terça-feira, 27 de setembro de 2011

Museu de Israel coloca na Internet os Manuscritos do Mar Morto

Por Clarín - Tradução: Paulo Poian 
São cinco dos 08 rolos que a entidade conserva e o Google demorou seis meses para digitalizá-los, num projeto de US$ 3,5 milhões
Detalhe de um dos manuscritos do Mar Morto. Crédito: Museu de Israel/Google



Eles são uma das maiores descobertas arqueológicas do século XX, dos pilares da herança monoteísta, da história viva e pura. E agora, disponíveis na Internet. Os Manuscritos do Mar Morto saíram definitiva - e metaforicamente - das grutas e estão ao alcance de todo mundo.

O Museu de Israel apresentou ontem (26) a versão digital dos rolos do Mar Morto, uma iniciativa que universaliza o conteúdo do depoimento redigido mais antigo dos costumes e práticas dos israelitas de 2.000 anos atrás.

Escritos na sua maioria em hebreu antigo e uma pequena parte em aramaico e grego, o museu postou na web cinco dos 08 rolos em seu poder. O diretor da instituição, James Snyder, descreveu-os como um "perfeito casamento" entre a tecnologia e a história. "Levamos algum tempo pensando como preservar os rolos e seu conteúdo nas nossas mentes e manter vivo seu significado", disse Snyder em uma conferência de imprensa durante a qual lançaram o novo site com as fotografias dos manuscritos.

Fotografados coluna por coluna com uma câmera de altíssima resolução e um flash fugaz (1/4000 segundos de duração) sem raios ultravioletas para não danificar a pele sobre a qual foram escritas, as imagens foram processadas e justapostas até lhes devolver em tela seu formato original de pergaminho. O projeto consumirá uns 3,5 milhões de dólares.

"A Internet tem rompido as barreiras que havia entre a informação e as pessoas", explicou Yosi Matías, chefe de I_D do Google Israel, quem destacou a importância de "universalizar" este tipo de conteúdos porque com eles "a sociedade pode enriquecer seus conhecimentos e o entendimento dos principais eventos históricos".

Segundo Matías, o "gênesis" deste projeto remonta-se há alguns anos, quando o Museu do Holocausto de Jerusalém se propôs a digitalização de seus monumentais arquivos históricos e fotográficos. A idéia dos Manuscritos do Mar Morto foi proposta por um empresário privado, doador do museu, seis meses atrás.

Desde então, uma equipe da entidade e outra do Google trabalharam sem descanso até completar a fase inicial, que inclui também a tradução ao inglês da cada frase do rolo de Isaías (século IV a.C), popularmente conhecido como "profeta da paz" por suas premonições de um mundo sem guerras no final dos dias...



Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Coordenação Portal da Ufologia Brasileira 
Consultor da Revista UFO Brasil
 

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