sábado, 19 de junho de 2010

Portugal prepara-se para o velório do escritor José Saramago

O autor José Saramago, em foto de novembro de 2009 (Foto: AFP)
Funcionários da Câmara de Lisboa preparam na manhã deste domingo o local em que será feito o velório do escritor português José Saramago, morto na véspera aos 87 anos.

O corpo do ganhador do Nobel, que morreu em sua casa na ilha espanhola de Lanzarote, deve chegar a Portugal às 12h45 locais (8h45 do Brasil), e o velório deve começar às 14h locais (10h do Brasil)

No meio da manhã, ainda não havia público no local, só jornalistas, funcionários e policiais.
O governo português decretou luto oficial de dois dias pela morte de Saramago. O prefeito de Lisboa, Antonio Costa, declarou que é um "orgulho para a cidade receber mais uma vez Saramago. Ele lembrou em comunicado que Lisboa foi "uma causa que Saramago abraçou" quando presidiu a assembleia municipal em 1990 e assegurou que seu "legado é inestimável".
Faixa na Câmara de Lisboa (Foto: Vitor Sorano/G1)

O corpo de Saramago deve chegar ao aeroporto de Figo Maduro, nos arredores da capital, em um avião da Força Aérea Portuguesa.

O funeral segue até 0h e reabre no domingo de 9h a 11h.

Os familiares terão uma área reservada e poderão pedir o fechamento das portas ao público.

Às 12h de domingo, terá início a cremação, no cemitério de Alto de São João.

Parte das cinzas deve ficar em Azinhaga do Ribatejo, onde o escritor nasceu e o restante deve seguir para Lanzarote, nas Ilhas Canárias, onde ele vivia com a esposa, a jornalista e tradutora Pilar del Río.

A Câmara de Lisboa ainda não tem estimativa de quantos visitantes deverão passar pelo funeral. Um policial estima em "milhares". A escritora Nélida Piñon, que está na Espanha, representará a Academia Brasileira de Letras na homenagem ao escritor.

O corpo de Saramago foi velado em uma biblioteca que leva o seu nome na cidade de Tías, em Lanzarote. O prefeito de Tías, José Juan Cruz, decretou três dias de luto pelo escritor de "Ensaio sobre a cegueira", que estava com 87 anos e sofria de leucemia e problemas respiratórios.

A igreja perde um crítico
A notícia da morte de José Saramago repercutiu imediatamente em todo o mundo, inclusive entre representantes da Igreja Católica em Portugal, com quem o escritor mantinha uma relação conturbada por abordar de forma polêmica temas religiosos em obras como "O evangelho segundo Jesus Cristo", de 1991, e "Caim", seu romance mais recente, de 2009.

O diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura da Conferência Episcopal Portuguesa, Padre José Tolentino, e o porta-voz da conferência, Padre Manuel Morujão, disseram que o país perde um "expoente" e que a igreja perde um crítico com o qual soube dialogar constantemente. "Seja como for, o diálogo nunca foi cortado e sempre foi possível", disse padre Manuel Morujão, sobre o escritor, que se declarava um ateu.
José Saramago pelas lentes do fotógrafo Sebastião  Salgado, que lamentou a perda: 'Ele sempre foi um militante, comprometido com as causas sociais'

"[Saramago] combatia as religiões com fúria, dizia que elas nos embaçam nossa visão. Mesmo assim não consigo deixar de pensar que adoraria que neste momento ele estivesse tendo que dar o braço a torcer ao ser surpreendido por algum outro tipo de vida depois desta que teve por aqui", declarou o cineasta brasileiro Fernando Meirelles, que adaptou "Ensaio sobre a cegueira" para o cinema em 2008.

Leucemia e problemas respiratórios
Segundo sua mulher, Saramago passou mal após tomar o café da manhã e recebeu auxílio médico, mas não resistiu e morreu. Ele sofria de leucemia e, nos últimos anos, havia sido hospitalizado em várias oportunidades devido a problemas respiratórios.

"Hoje, sexta-feira, 18 de junho, José Saramago faleceu às 12h30 horas [horário local] na sua residência de Lanzarote, aos 87 anos de idade, em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença. O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila", diz uma nota assinada pela Fundação José Saramago e publicada na página do escritor na internet.

O escritor vivia na ilha de Lanzarote, nas Canárias, desde 1993 com sua esposa, com quem se casou aos 63 anos.

Expoente da literatura mundial
Saramago era um dos maiores nomes da literatura contemporânea, vencedor do prêmio Nobel de Literatura no ano de 1998 e de um prêmio Camões - a mais importante condecoração da língua portuguesa.     Entre seus livros mais conhecidos estão "Memorial do convento", "O ano da morte de Ricardo Reis", "O evangelho segundo Jesus Cristo", "A jangada de pedra" e "A viagem do elefante". O mais recente romance publicado pelo escritor foi "Caim", de 2009. Antes de morrer, ele estava trabalhando em um livro sobre tráfico de armas, que chegou a batizar de "Alabardas, alabardas! Espingardas, espingardas", mas deixou inacabado.

O estilo de escrita de Saramago era caracterizado, entre outras experimentações de linguagem, pelos parágrafos muito longos e o uso incomum de pontuações. “Sua literatura era densa e sofisticada e, mesmo assim, era lida por um grande público. Essa é a maior proeza de sua vida”, analisa o professor Frederico Barbosa, que ensinava Saramago em cursinhos de São Paulo e é também diretor do espaço cultural paulistano Casa das Rosas.

"Ensaio sobre a cegueira", que conta a história de uma epidemia branca que cega as pessoas, metáfora da cegueira social, foi levado às telas em um produção hollywoodiana filmada pelo cineasta brasileiro Fernando Meirelles (de "Cidade de Deus") em 2008. O autor, normalmente avesso a adaptações de suas obras, aprovou o trabalho de Meirelles.

Saramago era considerado como o criador de um dos universos literários mais pessoais e sólidos do século XX e uniu a atividade de escritor com a de homem crítico da sociedade, denunciando injustiças e se pronunciando sobre conflitos políticos de sua época. Em 1997, escreveu a introdução para o livro de fotos "Terra", em que o fotógrafo Sebastião Salgado retratava a rotina do movimento dos sem-terra no Brasil.

Em 2008, uma exposição sobre o trabalho de Saramago foi exibida no Brasil. "José Saramago: a consistência dos sonhos" trazia cerca de 500 documentos originais e outros tantos digitalizados, reunidos em um formato que, misturando o tradicional e a tecnologia moderna, levavam o visitante a uma agradável e rara viagem pela vida e pela obra do escritor português.

Biografia
O português José de Sousa nasceu em 16 de novembro de 1922, na pequena aldeia portuguesa de Azinhaga, no Ribatejo, região central do país. Ficou mais conhecido, no entanto, pelo sobrenome de sua família paterna, Saramago, que o funcionário do Registro Civil acrescentou após seu nascimento.

