
Berlusconi chega a Vila Madama para encontro com LulaO primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, chegou há poucos minutos a Villa Madama, onde aguarda o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem tem um almoço programado para as 13h30 locais. Estima-se que o principal tema do encontro entre Lula e Berlusconi seja a crise financeira mundial. Ontem, Lula afirmou que iria declarar ao premier italiano seu apoio à proposta de ampliação do G8 -- grupo dos oito países mais ricos do mundo. "Vamos abordar o tema da maior participação do G5 [composto por Brasil, Índia, China, México e África do Sul] na cúpula do G8" em julho de 2009, disse o presidente. Depois do almoço de trabalho, ambos mandatários falarão com a imprensa.
Lula e Berlusconi se reúnem hoje
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se encontrará hoje com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, com quem participará de um almoço de negócios na Villa Madama. O principal tema do encontro deverá ser a crise financeira global. Ontem, logo após se reunir com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, Lula afirmou que expressaria a Berlusconi seu apoio à proposta do premier de ampliação do G8 -- grupo formado pelos oito países mais industrializados do mundo. "Vamos abordar o tema da maior participação do G5 [composto por Brasil, Índia, China, México e África do Sul] na cúpula do G8" em julho de 2009, disse o presidente. Lula esclareceu também que "não faz mais sentido que temas que envolvem toda a humanidade continuem sendo discutidos apenas pelos países ricos". A Itália, segundo o presidente, pode assumir um "papel crucial" na condução do diálogo entre as grandes economias do mundo. O presidente chegou a Roma no último domingo para uma visita de quatro dias, iniciada ontem com reuniões com o presidente italiano e com o presidente da Câmara italiana, Gianfranco Fini. Hoje, após ser recebido por Berlusconi, irá à tarde à Cofindustria, principal câmara empresarial italiana, para participar de um seminário sobre oportunidades para investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), voltado para obras de infra-estrutura. Na quarta-feira pela manhã, Lula se reunirá no Palácio Quirinale [sede da presidência italiana e onde o presidente está hospedado junto à primeira-dama Marisa Letícia] com o prefeito de Roma, Gianni Alemanno. A visita do presidente termina na próxima quinta-feira, quando Lula será recebido em audiência pelo papa Bento XVI no Vaticano.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se encontrará hoje com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, com quem participará de um almoço de negócios na Villa Madama. O principal tema do encontro deverá ser a crise financeira global. Ontem, logo após se reunir com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, Lula afirmou que expressaria a Berlusconi seu apoio à proposta do premier de ampliação do G8 -- grupo formado pelos oito países mais industrializados do mundo. "Vamos abordar o tema da maior participação do G5 [composto por Brasil, Índia, China, México e África do Sul] na cúpula do G8" em julho de 2009, disse o presidente. Lula esclareceu também que "não faz mais sentido que temas que envolvem toda a humanidade continuem sendo discutidos apenas pelos países ricos". A Itália, segundo o presidente, pode assumir um "papel crucial" na condução do diálogo entre as grandes economias do mundo. O presidente chegou a Roma no último domingo para uma visita de quatro dias, iniciada ontem com reuniões com o presidente italiano e com o presidente da Câmara italiana, Gianfranco Fini. Hoje, após ser recebido por Berlusconi, irá à tarde à Cofindustria, principal câmara empresarial italiana, para participar de um seminário sobre oportunidades para investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), voltado para obras de infra-estrutura. Na quarta-feira pela manhã, Lula se reunirá no Palácio Quirinale [sede da presidência italiana e onde o presidente está hospedado junto à primeira-dama Marisa Letícia] com o prefeito de Roma, Gianni Alemanno. A visita do presidente termina na próxima quinta-feira, quando Lula será recebido em audiência pelo papa Bento XVI no Vaticano.
Ministro encontrará Lula em Congresso de Central Sindical
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, chegou esta manhã ao congresso internacional organizado pela Confederação Italiana dos Sindicatos dos Trabalhadores (Cisl), no qual também estará presente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Nós pensamos que, este mês, possa sair uma espécie de mapa da estrada, ou seja, uma indicação das etapas através das quais chegar a uma modificação das instituições financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), e pensar também em medidas de ajuda para a economia real", afirmou Frattini, na sua chegada ao congresso. Entre as medidas para proteger a economia real, Frattini assinalou os "financiamentos com operações públicas de intraestrutura, títulos públicos não garantidos pelo Estado mas, a exemplo da União Européia (UE), idéia lançada pelo ministro [da Economia, Giulio] Tremonti, o aperfeiçoamento dos controles", visto que, por exemplo, o FMI "dá empréstimos mas não controla o êxito de tais empréstimos". Segundo Frattini, essas medidas "deveriam ser de alguma maneira decididas para em seguida dar um impulso nas negociações da rodada de Doha".
AnsaO ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, chegou esta manhã ao congresso internacional organizado pela Confederação Italiana dos Sindicatos dos Trabalhadores (Cisl), no qual também estará presente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Nós pensamos que, este mês, possa sair uma espécie de mapa da estrada, ou seja, uma indicação das etapas através das quais chegar a uma modificação das instituições financeiras internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), e pensar também em medidas de ajuda para a economia real", afirmou Frattini, na sua chegada ao congresso. Entre as medidas para proteger a economia real, Frattini assinalou os "financiamentos com operações públicas de intraestrutura, títulos públicos não garantidos pelo Estado mas, a exemplo da União Européia (UE), idéia lançada pelo ministro [da Economia, Giulio] Tremonti, o aperfeiçoamento dos controles", visto que, por exemplo, o FMI "dá empréstimos mas não controla o êxito de tais empréstimos". Segundo Frattini, essas medidas "deveriam ser de alguma maneira decididas para em seguida dar um impulso nas negociações da rodada de Doha".
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