sábado, 4 de dezembro de 2010

Pesquisadores brasileiros mostram-se entusiasmados com a GFAJ-1

Cientista da USP diz que descoberta é 'novo mundo para a biologia'
Lago Mono, Califórnia, local onde foi encontrada a bactéria. Crédito: Wallpapersforyou
Por Jornal Nacional 

Para os cientistas da USP, a descoberta da bactéria abre caminho para novas pesquisas. O organismo, que foi encontrado em um lago da Califórnia, é composto por um metabolismo inédito. Isso demonstra que os especialistas brasileiros receberam com entusiasmo a pesquisa da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) que revelou a existência de uma bactéria alienígena dos organismos vivos conhecidos até agora. A novidade mexeu com a comunidade científica do mundo todo.

Para pesquisadores da Universidade de São Paulo, ela abre um campo para a possível descoberta de novos organismos. "Em princípio, a descoberta desse tipo de ciência não traz um impacto imediato para sociedade em termos na possibilidade de cura ou coisas desse tipo. O que traz é para a ciência básica, um avanço muito grande, na medida em que, com um dado novo, podemos ir atrás de outras questões relacionadas - não só a questão de origem da vida, origem do material genético, mas também a preocupação da NASA: a origem da vida fora da Terra", afirma o professor de biologia evolutiva da USP, Eduardo Gorab.

"Os próprios autores da pesquisa americana admitem que esse foi só o primeiro passo e que há ainda muito a se investigar. Em ciência é sempre assim, a gente responde uma e aparecem ‘n’ outras perguntas para serem respondidas", diz Gorab.

"Está em aberto uma porta de um novo mundo para a biologia", disse o cientista Douglas Galante, do laboratório de astrobiologia da USP.

Até agora, os cientistas acreditavam que todo ser vivo, do mais simples parasita ao homem, precisava ter, no mínimo, os seis elementos químicos básicos, mas, segundo a pesquisa divulgada, a bactéria encontrada nesse lago da Califórnia é uma exceção.

"Toda essa biodiversidade que tem um metabolismo diferente não seria detectada. É possível que exista toda uma série de microorganismos vivendo junto com a gente, dividindo o planeta junto com a gente e uma proporção tão grande quanto os organismos ‘normais’, mas que a gente não consegue detectar", explica Galante.
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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