Sua família mudou-se para Lisboa quando José tinha dois anos. Aluno brilhante, ele teve de abandonar o ensino secundário aos 12 anos, por causa da falta de recursos de seus pais.

Ateu, cético e pessimista, Saramago sempre teve atuação política marcante e levantava a voz contra as injustiças, a religião constituída e os grandes poderes econômicos, que ele via como grandes doenças de seu tempo.

"Estamos afundados na merda do mundo e não se pode ser otimista. O otimista, ou é estúpido, ou insensível ou milionário", disse em dezembro de 2008, durante apresentação em Madri de "As pequenas memórias", obra em que recorda sua infância entre os 5 e 14 anos.
Saramago: romance 'O Evangelho segundo Jesus Cristo' gerou polêmica com Igreja Católica. (Foto: AFP)

Filiado ao Partido Comunista português
Autodescrito como um "comunista libertário", ele também provocou polêmica ao chamar a Bíblia de "manual de maus costumes". Ao longo de seis décadas de carreira literária, publicou cerca de 30 obras, entre romances, poesia, ensaios, memórias e teatro.

Saramago publicou seu primeiro romance, "Terra do pecado", em 1947. Em 1969, sob a ditadura salazarista, ele filiou-se ao Partido Comunista português. Depois de 47, ele ficou quase 20 anos sem publicar, argumentando que "não tinha nada a dizer". Na época, teve empregos públicos e trabalhou como editor e jornalista.

Entre 1966 e 1975, publicou poesia: "Os poemas possíveis", "Provavelmente alegria" e "O ano de 1993". Em 1977, publicou o romance "Manual de pintura e caligrafia". Depois, vieram os contos de "Objeto quase" (1978) e a peça "A noite" (1979).

Mas o reconhecimento mundial só chegou com "Memorial do convento", de 1982, a que se seguiu "O ano da morte de Ricardo Reis", dois anos depois. Os dois romances receberam o prêmio do PEN Clube Português.

Nobel e Camões ao desafeto da Igreja
Seu romance "O evangelho segundo Jesus Cristo", de 1991, provocou polêmica com a Igreja Católica e foi proibido em Portugal em 1992.

O romance mostrava um Jesus humano, com dúvidas, fraquezas e conversando com um Deus cruel. Em um dos episódios, Jesus perdia sua virgindade com Maria Madalena.

Um ano depois disso, ele decidiu se mudar para a ilha de Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias, onde ficou até morrer, sempre acompanhado pela sua segunda mulher, a jornalista e tradutora espanhola Pilar del Río.

Em 1995, ganhou o Prêmio Camões pelo conjunto da obra e publicou "Ensaio sobre a cegueira".

Em 1998, ele recebeu o Nobel de Literatura. Na justificativa da premiação, a academia afirmou que o português criou uma obra em que, "mediante parábolas sustentadas com imaginação, compaixão e ironia, nos permite captar uma realidade fugitiva".
Seu último romance foi "Caim", de 2009, também bastante criticado pela Igreja Católica por conta de sua visão pouco ortodoxa do Velho Testamento.
http://g1.globo.com/
Com agências internacionais

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Forte aumento de avelã européia em terras de Ferrero

As áreas plantadas com avelã europeia no Chile cresceram significativamente nos últimos anos, atingindo 10 mil hectares cultivados, dos quais 3 mil pertencem ao grupo italiano Ferrero.

"O Chile é um dos poucos países do hemisfério sul com as condições ideais, de clima e solo, para uma implantação bem sucedida do cultivo da avelã europeia e o desenvolvimento das melhores variedades para a indústria do chocolate", informou a Câmara do Comércio Italiana no Chile.

A revista da Câmara, Sistema Italia, destaca que devido ao potencial de cultivo da avelã europeia e aos resultados obtidos neste país, visa-se atualmente dobrar os hectares plantados em um prazo de cinco anos.

"O Chile tem características climáticas e morfológicas adequadas para esta cultura, às quais se somam o tipo de investimento, os elevados índices de segurança e a alta rentabilidade", informou a publicação.

O Grupo Ferrero, por meio de sua empresa "Frutícola Agrichile", anunciou que aumentará a produção em seus viveiros, onde desenvolve um milhão de plantas por ano.

Por trás do desenvolvimento no Chile está o Grupo Ferrero, o maior comprador de avelãs europeias em nível mundial.

A produção anual de avelãs europeias com casca chega a um milhão de toneladas, das quais entre 75% e 80% provém da Turquia. A Itália produz 12%.
 
www.ansa.it/www.italianos.it

blogdoaleitalia 

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Itália está entre os países da UE que mais concederam asilos

A Itália está entre os países europeus que mais concederam asilo em 2009, informou nesta sexta-feira uma pesquisa do Eurostat, o instituto de estatística da União Europeia (UE).    Segundo o estudo, foram concedidos 78,8 mil asilos nos 27 países da UE durante o ano passado -- diante de 260 mil pedidos apresentados.   

A maior parte das requisições atendidas foi registrada na Grã-Bretanha (12,5 mil), seguida pela Alemanha (12,1 mil), França (10,4 mil), Suécia (9,1 mil), Itália (8,6 mil) e Holanda (8,1 mil). No total, os seis países concederam 75% dos asilos totais registrados na Europa.

Na lista dos cidadãos que receberam o título de refugiados em 2009 aparecem em primeiro lugar os somalis (13,4 mil ou 17% do total), iraquianos (13,1 mil) e afegãos (7,1 mil).

A pesquisa é divulgada em decorrência do Dia Mundial do Refugiado, que será comemorado no dia 20 de junho.
 
http://www.ansa.it/
imagem  http://galeriacores.blogspot.com/

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Computadores de parede

Longe vai aquela imagem do local de trabalho cheio de computadores com grandes monitores em cima das mesas e quilómetros de cabos espalhados pelo chão. Hoje em dia, graças às soluções wireless e TFT, entre outras, a tecnologia ocupa muito menos espaço e consegue enquadrar-se nos ambientes de forma discreta e pouco intrusiva. O designer Fredrik Perman conseguiu a proeza de colocar seis computadores no seu local de trabalho quase sem se dar por isso, valorizando-o esteticamente.
O conjunto foi montado em cima de uma base de alumínio e coberto com uma placa de vidro acrílico transparente. Toda a arquitetura interna ficou assim à vista, onde sobressaem as luzes azuis dos LEDs de alguns componentes. Ao lado encontra-se um teclado TFT embutido na parede, um teclado e um switch para conexão a outros equipamentos de rede.
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Link
Fonte: http://obviousmag.org/

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Grafittis esculpidos por Alexandre Farto

