segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Roupa feita com um spray

Tecido adere à pele e pode ser
feito com fibras de lã e linho.
Já pensou como seria usar roupa feita com um spray? Um «spray para criar roupa de alta-costura» foi concebido por um estilista espanhol, Manel Torres, juntamente com o «Royal College of Art» e engenheiros químicos do «Imperial College London». 
O tecido, criado através de aerossol, pode ter usos na medicina e na indústria. 

Segundo o «Imperial College of London», o espanhol Manel torres começou a desenvolver um protótipo de um tecido de fibras de algodão com tinta em spray. Percebendo que necessitava de ajuda científica, recorreu ao «Imperial College London». 

«Esta invenção interessa tanto a revistas como a «Vogue» como a jornais científicos». 

«O spray vai permitir criar peças novas e únicas e fazer inúmeras combinações. Para além disso, permite aplicações na perfumaria e na medicina».

«Esta tecnologia foi desenvolvida para uso em casa, industrial, pessoal e de saúde e aplicações decorativas; em breve será encontrada em produtos disponíveis em toda parte».

Para além das latas de aerossol esta tecnologia também pode ser usada com pistola. O spray, que combina fibras com polímeros, seca instantaneamente ao entrar em contacto com a superfície, produzindo um tecido. As roupas podem ser lavadas, reparadas e reutilizadas.
Pode ser lavada, reparada e reutilizada.
Invenção tem ainda aplicações na medicina e na cosmética.
 

A textura do tecido pode ser alterada de acordo com que as fibras são utilizadas (como a lã, linho ou acrílico), e da forma como o spray é disposto em camadas.

A invenção vai ser apresentada na colecção primavera/verão em «Science in Style fashion».


Fonte:TVI24

jornalvarginhahoje

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Escândalo só vai piorar

A tranqüila caminhada de Dilma Rousseff (PT) em direção ao Palácio do Planalto entrou em um período de terrível turbulência. As sucessivas denúncias que culminaram na saída de Erenice Guerra da Casa Civil são estarrecedoras e chocam a Nação. A substituição imediata da ex-ministra se impôs para conter uma hemorragia de votos que se previa acontecer nas hostes petistas. O presidente Lula foi rápido no gatilho em exigir que a auxiliar pedisse demissão. Ao agir assim, o Luiz Inácio resolveu o problema apenas em parte. Mesmo afastada do poder, a figura e os atos delituosos supostamente praticados com a conivência de Erenice continuam a machucar toda a máquina governamental, em particular a campanha de Dilma. A candidata petista está no paredão, até porque o esquema criminoso, ao que tudo indica, funcionava durante o período em que a senhora Rousseff era a chefe da Casa Civil. Ao redor da presidenciável se movimentava uma verdadeira quadrilha que vendia serviços de intermediação junto ao governo em troca de propina de empresários. Nessa altura dos acontecimentos, a 15 dias do pleito, há de se imaginar uma ebulição junto ao eleitorado. A vitória no primeiro turno, considerada segura pelas pesquisas, sofre agora um abalo de incerteza. Nada está definido. O quadro mudou. 

Buraco 

Não é fácil para o presidente Lula, nesse momento do jogo, preencher o vazio inesperado na Casa Civil. Tentou-se emplacar o nome de Miriam Belchior, coordenadora geral do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas não deu certo. As histórias e a vida pregressa da cotada, ex-mulher do prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado no exercício do mandato, inviabilizaram a nomeação. Cabe lembrar que ela, em dado período das investigações do crime, chegou a ser considerada suspeita de participação no homicídio como mandante.


E agora?

Restam apenas dois nomes para a função: Gilberto Carvalho, chefe de gabinete da presidência da República, homem de absoluta confiança de Lula, ou Paulo Bernardo, ministro do Planejamento.

“Bombeiro”

Para que a crise não se agigante ainda mais, é aconselhável que a nomeação do sucessor de Erenice ocorra o quanto antes. O indicado será uma espécie de soldado a lutar contra as chamas e com a tarefa de restabelecer a vida administrativa do país. E este não pode falhar.

