domingo, 5 de fevereiro de 2012

Partículas espaciais alienígenas são medidas pela primeira vez

Por Inovação Tecnológica 
Astrônomos as mediram com precisão. Elas adentram nosso Sistema Solar vindas do espaço interestelar
A jornada do Sistema Solar através do espaço está nos levando para nuvens estelares de menor densidade. Crédito: NASA/Adler/U. Chicago/Wesleyan



 


As partículas foram detectadas pela sonda espacial Interstellar Boundary Explorer [Explorador da Fronteira Interestelar, IBEX]. Estas novas medições dão pistas sobre como e onde o nosso Sistema Solar se formou, as forças que fisicamente lhe dão forma e seu caminho conforme ele viaja através da Via Láctea.

A primeira e mais imediata conclusão é que nosso sistema planetário é diferente do espaço fora dele. Por exemplo, a presença de menos oxigênio no meio interestelar local, em relação ao Sol e à média galática, pode indicar que o Sol se formou em uma região com menos oxigênio do que existe em sua localização atual. Outra possibilidade é que o oxigênio possa ser preferencialmente ligado, ou estar "escondido", em outros materiais galácticos, tais como grãos de poeira e gelo.

Uma série de estudos baseados nestas novas medições foram publicados no Astrophysical Journal, representando a primeira olhada que os cientistas dão nos componentes do meio interestelar, a matéria existente entre os sistemas estelares, e como eles interagem com a nossa heliosfera.

Os pesquisadores relatam ter encontrado 74 átomos de oxigênio para cada 20 átomos de neônio no vento interestelar. Em nosso próprio Sistema Solar existem 111 átomos de oxigênio para cada 20 átomos de neônio. Isso significa que existe mais oxigênio em qualquer parte do Sistema Solar do que no espaço interestelar ao seu redor. Os astrônomos acreditam que esses novos resultados podem ser extrapolados, fornecendo novas informações sobre a história da matéria no universo.

Enquanto o Big Bang criou hidrogênio e hélio logo no início, só as explosões de supernovas no final da vida de uma estrela podem criar e espalhar os elementos mais pesados - como o oxigênio e o neônio - através da galáxia. Assim, conhecer a quantidade de elementos no espaço pode ajudar os cientistas a mapear como a nossa galáxia evoluiu e mudou ao longo do tempo.

Fronteira espacial

Por ora, eles estão mais interessados em compreender a composição da região de fronteira que separa os rincões mais próximos da nossa galáxia, o chamado meio interestelar local, e a nossa heliosfera. A heliosfera atua como uma bolha protetora...
 
 




Agradecimentos a: 
 

Paulo R. Poian.
Coordenação Portal da Ufologia Brasileira www.ufo.com.br
Consultor da Revista UFO Brasil

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