A primeira coisa que chama a atenção nos trabalhos de Alexandre Farto (aka VHILS) é a textura de suas imagens. As entranhas de muros, cartazes antigos e papéis se tornam a matéria-prima de rostos icônicos e atemporais, ainda que suas “rugas” registrem as marcas da decadência urbana. A linguagem da street art de Bansky ainda está lá, mas usada em um contexto diferenciado e intrigante.
Apropriadamente batizada como Scratching the Surface (escavando a superfície, em tradução livre), esta série de trabalhos leva o ambiente urbano às galerias de arte: entre as que já expuseram as obras de Alexandre, consta a prestigiada Lazarides, em Londres. Na verdade, não parece haver fronteiras para seu método de criação, uma vez que o artista também já trabalhou com animações, instalações e em colaborações com outros artistas e coletivos musicais como os Buraka Som Sistema.
Seja fruto de sua formação acadêmica ou influência de seus primeiros passos no grafitti já na adolescência, a versatilidade e proficiência de Alexandre é admirável e um exemplo do que as novas gerações têm a oferecer para as artes visuais. Furadeiras, alvejantes e ácidos, elementos naturalmente destrutivos, são utilizados como ferramentas criativas juntamente com os tradicionais sprays, stencils e tintas, mostrando também uma proposta inovadora do ponto de vista técnico.
Em um mundo onde o ser humano possui uma relação cada vez mais simbiótica com as metrópoles, o ato de desnudar fachadas para encontrar novos significados em ambientes decadentes não poderia ser mais bem-vindo. A tradução de uma frase anônima em inglês originalmente publicada por VHILS em seu site oficial sintetiza perfeitamente a questão: “A beleza é apenas superficial; a feiúra permanece até os ossos; uma morre e desaparece, a outra permanece por si mesma.” 
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Alexandre Farto
Fonte: http://obviousmag.org/

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Saramago (1922 - 2010): A Voz do Povo Nunca será Silenciada

Humanista, defensor dos pobres, dos que lutavam para uma vida digna, José Saramago, Prémio Nobel de Literatura de 1998, que levou a luta deles para as palavras, fazendo da caneta sua arma, deixou o mundo lusófono e a literatura mundial desfalcados de uma voz viva e corajosa.

Sua morte ontem, sexta-feira, aos 87 anos de idade, provocou uma onda de consternação à volta do mundo e levou as autoridades portuguesas a pronunciarem um luto de dois dias. Militante no Partido Comunista Português, José Saramago foi um revolucionário na escrita de intervenção, suas obras evocando causas sociais e levantando questões perspicazes, reflectindo sobre o rumo que o nosso mundo seguia.
Seu último comentário no site Fundação José Saramago:
«Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão, que pode não ter um objectivo determinado como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma».
Lista de Obras
Saramago escreveu 16 romances, o primeiro sendo Terra do pecado em 1947 e o último Caim, em 2009. Além disso, três antologias de poemas, um compêndio de viagens, “Viagens a Portugal (1981), quatro Crônicas, um livro infantil “A Maior flor no mundo” (2001), dois volumes de Diários e Memórias, cinco peças teatrais e três contos.
Nomeamos algumas das obras principais deste grande escritor:
“Terra do Pecado” (1947)”, "Deste Mundo e do Outro" (1971), "Levantado do Chão" (1980), "Memorial do Convento" (1982) , "O Ano da Morte de Ricardo Reis" (1984), "A Jangada de pedra" (1986), "História do Cerco de Lisboa" (1989), "O Evangelho segundo Jesus Cristo" (1991) , "Ensaio sobre A Cegueira" (1995), "Todos os Nomes" (1997) "Ensaio sobre a Lucidez" (2004)"As Intermitências da Morte" (2005), "Poesía Completa" (2005), “A Viagem do Elefante” (2008)
Olga SELYANINA
PRAVDA.Ru
Fonte: Pravda.ru

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Campanha Nacional de Doação de Sangue

Campanha Nacional de Doação de Sangue

"Doe sangue, faça alguém nascer de novo."

Objetivo é mostrar que um gesto simples pode salvar vidas. Brasil precisa aumentar o estoque anual de bolsas para pelo menos 5,7 milhões

O Ministério da Saúde lançou nesta segunda (14) uma nova campanha de incentivo à doação de sangue. Com o lema “Doe sangue, faça alguém nascer de novo”, a campanha vai mostrar, até o próximo dia 30, como esse gesto de amor pode salvar vidas.

A campanha vai mostrar o depoimento de pessoas que tiveram suas vidas salvas com a transfusão de sangue. Haverá também a imagem de um bebê fazendo tarefa de adulto, representando as pessoas que nasceram outra vez ao receber sangue doado. A campanha estará na TV e também em outras mídias, como jornal, rádio e mobiliário urbano.

Cada vez mais a demanda por sangue aumenta nos hemocentros. O aumento de 30% no transplante de órgãos e o crescimento da população estão entre os fatores que fazem o país precisar cada vez mais de sangue para transfusão. São coletadas por ano 3,5 milhões de bolsas de sangue no Brasil, quando o ideal seria 5,7 milhões.

No Brasil, 1,9% da população é doadora de sangue. Mesmo estando este percentual dentro do parâmetro da Organização Mundial de Saúde (OMS) – de 1% a 3% da população – o Ministério da Saúde considera que é urgente e possível aumentar o número de brasileiros doadores: se cada pessoa doasse duas vezes ao ano, não faltaria sangue para transfusão no país.

Dia 14 de junho é Dia Nacional do Doador de Sangue, instituído em pela OMS e celebrado no Brasil desde 2004. A data é em homenagem ao cientista Karl Landsteiner, descobridor dos sistemas de grupos sanguíneos ABO. Para doar sangue, basta ir ao hemocentro mais próximo. Todo procedimento demora muito pouco, é seguro e não dói.

Consulta pública - Além da campanha, o Ministério da Saúde realiza uma consulta pública desde o dia 2 de junho sobre a proposta de mudar as idades mínima e máxima para doação. Hoje podem doar sangue quem tem em 18 e 65 anos. A proposta é que a idade seja de 16 a 68 anos. Com a mudança, 13,9 milhões de pessoas ficam aptas a doar sangue.

Outras informações importantes

Para doar sangue é necessário - Sentir-se bem, com saúde; apresentar documento com foto, válido em todo território nacional; ter entre 18 e 65 anos de idade; ter peso acima de 50Kg.

Recomendações para o dia da doação- Nunca vá doar sangue em jejum; faça um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior a doação; não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores; evitar fumar por pelo menos 2 horas antes da doação; evitar alimentos gordurosos nas 3 horas antecedentes a doação; Interromper as atividades por 12 horas as pessoas que exercem profissões como: pilotar avião ou helicóptero, conduzir ônibus ou caminhões de grande porte, subir em andaimes e praticar pára-quedismo ou mergulho.

Quem não pode doar- Quem teve diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade; mulheres grávidas ou amamentando; pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas; usuários de drogas; aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.