Tucano

O desânimo ocasionado por uma atmosfera de derrota que havia na campanha de José Serra (PSDB) recebeu um tufão de oxigênio. Hoje, ocorre quase que uma ressurreição inesperada do candidato da oposição. O escândalo é de tal monta que gerou um ponderável fato novo, este com força suficiente, quem sabe, para levar o pleito para o segundo turno.

A Verde

Até Marina Silva (PV) entendeu isso e centra totalmente a sua ação sobre o episódio da Casa Civil. E vai colher votos com isso. As previsões de sucesso do petismo foram engolfadas por uma onda gigante.

Fonte: Paraná-Online

jornalvarginhahoje

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Descoberta mutação relacionada ao câncer de mama

Em média, cerca de 65% das mulheres
que carregam a mutação do gene
BRCA1 irá desenvolver câncer de mama
e 40% poderá desenvolver câncer
de ovário, aos 70 anos de idade.

Cientistas encontraram uma região do DNA que pode aumentar ou diminuir o risco de desenvolver câncer de mama, segundo descoberta publicada neste domingo pela revista científica Nature Genetics. De acordo com a pesquisa, uma mutação específica do gene BRCA1 poderia orientar os médicos sobre a maior probabilidade de uma mulher ter a doença – o que ajudaria na decisão de optar por métodos preventivos.

Para a pesquisa, foram estudadas 2.300 mulheres que possuíam a mutação no gene BRCA1, que já aumenta significativamente o risco do desenvolvimento de certos tipos de câncer.

Há algum tempo, os cientistas já sabiam que certas mutações genéticas estão ligadas a um risco maior de desenvolver câncer de mama ou ovário. Em média, cerca de 65% das mulheres que carregam esse gene irá desenvolver câncer de mama e 40% poderá desenvolver câncer de ovário, aos 70 anos de idade.

Segundo os resultados, eles encontraram uma região do DNA que, dependendo da sua configuração, poderia aumentar ou reduzir o risco de desenvolver câncer. “Descobrimos uma região do DNA que atua como se fosse o controle de um volume – capaz de virar para cima ou para baixo o risco de desenvolver câncer de mama por conta de falhas no gene BRCA1”, disse Antonis Antoniou, da Universidade de Cambridge, líder do estudo. 

"Nossa descoberta é o primeiro passo para um estudo muito maior para identificar fatores genéticos que modificam o risco de câncer de mama em mulheres portadoras de mutações BRCA1. Isso nos ajudaria a avaliar o risco de cada mulher e também a monitorar a doença", completou Antoniou. 

Apenas um em cada 20 casos de câncer de mama envolvem a mutação do gene BRCA1. Os pesquisadores acreditam, porém, que a região do DNA que eles encontraram pode trazer outras descobertas no futuro.

Fonte: Veja

jornalvarginhahoje

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Brasil não é Honduras!

Essa semana parece que a velha mídia começou um ensaio. Ensaio este com a participação especialíssima de figurões da antiga e da “neodireita”. 

Não bastassem as acusações (desmentidas e sem provas) da revista-panfleto Veja contra a Casa Civil e a nova ministra, tendo como alvo principal a candidata Dilma Rousseff; a semana começou com alguns outros escândalos. Um seguido de outro, num verdadeiro bombardeio.
Primeiro foi com Lula, quando afirmou que o DEM deveria ser extirpado, por tudo que ele (mal) representa para a política brasileira, pelo seu papel claro de oposição golpista que vem desempenhando desde a eleição de 2002. 
Vídeo da fala de Lula:

Marcelo Tas alterou a frase e disse que “Lula quer acabar com a oposição” . Foi a deixa! Toda a oposição começou a repetir essa modificação da frase do presidente.
FHC comparou Lula a Mussolini e disse que Lula “virou um militante e um chefe de uma facção”.
O “Mestre” FHC, que Paulo Henrique Amorim chama de Farol de Alexandria, deu a senha:
“ Acho até que caberia uma consulta ao STF porque, se você não tiver instrumentos para conter essa vontade política, fica perigoso
E mais:
“Alguma instância tem de dizer que o presidente está extrapolando e abusando do poder político de maneira contrária aos fundamentos da democracia”.
Rodrigo Maia e Tasso Jereissat foram na onda de FHC e compararam Lula a Hitler. Não basta mais chamá-lo de Chávez, parece que não cola, tem que pegar mais pesado.
“Está sendo feita uma lavagem cerebral. Não vou ligar que Lula é popular, mas Hitler era popular , Mussolini era popular, Stroessner era popular”.
Incrivelmente o Grupo Folha decidiu que seu premiado comercial de 1987 deveria voltar a circular, seja lá qual tenha sido o motivo desta decisão, soa muito estranho quando é o mesmo jornal que sua diretora-superintendente assume que os Jornais, hoje, atuam como oposição :
“E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada.” 

