sábado, 4 de dezembro de 2010

A arte no Cappuccino

O conceito é simples e divertido. Servir um cappuccino de forma diferente e personalizada. Ao mesmo tempo que se saboreia, apreciam-se diferentes criações feitas a partir da espuma do próprio café. O único senão é que, quando terminar de  beber, só restará mesmo a xícara.

O limite da arte é precisamente não ter limites. Dai que arte e café possam juntar-se e gerar fantásticas criações.

A "Latte art" consiste na manipulação do fluxo de leite dentro de uma jarra, para o café expresso. Com bastante habilidade e destreza, são criados desenhos na bebida a partir da espuma.
A notoriedade desta actividade deve-se a Sammy Lin. De origem chinesa mas a residir em Nova York, começou há poucos anos na 59º Avenida (mais precisamente na “Bottega del Vino”) por servir este extra aos seus clientes. Entre 5 a 20 segundos é o tempo que demora a estar finalizado este café especial. De coisas mais simples, como uma flor ou um sol, por exemplo, até algumas mais elaboradas, como animais ou símbolos chineses.

O público gostou tanto que a moda pegou, espalhou-se, e o simples ritual de beber um café ganhou contornos artísticos. Veja-se alguns exemplares servidos pelos quatro cantos do Mundo:
Panda (na imagem acima) - Pode ser apreciado nas vizinhanças de Tóquio, no Japão, onde os pandas gigantes são uma marca simbólica dos zoológicos locais.

Chapéu de palha - Acompanhado por uma flor de lavanda, este chapéu parece flutuar sobre ela. É servido no "Straw Hat Café", localizado no Museu Ghibli, nos subúrbios de Tóquio.
Folha - Esta folha pode ser apreciada em Tennessee, EUA, no "The Good Cup Café". Aqui apenas são servidos cafés de origem orgânica e plantas criadas em meios protegidos.
Macaco - Este engraçado macaco terá participado numa competição de "Free Pour Latte Art", em Washington o ano passado.
Elefante - Este desenho lembra-nos a famosa personagem animada "Dumbo". Foi produzido num festival italiano em Tóquio, pela "Academia Del Caffé", reconhecida pela qualidade e criatividade do seu café.

Um verdadeiro regalo para os olhos, sem desmerecer a qualidade do sabor, é o lema. Se quiser apreciar ou mesmo partilhar mais alguns exemplares, pode fazê-lo através da página "Art in my coffee".



fonte: http://obviousmag.org/

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A Noite das Bruxas

 
Em meados de 1942, em plena ofensiva nazista contra a União Soviética, era uma ameaça a cada noite em campos alemães. Pequenos aviões do nada bombardeavam suas posições e fugiam no escuro, sem os  poderosos soldados nazista poderem fazer nada sobre isso.
 
Poucos meses depois, a esquadrilha russa em silêncio realizava cerca de 23.000 saídas e 3.000 toneladas de bombas lançadas. Logo, o sentimento de pânico tomou conta dos alemães, enquanto espalha o boato de que, tanto quanto eles, o temor de ataques, de pequenos aviões que eram pilotados por mulheres durante a noite, era a reserva dos pilotos soviéticos batizado com o nome "Nachthexen" Noite das Bruxas '.
 
 
O 588 Regimento de Bombardeio Noturno, o primeiro e único time  da história composto totalmente de mulheres, começou a se formar no final de 1941, quando a maioria dos aviões soviéticos tinham sido destruídos e os pilotos estavam apenas lutando. O comando russo organizou então, com relutância,  três regimentos de mulheres que recebe uma esquadrilha de obsoleto Polikarpov Po-2, um biplano de treinamento, 1927.
 
 
Umas mil jovens - a maioria sem experiência de vôo - que enfrentaram o desprezo dos seus concidadãos, homens e outro conjunto de obstáculos, tais como o enorme tamanho do uniforme ou a necessidade de colocar as cadeiras para alcançar os pedais do avião.
 