Apoio: Planeta Voluntários
A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!

disque saúde 0800 61 1997
Ministério da Saúde
http://www.facaalguemnascerdenovo.com.br

(Fonte: Agência Saúde)

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Software do Dia:Completo e Grátis - Podcast Wizard

Junho 19, 2010Podcast Wizard é um produto inovador que torna o ato de criar podcasts uma tarefa surpreendentemente fácil e prazerosa. Nunca foi tão fácil criar, editar e publicar os seus podcasts. Para a sua conveniência, nós dividimos o processo de criação do podcast em vários passos e desenhamos o programa no formato de um Tutorial. Você pode gravar voz, música ou outros sons, mixar áudio, editar e processar as faixas finais, criar um feed de RSS e publicar o podcast em um servidor. O Podcast Wizard possui um cliente FTP embutido que age em conformidade com as especificações do RSS 2.0 e do iTunes. Além disso, você pode salvar o podcast final em formato MP3, WAV, WMA e OGG.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010

FESTITÁLIA: uma festa a moda italiana para comemorar a cultura alfredense

A festa tem como foco evidenciar a cultura italiana que ainda é conservada no município.
foto reprodução

Para comemorar a imigração italiana que, a partir de 1877 povoou o município, a Associação Vêneta de Alfredo Chaves (Avêneta) com o apoio da prefeitura da cidade realizam neste próximo sábado e domingo, dias 19 e 20, no parque de exposições da cidade, A FESTITÁLIA. Uma grande festa com muitas cores, pratos típicos e músicas para comemorar a cultura italiana que é tão presente na vida dos alfredenses.

As atrações iniciam às 17 horas do sábado e seguem até a tarde do domingo com muitas apresentações culturais, grupos de danças italianas e bandas folclóricas. O ingresso antecipado custa R$ 5,00.    O Secretário de Turismo do município, Roberto Fiorin, está otimista com a festa. “Será uma oportunidade de integração entre as famílias e que poderão apreciar um bom vinho e degustar comidas típicas. Vamos proporcionar junto com a Avêneta uma excelente festa que vai agradar turistas e moradores”, disse.
Conforme informações dos organizadores, durante o evento haverá presença do Arquivo Público Itinerante (descendência e origem) e do Museu do Imigrante. A Avêneta vai homenagear os nonnos e ainda haverá polenta móvel e carretão do vinho.

Confira a programação

19 de ju nho - sábado


17h - Abertura oficial

18h - Apresentação do Coral Ana Araújo
18h30 – abertura cívica
19h30 – apresentação de dança Granelli Dei Mon
20h – Banda Gioco Di Morra
22h – Alcimar Luyd e Banda

20 de junho - domingo


9h - missa de renovação carismática com a benção da polenta

10h30 – Coral Della Mamma
11h - almoço italiano com música ao vivo – Miriano Shuler
12h30 - homenagem ao nonno
13h - Grupo Di Ballo Saltarello
13h30 - Grupo Toni Boni
17h - Banda Nova Geração

http://www.alfredochaves.es.gov.br/

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Jabulani, a pior bola do mundo

"A Jabulani é a pior bola que já vi em minha vida", desfere o italiano Fabio Capello, técnico da Inglaterra, que não mediu as palavras para criticar a bola produzida pela Adidas para a Copa do Mundo da África do Sul.
O treinador da seleção dos "Três Leões", que em sua estreia no evento empatou 1 a 1 com os Estados Unidos por conta de um frango do goleiro Robert Green, destacou que a bola é "terrível para os jogadores e também para os goleiros, porque é impossível prever sua trajetória".

"Quando os passes são curtos não há problemas, mas nos tiros mais longos é muito difícil entender sua trajetória", acrescentou.

Para Capello, que hoje espera comemorar seu próprio aniversário (de 64 anos) com uma vitória contra a Argélia, o maior problema da Jabulani é que "em determinadas situações esta bola é simplesmente impossível de controlar. Impossível! Ela complica muito o tiro de meta, como já ficou evidente em vários jogos. Não me canso de repetir: nunca vi uma bola pior do que esta", insistiu Capello.
 
www.ansa.it/www.italianos.it

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Terços eletrônicos

Para os fieis italianos modernos que não têm tempo para ir à igreja, chega o rosário eletrônico e o rosário no i-Phone. São dois aplicativos criados para os que não conseguem assistir às missas, mas que querem rezar em companhia de 'uma voz amiga', em casa, pela rua, dentro do carro.    

O terço eletrônico proposto, que pode ser baixado em celulares inteligentes, já foi vendido para 13 mil pessoas em um mês, mas quem mais comprou este software foram os italianos da região do Lazio, com 1.200 downloads, informaram os produtores.
 
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Sotware do Dia: Completo e Grátis - NXPowerLite Desktop Edition

Junho 18, 2010O NXPowerLite Desktop Edition otimiza os seus documentos do Word, planilha do Excel, apresentações de PowerPoint e imagens em JPEG – reduzindo-os a uma fração do seu formato original. Os arquivos permanecem em seu formato original mas não há a necessidade de descomprimí-los antes de usá-los. É incrivelmente fácil de usar: selecione um arquivo, escolha o nível de compressão e clique no botão “Otimizar”. Você também pode otimizar arquivos do Windows Explorer e do Microsoft Office, ou escolher automaticamente otimizar anexos de e-mails conforme eles forem sendo enviados. 
O programa custa $45.00, mas é grátis para os nossos visitantes por um período limitado de tempo. 
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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Como se diz 'zagueiro' em alemão? E 'escanteio'?

Para animar a torcida durante este Mundial, o Instituto Martius-Staden preparou uma lista com alguns termos sobre futebol em alemão com a respectiva tradução ao português.
E também um caça-palavra para todos mostrarem que são craques!
Viel Spaß!
Algumas posições dos jogadores
  • Abwehrspieler: zagueiro
  • Aussenverteidiger: lateral
  • Läufer: volante
  • Läufer: volante
  • Mittelfeldspieler: meio-campista
  • Stürmer: atacante
  • Torwart: goleiro
Algumas jogadas
  • Tor: gol
  • Elfmeter: pênalti
  • Eckball: escanteio
  • Torschuss: chute ao gol
Outras palavras
  • Fußball-Weltmeisterschaft: copa do mundo
  • Mannschaft: time
  • Schiedsrichter: juiz
  • Strafraum: área de cobrança do pênalti
  • Trikot: camisa da seleção
  • Weltmeister: campeão mundial
CAÇA-PALAVRA
Procure no diagrama abaixo as palavras:
  • ABWEHRSPIELER
  • ELFMETER
  • FUSSBALLWELTMEISTERSCHAFT
  • MITTELFELDSPIELER
  • SCHIEDSRICHTER
  • STUERMER
  • TOR
  • TORWART
  • TRIKOT
  • WELTMEISTER
As respostas serão publicadas no site do Instituto no dia 21 de junho,
segunda-feira.