O comercial, que posto abaixo, cita os índices ótimos na economia e emprego durante o governo Nazista, cita o ditador como um homem normal e amado pelo povo… o comercial foi premiadíssimo, é muito bem feito (como tudo da W/Brasil) e não seria nada demais se não contextualizamos com o momento atual onde a oposição e a velha mídia tenta, de todas as maneiras, colar o autoritarismo no perfil de Lula e de sua candidata, Dilma Rousseff, e a oposição cita com todas as letras o ditador nazista. 

A nova investida da oposição não é tão nova assim, a oposição parece se inspirar no Golpe em Honduras, o encara como um bom exemplo para ser seguido. Segundo o “intelectual” Arnaldo Jabor e seus patrões, um “Golpe Democrático”. Tanto que forçaram uma justificativa constitucional para criticar a condenação da OEA e do governo brasileiro ao Golpe encabeçado por Roberto Micheletti.
A coisa é séria, mais séria do que muitos estão encarando. Alguns líderes religiosos conservadores estão pregando em seus cultos que Dilma é ateia, a favor do aborto e contra a liberdade religiosa, coisa que a justiça eleitoral proíbe. Vídeos espalhados no youtube começaram a ser postados na semana passada e o jornalista Rodrigo Vianna já havia alertado em sua página .
Segundo texto, que me soou um tanto quanto conspiratório, estavam sendo preparados vídeos contra Dilma que iriam se espalhar pela internet e tinham conteúdo difamatório.
Menos de uma semana depois da postagem destes vídeos, a esposa de Serra, Mônica Serra, em passagem pelo Rio de Janeiro deu uma de histérica e praticamente gritou em praça pública que Dilma seria a favor do aborto: “Ela é a favor de matar as criancinhas”, gritou a madame para um vendedor ambulante.
A Senha para o Golpe
Voltando ao FHC, a frase do ex-presidente é fundamental para o que pode estar por vir e que já vem sendo tentado desde o início das eleições, a tentativa de vitória nos tribunais. O golpe branco , a virada de mesa ou tapetão. Como achar melhor. 

Começou com a enxurrada de representações no MPE, pedidos de cassação da candidatura da candidata petista e agora com o apelo de FHC para que o supremo “abra o olho” para o que ele considera abusos antidemocráticos.
Tudo isso é confuso, eu sei… mas é isso, a velha mídia está confundindo pra confundir mesmo. A instabilidade é a única esperança, seja para realizar os desejos de FHC ou para levar as eleições para o 2º Turno, pois Serra leva uma surra nas pesquisas realizadas.
Enquanto isso a “esquerda” ou quem sempre se definiu assim, se cala. Nem Plínio, nem Marina, nem ninguém se manifesta a não ser para exibir as relações Freudianas atacando o ex-partido.
Parece que o processo democrático é secundário, ignoram o golpismo da campanha de José Serra que se iniciou na internet com ataques pessoais, publicação da Ficha Falsa de Dilma na primeira página da Folha e os seguidos “escândalos” que começam a estampar todas as capas de Folha, Globo, Estadão e Veja.
A oposição da Mídia não se limita aos jornais, membros do Casseta&Planeta atuam com seu humorismo ativamente em seus blogs e em depoimentos no youtube, Marcelo Tas escreve sistematicamente em seu twitter criticando Dilma, insinuando que Eike Batista comprou terno de Lula para agradecer pelo empréstimo do BNDES, além das capas de revista criticando duramente o governo e tentando tornar Serra O perfeito, mesmo assim vendem a ideia de que o Brasil está sob censura ou na iminência de uma.
Apesar disso os demais partidos só fazem engrossar o coro da direita e falam apenas o que interessa à velha mídia para ter alguns segundinhos nos telejornais.
A única forma que a direita sabe fazer oposição é com golpe. A diferença agora é a maior presença da internet em lares brasileiros possibilitando desmentir quase que em tempo real o que é invenção. A tática é a mesma de 64, de 89, de 2002 e 2006, mas eles não esperavam por este contra-ataque. Por isso essa agressividade, pondo em risco o que resta de credibilidade da mídia.
A vinheta de 45 anos da Globo foi uma das primeiras demonstrações da força da internet. A vinheta dizia “mais saúde, mais educação, queremos mais”. O slogan da campanha de Serra era “O Brasil pode Mais”. Em menos de 24h a Rede Globo decidiu retirar a vinheta do ar após começarem comentários nas redes sociais.
Ainda temos pela frente 3 capas de Veja, 17 edições de Jornais e muita disposição da oposição em criar um fato novo.
Eu não sei tudo que está em jogo, mas deve ser imensurável a ponto de tentarem reverter a vontade popular que, segundo as últimas pesquisas, é de 50% para Dilma contra 26% para Serra.
Ps.: Só para se ter a ideia do nível e do desespero vejam essa matéria que O Globo fez com esotéricos sobre Dilma e Lula . Isso eles chamam de jornalismo. 