 
No entanto, no final da guerra, esse grupo de mulheres se tornaria um pesadelo para os alemães e a unidade mais condecorada da Força Aérea, com mais de 1.000 missões de guerra e 23 pilotos reconhecidos como heróis da União Soviética.

O segredo da "Noite das Bruxas", apesar de suas aeronaves em ruínas, foi a capacidade de surpreender. As "bruxas" voavam a baixa altitude e desligavam os motores pouco antes de alcançar seu alvo. O Po-2 tinha pouca capacidade para transportar  bombas e eram muito lentos em comparação com os caças alemães. Entretanto, isso dava-lhes uma vantagem competitiva: elas poderiam mudar o curso em metade do espaço, ficando o desespero para os pilotos da Luftwaffe.
 
 
As "bruxas" eram conhecidas também por suas jogadas ousadas. Sua tática favorita era parecer ser um avião nazista baleado enquanto uma delas aproveitava para lançar um ataque surpresa. O lendário piloto alemão Johannes Steinhoff, que entrou em batalha com elas, disse ele anos mais tarde que "as mulheres não tinham medo de nada."
 
 
 Alguns pilotos, como Katya Popova , Nadyz Ryabov e chegaram a fazer até 18 missões em uma noite. A mais brilhante de todas, Lily Litvak, que mais tarde se tornou a lendária "Rosa Branca de Stalingrado", derrubou uma dúzia de caças alemães. A lenda diz que Litvak colocava flores no pára-brisa de seu avião antes de cada ataque. Os alemães a temiam tanto que levaram oito Messerschmitts a missão de emboscada para abate-la.
 
 
 
 
 
Em 1943, quando derrubaram, Lily Litvak tinha 22 anos. Seu avião ficou desaparecido por um longo tempo, até 1969, na vila  de Dmitrovka, algumas crianças encontraram os destroços e a piloto ainda dentro, como uma "bela adormecida".




Mais: 1, 2, 3, 4 e 5


fonte: http://www.fogonazos.es/

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Pesquisadores brasileiros mostram-se entusiasmados com a GFAJ-1

Cientista da USP diz que descoberta é 'novo mundo para a biologia'
Lago Mono, Califórnia, local onde foi encontrada a bactéria. Crédito: Wallpapersforyou
Por Jornal Nacional 

Para os cientistas da USP, a descoberta da bactéria abre caminho para novas pesquisas. O organismo, que foi encontrado em um lago da Califórnia, é composto por um metabolismo inédito. Isso demonstra que os especialistas brasileiros receberam com entusiasmo a pesquisa da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) que revelou a existência de uma bactéria alienígena dos organismos vivos conhecidos até agora. A novidade mexeu com a comunidade científica do mundo todo.

Para pesquisadores da Universidade de São Paulo, ela abre um campo para a possível descoberta de novos organismos. "Em princípio, a descoberta desse tipo de ciência não traz um impacto imediato para sociedade em termos na possibilidade de cura ou coisas desse tipo. O que traz é para a ciência básica, um avanço muito grande, na medida em que, com um dado novo, podemos ir atrás de outras questões relacionadas - não só a questão de origem da vida, origem do material genético, mas também a preocupação da NASA: a origem da vida fora da Terra", afirma o professor de biologia evolutiva da USP, Eduardo Gorab.

"Os próprios autores da pesquisa americana admitem que esse foi só o primeiro passo e que há ainda muito a se investigar. Em ciência é sempre assim, a gente responde uma e aparecem ‘n’ outras perguntas para serem respondidas", diz Gorab.

"Está em aberto uma porta de um novo mundo para a biologia", disse o cientista Douglas Galante, do laboratório de astrobiologia da USP.

Até agora, os cientistas acreditavam que todo ser vivo, do mais simples parasita ao homem, precisava ter, no mínimo, os seis elementos químicos básicos, mas, segundo a pesquisa divulgada, a bactéria encontrada nesse lago da Califórnia é uma exceção.

