terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

IEF estimula pesquisa em Unidades de Conservação

Em 2010, as Unidades de Conservação do estado foram alvo de cerca de 300 pesquisas realizadas por cientistas de entidades acadêmicas de Minas Gerais e de outros estados. Dessas, 190 eram projetos novos, enquanto as demais eram trabalhos em andamento. Os pesquisadores escolheram as áreas de preservação mineiras para desenvolver estudos sobre fauna, flora, geologia, arqueologia, conservação, entre outros temas. Os resultados dos trabalhos são arquivados pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) que pode nortear suas ações de acordo com as descobertas científicas.  

A maior parte das pesquisas foi realizada nos parques Estaduais do Rio Preto, Itacolomi, Rio Doce e Ibitipoca. Mas outras modalidades de unidades de conservação também atraíram os estudiosos, entre elas estão a Estação Ecológica Mata dos Ausentes, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Mata do Jambreiro, o Monumento Natural Peter Lund, a Reserva Biológica Jaíba, a Floresta Estadual Uaimí, a Área de Proteção Ambiental Serra do Sabonetal. 

Os temas escolhidos pelos pesquisadores são variados, mas 28 % dos estudos eram focados na flora e 34 % se referiam à fauna. “Esses são os assuntos preferidos, mas outros como espeleologia, manejo e geomorfologia também são foco das linhas de estudo”, explica a analista ambiental do IEF, Janaína Aguiar. 

Para estudarem as Unidades de Conservação, os pesquisadores devem pedir uma autorização junto à gerência de Projetos e Pesquisas do instituto que concederá uma licença aos que forem autorizados. O objetivo é apoiar e acompanhar projetos de pesquisas científicas no âmbito das Unidades de Conservação estaduais alinhado à necessidade de conhecer e promover o manejo adequado das espécies que ocorrem nas áreas protegidas.

Além de beneficiar a comunidade acadêmica, o Pró-Pesquisa ajuda o IEF no desenvolvimento de suas ações, pois, muitas vezes, os resultados dos estudos norteiam as ações do órgão. “Por isso buscamos sempre criar novos convênios com as entidades acadêmicas e manter os que já foram criados a fim de estimular as linhas de pesquisa”, completa o analista do IEF, Ivan Barbosa.
jornalvarginhahoje

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