Por Lan

http://gmpconsult.com.br/blogdolen/?p=4469 

Fonte: Pravda.ru

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Todas as culturas em uma única voz - 1 Giant Leap

Fundado pelos produtores musicais Jamie Catto (ex-membro fundador do Faithless) e Duncan Bridgeman, 1 Giant Leap é um projeto multimídia que consiste em percorrer o mundo em busca das mais variadas formas de manifestações culturais. Como uma verdadeira miscelânea artística, o projeto é uma troca de experiências por meio da música. Jamie e Duncan conseguem dar voz aos povos em prol da unidade, interligando uns e outros; ocidente, oriente, ricos, pobres. Em uníssono. E todas as cores. E todas as crenças.
Em entrevista, via internet, Jamie Catto falou-me acerca de sua experiência nessa incrível jornada. “Eu adoro conhecer todas essas maravilhosas almas, ligar-me a elas e encontrar a unidade na diversidade. Isso torna-nos humildes.”. Muito mais do que um projeto, 1 Giant Leap é um ato de fé. Na música e nas pessoas.
O primeiro CD, homônimo, com o tema “Unidade na Diversidade”, lançado em 2002, foi apontado para dois prêmios “Grammy” (filme e álbum). O filme exibe o making of de toda a produção, com contribuições de diversos artistas, filósofos e autores como Dennis Hopper (RIP), Michael Stipe, Robbie Williams, Eddi Reader, Tom Robbins, Baaba Maal, Speech e Asha Bhosle, entre outros.
São tratados temas como sexo, Deus, amor, morte, liberdade, ódio, conflito, loucura e esperança. Existe um diálogo coletivo e um entendimento do outro como extensão de nós mesmos. Ao celebrar diferenças e semelhanças com a mesma intensidade, 1 Giant Leap causa, também, um enorme impacto social pelos lugares onde passa.
Em 2009 foi lançado o segundo trabalho, intitulado “What About Me?”, sustentando a mesma proposta do primeiro álbum. Com uma extraordinária competência técnica e belíssimas músicas em meio a filosofias, “What About Me?” é uma verdadeira celebração da diversidade humana e, do mesmo modo, tem a contribuição de artistas de peso, entre os quais estão Maxi Jazz, Alanis Morissette, Joseph Arthur, Ramata Diakite, Carlos Santana, Tim Robbins, Susan Sarandon, Ulali, Oumou Sangare ou Krishna Das, entre outros.
“What About Me?” nos convida à reflexão de quem somos. Um desafio à interação com nós mesmos e, sobretudo, com o outro. “Nós quisemos trazer inspirações inesperadas de todas as partes do mundo; filosofia, música e imagens. E temos feito isso. Eu sinto orgulho por milhares de pessoas terem visto os filmes e terem-nos escrito cartas bonitas, cheias de sentimento. Sinto-me conectado com o mundo. Isso é libertador”, revela Catto.