"Toda essa biodiversidade que tem um metabolismo diferente não seria detectada. É possível que exista toda uma série de microorganismos vivendo junto com a gente, dividindo o planeta junto com a gente e uma proporção tão grande quanto os organismos ‘normais’, mas que a gente não consegue detectar", explica Galante.
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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WikiLeaks vai vazar documentos sobre UFOs, alerta Assange em jornal britânico

Assange dá sinais sobre documentação de origem ufológica. Crédito: Guardian
Por UOL 

Julian Assange, australiano que ganhou notoriedade mundial por publicar documentos secretos, disse que ainda vai vazar no site WikiLeaks relatórios que mencionam UFOs.

A declaração veio em uma das respostas de Assange durante entrevista virtual com internautas promovida pelo jornal britânico Guardian nesta sexta-feira (3).

"Senhor Assange, alguma vez já foram encaminhados para você documentos que tratassem do tema UFO ou extraterrestre?", perguntou o internauta identificado como achanth.

"Muitos nos mandam e-mails sobre isso ou sobre como descobriram que eram o anti-cristo enquanto conversavam com sua ex-mulher em uma festa no jardim sobre um vaso de plantas. Contudo, não satisfazem duas de nossas condições de publicação: 1) o documento não pode ter sido escrito por ele próprio; 2) devem ser originais", respondeu Assange.

"Contudo, vale destacar que nas partes do ‘cablegate’ que ainda não foram publicadas há, sim, referências a UFOs", acrescentou, em referência ao conjunto de mais de 250 mil documentos diplomáticos que o WikiLeaks começou a publicar em 28 de novembro.

Na mesma entrevista, Assange garantiu que, mesmo que ele venha a sofrer algum tipo de ataque ou violência, há mecanismos que garantem a sobrevivência do material do qual ele dispõem. "O arquivo do Cable Gate foi espalhado, junto com material significante dos EUA e de outros países, para mais de 100 mil pessoas, de forma encriptada. Se alguma coisa acontecer conosco, as partes fundamentais serão publicadas automaticamente", afirmou.
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O farol envolvido pela areia - Rubjerg Knude



O farol Knude Rubjerg localizado na costa noroeste da península da Jutlândia, na Dinamarca. Começou a operar em 1900, mas sua construção teve início um ano antes, em 1899. O farol está localizado numa colina 60 metros acima do nível do mar, juntamente com seus 23 metros de altura fez a sua luz brilhar até 42 quilômetros mar adentro.

Obviamente, não se deve ter tomado em conta o movimento das dunas costeiras na sua construção e tempestades de areia estavam perturbando o farol, na medida em que, em 1968, a luz já não era visível. O farol cessou as suas operações em 1 de Agosto desse ano, quando as dunas de areia quase sepultaram. Recuperado, em 1975, para exposições  e usado como uma cafeteria e um museu até 2002 depois foi abandonado.





fonte: http://unabrevehistoria.blogspot.com/

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Shibam, a Manhattan do deserto


Shibam está localizada na região de Hadramawt, Iémen. É um conglomerado único de edifícios construídos de tijolos de adobe com até oito andares esta localizada no meio de uma grande planície, que abriga 7.000 pessoas.

Com cerca de 500 edifícios de adobe que foram construídos a pelo menos 500 anos Quando no resto do mundo não era comum as habitações terem sete ou oito andares, e muito menos de adobe. É por isso que eles são considerados o primeiros arranha-céus da história. Os prédios de nossos dias tem apenas entre 100 e 200 anos.
(Vista aérea feita com uma pipa Crédito da imagem.: du ciel)


A maioria dos edifícios foram reconstruídos sobre a pedra original, que podem ter mil anos de idade. No total, existem cerca de 500 edificios de 5-6 andares, e alguns que chegam ao oitavo.


Mas o mais raro ainda é notar que, no deserto, onde tem espaço extra em todos os lugares, eles levantaram todos estes edifícios amontoados um ao lado do outro, e que a cidade não cresceu . Na verdade, Shibam cresceu verticalmente, como cidades modernas ", também por falta de espaço, desde que foi cercada, no século XVI por um grande muro de uma milha quadrada  que serviu como proteção. Além do muro, só há deserto. 
 
Fonte: Página12. Foto: ciel.com du-.
 
