

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Caso Tasca - abdução em 1983 (Vídeos)

imagem ilustrativa/arquivo virtual
Antonio Nelso Tasca foi abduzido no dia 14 de dezembro de 1983 na cidade de Chapecó (SC). Concedeu esta entrevista, gravada em vídeo, abaixo, longa e exclusiva, aos pesquisadores Claudeir Covo e Marco A. Petit, co-editores da Revista UFO, em abril de 1992. Trata-se de uma ocorrência extraordinária e pesquisada por ufólogos de todas as áreas. É um dos casos mais aceitos dentro da Ufologia Nacional.
Faleceu em 30 de janeiro de 2008 e deixou para trás, além do mistério, sua vivência e experiência como grande exemplo dentro da Ufologia.

Aí está seu caso, agora no Portal da Ufologia Brasileira:


Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 1 de 8)

Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 2 de 8)

Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 3 de 8)

Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 4 de 8)

Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 5 de 8)

Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 6 de 8)

Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 7 de 8)

Caso Tasca – abdução em 1983 (parte 8 e final)

Meus agradecimentos a: Paulo R. Poian. 

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Hipótese extraterrestre estaria sendo adotada publicamente em alguns países

Por Alfred L. Webre/Tradução de Regina Prata 

Estaríamos próximos ao aceitamento definitivo da realidade não-terrestre de parte do Fenômeno UFO?
 
Grupos de peritos, agências militares de inteligência e cientistas, respectivamente na França, Reino Unido e China – de forma independente - teriam confirmado que a Hipótese Extraterrestre (HET) é, agora, uma explicação pública válida para determinados encontros com UFOs, segundo o Seattle Exopolitics Examiner.
Na França, de fato, em 31 de maio deste ano, o Relatório de Progresso da Comissão Sigma/3AF - um informe semi-oficial - adotou a hipótese extraterrestre para determinados avistamentos de UFOs. De acordo com o jornalista investigativo e pesquisador J. Antonio Huneeus, “Um novo informe francês, publicado em 13 de maio de 2010 concluiu que os UFOs são definivamente reais e possivelmente de origem extraterrestre. O Relatório de Progresso da Comissão Sigma/3AF vem de uma fonte de alta credibilidade, a Associação Aeronáutica e Astronômica da França, conhecida como 3AF, que estabeleceu uma Comissão de Fenômenos Aéreos Não Identificados em maio de 2008. O presidente desta Comissão é Alain Boudier, ex-adido da Defesa Francesa, e um de seus membros-chave é Jean-Gabriel Greslé, um ex-piloto de guerra que estudou na Academia da Força Aérea dos USA e, mais tarde, se tornou piloto da companhia aérea Air France, onde presenciou alguns fenômenos de avistamento de UFOs. Greslé publicou três livros sobre o Fenômeno UFO na França, incluindo Unidentified Flying Objects: An Airline Pilot Talks [Objetos Voadores Não Identificados: Um Piloto Comercial Fala a Respeito, Guy Trédaniel, 1993]."
No Reino Unido, no último 04 de agosto, o Ministério da Defesa (MoD) publicou documentos da II Guerra Mundial que confirmam que o primeiro-ministro Winston Churchill adotou a hipótese extraterrestre como válida pelo governo do Reino Unido, no que dizia respeito a certos avistamentos ufológicoss. Mais recentemente ainda, o mesmo MoD fez público um relato de uma reunião de guerra presenciada por Churchill, no qual se afirma que "o primeiro-ministro estava tão preocupado sobre o relato de um encontro entre um UFO e bombardeiros da Força Aérea Real (RAF), que ordenou que fosse mantidos em segredo por pelo menos 50 anos, em receio de um pânico em massa". Nick Pope, consultor da Revista UFO, que costumava investigar para o MoD, disse: "O mais interessante é que a maioria dos arquivos ufológicos daquelea época foram destruídos".
Na última segunda-feira, dia 23, na China, Wang Sichao, um reconhecido e veterano astrônomo planetário daquela nação, anunciou formalmente a hipótese extraterrestre como aplicável a encontros com determinados UFOs, que ele havia estudado, no Observatório da Academia Chinesa de Ciencias das Colinas Púrpuras. Num fórum de ciencia na cidade de Guanfzhou, ele teria afirmado que alguns UFOs são naves extraterrestres. Baseado em observações científicas, ao longo de seus 39 anos de carreira, concluiu que possuem mecanismos antigravitacionais. Disse que alguns extraterrestres estão visitando a Terra em termos de pesquisa e desenvolvimento, e são, portanto, amigáveis o bastante para que haja cooperação e intercâmbio mútuos. Um resumo da palestra de Wang foi publicado por alguns jornais da China, incluindo o influente People’s Daily Online. Wang pôde concluir que "alguns UFOs não são fenômenos naturais, usam tecnologia antigravitacional" e também apontou que "têm aparecido muitas vezes no espaço terrestre, entre 130 e 1.500 km de altura. Suas velocidades variariam de, no mínimo,  0,29 km/s (1.000 km/h), também podendo voar a 1.460 km de altura por mais de 25 minutos. Isto significa que UFOs possuem capacidade antigravitacional, pois de outra forma, cairiam rapidamente.”