Jamie Catto é um apaixonado pelo que faz. Como diretor, produtor e catalisador criativo, é um artista multimídia. “Eu amo esses músicos e cantores maravilhosos e quero estar perto deles e fazer coisas com eles. Fico fascinado e inspirado diante de toda essa magia surpreendente que acontece. E isso está sempre disponível.”
Por causa da dimensão do 1Giant Leap, Catto trabalhou e teve contato com diversos músicos. Contou que recebe muitas inspirações de diferentes maneiras, e que todos têm algo a acrescentar à sua arte. Sua música é uma busca pela coragem, vulnerabilidade e imaginação. “A música me conecta ao sentimento, a parte de mim que não está imaginando, preocupando, planejando. Música também é uma das minhas únicas disciplinas. Eu preciso criar música, eu preciso me revelar e me doar como se fosse um pai.” Muito gentil e com boa vontade em conceder–me a entrevista, Jamie Catto aceitou a brincadeira e listou cinco artistas que não faltam em seu ipod: Aluta and The Mystics, 1 Giant Leap, Bob Dylan, Morricone e Alberto Iglesias.
Ouvir 1 Giant Leap nos faz sorrir. É inevitável a sensação de fazer parte de algo maior, algo com que nem sempre estamos ligados. E nos desafia. E nos intriga. Porque 1 Giant Leap expõe a todos nós, em nossa forma mais crua. Une-nos com o mundo. E o mundo inteiro canta, dança e verbaliza em uma única voz.

ASSISTA AOS VÍDEOS
1 - 2
What About Me?
Fonte das imagens: 1.


Fonte: http://obviousmag.org/

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domingo, 19 de setembro de 2010

Carl Sagan e o contato com civilizações extraterrestres

E se já tiver ocorrido, como indica a vasta literatura ufológica?
Por Yuri Vieira
 
 
Sagan junto a um modelo da nave Viking. Crédito: Wikimedia Commons

"Um motivo padrão na ficção científica e na literatura de UFOs assume serem os extraterrestres tão capazes como nós. Talvez tenham um tipo diferente de espaçonave ou raios, mas em uma batalha — e a ficção científica adora descrever batalhas entre civilizações — nós e eles competimos igualmente. Na verdade, não há quase chance de duas civilizações galáticas interagirem no mesmo nível. Em qualquer confronto, uma quase sempre dominará inteiramente a outra. Um milhão de anos é muita coisa. Se uma civilização avançada estiver para chegar em nosso Sistema Solar, não haverá nada que possamos fazer a respeito. Sua ciência e tecnologia estarão muito além de nós.
É perda de tempo preocuparmo-nos com as possíveis intenções malévolas de uma civilização avançada com a qual deveremos estabelecer contato. É mais provável que, se sobreviveram tanto tempo, isto signifique que tenham aprendido a viver com eles mesmos e com os outros. Talvez nossos receios sobre um contato extraterrestre sejam meramente uma projeção de nosso próprio passado, uma expressão da nossa consciência culpada pela nossa história anterior, a destruição de civilizações só um pouco mais atrasadas do que a nossa. Lembramos Colombo e os Arawaks, Cortés e os Astecas, mesmo o destino dos Tlingits nas gerações pós-La Pérouse. Lembramo-nos e preocupamo-nos. Mas se uma armada interestelar aparecer em nossos céus, prevejo que seremos muito obsequiosos.
É muito mais provável um tipo bem diferente de contato — o caso que já discutimos, no qual recebemos uma mensagem complexa e rica, provavelmente pelo rádio, de outra civilização no espaço, mas não estabelecemos, pelo menos por um tempo, um contato físico com ela. Neste caso não há como a civilização transmissora saber se recebemos a mensagem. Se acharmos o conteúdo ofensivo ou assustador, não seremos obrigados a responder. Mas se a mensagem contiver uma informação valiosa, as conseqüências para a nossa própria civilização serão espantosas — visões de ciência, tecnologia, arte, música, política, ética, filosofia e religião alienígenas, e acima de tudo, uma profunda desprovincialização da condição humana. Saberemos o que mais é possível." Carl Sagan, na obra Cosmos [Villa Rica, 1992].

Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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Skate, música e atitude

Nos dias 25 e 26 de setembro no Parque Esportivo Eduardo Gomes em Canoas, ocorre a 3° Etapa do Circuito UCASI de Skate Amador.
Com a participação dos melhores atletas do estado o evento vem se destacando por ser o único circuito de street skate do estado com homologação da FGSKT, apesar de Canoas não possuir uma Pista Pública de Skate a UCASI vem trabalhando em parceria com a Prefeitura Municipal para difundir o esporte e garantir a construção de uma Pista Pública de skate nos próximos anos. 

Com estimativa de público de 800 pessoas e presença de atletas da região metropolitana o Circuito UCASI contará com a participação de atletas de Caxias do Sul, Bagé, Bento Gonçalves, Pelotas e Passo Fundo.
Portanto não perca tempo, coloque na sua agenda e confira o maior campeonato de street skate do estado.
O Evento:
Dias 25 e 26 de Setembro
Horario: 10hs
Local: Parque Esportivo Eduardo Gomes
Av.: Guilherme Schell,3600 Estação Fatima/Trensurb Canoas RS
Categorias:
Amador Open, Iniciante e mirim
Inscrições:
No Local
R$15,00 R$10,00 e R$7,00
Formato da Competição:
Jam Sessions
Premiação:
3.000.00 mil em premiação
OBS; Atletas da categoria mirim levar documentação com foto.
Apoios:
Prefeitura de Canoas, All Need, Brutall, Bottom Turn, Naipe, Hocks, Poison Surf Shop, Matriz Skateshop, Out Of House, URGH, New Skate, Up Die, Guns, Artitude Tattoo, Planeta Surf, QIX International, Panda e Mônio Skateshop, Fachi Materiais de Construção, Taberna do Gato, Dropdead e O.U.S.
Ritielle Martins
Diretoria da UCASI 


Fonte: Pravda.ru

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Estamos na urgência de uma nova racionalidade

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Sob os modelos atuais, estamos preparados para o desafio de lidar com fenômenos cada vez mais multidisciplinares, transversais, multidimensionais e planetários? Crédito: Digitalblasfhemy
Por Marinina Gruska Benevides/O Povo 

Conhecer o conhecimento - Que tipo de sabedoria se procura na atualidade?
 
Que tipo de conhecimento é requerido pelo contexto atual? A resposta de Edgar Morin a esta questão aparece condensada em Os Sete Saberes Necessários à Educação no Futuro [Cortez, Unesco, 2001]. Ao aprofundar a visão transdisciplinar da educação, o autor abre espaço à reflexão sobre o paradigma mutilador que orienta a produção do conhecimento científico, diante da urgência de uma nova racionalidade capaz de garantir às futuras gerações um mundo sustentável.

A educação do futuro deve saber o que é conhecer, encarar o fato de ser o conhecimento resultado de reconstruções permanentes, subjetividade, emoções, incertezas racionais, ilusões racionalizadoras etc. Contra erros e ilusões, a atividade racional da mente, a racionalidade, atua corretivamente, pela crítica e autocrítica. Os diálogos epistemológicos que estão implícitos nas propostas de Morin dizem da necessidade de refletir sobre os fundamentos da ciência moderna e a concepção de mundo desta originada, o que inclui pensar as conseqüências do processo de fragmentação dos saberes, compartimentados em disciplinas.

A hiper especialização que disto se deriva impede de ver que os problemas essenciais da atualidade, como os que dizem respeito às questões ambientais, são globais, planetários, transnacionais e multidimensionais. Por seu turno, os problemas particulares de cada campo do saber, como aqueles que são caros à educação, devem ser remetidos ao contexto no qual as doutrinas, as ideologias dominantes, os determinismos de convicções e crenças submetem os seres humanos ao conformismo cognitivo.

Durante o século XIX e no começo do século XX, se acreditou na promoção de idéias laicas, no triunfo das verdades científicas, racionais e positivas, na evolução necessária e progressiva do mito à razão, da religião à ciência, incluindo o desaparecimento gradual dos mitos bioantropomórficos e o estreitamento do campo religioso. Para Morin, não foi isso que ocorreu. As teorias científicas comportam em seu núcleo uma zona cega que transforma a idéia em mito. Por isso, quaisquer que sejam as sociedades, todas comportam seus erros e ilusões. Ao serem degradadas mitologias antigas, são criadas e regeneradas outras.