 

fonte: http://unabrevehistoria.blogspot.com/

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Um Cemitério de Aviões



A Manutenção e Regeneração do Centro AMARC em Tucson, é um impressionante cemitério de avião no meio do estado Arizona, EUA. Lá encontra-se mais de 5.500 aeronaves. As aeronaves ficam lá durante um período de manutenção, a fim de retornar ao estado operacional, mas muitos outros apenas esperando para morrer com dignidade.

 
Entre as aeronaves, existem centenas de bombardeiros nucleares B-52 os EUA enviou ao abrigo por força de um acordo (chamado START Tratado de Redução, de Armas Estratégicas) com a União Soviética. Foram cortadas em pedaços com uma Guilhotina gigante (seus restos podem ser vistos na imagem de satélite abaixo à direita) e, portanto, expostos a pelo menos 90 dias, para que satélites espiões russos localizassem, e saber que os EUA cumpriu a sua parte do acordo.
 

fonte: http://unabrevehistoria.blogspot.com/

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Especialista confirma mudanças e revisões de parâmetros na busca de vida extraterrestre

Utilizávamos conceitos terrestres conhecidos, mas agora tudo deve ser revisto
Crédito: Rede Globo
Por Bom Dia Brasil

Para saber mais sobre a descoberta da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) de uma bactéria que pode indicar uma nova forma de vida, o programa Bom Dia Brasil entrevistou o professor Douglas Galante, coordenador do laboratório de astrobiologia da Universidade de São Paulo. Na opinião dele, trata-se de uma descoberta realmente revolucionária.

Essa bactéria não é alienígena, foi encontrada na Terra mesmo, mas ela muda todos os parâmetros do que se sabia sobre a definição da vida? Douglas Galante: Esta é a primeira bactéria, primeiro organismo conhecido na Terra que vive além dos seis elementos básicos, que são carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Ela é capaz de usar arsênio em vez de fósforo no seu metabolismo. Isso é completamente inédito e muda a maneira como a gente enxerga e como a gente define vida no nosso planeta e fora da Terra também.

Que tipo de vida os cientistas procuram fora do planeta? São formas de vida identificáveis ou são em formas de bactéria? Hoje em dia a busca de vida fora da Terra se resume principalmente a micro-organismos. A gente sabe que eles são os mais abundantes no universo e no nosso planeta também.

Outros planetas que conhecemos, até os que já foram visitados e mapeados, agora terão de ser revisitados? E os outros planetas fora do sistema solar terão de ser vistos com outros olhos? São planetas até difíceis de se identificar no espaço. Como vai ser a pesquisa daqui em diante? A gente tem de rever os parâmetros que a gente usa nas buscas de vida fora da Terra, porque até o momento a gente usava parâmetros terrestres conhecidos: a vida baseada nesses seis elementos, a vida baseada em água ou a vida baseada em carbono. Agora, com essa entrada do arsênico, a gente pode procurar a vida de forma mais ampla, não só procurando a presença de arsênico, mas também de outros possíveis elementos. A gente tem de abrir um pouco nossa mente e aceitar outras possibilidades.
 
Assista o vídeo da entrevista completa

Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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GFAJ-1 é a bactéria 'alienígena' da vez no mundo científico

O leque de eventos e possibilidades para a concepção e subsistência da vida também sofrem uma guinada, ainda incalculável
 GFAJ-1. Sua descoberta é somente um ponta-pé para uma série de discussões e expansões da maneira como o espaço era explorado até então na busca de vida extraterrestre. Crédito: 
Por G1/Terra/Jornal de Notícias/Exame

Cientistas divulgaram bactéria que contém arsênio em sua formação

Equipe financiada pela Agência Espacial Norte-Americana (NASA encontrou o organismo, do filo protobactéria e família Halomonadaceae em lago na Califórnia. Batizada de GFAJ-1, o elemento químico que a mantém viva - o arsênio - é tóxico e letal para todos os seres vivos até então conhecidos na Terra.