Saiba mais:

Veja alguns croquis liberados pelo Reino Unido

Mais revelações dos arquivos ingleses

Aeronáutica brasileira determina o que fazer em casos de avistamentos de UFOs


Os fenômenos observados são sólidos e refletem certa forma de inteligência, diz relatório da FAB


Portal da Ufologia Brasileira

Agradecimentos a: Paulo R. Poian.

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A origem ( inception ) - A essência do homem

A mente humana, por sua natureza enigmática, sempre foi alvo de extrema curiosidade. Um ambiente sobre o qual nada conhecemos, mas que nos define. Obviamente seria tema de inúmeras investigações por parte da ciência e, também, das artes. O Cinema explora a temática há muito tempo, desde Bergman até M. Night Shyamalan. É onde está a origem de tudo o que somos. “A Origem” nos mostra a essência da essência.
Escrito, dirigido e produzido pelo diretor britânico Christopher Nolan (Batman Begins), “A Origem” (Inception, EUA, 2010) ostenta um elenco encabeçado por Leonardo DiCaprio, com nomes como Ellen Page , Marion Cotillard, Tom Berenger , Michael Caine entre outros. O enredo é considerado complexo. Talvez complexo demais para uma superprodução, um blockbuster. O que não é comum. Mas é exatamente o que fez o diretor se destacar, com maestria, na cena hollywoodiana. Os movimentos de câmera usados por Nolan, a técnica, a música...são fatores que determinam o desenvolvimento da trama, sendo tão importantes quanto as próprias personagens.
O filme fala de sonhos. De implantar idéias e roubá-las. A ação vem de ponta a ponta. No entanto, o interessante em “A Origem” é que não é, em absoluto, um filme de ação. A ação é um pano de fundo para a elaboração de uma temática mais complexa: a mente humana. O diretor explora nossos medos, segredos, memórias e idéias em um intrincado enredo. Seu foco está em mostrar ao espectador a extensão da elasticidade de nossa mente.

A essência do Homem - pensamento - é capaz de deformar-se à medida que este experimenta as diferentes percepções que o mundo oferece. Por isso, todos os nossos conceitos podem ser extremamente vulneráveis. A idéia redefine-se por diferentes formas de inserção, mas é ainda mais suscetível a essa “redefinição” quando está em seu lugar primitivo - a subconsciência.
E por onde acessar essa subconsciência, templo das concepções ainda imperfeitas, dos esboços do conhecimento, onde tudo ainda está em formação?