Podemos vê-las na experiência afetiva, na arte, na poesia, do mesmo modo que na mitologia do Estado-Nação, no messianismo político e religioso. Além de persistirem e parasitarem as modernas, as formas noológicas antigas adquirem força pelo domínio ideológico. Em síntese, os mitos ideológicos atuam no sentido de reduzir a crença nos mitos e religiões que os precederam, mas, ao mesmo tempo em que são afastados os antigos mitos, são produzidos os neo-mitos, como, por exemplo, os mitos da certeza, da razão e do progresso. À ciência foi atribuída uma missão providencial de conduzir a humanidade na direção da salvação terrestre. Entretanto, depois de 1945, a bomba atômica é o ícone de ameaças maiores que pairam sobre a humanidade, a destruição da Terra-Pátria e da espécie humana.

Morin se refere ao “mito da razão primordial” e à “religião do progresso” para dizer da crença alimentada pela sociedade ocidental de ser dona da racionalidade, vendo só erros, ilusões e atrasos nas outras culturas, que julga sob a medida do seu desempenho tecnológico. Um convite à reflexão sobre as crenças, fazeres e saberes da sociedade ocidental, que separa o homem da natureza, quando ele é 100% natureza e 100% cultura, tem dificuldade de lidar com a diversidade cultural e a unidade da espécie humana, compreende mal que o homem é sábio e louco, trabalhador e lúdico, empírico e imaginário, econômico e consumista, prosaico e poético, separa problemas e compartimentaliza soluções.

Ninguém, em sã consciência, diria que a ciência moderna, incluindo seus diversos métodos e técnicas, livrou a humanidade de erros e catástrofes. A história não nos é dada a conhecer a priori, a incerteza do futuro nos foi legada. Ainda que tenhamos progredido em tantos aspectos, basta olhar o fenômeno das guerras contemporâneas, seu potencial de destruição, a ameaça de aniquilamento que nelas está implícita, para que comecemos a pensar sobre os saberes, fazeres e “certezas” construídos. Buscar a lucidez, domesticando e relativizando idéias e teorias, é tarefa primordial da razão, entendida como racionalidade, isto é, dispositivo de diálogo entre a idéia e o real.

É fato que o progresso científico nos conduziu a uma diversificação de possibilidades de inter-relação, mas isto não significa dizer que a incompreensão intelectual e humana, individual e coletiva, não mais se constitua em obstáculo às relações entre indivíduos, grupos e sociedades. A revolução da informação e da comunicação que foi operada em poucas décadas, comparativamente à revolução agrícola e à revolução industrial, tornou mais complexas as estruturas e os problemas sociais, desafiando as possibilidades de apreendê-los, de conjugar aspectos globais e locais que lhes são peculiares, utilizando os métodos tradicionais de análise a de ação legados pela ciência moderna.

Difícil imaginar que estamos preparados para o desafio de lidar com fenômenos cada vez mais multidisciplinares, transversais, multidimensionais e planetários, quando cultivamos saberes desarticulados, compartimentados, estanques. Diante da complexidade, nosso raciocínio permanece analítico, nossa visão de mundo é disciplinar e nossos conhecimentos são de natureza enciclopédica. Continuamos raciocinando linearmente, fragmentando o conhecimento em disciplinas. Conforme a hiper especialização progride, mais o global se fragmenta, o essencial se dissolve, o senso de responsabilidade decai (cada um é responsável por sua parte), a solidariedade se esvai (as pessoas não se imaginam vinculadas entre si, concidadãos).

Ademais, os métodos e ferramentas intelectuais inspiradas no século XIX que foram úteis para lidar com um mundo estável, no qual as mesmas causas pareciam produzir os mesmos efeitos, dificultam a percepção do que está “tecido junto”, do complexo. Num mundo em rede, de sistemas emaranhados, os efeitos retroagem sobre as causas, as qualidades forçam a atenção, a interpretação é requerida, a realidade nos é revelada, como uma construção ativa da qual participamos, em inter-relação.

