segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Eu nunca votaria “nele”

Filho de uma família humilde, “ele” ingressou na política em um pequeno partido que dava largos passos rumo a seu crescimento. Acabou abandonando ou sendo abandonado por esta legenda e em defesa de um tipo de socialismo, passou a comandar outro partido, desta vez conseguia se mostrar como principal voz do seu grupo, se aproveitando da fraqueza das legendas existentes e das lideranças. 

Desde o começo de sua carreira era destaque por sua bravura, pelo discurso empolgante e seu bom relacionamento com os artistas. Confesso que, para mim, ele nunca teve coração. 

Para chegar ao poder forçava alianças com qualquer um, ainda que nutrisse desprezo por seus companheiros, mas sempre teve em mente que a vitória pode custar qualquer preço. 

Sempre foi apontado como um rapaz feio, mas em seus longos discursos com apelos ideológicos, onde culpava os ricos pelo sofrimento dos humildes, conquistou milhares de admiradores e admiradoras.

Ele era visto como “o novo”, aquele que desperta o orgulho do seu povo e que vai as últimas conseqüências para atingir seus objetivos.

Dia após dia, ganhava um grande fluxo de adeptos, de forma que, ajudado pela fúria contra seus inimigos políticos, seu partido floresceu. Após o fracasso das lideranças existentes, acabou sendo escolhido como chefe do governo.

Aqueles que não aceitassem suas regras perderiam espaço e “ele” sempre soube como estabelecer uma ditadura unipartidária, passando eliminar seus rivais, um a um.

Na juventude, todos dizem que era um rapaz inteligente, porém, mal-humorado. No entanto ninguém tinha como negar sua devoção pela mãe. Nunca falava sobre o pai e acabou dando margem a boatos.

Como forma de difundir seu ideário, criou numerosas organizações de filiação (Juventudes, associações de mulheres e etc.).

Após ter assegurado o poder político, “ele” tratou de permanecer fortemente popular até o fim do mandato. Com a sua oratória e com todos os meios de comunicação sob controle do seu chefe de propaganda, “ele” conseguiu convencer a maioria de que era o salvador do povo.

Firmou pactos e não cumpriu a maioria. Nas ruas, seus homens, vestidos de preto, agrediam a qualquer um que não se portasse como ele determinara.

É por estas e outras que tomo muito cuidado na hora de eleger alguém. Este de quem eu falei era Adolf Hitler.
Fonte: clickPB

jornalvarginhahohe

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