No ambiente etéreo do filme esse acesso é possível pela invasão dos sonhos, onde reside as lacunas de nossa existência, as quais são meticulosamente preenchidas com interferências, seja implantando ou extraindo idéias.
Em uma realidade concreta, isso se dá naturalmente pelas circunstâncias, na vida rotineira. Obviamente, não temos nossos sonhos invadidos [ainda], como vemos no filme, mas crescemos alvos de uma manipulação implacável, e imperceptível, natural da coexistência humana. A Origem sugere objetivamente este paralelo.
Nossa mente é bombardeada a todo instante, idéias estão sendo implantadas, geradas pela proliferação de modelos ideológicos. A sociedade é uma rede, constituida de indivíduos que, por meio de unidades culturais que habitam a mente humana, desencadeiam uma reação virulenta de implantação de idéias. Propagandas, tradições, artes, e etc...tudo isso faz parte desse processo. Nossa mente é literalmente arquitetada por esses fatores, gerando as mais variadas formas de significação do homem, como a fé, a moral e a cultura.
Os mais observadores perceberão que o filme não somente aborda esse assunto, como ele próprio nos seduz implantando idéias em nossas mentes. Idéias que já absorvemos e que nos convida a reflexões intermináveis sobre o real e o irreal. Sobre o abstrato e o concreto. Sobre o conceito de realidade. E é por isso que estamos a falar sobre ele. Bem-vindo à interferência de sua própria mente.


Fontes das imagens: 1, 2, 3, 4.

Fonte: http://obviousmag.org/

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Fernando Pessoa político

Adelto Gonçalves (*)
I
Não é tudo o que um mestre escreveu que merece a definição de obra de arte. E, claro, muitas produções que fazem parte da obra desse mestre só são ressuscitadas porque, em função de outros textos, tudo o que escreveu passa a despertar o interesse dos estudiosos e dos leitores. É o caso de poema “Em memória do Presidente-Rei Sidónio Pais”, de Fernando Pessoa (1888-1935), que acaba de ganhar uma nova versão em italiano, Alla memoria del Presidente-Re Sidónio Pais (Perúgia, Itália, Edizioni dell´Urogallo, 2010), em tradução do professor Brunello De Cusatis, autor também de um ensaio-introdução. 

O poema ganha importância exatamente para quem tem interesse em conhecer os matizes do pensamento político de Fernando Pessoa, que nunca teve nada de esquerdista; pelo contrário. Era um antidemocrata por definição, adepto de uma “monarquia pura”, como observa De Cusatis, tirando a expressão de um artigo do próprio poeta, “A opinião pública”.
Essa monarquia, porém, seria um tanto inusitada, pois baseada na opinião pública, quem sabe um sistema de governo que representasse a continuidade histórica interrompida com a morte do rei D. Sebastião (1554-1578), na batalha de Alcácer Quibir, na África, contra as tropas do rei de Marrocos.
Como se sabe, em 1580, com a morte do cardeal-rei D. Henrique, sem que tivesse sido designado um sucessor, Filipe II de Espanha, neto do rei português D. Manuel I, invadiu Portugal e submeteu o país a 60 anos de domínio, tornando-o uma província espanhola, tal como havia ocorrido com a Galiza, que continuou fazendo parte do reino asturiano-leonês. Como é natural, os portugueses viviam descontentes e compreendiam que só uma revolução bem organizada lhes poderia trazer a libertação.
Dessa maneira, a 1º de dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos dirigiu-se ao Paço da Ribeira onde estavam a duquesa de Mântua, regente de Portugal, e o seu secretário, Miguel de Vasconcelos. A duquesa foi detida e o secretário assassinado. Foi assim que Portugal recuperou a sua independência, sendo D. João IV, duque de Bragança, aclamado rei, com o cognome de O Restaurador. Sem incorrer em anacronismo, pode-se imaginar que essa monarquia nascia de um consenso entre os líderes representativos da nova nação. 

Esse ciclo monárquico durou até 1910, quando D. Manuel foi apeado do poder, dois anos depois de ter assumido a coroa em razão do assassinato a tiros, no Terreiro do Paço, do rei D. Carlos e seu herdeiro. A república que nasceu do golpe não teve condições de manter um governo estável. Em meio a muita instabilidade, Sidónio Bernardino Cardoso da Silva Pais (1872-1918), militar e político, assumiu, em dezembro de 1917, a presidência da República, suspendendo e alterando de forma ditatorial normas essenciais da Constituição de 1911, razão pela qual ficou conhecido com o Presidente-Rei. Foi um governo de grande instabilidade que culminou, a 14 de dezembro de 1918, com o assassinato de Sidónio País, em Lisboa, no momento em que partia para o Porto, na estação do Rossio. 