Por isso, Morin entende que a educação do futuro deve ensinar a enfrentar incertezas, estudar as raízes da incompreensão, sua modalidade e efeitos, buscar o conhecimento pertinente, ou seja, aquele capaz de explicitar o contexto que dá sentido às informações, a relação entre o todo e as partes, a indissociabilidade entre ambos. Há uma crise planetária e todo ser humano se vê diante de um destino comum. Habitamos a Terra-Pátria, dividindo espaços com outras espécies. Mobilizar a inteligência geral do educando é condição indispensável à democracia cognitiva. É tarefa primordial da educação do futuro, sem a qual não se pode alimentar a esperança de uma antro-poética, consciência e cidadania planetárias.

Agradecimentos a: 
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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Campus Party abre inscrições para a edição 2011 a partir de segunda-feira

Começa na próxima segunda-feira (20/9) o período de inscrições para a quarta edição do maior evento de tecnologia, inovação e entretenimento digital do País. Além de trazer muitas novidades, a Campus Party Brasil 2011, que acontece entre os dias 17 e 23 de janeiro de 2011, no pavilhão do Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, também será maior. A quantidade de vagas aumentou, passando de 6 mil para 6.500. 

No período de 20 de setembro a 20 de outubro, haverá um desconto e o ingresso será vendido por R$ 130,00. Mas, vale lembrar, nos primeiros sete dias de inscrições (20 a 26/09), somente os campuseiros veteranos – aqueles que participaram de alguma edição da Campus Party no Brasil – têm direito à compra de ingressos. De 27 de setembro a 20 de outubro, o valor promocional será válido para os demais interessados em participar do evento. Após esse período, será cobrado o valor normal de R$ 150,00. 

O acampamento mais geek país também não ficou de fora. O serviço de camping é opcional e tem um preço fixo de R$ 20,00 durante os sete dias da Campus Party. Os campuseiros de outros estados brasileiros que têm interesse em participar da quarta edição do evento podem organizar caravanas. Como forma de apoio, a organização dará 50% de desconto no valor do ingresso integral.

Inscrições
Pelo site www.campus-party.com.br
Ingressos: R$150,00
Preço promocional: R$ 130,00 (de 20 de setembro a 20 de outubro), sendo que os primeiros sete dias somente para campuseiros veteranos
Camping (opcional): R$ 20,00
Pacote Alimentação (opcional): valor será informado posteriormente

Serviço:
Campus Party Brasil 2011 - 4ª Edição
De 17 a 23/01/2011
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5
São Paulo - SP

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Samsung galaxy tab - um concorrente do iPad

Disponível primeiro na Europa e só depois nos EUA e Ásia, o Samsung GALAXY Tab possui uma  tela TFT de 7 polegadas, com uma qualidade de imagem inigualável, que permite a melhor experiência de utilização. Pesa apenas 380 gramas e inclui uma capacidade de armazenamento interno, de 16GB ou 32 GB, com possibilidade de expansão MicroSD de 32 GB.
O Samsung GALAXY Tab possui interface TouchWIZ, Wi-fi, GPS e duas câmaras: uma câmara frontal que permite fazer vídeo-chamadas, e uma traseira que capta imagens fixas e vídeo. Para além disso, e sendo um dispositivo com sistema Android, o Samsung GALAXY Tab permite o acesso a diversas aplicações disponíveis no Android Market™.
Para poder assistir a vídeos em DivX de alta qualidade no Samsung GALAXY Tab, o consumidor não necessitará de fazer a conversão de ficheiros, podendo simplesmente carregar as suas bibliotecas de vídeo (como filmes de definição padrão ou HD, no formato DivX), na memória interna e externa, e desfrutar assim do seu filme preferido. O Samsung GALAXY Tab pode ser ligado directamente a outros dispositivos DiVX Certified, como televisões em HD, tornando-se assim num potente portal de entretenimento da sala-de-estar. Para além disso, suporta ainda a reprodução segura dos grandes êxitos dos principais estúdios de Hollywood em formato DivX.
O DivX tornou-se num formato essencial em qualquer dispositivo electrónico de consumo e estamos satisfeitos por entrar no mercado dos tablets com a Samsung e o seu GALAXY Tab, um excelente produto que proporciona experiências incríveis aos utilizadores”, afirmou Matt Milne, vice-presidente executivo da divisão de Vendas e Marketing da DivX, Inc. “Agora, os consumidores da Ásia, Europa e Estados Unidos já podem ver os seus filmes preferidos em DivX, neste fantástica tela de 7 polegadas”.
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