sábado, 3 de setembro de 2011

Arqueologia proibida - as tecnologias do passado

Por Lucas Daniel Reginato/Realidade Oculta 
Ela não é ensinada, comentada e muito menos discutida. Vamos conhecer um pouco dos bastidores da arqueologia
Esqueletos e fósseis não convencionais às vezes são encontrados por diversas partes do planeta. Este foi descoberto numa expedição científica no México, durante os anos 70. Crédito: OVNI Reporter
As teorias convencionais dizem que o homem moderno surgiu no sul da África há cerca de 100 mil anos, variando conforme novas descobertas são estudadas e confirmadas. Da África, migrou para o norte, Europa e o sul da Ásia.
 
 
Atravessou esta última e cruzou o Estreito de Bering em direção às Américas há cerca de 30 mil anos. Da América do Norte, desceu para a América do Sul, onde teria chegado há 15 mil anos.

Porém, diversos artefatos arqueológicos encontrados são tão antigos que ameaçariam derrubar completamente essa hipótese. Em 1979, pesquisadores de Laetoli, Tanzânia, num campo da África Oriental descobriram pegadas em depósitos de cinza vulcânica com idade superior a 3,6 milhões de anos. Mary Leakey (1913-1996) e colaboradores disseram que as pegadas eram indistinguíveis das humanas atuais. Para estes cientistas, isso apenas significaria que os ancestrais do homem de 3,6 milhões de anos atrás tinham pés incrivelmente modernos.

Os Discos Dropa

Nas montanhas de Bayan Kara Ula, entre as fronteiras de China e Tibet, existem cavernas com paredes quadradas e cristalizadas, como se o corte na montanha tivesse sido realizado com uma fonte de calor extremo. Dentro das grutas foram encontradas sepulturas com insólitos esqueletos, que eram pequenos, delgados e com crânios muito desenvolvidos.

Semi-enterrado, devido a sujeira do local, havia um disco de pedra, obviamente feito pelas mãos de uma criatura inteligente. O disco teria 22,7 cm de diâmetro e dois centímetros de grossura, também havia um buraco no centro, perfeitamente circular, de dois centímetros de diâmetro. Este disco é datado entre 10.000 e 12.000 anos de antigüidade - muito mais antigo que as datações das grandes pirâmides do Egito. Entretanto não foi o único, no total haviam sido encontrados 716 discos e cada um com características diferentes.

Chi Pu Tei, professor de arqueologia da Universidade de Beijing passou para o papel a transcrição, assim como suas conclusões, e o apresentou na universidade para sua publicação posterior, mas foi censurado. Porém, em 1965, um artigo escrito pelo russo Vyacheslav Saizev apareceu na revista alemã Das Vegetarische Universum, e na revista anglo russa Sputnik, contando a história dos discos, sua composição e um extrato sobre o que havia sido decifrado pelo professor Tsum Um Nui, da Academia de Ciências de Pequim.

Os discos contam a história de uma nave espacial procedente de um planeta longínquo que teve de realizar um pouso forçado nas montanhas de Baian Kara Ula. Seus tripulantes buscaram...
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Agradecimentos a: 
 
Paulo R. Poian.
Coordenação Portal da Ufologia Brasileira 
Consultor da Revista UFO Brasil

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