II
Tipo messiânico e caricato, mas que não diferia muito dos líderes portugueses – e mesmo europeus – do seu tempo, Sidónio Pais, direitista, não merece mais do que algumas poucas linhas em qualquer livro de história de Portugal. E só tem o seu nome ressuscitado num título de livro hoje porque um poeta da grandeza de Pessoa perdeu seu tempo e talento em reverenciar sua memória.
De qualquer modo, ao manifestar sua admiração por um chefe carismático, Fernando Pessoa estava antenado com as tendências predominantes em seu tempo – as outras tendências estavam à esquerda: anarquismo e comunismo. Por isso, não se pode imaginá-lo um democrata. Seria, isso sim, um antidemocrata pagão, como o definiu Ruy Miguel, ao dar esse título à coletânea em que reuniu textos pessoanos sobre política e doutrina estética (Lisboa, Nova Arrancada, 1999), ou, como ele mesmo se autodefiniu em Páginas de Doutrina Estética, “um nacionalista místico, um sebastianista racional”.
Foi o que o levou a imaginar Sidónio Pais como um novo Desejado, um D. Sebastião, que viria numa manhã de nevoeiro para libertar Portugal e levá-lo ao seu grande destino. É de lembrar que Sidónio Pais pertencia a um grupo de direita que, em fins de 1917, opunha-se à participação de Portugal na I Grande Guerra. Um decreto ditatorial modificou a forma de eleição do chefe do Estado e Sidónio Pais foi eleito presidente da República pelo sufrágio universal e direto, o que constituiu a primeira experiência presidencialista em Portugal, que, no fim das contas, durou pouco. Seu assassinato causaria uma comoção semelhante à que se daria no Brasil em 1954, com o suicídio do presidente e ex-ditador Getúlio Vargas. Como se sabe, a morte repentina e em condições trágicas sempre contribui para a “canonização” da vítima. 
Alma sensível, Fernando Pessoa, aparentemente, fez essa defesa de um governo forte baseado na opinião pública levado por essa comoção popular que sentia ao andar pelas ruas da Baixa e do Bairro Alto em Lisboa. Mas não se pode dizer com todas as letras que tenha sido fascista. O que defendia era uma monarquia ideal baseada na opinião pública que, para ele, aliás, não passava de uma “superstição verbal”. Por isso, imaginou que Sidónio Pais poderia ter sido esse rei escolhido pelo voto popular. 

(...) E, porque foste, confiando
Em QUEM SERÁ porque tu foste,
Ergamos a alma, e com o infando
Sorrindo arroste,
Até que Deus o laço solte
Que prende à terra a asa que somos
E a curva novamente volte
Ao que já fomos,
E no ar de bruma que estremece
(Clarim longínquo matinal!)
O DESEJADO enfim regresse
A Portugal!
Para se entender este poema, o ideal é que o leitor tenha à mão também os textos de Páginas de Doutrina Estética, que vieram à luz em 1947, e de O Interregno – Doutrina e Justificação da Ditadura Militar em Portugal. Talvez possa concluir que o poeta como pensador político tenha sido contraditório ou ingênuo. Mas, antes de chegar a essa conclusão, deve levar em conta que não é a forma que define um bom governo, mas o seu caráter. Uma república com parlamento aberto pode ser tão opressora, despótica e corrupta quanto uma monarquia absolutista como aquelas que ainda hoje existem no Oriente Médio. Exemplos não faltam.
III
Brunello De Cusatis é professor associado e responsável pela cátedra de Literatura Portuguesa e Brasileira e de Língua Portuguesa e Brasileira da Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade Perúgia, Itália. Além de publicar numerosos artigos em jornais e revistas especializadas, preparou a tradução para o italiano de várias antologias de escritores lusófonos, como os angolanos José Eduardo Agualusa e João Melo, o português Mário Claúdio e os brasileiros José Clemente Pozenato e Sérgio Faraco, todos publicados por Morlacchi Editore, de Perúgia.
Em relação a Fernando Pessoa, organizou o volume Scritti di Sociologia e Teoria Política (Roma, Settimo Sigillo, 1994), Politica e Profezia. Appunti e Frammenti 1910-1935 (Roma, Antonio Pellicani, 1996) e Economia & Comercio. Impresa, monopolio, libertà (Roma, Ideazione, 2000). 