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Floresta solar

Talvez não esteja muito distante o futuro em que a maioria dos veículos automóveis utilizarão motores não poluentes movidos a energia elétrica. Tal como agora, serão necessárias estações de serviço ao longo de toda a rede de estradas para que possam efetuar o reabastecimento, ou seja, a recarga das baterias. Mas talvez essas infraestruturas venham a ter um aspecto bastante diferente das que conhecemos agora. Já que estamos a falar de energias limpas e amigas do ambiente, porque não uma estação de serviço a condizer, com a forma de.. uma floresta, por exemplo? É essa a proposta do arquiteto holandês Neville Mars.
Radicado em Pequim, na China, desde há alguns anos, tem desenvolvido um trabalho diversificado no domínio da arquitetura, do urbanismo e da intervenção artística sob a forma de instalações. A ecologia e as novas tecnologias têm feito sempre parte das suas preocupações e este projeto é disso revelador.
A floresta solar é (por enquanto) um exercício conceptual que, à medida que o tempo passa, possui cada vez mais hipóteses de se tornar realidade. É composta por uma série de torres estilizadas em forma de árvores em que as folhas são, na verdade, painéis solares de células fotovoltaicas produtoras de energia eléctrica. Estas torres fornecem a energia necessária para recarregar os veículos que ali estacionem, além de que produzem sombra. Núcleos como este, distribuídos estrategicamente ao longo da rede de estradas, permitirão ultrapassar uma das maiores limitações dos veículos elétricos: a autonomia.
ASSISTA AO VÍDEO

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Maracanã completa 60 anos com exposição e iluminação especiais

A obra do Maracanã em 1949 (Foto: Reprodução)

O Maracanã virou sessentão. Para a festa de aniversário, o estádio Mário Filho, que já foi considerado o maior do mundo, ganhou faixa comemorativa, iluminação especial e uma exposição que conta essa história, que faz 60 anos nesta quarta-feira (16).

A mostra promete reunir relíquias como a bola e a rede do gol mil de Pelé, flâmulas da Copa de 1950, cartaz do primeiro jogo, bicicletas e carroças usadas na obra, roletas originais, uniforme de Garrincha e a maquete de como ficará o estádio depois da obra para a Copa de 2014.

60 anos bem jogados
No lado de fora do estádio, uma faixa avisa: "60 anos bem jogados e muita emoção pela frente". À noite, a estátua do Bellini ganha iluminação verde e amarela a partir desta quarta. A festa segue até o dia 11 de julho, quando termina a Copa do Mundo na África do Sul.

Fora da exposição, os corredores do estádio também contam essa trajetória. São paredes inteiras com algumas das imagens mais marcantes do futebol brasileiro, além de visitas ilustres como Madonna, Rolling Stones, Frank Sinatra e do papa João Paulo II.
Tem ainda a calçada da fama, com pés de jogadores de todas as gerações que já pisaram naquele gramado: Didi, Tostão, Vavá, Ribelino, Pelé, Nilton Santos, Falcão, Edmundo, Romário, Renato Gaúcho, entre outros. O jogador Zico e o comentarista João Saldanha ganharam uma estátua na entrada da tribuna de honra. Em alta temporada, o Maracanã recebe até 2 mil pessoas por dia em visitas guiadas.
Fachada do estádio comemora a data
(Foto: Reprodução)
 
Novo Maraca
As obras no estádio estão previstas para começarem em agosto. A previsão é que ele esteja de cara nova em dezembro de 2012, para receber a Copa das Confederações em 2013 e a Copa 2014.

Como a fachada é tombada, não deverá haver alterações externas. Mas, internamente, a ideia é melhorar a visibilidade, hospitalidade e segurança para atender às exigências da Fifa. O valor estimado da obra é de R$ 720 milhões.

Serviço
A exposição vai ficar aberta todos os dias, das 9h às 17h, até o dia 11 de julho. O ingresso custa R$ 20, mas estudantes, idosos e moradores do Rio e Grande Rio pagam meia-entrada.

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Guerra às vuvuzelas

Guerra às 'vuvu'. O mundo do futebol está revoltado contra o ruído ensurdecedor das cornetas de plástico, tocadas ininterruptamente durante as partidas da Copa do Mundo da África do Sul 2010.

Desconsiderando os tradicionais tampões de ouvido e as 'súplicas' por intervenções rejeitadas pela Fifa, meio mundo tenta desesperadamente encontrar soluções para calar as vuvuzelas sul-africanas. Os mais aguerridos são os telespectadores que, na web, deixam comentários recheados de raiva. Mas há também os que não se rendem e propõem soluções, às vezes extravagantes, para poder assistir os jogos 'em paz'.

Em apoio aos 'atormentados' pelas vuvu, como são amigavelmente chamadas as vuvuzelas sul-africanas, desce em campo a tecnologia. Nos blogues há os que sugerem filtrar com um software as frequências que compõem o ''som da corneta''. Alguns posts vão mais longe e defendem reprocessar o áudio mediante um computador e bloquear a banda dos 233, 466, 932 1864 Hz. Mesma sugestão para os que têm uma TV com equalizador, ou para aqueles que possuem um sistema 'home theater'.

''Mas as TVs não poderiam fazer isso diretamente?'', pergunta um internauta. Na verdade, as emissoras de TV já tentaram de tudo para 'silenciar' os estádios sul-africanos, mas os resultados, por enquanto, não são satisfatórios.

Todas as emissoras continuam trabalhando para encontrar uma solução. A BBC, por exemplo, criou uma equipe de técnicos para eliminar este barulho.

A citação mais original é a da televisão pública da Bélgica: adeus aos microfones modernos, a solução - juram - está no velho microfone que não transmite os sons do ambiente. Em resumo, contra a vuvu, nada de tecnologia. Só o velho microfone e talvez dois tampões de ouvidos.

Enquanto o mundo científico se questiona sobre as vuvuzelas, a fabricante das cornetas, a Masicendane Sport, fatura milhões. Uma solução poderia até chegar da própria empresa sul-africana, que poderia lançar um novo modelo com 20 decibéis a menos. Uma ideia que poderia preanunciar a venda em escala mundial do temido instrumento. Por ironia do destino, agora na internet também se vendem camisetas contra as vuvuzelas: nada de tecnológico, são simples camisetas com o sinal de proibição sobre a estampa da vuvuzela.
Aos torcedores só cabe se resignar ou recorrer aos conselhos da web, à espera de alguma novidade.

Enquanto isso, os fanáticos pelo 'som limpo' podem se refugiar em locais 'vuvuzelas-free', que filtram o som e que segundo alguns internautas, são muito procurados em Nova York.

Os pedidos dos telespectadores na web vão além da vuvuzela. Há quem pergunte, talvez por estar decepcionado com a própria seleção, se além do som das cornetas também não seria possível filtrar outros ''ruídos", como a fala dos comentaristas.
 
www.ansa.it/www.italianos.it

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Cientistas italianos creem ter encontrado ossos de Caravaggio

Detalhe de 'O Martírio de São Mateus', pintura  de Michelangelo Merisi, ou Caravaggio, feita entre 1599 e 1600 (Foto: The Art Archive / The Picture Desk via France Presse)

Antropólogos italianos acreditam ter finalmente encontrado os restos do artista barroco Caravaggio, resolvendo um mistério que havia séculos cercava a morte do pintor.    Pesquisadores trabalhando para o Comitê Nacional para a Herança Cultural da Itália disseram nesta quarta-feira (16) estar praticamente certos de que os ossos encontrados em um ossuário na Toscana são os de Michelangelo Merisi, conhecido como Caravaggio.   
"Realizamos testes de DNA nesses restos e verificamos os resultados junto com os de parentes presumidos de Caravaggio, pessoas com o mesmo nome de família," afirmou à TV da Reuters o professor Giorgio Gruppioni, antropólogo da equipe de pesquisas.

