sábado, 4 de setembro de 2010

Religioso de Chapecó abre o jogo sobre seus contatos com ETs

imagem arquivo virtual/google
Por Ivo Luis Dohl

Entrevista com o frei gregoriano Luiz Carlos Krummenauer Rocha, realizada em sua residência na cidade de Chapecó (SC), no dia 26 de junho de 2010
 
Ele é filho de mãe luterana, pai ateu, foi deputado estadual pelo PDT do Rio Grande do Sul e seu bisavô, Otávio Rocha, foi governador. Na infância, estudou no colégio Marista em Porto Alegre e despertou para a vida religiosa ao ouvir um frei gregoriano do Rio de Janeiro falando sobre a criação de uma civilização mais humana e cristã. Estudou por oito anos filosofia, exegese, aramaico, grego e latim no mosteiro de Petrópolis. Integrou o Sacro Colégio Gregoriano de Roma para fazer doutorado, junto com Santo Rosseto e Frei Beto. Posteriormente, doutorou-se em filosofia no Instituto Católico em Louvaine, Bélgica.
Sua missão foi a catequização de pagãos na Colônia Portuguesa de Goa, Índia, onde permaneceu por um ano e oito meses. Em Macau, na China, passou oito meses visando unicamente a expansão do império católico. Após esse curto período foi para Angola e Moçambique, por conta da Igreja ter a preocupação de que seus religiosos não criem vínculos emotivos. Frei Luiz Carlos Krummenauer Rocha lembra que os nativos seguiam seus deuses e ele estava ali para levar a boa nova, o cristianismo. No Tibet, conheceu monges tibetanos e, na troca de informações, passou a ver a vida com outro sentido.
Após seu retorno ao Brasil, em Porto Alegre, integrou o grupo de escoteiros visando implantar um trabalho junto as favelas, o escotismo como reeducação. Era capelão, orientador espiritual dos escoteiros. Pediu licença e casou-se. Um ano e meio depois, sua mulher, grávida, acabou falecendo no parto, junto com seu filho. Ananda, a esposa de origem libanesa, era sua aluna do coral e, com o ocorrido, ele se viu cheio de culpa, pensando ser castigo de Deus por seus votos anteriores. Com isso, retornou à congregação.
Admira o trabalho do estigmatizado padre Pio de Pietrelcina e Sta Tereza D'avila. Em seu mini-castelo, no Bairro Boa Vista da cidade de Chapecó, frei Luiz guarda várias imagens de locais onde passou na África, China, Europa etc, durante seu trabalho missionário. Algumas obras pessoais, pinturas, artesanato e imagens sacras entalhadas em madeira. Hoje preside a Associação dos Diabéticos e Hipertensos de Chapecó.
"No próprio Velho Testamento, no Exodus, falam que os anjos dos céus tomaram as filhas dos homens como esposas, por sua grande beleza. Foi aí que os nossos irmãos extraterrestres vieram para cá e se uniram com as fêmeas dessa raça que estava em evolução, surgindo do Homo sapiens – o homem híbrido, do qual nós somos descendentes." (frei Luiz C. K. Rocha)
O senhor é um apaixonado pela história do planeta. Como foi a colonização da Terra e a evolução do ser humano? Eu fui informado que a colonização do planeta não é bem como passaram e, a evolução do homem, que foi sofrendo mimetismo, mutações de acordo com os continentes, das espécies, formando as raças. Existem informações de que quando houve a colonização do planeta, por aqueles revolucionários que se puseram contra a Confederação Planetária, foram trazidos povos de vários outros orbes para a Terra, os orientais foram um, por isso são tão evoluídos. Chineses inventaram a pólvora, na astronomia eram avançados, porque já vieram com uma série de informações, perdendo-se através dos tempos. Os africanos, sim, seriam a raça que sofreu a origem da experiência feita por nossos irmãos extraterrestres. Observei na abertura da Copa do Mundo de Futebol a expressão dos negros africanos, suas feições. Temos uma imagem errada da África, não são todos negros, eu conheci negros da cor de argila vermelha, cinza, de todas as colorações escuras. Informações me foram repassadas por um contato extraterrestre, de que, através dos tempos, eles não se comunicariam mais, apenas se manifestariam em sonhos e eu já tive muitas informações em sonhos que, depois, foram confirmadas com as experiências dos cientistas.
Como o senhor avalia os ensinamentos repassados nos dias de hoje pelos homens da igreja? Outro dia fiquei revoltado, fui numa comunidade chamada Colônia Bacia ver a igreja que tem estilo antigo, porque as demais que foram construídas neste estilo foram demolidas, com a idéia de alguns padres modernos, que não entendem nada, nem de arquitetura, nem conhecem esoterismo, nada. Fui ao salão de festas dos idosos, ao lado do bar, a mesa estranha, diferente das outras, era a mesa antiga do altar. Ali estava a pedra Hara daquela igreja, toda manchada de cerveja e outras coisas. Chamo isso de iconoclastas dos novos tempos. Não deixam mais os colonos colocarem flores e folhagens no altar, uma tradição antiga de embelezamento com a natureza.
O senhor está em Chapecó há quanto tempo? Estou no oeste catarinense há mais de 20 anos, os destinos divinos nos trouxeram para cá, para aqui cumprir uma missão de caridade com os menos favorecidos.
Qual sua formação? Onde o senhor estudou, buscou conhecimento? Tive uma formação religiosa Marista e, depois disso, me atraí pela Ordem dos Freis Gregorianos, criado por São Gregório, que foi um grande Papa da Idade Média, e também tivemos a oportunidade de estar no Sacro Colégio Gregoriano de Roma, fazendo doutorado em teologia, com duas pessoas conhecidas daqui, Santo Rosseto e Frei Beto, e de lá tivemos a oportunidade de ir para a Bélgica, em Louvaine, no Instituto Católico da Bélgica, onde nos doutoramos em Filosofia. Fora isso, na formação conventual, em Alto Petrópolis, Rio de Janeiro, tivemos oportunidade de ter contato com a língua aramaica e sua escrita, com o grego, o latim, fazendo captar melhor a formação religiosa.
 