De Cusatis é ainda autor da monografia O Portugal de Seiscentos na “Viagem de Pádua a Lisboa”, de Domenico Laffi. Estudo Crítico (Lisboa, Editorial Presença, 1998), Tra Italia e Portogallo. Studdi storico-culturali e letterari (Roma, Antonio Pellicani, 1999), e Esoterismo, Mitogenia e Realismo Político em Fernando Pessoa (Porto, Edições Caixotim, 2005). 

FERNANDO PESSOA: ALLA MEMORIA DEL PRESIDENTE-RE SIDÓNIO PAIS , com tradução e ensaio-introdução de Brunello De Cusatis. Perúgia, Itália: Edizioni dell´Urogallo, 56 págs., 11 euros. Site: www.urogallo.eu 

(*) Adelto Gonçalves é doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo e autor de Gonzaga, um Poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), Barcelona Brasileira (Lisboa, Nova Arrancada, 1999; São Paulo, Publisher Brasil, 2002) e Bocage – o Perfil Perdido (Lisboa, Caminho, 2003). E-mail: marilizadelto@uol.com.br 
 
Fonte: Pravda.ru

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Restaurantes italianos no Brasil podem receber o Prêmio "Ospitalità Italiana" promovido pela Italcam

A partir deste ano, estabelecimentos enquadrados nas especificações impostas pelo ISNART e Câmaras italianas do exterior, inspecionadas pela Câmara Ítalo-Brasileira poderão receber selo que os reconhecem como verdadeiramente italianos. São Paulo já é o estado com maior número: 30

Graças à colaboração entre as Câmaras de Comércio Italianas e o ISNART (Instituto Nacional de Pesquisas Turísticas), estabelecimentos italianos no Brasil poderão participar da próxima edição do Prêmio "Ospitalità Italiana", antes só aplicado na Itália. Com o objetivo de desenvolver e promover as tradições dos produtos agro-alimentares italianos e valorizar a cultura gastronômica e a imagem dos restaurantes italianos no exterior, o prêmio garante o respeito pelo padrão de qualidade do "Made in Italy".

A Italcam coordenará o projeto no estado de São Paulo e será a responsável por fazer levantamento de todos os restaurantes da região que estarão aptos a concorrer ao Prêmio. Até agora é a Câmara com maior número de estabelecimentos enquadrados nas rígidas normas de seleção, 30 restaurantes.

A premiação acontecerá no mês de outubro por meio um júri na Itália composto por representantes do ENIT, ICE, FIPE, Federalimentare, Confagricoltura, Coldiretti, Assocamerestero. O Comitê de Coordenação é um órgão institucional, precedido pela Unioncamere (Associação das Câmaras de Comércio na Itália).

Composição:

Ministério do Turismo, Desenvolvimento Econômico, Rel. Internacionais, Bens e Atividades Culturais;
ENIT (Entidade Nacional Italiana de Turismo);
ICE (Instituto Italiano para o Comércio Exterior);
FIPE (Federação Italiana para Atividades do setor de bares, restaurantes, entretenimento e outros);
Federalimentare (Federação Italiana das Indústrias Alimentares);
Confagricoltura (Organização Agrícola Italiana);
Coldiretti (Jornal informativo para as empresas do setor agroalimentar);
Assocamerestero (Assoc. das Câmaras de Comércio Italianas no Exterior).


Fonte: Italcam

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Itália espera ato de clemência do Irã para Sakineh

Roma - O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, afirmou hoje que o governo italiano está acompanhando de perto o caso da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada à morte por apedrejamento em seu país.

Em nota, a Chancelaria italiana afirma que Frattini, ao ser "informado da suspensão temporária da sentença, deu instruções para manter uma estreita iarelação bilateral com as autoridades iranianas, para que elas possam considerar um ato de clemência neste caso específico".

Embora respeitando plenamente a "soberania iraniana, a Itália não deixou de exprimir a mais viva preocupação pelo número de execuções capitais que todo ano ocorrem no Irã, em muitos casos contra minorias", aponta a mensagem.

