terça-feira, 15 de março de 2011

Volta as aulas, você já levou seu filho a uma consulta ao oftalmologista?

O ideal é que toda criança da partir de 3 anos, mesmo sem sintomas, passe por um exame oftalmológico. Problemas visuais podem afetar o aprendizado.  
 
Quando a criança é pequena geralmente ela não tem a noção exata do que seja uma visão perfeita, por isso talvez seja difícil fazer um diagnóstico, mas se você como mãe estiver atenta poderá perceber alguns pequenos sinais que indicarão que seu filho está com alguma dificuldade para enxergar como, por exemplo: como dor de cabeça depois da aula, ficar muito próximo de livros ou da televisão, não conseguir ver algo que você aponta a certa distância e olhos irritados. Além disso o rendimento dele na escola pode cair e ele ter dificuldade e até mesmo não gostar de estudar.

Os principais problemas de visão que surgem nas crianças são a hipermetropia, miopia, astigmatismo e estrabismo; esses são os problemas mais comuns e  afetam quase que 20% das crianças que estão em idade escolar .

Conhecida como ´olho preguiçoso´, a ambliopia  é uma deficiência na visão em que um ou os dois olhos não apresentam um amadurecimento normal. Deve ser detectada e tratada quando a visão ainda está em pleno desenvolvimento. Se não tratada até os sete anos, a visão fica definitivamente comprometida, podendo levar à cegueira.

“Por isso a importância de um diagnóstico precoce nos primeiros anos de vida".

A incidência da ambliopia em crianças em idade escolar é de aproximadamente 4%. Um volume assustador considerando o tamanho da população brasileira. A doença é a causa mais frequente de perda de visão em crianças.

Entretanto, muitas vezes a deficiência passa desapercebida pelos pais e pediatra.Detectar a ambliopia torna-se muito difícil caso não haja um sinal evidente que possa servir de alerta para os pais como o estrabismo, por exemplo, quando a criança apresenta um olho desviado. No caso de diferença de graus entre os dois olhos sem estrabismo associado, torna-se difícil a identificação da ambliopia, pois na maior parte das vezes não haverá sintomas, pois o olho bom supre a deficiência do olho ambliope.

 É muito importante a avaliação de todas as criança na pré- alfabetização, pois haverá tempo para a realização do tratamento e recuperação da visão.

Tratamento - O tratamento é simples e consiste no uso dos óculos e do tampão, cujo período de uso vai variar de caso para caso, dependendo da severidade do problema e da idade do paciente. Tampa-se o olho bom para se desenvolver a visão no olho mais fraco.

A utilização de um oclusor(tampão) ocular é o tratamento mais indicado para a ambliopia. Mas como fazer uma criança usar - sem tirar - o tampão por seis, oito ou até 12 horas por dia?  Durante dois, três ou mais anos?  Isso é um desafio, principalmente, porque os modelos mais antigos, em maior número no mercado, incomodam e até chegam a machucar quando a criança tem que por e tirar esparadrapos diariamente. Além disso, há a aparência hospitalar, que estimula brincadeiras negativas por parte de outras crianças.

Nesse momento, o segredo é trabalhar a auto-estima da criança, tornando-a diferente de forma positiva. Pensando nisso, Simone Sgarbi, mãe da Camila, de 6 anos, cuja ampliopia foi detectada há dois, decidiu pesquisar um tampão que sua filha realmente usasse, e com prazer. Atacou em duas frentes: o conforto no uso e como torná-lo divertido.

Desenvolveu um tampão feito de borracha macia e que se encaixa nos óculos. E aí passou a fazê-lo nas mais diferentes cores, estampas e motivos. Um para cada dia, um para cada roupa, um para cada humor. Deu certo e a Camila adorou. Não só usa numa boa como até lembra à mãe o horário de colocar.

Foi assim que a empresa Tô de Olho Tampão nasceu, em conjunto com a sua sócia, a designer Paola Petti Cerveira, que desenhou e adaptou novos formatos mais anatômicos ao rosto da criança, tendo sempre o cuidado para que as estampas tenham temas alegres e coloridos.

Os tampões divertidos estão fazendo o maior sucesso entre pais e crianças, sem falar nos oftalmologistas e ortoptistas, que encontraram um novo apoio para ajudar nos tratamentos. "O que me importa mesmo é que todos os pais levem seus filhos ao oftalmologista antes dos quatro anos. A chance dos seus filhos terem o problema é real e só assim eles podem descobrir", conclui Simone. 
jornalvarginhahoje

1 Comentário:

Martin disse...

Eu levei meu filho para um especialista em oftalmologia curitiba
. Ele está fazendo um tratamento muito bom!

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