"Vimos compatibilidade com esses traços genéticos. Portanto, essa pessoa poderia ter vindo do mesmo grupo familiar dos Merisi de hoje", disse ele, segurando um fragmento de crânio.

Famoso por sua vida turbulenta - ele teria matado um homem em uma briga e fugido de Roma com um prêmio por sua captura -- Caravaggio foi um pioneiro na técnica de pintura barroca de contrastar claro e escuro, conhecida como chiaroscuro.

Em 2001 um pesquisador italiano alegou ter encontrado o certificado de óbito de Caravaggio, o que levou peritos ao cemitério de San Sebastian, na Toscana, e depois a um ossuário na cidade vizinha de Porto Ercole.   Os pesquisadores disseram que não há registros de enterros naquele cemitério em 1610 e que os espanhóis, que então controlavam Porto Ercole, enterraram os restos do pintor em um local secreto, aparentemente para evitar que alguém reivindicasse direitos sobre suas pinturas.
O início das análises de ossadas, em dezembro do ano passado (Foto: Fabio Muzzi / AFP - 21-12-2009)

A equipe também examinou características físicas nos ossos e grande concentração de ferro, que estaria presente em um homem daquela época e idade.

"Há outros dois elementos que formam este mosaico. Primeiro, a idade, de 39 anos. Nossos testes mostraram que é compatível com os restos encontrados", afirmou Silvano Vinceti, chefe do Comitê. "E também a altura. Caravaggio tinha mais de 1,70 metro. Nesse aspecto, os resultados também foram positivos," disse ele.

"Todos esses elementos juntados a outros nos permitem dizer com certeza, falando como historiador, que esses ossos pertencem a Caravaggio," completou.

A Itália está celebrando este ano com grandes exposições o quatrocentésimo aniversário da morte do mestre do barroco, incluindo uma mostra que já foi vista por quase meio milhão de pessoas em Roma.
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Convite - Rio Grande do Sul

Segue convite   para lançamento de meu novo livro: "Criúva, um povoado brasileiro".

Trata-se, resumidamente, de um resgate da História de um Distrito de Caxias do Sul. Pelas suas peculiaridades encontram-se elementos culturais diferentes daqueles relacionados à imigração italiana na região. A temática envolve o início do povoamento dos chamados Campos de Cima da Serra que durante o Século XVIII estabeleceram pontos de passagem dos Tropeiros que transportavam gado para outros Estados, como Santa Catarina, Paraná e São Paulo."Muitas pessoas não se dão conta de que as Capelas, Vilas e pequenos Povoados também têm História. O interior do Brasil guarda um Patrimônio Cultural incalculável". 
Também é apresentada Genealogia dos primeiros habitantes proprietário da extensa Sesmaria Palmeira dos Ilhéus, numa combinação de portugueses-açorianos com paulistas. 
O lançamento faz parte da programação do Seminário Integrado Origens de Caxias do Sul, realizado na Faculdade da Serra Gaúcha (rua Os 18 do Forte, 2366, Caxias do Sul, RS - fone (54) 2101-6000, ).

Data: 9 horas, dia 18 de Junho de 2010. 
Na oportunidade o autor participará do evento com a palestra "Portugueses, mamelucos e mestiços" na formação étnica da região.

Obrigado.
Luiz Antônio Alves
tonybel@uol.com.br
http://www.fuj.com.br/

http://www.cbg.org.br/

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Cavalgada relembra rota dos imigrantes italianos no ES

Com o intuito de reviver e refazer uma das rotas que os imigrantes italianos fizeram ao chegar às montanhas capixabas, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), divulgam a Expedição Tropeiro do Imigrante, que irá acontecer, neste mês, do dia 23 a 27.

Percorrendo cerca de 130 km (quilômetros), a expedição sairá da Praça do Imigrante, no Município de Anchieta, percorrendo os municípios de Alfredo Chaves, Vargem Alta, Castelo, chegando ao Centro de Eventos em Venda Nova do Imigrante. A cavalgada passará nas propriedades de agroturismo destes municípios. O agroturismo é considerado a principal atividade deste município, que também possui cachoeiras e rampas de vôo livre.

Os interessados em participar da Expedição Tropeiros do Imigrante deverão entrar em contato com os organizadores, para que estes se programem de acordo com a quantidade de animais presentes na cavalgada. Cada participante deverá levar seu animal.

Contatos para confirmar presença
Comitiva Rancho Venda Nova
Marco Grillo (28) 9985-8811 (28) 9985-8811

OK Eventos
Eduardo Destefani (28) 9886 4949 (28) 9886 4949

Confira a programação

23/06 - quarta-feira
18:00h – Palestra sobre a Expedição e história do tropeirismo no Brasil
Local – Praça da Imigração – Anchieta

24/05 - quinta-feira
06:00h – Celebração em louvor ao Imigrante / Bênção da Tropa
07:00h – Inicio da Expedição
Local – Praça do Imigrante / Anchieta
12:00h – Almoço
Local – Fazenda Simpatia (BR 101)
14:00h – Café com prosa
Local – Comunidade de Cachoeira Alta (Alfredo Chaves)
17:00h – Chegada do 1º dia
Local – Comunidade de Quarto Território (Alfredo Chaves)
19:00h – Missa para receber a tropa

25 /05 - sexta-feira
06:00h – Inicio do 2º dia
12:00h – Almoço
Local – Comunidade de Pombal de Cima (Vargem Alta)
17:00h – Chegada do terceiro dia
Local – Comunidade de Cachoeira do Pedregulho (Castelo)

26/05 - sábado
06:00h – Inicio do terceiro dia
12:00h – Almoço
Local – Comunidade de Braço do Sul (Castelo)
17:00h – Chegada do terceiro dia
Local – Comunidade de São José de Viçosa (Venda Nova do Imigrante) - Centro de Desenvolvimento Sustentável – Guaçu-Virá

27/05 - domingo
06:00h – Inicio do ultimo dia
12:00h – Chegada da Topa e Almoço
Local – Polentão - Centro de Eventos Pe. Cleto Caliman / Venda Nova do Imigrante

Conheça o agroturismo do Espírito Santo
O agroturismo surge como forma de agregar valor ao trabalho do homem do campo e fixá-lo na sua terra. Ao final da década de oitenta, a situação para as famílias descendentes de italianos em Venda Nova do Imigrante não era muito promissora. As principais possibilidades eram ir para a cidade ou continuar no campo sem grandes perspectivas de crescimento.

