Neste número destacamos o Plano de Acção de Brasília para a Promoção, a Difusão e a Projecção da Língua Portuguesa, saído da Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa no Sistema Mundial, que decorreu em Brasília, de 25 a 30 de Março último, e que pode consultar na página do Instituto Camões (http://www.instituto-camoes.pt/brasil/plano-de-accao-de-brasilia-para-a-promocao-a-difusao-e-a-projeccao-da-lingua-portuguesa.html).
Veja ainda:
CPLP
«A língua portuguesa nunca dorme», Embaixador António Aguiar Patriota, na Conferência de Brasília
Um ‘empurrão’ a uma estratégia concertada de afirmação internacional do português, nomeadamente no sistema das Nações Unidas, saiu da semana de reuniões em Brasília no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que culminou com a aprovação a 31 de Março pelo conselho ministros de um plano de acção a ser apresentado à (VIII) cimeira da organização, este ano, em Luanda.
Bruxelas
A questão é simples. Como é que se constrói a programação cultural de um país no estrangeiro? Com que meios, com que objectivos? Bruxelas, que é a ‘capital’ da União Europeia (UE), e onde desde Maio de 2009 Margarida Gouveia Fernandes, diplomata com um extenso currículo na área da acção cultural externa, é conselheira cultural da Embaixada de Portugal, pode mostrar-nos como se faz.
Até 2 de Maio os habitantes de Bruxelas, ou seja, belgas mas também os muitos estrangeiros residentes na “capital” da União Europeia, vão poder ver imagens de André Cepeda, um dos mais (re)conhecidos fotógrafos portugueses da nova geração.
Teatro
«É uma peça que se presta a muitas leituras», assim resume Alfredo Brissos o texto vencedor da edição de 2009 do Prémio de Dramaturgia Luso-brasileiro ‘António José da Silva’, da autoria do português Abel Neves, cuja encenação apresenta em estreia a 29 de Abril no Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII), em Lisboa.
Tunísia
Existem mais pontos de contacto do que à primeira vista se poderia pensar. E não é só geograficamente. Portugal e Tunísia parecem «distantes», mas a matriz mediterrânica de ambas as sociedades cria proximidades que a História apartou, mas não apagou. E a língua portuguesa, que é ensinada em duas universidades e em mais instituições presentes na Tunísia, nomeadamente no Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) «pode, de facto, ter um lugar sólido e forte num país aparentemente sem relações ‘afectivas’ com Portugal», segundo afirma Filipa Fava, leitora do Instituto Camões (IC) e responsável pelo Centro de Língua Portuguesa (CLP/IC) na Universidade de Manouba, em Tunes, a capital.
Jacinta vai ser o nome português na edição de 2010 do famoso festival Jazz de Cartago, actuando no concerto de abertura deste evento de grande dimensão e nomeada da cena cultural tunisina que terá lugar entre 9 e 18 de Abril próximo.
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