Cidadãos de Nápoles protestam por acúmulo de lixo nas ruas
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Uma centena de caminhões foi escoltada por forças de segurança e conseguiu descarregar dejetos na antiga fossa de Sari, um dos lixões da zona metropolitana onde ocorrem mais protestos cívicos.
Nas ruas e principalmente no centro de Nápoles, onde o lixo se acumula, dezenas de incêndios foram registrados pela noite. O chefe da polícia da cidade, Santi Giuffré, anunciou que agora os veículos serão escoltados pelas forças de segurança para evitar novos ataques.
"Nápoles está no caos total por culpa de uma prefeita arrogante, orgulhosa e incapaz", criticou o deputado Amedeo Laboccetta, do governista Povo da Liberdade (PDL), sobre a gestão de Rosa Russo Iervolino.
Em janeiro de 2008, a cidade viveu outra crise por causa do acúmulo de 250 mil toneladas de lixo em suas ruas, criando um grande alarme, principalmente pelo temor de problemas sanitários.
A situação de emergência foi explicada pela falta de locais para descarregar os dejetos, que se acumularam durante semanas na capital napolitana e em sua província. Na época, os moradores chegaram a incendiar montanhas de resíduos acumulados nas ruas e o Exército foi chamado para conter as manifestações.
A tensão durou vários meses até que o primeiro-ministro, Sílvio Berlusconi, enviou o chefe da Defesa Civil, o médico Guido Bertolaso, para resolver o problema, e ele próprio se reuniu com membros de seu governo diversas vezes na cidade. Foram criados novos depósitos e também foi iniciada a construção do incinerador de Acerra, perto de Nápoles.
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