Mais de dez anos de trabalho, cerca de 40 famílias envolvidas e 500 empregos diretos gerados. Esse é o resultado numérico do agroturismo que nasceu e cresceu em Venda Nova, uma pequena cidade nas montanhas capixabas. A cem quilômetros da capital do Estado, Venda Nova do Imigrante é uma colônia de descendentes italianos com 19 mil habitantes. Natureza exuberante, gente alegre e de sangue italiano festeiro, que encontrou no agroturismo uma maneira de guardar sua cultura e viver dignamente no campo.

http://www.oriundi.net/
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Esculturas vivas de Robert Cannon

As esculturas de Robert Cannon conferem um novo sentido ao conceito de arte naturalista. As suas instalações são construídas maioritariamente a partir de betão, mas não substituem os elementos naturais envolventes; pelo contrário, fundem-se neles. Terraform - assim se chamam estas manifestações artísticas que não têm lugar em museus, procurando antes uma unidade entre Homem e Natureza no espaço público.
Nas palavras do próprio artista: "Adotei o termo 'Terraform' tal como é utilizado pela comunidade aeroespacial, remetendo para a tentativa de alterar ecologicamente um corpo estranho (tome-se Marte como exemplo), para que este se torne habitável, isto é, ecologicamente sustentável. É isso que tento fazer nos meus trabalhos: aplico a noção de 'Terraform' não a outros planetas, mas sim à cultura do mundo, para a tornar mais habitável. As 'Terraforms' recusam a produção de mais objetos mortos".
As esculturas de Robert Cannon são geralmente instaladas sobre material orgânico que, ao preencher toda a estrutura interna da peça através dos canais construidos em betão ou metal, possibilita o crescimento natural e integrado de vários tipos de plantas na própria escultura. As peças possuem ainda canais de irrigação para evitar a desidratação e a morte das plantas. Tal como jardins, as 'Terraforms' interagem com o meio ambiente.
"Até ao momento, o movimento ecológico tem vindo a manifestar-se sobretudo nas ações e atividade científica de engenheiros e ativistas ambientais, mas agora os artistas devem também intervir, trabalhando o significado de todo o processo e apresentando-o perante o público em geral e não somente à restrita comunidade das artes. Estamos a assistir a uma mudança no relacionamento entre o Homem e a Natureza e essa alteração refletir-se-á na arte global. Devemos esquecer o Pós-Modernismo; o Modernismo não morreu, a Arte Ecológica é o próximo capítulo da sua evolução e será vista como a maior corrente artística deste século", afirma Robert Cannon.
Dado este manifesto do artista, não é estranho que muitas das suas esculturas assumam formas humanas ou reproduzam figuras animais.
Em declarações ao obvious, o artista diz que pretende trazer uma das suas instalações para o Brasil, país que espera visitar ainda este ano. "São Paulo parece-me um local fascinante. Todas as imagens que vi até agora são espantosas. Espero visitar o país este ano, sondar e estudar possíveis localizações para as minhas instalações e estabelecer contatos na comunidade artística local", refere Robert Cannon.
Robert Cannon
Fonte: http://obviousmag.org/

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A literatura sob o olhar feminino

Adelto Gonçalves (*)
I
O mundo quando observado pelas mulheres é visto por outra janela. Acostumado a ler livros de Ficção e História escritos predominantemente por homens, o leitor (de ambos os sexos) nem sempre percebe essa alteridade e suas diferenças. Por isso, pensar criticamente em termos de gênero os textos de ficção brasileira publicados nas últimas décadas tem sido o trabalho a que se propõe o Centro de Estudos em Literatura Brasileira da Universidade de Brasília (UnB), coordenado pela professora Regina Dalcastagnè. O resultado das pesquisas e reflexões que o Centro tem proporcionado acaba de sair no livro Deslocamentos de gênero na narrativa brasileira contemporânea (Vinhedo-SP: Editora Horizonte, 2010), organizado pela professora Regina Dalcastagnè, em colaboração com a professora Virgínia Maria Vasconcelos Leal, reunindo textos de pesquisadoras de diferentes universidades brasileiras. 
Como lembra a professora Regina Dalcastagnè, quando se fala em mulher, é preciso, antes de tudo, lembrar que a condição feminina é sempre plural. Há, por exemplo, uma distância ciclópica quando se lê textos sobre o feminismo marcadamente branco, europeu e de classe média, influenciado pela filósofa francesa Simone de Beauvoir (1908-1986), e as narrativas de Paulina Chiziane, considerada a primeira romancista negra de Moçambique. Até porque, se é correto entender que as mulheres formam um grupo social específico, as experiências e trajetórias sociais de cada uma constituem universos distintos.
Por razões que são explicadas pelas contingências sociais de cada nação, as brasileiras nunca se fizeram representar tanto quanto deveriam na Literatura do século XX, embora o Brasil tenha tido a sua primeira romancista negra ainda no século XIX com a maranhense Maria Firmina dos Reis (1825-1917), uma honrosa exceção num mundo predominantemente machista e preconceituoso, ainda que as elites brasileiras nunca tenham sido tão brancas quanto faziam (e fazem) questão de aparentar. E tenha hoje outra notável romancista afro-descendente, Conceição Evaristo, autora de Ponciá Vicêncio. De qualquer modo, a maioria das mulheres que se destacaram na área sempre foi constituída por brancas e de classe média.
II 
Pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Literatura Brasileira da UnB, que leva o título de “Mapeamento de personagens do romance brasileiro: anos 1970, anos 1990”, executada entre 2004 e 2006, procurou fazer um “recenseamento” de autores(as) e personagens com o objetivo de mostrar como a mulher tem sido representada na literatura brasileira contemporânea. Os números constam do ensaio “Representações restritas: a mulher no romance brasileiro contemporâneo”, de Regina Dalcastagnè, abarcando 389 romances produzidos ao longo de dois períodos de 15 anos cada. E mostram que as mulheres, se conseguiram um espaço próprio na literatura brasileira, esse espaço ainda é flagrantemente minoritário. 
A partir do acervo das principais editoras de cada época – Civilização Brasileira e José Olympio para o período de 1965-1979 e Companhia das Letras, Record e Rocco para 1990-2004 –, o levantamento constatou que o romance brasileiro é escrito majoritariamente por homens (72,7% dos autores) e sobre homens (62,1% das personagens são do sexo masculino, proporção que sobe para 71,1% quando são isolados os protagonistas). Como observa Regina Dascaltagnè, além de serem minoritárias nos romances, as mulheres têm menos acesso à “voz” – isto é, à posição de narradoras – e ocupam menos as posições de maior importância.
Quando são isoladas as obras escritas por mulheres, mostra o estudo, 52% das personagens são do sexo feminino, bem como 64,1% dos protagonistas e 76,6% dos narradores. Para os autores homens, os números não passam de 32,1% de personagens femininas, com 13,8% dos protagonistas e 16,2% dos narradores. “Fica claro que a menor presença das mulheres entre os produtores se reflete na menor visibilidade do sexo feminino nas obras produzidas”, diz a autora. Além disso, a personagem do romance brasileiro contemporâneo também é branca (79,8%), heterossexual (81%) e rica ou de classe média (82,9%).
Para a autora, apesar de toda a evolução da condição feminina, a literatura – ou, ao menos, o romance – continua a ser uma atividade predominantemente masculina, embora não seja possível dizer se as mulheres escrevem menos ou têm menos acesso às editoras mais importantes (ou ambas as possibilidades). Ainda de acordo com o levantamento, os(as) escritores(as) brasileiros(as) são, principalmente, jornalistas, professores universitários, roteiristas e tradutores. Ou seja, há quase um monopólio de profissionais vinculados ao universo do controle do discurso. Por último, desses autores(as), mais da metade está concentrada no Rio de Janeiro e São Paulo. Na imensa maioria, são homens brancos de classe média. 
Como observa Regina Dascastagnè, por mais solidário que seja às mulheres, um escritor homem não vai nunca vivenciar para transmitir o que significa o temor da agressão física tão presente nos lares brasileiros, da mesma maneira que um branco, por mais solidário que se mostre, nunca será capaz de avaliar o que sente um negro ao ser discriminado em seu ambiente de trabalho como também nunca vai entender a revolta de um deficiente físico que chega a um local de votação e tem de se sujeitar a ser carregado no colo escada acima até a urna para depositar seu voto. 

