domingo, 29 de maio de 2011

Apresentada comissão oficial para estudo do Fenômeno UFO na Argentina

Por Clarín - Tradução: Christian Stagno 
Especialistas de diferentes áreas a integram e nasceu devido ao aumento de avistamentos no país
Como tínhamos antecipado há algum tempo [Veja A Aeronáutica argentina em contato com o Fenômeno UFO e Força Aérea Argentina confirma oficialmente casos envolvendo UFOs nos céus do país], nesta quinta-feira (26) ao meio dia foi apresentada oficialmente a Comissão de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (CIFA), que será integrada por pessoal civil e militares da Força Aérea Argentina (FAA). Funciona num escritório do Edifício Cóndor, sede atual da FAA, e nos próximos dias já começará a receber denúncias – através da página oficial da Força Aérea - sobre avistamentos e trabalhar com os casos mais representativos dos últimos tempos.

Depende da Secretaria Maior Geral da Força Armada Argentina e está formada por técnicos do Serviço Meteorológico Nacional, engenheiros, pilotos da Administração Nacional de Aviação Civil, técnicos em radar e em posicionamento de satélites, especialistas em informática e geólogos. A cerimônia de inauguração foi presidida pelo capitão Mariano Mohaupt, assessor de imprensa da FAA, ato do qual participou também o Secretário Geral, Brigadeiro Ernesto Omar París, comentando que "esta comissão vai realizar um estudo científico dos fenômenos aeroespaciais. Com esta conquista alcançamos uma importante meta para nossa instituição".

Desde suas origens, a FAA foi fortalecida com a colaboração de civis especialistas em aeronáutica. "Da mesma forma, hoje procura se nutrir de integrantes da sociedade que possam auxiliar com a sua experiência no estudo de acontecimentos que requerem um maior grau de certeza", indicou Mohaupt. Em sua maioria, tratam-se de pesquisadores que há vários anos desempenham suas funções dentro da Ufologia.

Entre eles, Alberto Brunetti, do Grupo Investigador de Fenômenos Aeroespaciais Desconhecidos (GIFAD), Carlos Alberto Iurchuk [Consultor da Revista UFO], analista de sistemas e investigador independente de fenômenos siderais e Carlos Fergusson, coordenador da Rede Argentina de Ovniologia (RAO). Além deles, vai colaborar Andrea Simondini [Correspondente internacional da Revista UFO] da Comissão de Estudo do Fenômeno OVNI da República Argentina (CEFORA).

Um dos motivos que impulsionou a criação deste novo órgão foi "o aumento de avistamentos por parte das pessoas. Mas, a intenção não é provar a existência de vida em outros planetas, e sim, abordar da perspectiva científica aqueles fenômenos desconhecidos e chegar à verdade. Porque, definitivamente, é nosso objeto de estudo", assinalou Mohaupt. Na equipe também está Marcelo Módica, da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CONAE) e especialista em informação de origem satelital. Ele será o encarregado de examinar o terreno e analisar as imagens recebidas.

Sobre os possíveis benefícios desta integração entre cidadãos e pessoal militar, Fergusson opinou que "avançaremos muito nos meios e na metodologia. É importante chegar até o local dos fatos e contar com a ajuda científica. Haverá, além disso, um sistema de pesquisa junto a testemunhas, que será de grande utilidade". E se a tecnologia ajuda esses rastreadores de anomalias, sempre é necessário algo mais. "É verdade que a Internet nos tornou independentes. Porque se você vai a qualquer observatório pedir uma carta celeste, ela é negada. A astronomia, salvo a dos anos 50, é muito fechada a este assunto", disse Brunetti. A explicação para esta desconfiança é que "eles olham o céu o tempo todo, mas o fazem através de um telescópio, algo que vai além da atmosfera. Ou seja, pode ser que passe um UFO na frente deles e não o vejam".

Entre os procedimentos que serão levados adiante, o primeiro é descartar o que não se trate de movimentos no céu. "Não se pode criar falsas expectativas nas pessoas, para isso contamos com um órgão decisório que trabalhará com certezas e descartará as suposições", explicou Andrea Simondini. "O primeiro passo é identificar e excluir satélites, lixo espacial, balões ou cápsulas meteorológicas, foguetes e meteoros. Inclusive a Estação Espacial Internacional (ISS) pode confundir", explicou Iurchuk.
 
 
 
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Coordenação Portal da Ufologia Brasileira 
Consultor da Revista UFO Brasil

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