Falando em religião, nos seus fundamentos, e os evangelhos? Os evangelhos nós conhecemos apenas quatro, mas na verdade são 78, os demais são chamados apócrifos, porque no Grande Concílio de Nisséia foram selecionados apenas aqueles evangelhos que interessavam aos homens da Igreja da época. De lá para cá, a Bíblia sofreu várias traduções e cada um traduziu de acordo com seu nível cultural e de acordo com seus interesses. Até hoje, os evangelhos, ou o próprio Velho Testamento, são fiéis verdadeiros da história dos homens de Deus em nosso planeta, começando do Velho Testamento, com Abraão, Moisés e outros grandes profetas.
Afirmo com toda certeza: “Onde existe o homem, existe imperfeição”. Isso tudo me deixou a pensar, pesquisar, analisar, trabalhei em missão em Goa, Macau, e nessa época tive a chance de, com a amizade que fiz com os monges tibetanos, ir até o Tibet, no Himalaia, conviver com eles e descobrir grandes pérolas da evolução espiritual.
Sua missão era levar o Evangelho cristão a esses povos. O que mudou em sua vida após seu contato com líderes religiosos, principalmente do Tibet? A missão era pregar o evangelho, o cristianismo, a boa nova. Só que, após esses contatos, eu também aprendi muita coisa. Na Índia, tive contato com Bhagavad Gita, livro Hindu que fala da epopéia de Krishna. Também o Mahabharata, que foi escrito há mais de 10 mil anos em forma de poesias, contando a história do povo de Deus e a interferência dos grandes Avatares, espíritos iluminados como Jesus, que Deus enviou à Terra. Eu percebi que, de épocas em épocas, vem um espírito de luz – um avatar – fazer uma pregação para o povo de uma região, de uma época, adaptando-se aos costumes locais. Assim nós tivemos Zoroastro da Pérsia, Sidarta Gautama, o Buda Iluminado, na Índia, Lao Tsé, no Japão, Confúcio, na China, o próprio Maomé do Islamismo, que nos passa uma má idéia, má imagem de um povo subversivo, mau, que na verdade eles não seguem a mensagem do Alcorão, que é muito parecido com a Bíblia. O Alcorão começa desde a época de Moisés, com todos os profetas, considera Jesus um grande profeta, Maria também, e acredita que Maomé veio modernizar a mensagem de Jesus. Dentro do Islamismo, há um grupo chamado sufista, que pregam um evangelho islâmico de amor, que não tem nada a ver com essas condutas que hoje acompanhamos nos noticiários, as torres gêmeas e outros atentados perpetrados por grupos de fanáticos, assim como no ocidente temos os cristãos que, seguidamente, estão declarando guerra, um país cristão contra outro país cristão. Assim como na Idade Média, na Itália, o que se chama quirelas bizantinas, um determinado bispo de uma cidade italiana percebia que o outro bispo tinha muito ouro, muitos bens, criava uma polêmica, do tipo "Num buraco de agulha cabem uma legião de anjos e, do outro bispo, não, cabem três". Em função disso, guerreavam, mas era de olho nas posses e bens da outra diocese...
Leia a entrevista completa no Portal da Ufologia Brasileira

Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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