III
Com base nesses resultados, é de suma importância o trabalho que vem sendo realizado por autoras ainda jovens e que começam a ganhar seu espaço nas livrarias brasileiras e, obviamente, na biblioteca e no imaginário do leitor brasileiro. É o que mostra a professora Virgínia Maria Vasconcelos Leal no ensaio “O gênero em construção nos romances de cinco escritoras brasileiras contemporâneas”, ao discutir o trabalho de autoras que já conquistaram seu espaço nas principais editoras do País: Stella Florence e Adriana Lisboa, na Rocco, Lívia Garcia-Roza e Cíntia Moscovich, na Record, e Elvira Vigna, na Companhia das Letras
Stella Florence pratica uma literatura de entretenimento, o que não significa que seja superficial. Seus livros de contos (Por que os homens não cortam as unhas dos pés?, Hoje acordei gorda e Ele me trocou por uma porca chauvinista) e romances (Ciúme, chulé e um apelido ridículo e O diabo que te carregue!) , cujos títulos carregam um apelo bem-humorado, são escritos na linguagem da autoajuda, sugerindo mais uma conversa com o(a) leitor(a), que lembra o estilo de revistas femininas, como salienta Virgínia Leal. Adriana Lisboa em seu romance Sinfonia em branco também traz para a literatura questões pouco exploradas como a história de duas irmãs marcadas pelo abuso sexual de uma delas na infância pelo pai.
Lívia Garcia-Roza mostra um modelo de sociedade opressivo, mas sem uma alternativa viável, em que os casais e a família vivem sob o mesmo teto, mas quase não se comunicam entre si. Seus livros tratam de temas pouco comuns em romances, como aborto e menstruação. Cíntia Moscovich, já publicada em Portugal, a exemplo de Moacyr Scliar, recupera histórias de seu grupo étnico, a comunidade judaica de Porto Alegre. Em seus romances Duas iguais e Por que sou gorda, mamãe?, há temas pouco explorados ainda na literatura brasileira, como relações lésbicas. 
Já Elvira Vigna procura resgatar um gênero literário policial, o do romance negro, mas o faz em forma de paródia. Seus textos são sempre em primeira pessoa, mas suas protagonistas seriam as criminosas e não o detetive que desvenda os crimes. Por isso, são fontes poucos “confiáveis” porque o leitor nunca fica sabendo se diz a “verdade” ou dissimula os fatos narrados. Mas é exatamente aqui que reside a sua originalidade. 
Como observa a pesquisadora, as cinco autoras, cada uma a sua maneira, dialogam em suas obras com questões relevantes da agenda feminista como o corpo e a sexualidade, a violência, os direitos sexuais e reprodutivos e outros. Ainda que recusem o rótulo de “feministas” e não avancem na maré pós-feminista – que, pelo menos no Brasil, um país ainda arcaico sob muitos aspectos, é uma realidade distante –, com suas obras contribuem de maneira significativa para a criação de uma “consciência feminista” entre o público-leitor, “a partir da uma identificação com suas protagonistas em confronto com o poder patriarcal”.
IV
Regina Dalcastgnè é professora titular de Literatura da UnB, editora da revista Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea e pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além de autora de A garganta das coisas: movimentos(s) de Avalovara de Osman Lins e Entre fronteiras e cercado de armadilhas: problemas de representação na narrativa brasileira contemporânea, entre outros livros. Para a Editora Horizonte, preparou o livro Ver e imaginar o outro: alteridade, desigualdade, violência na literatura brasileira contemporânea (2008).
Virgínia Maria Vasconcelos Leal também é doutora pela UnB e pesquisadora do Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea. Participou dos livros Formas e dilemas na representação da mulher na literatura brasileira contemporânea, Alguma poesia: ensaios sobre literatura brasileira contemporânea e Imagens & diversidade sexual: estudos da homocultura.
Deslocamentos de gênero na narrativa brasileira contemporânea traz ainda textos das pesquisadoras Adelaide Calhman de Miranda, doutoranda na UnB, Bruna Paiva de Lucena, mestranda na UnB, Cíntia Schwantes, professora da UnB, Cláudia de Lima Costa, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Edma Cristina de Góis, jornalista e doutoranda na UnB, Ermelinda Maria Araújo Ferreira, da Universidade Federal de Pernambuco, Norma Telles, professora aposentada da Pontifícia Universidade Católica, de São Paulo, Rita Terezinha Schmidt, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Sandra Regina Goulart Almeida, professora da Universidade Federal de Minas Gerais, Simone Pereira Schmidt, professora da UFSC, Susana Moreira de Lima Bigio, da UnB, e Tânia Regina Oliveira Ramos, da UFSC.
______________________________
DESLOCAMENTOS DE GÊNERO NA NARRATIVA BRASILEIRA CONTEMPORÃNEA , de Regina Dalcastagnè e Virgínia Maria Vasconcelos Leal (org.). Vinhedo-SP: Editora Horizonte, 239 págs., 2010, R$ 36,00. E-mail: contato@editorahorizonte.com.br Site: www.editorahorizonte.com.br
____________________________________
(*) Adelto Gonçalves é doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo e autor de Gonzaga, um Poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), Barcelona Brasileira (Lisboa, Nova Arrancada, 1999; São Paulo, Publisher Brasil, 2002) e Bocage – o Perfil Perdido (Lisboa, Caminho, 2003). E-mail: marilizadelto@uol.com.br 
Fonte: Pravda.ru

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