Segundo o governo, "a Itália, como se nota há anos, está empenhada em levar a diante nas Nações Unidas iniciativas para a moratória e a abolição da pena de morte".

"Desde o início, [o país] sustenta nas diversas sedes internacionais a oportunidade de inserir na agenda política com Teerã também a temática dos Direitos Humanos, não inquisitorialmente, mas para poder desenvolver um diálogo baseado, ao máximo possível, sobre a confiança e respeito recíprocos", continua.

A Itália, aponta o ministério, "encoraja Teerã a acabar, definitivamente, com as penas cruéis e degradantes que são incompatíveis com a declaração da assembleia-geral da ONU de 1975, aprovada pelo mesmo Irã, e que condena toda forma de tortura e punição humana".

Sakineh tem 43 anos e foi condenada por adultério e homicídio em 2006. Seu advogado afirmou no início do mês que ela foi obrigada a confessar a uma TV estatal ser cúmplice no assassinato do marido e ter tido relações com um sobrinho.

De acordo com o defensor, a iraniana foi torturada em uma prisão de Tabriz, onde está detida há quatro anos, antes de conceder a entrevista. A suspensão da audiência sobre o caso foi adiada ontem, pela terceira vez, pelo sistema judiciário iraniano.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, promotor de uma aproximação com o Irã, também já manifestou intenção de ajudar Sakineh, oferecendo a ela asilo. O governo iraniano, no entanto, respondeu dizendo que o brasileiro estava "desinformado" sobre a questão.

www.ansa..it/www.ansalatina

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Roma recebe arte mexicana clássica e contemporânea

Roma - A arte mexicana clássica e contemporânea desembarca em Roma de 9 de novembro de 2010 a 27 de fevereiro de 2011 no Palácio das Exposições, com 300 obras de arte pré-astecas e as aclamadas instalações de vídeo de Carlos Amorales.

"Teotihuacán: A cidade dos Deuses" é o título da exposição que ocupará o piso térreo do museu, com esculturas, afrescos e pinturas da civilização que floresceu no México entre os séculos II e VII da Era Cristã.

Já no primeiro andar será possível admirar seis grandes instalações de vídeo de Carlos Amorales, que o tornaram famoso a partir de "Liquid Archive", um verdadeiro arquivo de imagens provenientes de coleções públicas e privadas, da Internet, de jornais e revistas.
 
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Roma recorda Jogos Olímpicos de 1960 e sonha com 2020

Roma - O Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) iniciou um ciclo de comemorações pelos 50 anos da realização dos Jogos de Verão de 1960 e sonha em abrigar a edição de 2020.

"Queremos reviver aquele sonho que foram os Jogos de 1960 e acreditamos firmemente na capacidade de trazer os de 2020 para nossa capital", disse ontem (25) Gianni Petrucci, presidente do Coni, em uma cerimônia na prefeitura, como parte das celebrações pelos primeiros Jogos Olímpicos realizados na Itália.

Segundo Petrucci, Roma "tem forte potencial" de ser escolhida como sede pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) "pela capacidade de organização da Itália e pela autonomia do desporto em relação ao governo".

Os festejos pelos 50 anos dos Jogos romanos se estenderão até 25 de setembro.

Roma e Veneza disputaram acirradamente para serem a sede italiana dos Jogos de 2020, mas em maio o Coni escolheu a capital romana, segundo uma avaliação que levou em consideração 11 pontos.

A escolha da sede para os Jogos Olímpicos de Verão de 2020 terá lugar na 122ª sessão da Assembleia do COI, que se realizará em Buenos Aires, na Argentina, em 2013.

Outras cidades que manifestaram sua intenção de se candidatar são Baku (Azerbaijão), Budapeste (Hungria), Busan (Coreia do Sul), Cidade do Cabo (África do Sul), Copenhague (Dinamarca), Nova Deli (Índia), (Detroit (Estados Unidos), Guadalajara (México), Hamburgo (Alemanha), Kuala Lumpur (Malásia), Madri (Espanha), Minneapolis (Estados Unidos) e São Petersburgo (Rússia).
 
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