Uma equipe da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, descobriu esta bactéria que utiliza o arsênio como substituto ao fósforo em sua composição. O organismo foi recém-encontrado no lago Mono, no lado leste da Califórnia, nos Estados Unidos, deixando a comunidade científica em suspense. O achado abre espaço para novas concepções de vida, não baseadas nas formas tradicionais conhecidas.

Os cientistas participam de um grupo de pesquisa financiado pela NASA, que promoveu uma apresentação da descoberta na tarde desta quinta-feira (2). O pronunciamento foi feito após informações sobre a pesquisa terem chegado ao conhecimento público, gerando especulações sobre algum anúncio relacionado a vida extraterrestre.

Não foi bem isto, mas quase

O fósforo é um dos elementos básicos à vida, encontrado geralmente na forma inorgânica na natureza, como fosfato. Mas uma equipe integrada pelos astrobiólogos Ariel Anbar e Paul Davies publicou um artigo na revista Science no qual mostra a existência de...
 
Agradecimentos a: 
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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Estado lança Portal do Turismo de Minas Gerais

Portal do Turismo de Minas Gerais já está no ar.
 
A secretária de Estado de Turismo de Minas Gerais, Érica Drumond, lançou o Portal do Turismo de Minas Gerais nesta quarta-feira (1º), durante o Congresso Mineiro de Hotelaria. Na ocasião, integrantes do Conselho Estadual de Turismo, pertencentes à iniciativa privada, assinaram um protocolo de intenções para cooperação na implementação, utilização e alimentação do ambiente voltado ao trade turístico no Portal do Turismo de Minas Gerais, o “Espalhe Minas”. O internauta que deseja conhecer o conteúdo desenvolvido especialmente para o trade turístico mineiro pode acessar o www.espalheminas.com.br.

O Portal de Minas Gerais é uma ferramenta tecnológica bilíngue (português inglês) que visa a integração da cadeia produtiva do turismo mineiro. Nele, os internautas poderão obter informações acerca dos destinos mineiros, atrativos turísticos, serviços e postar relatos de suas experiências em viagens pelo Estado. Já o trade turístico mineiro poderá cadastrar os sites de hotéis, restaurantes e meios de transportes.

A secretária de Estado de Turismo, Érica Drumond, afirma que, além de oferecer informações turísticas para todos os continentes, o Portal vai possibilitar uma interligação com toda rede de prestação de serviço turístico mineiro. “A proposta é que através deste portal, o turista possa decidir seu próximo destino, montar e adquirir sua viagem por Minas Gerais. A implantação desta ferramenta será também uma oportunidade para que as empresas mineiras inovem em conectividade com o mundo e incrementem suas vantagens competitivas”, disse.

Durante apresentação do projeto, o responsável pela criação do Portal do Turismo de Minas Gerais, Cláudio Terra, disse que o Espalhe Minas, conteúdo direcionado especificamente ao trade turístico mineiro, será uma nova ferramenta de comunicação que permitirá a participação e integração de todos. “No “Espalhe Minas” criamos vários espaços para disseminação de informações, integração e discussão de temas importantes, referentes ao turismo em todo o Estado. O produto é baseado nas redes sociais, como Twitter e Facebook, onde todos têm voz ativa e são informados dos principais acontecimentos com agilidade e objetividade”, explicou.

Esta é a primeira etapa das três fases de conclusão do Portal. A segunda e a terceira etapas compreendem a disponibilização de conteúdo aberto para os turistas em geral e a terceira etapa é a unificação dos ambientes virtuais, onde todos terão acesso ao conteúdo completo num mesmo local de navegação.

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Campanha Laço Branco será lançada na segunda-feira

Laço Branco: Homens de Minas pelo fim da violência contra as mulheres.
 
Cerca de 50 homens, representantes de diversos segmentos da sociedade, participam na próxima segunda-feira (6) do lançamento da campanha “Laço Branco: Homens de Minas pelo fim da violência contra as mulheres”, promovida pelo Conselho Estadual da Mulher de Minas Gerais (CEM). O evento será realizado a partir das 20h, no plenário Juscelino Kubitschek, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Durante o encontro, esses homens, representantes do poder público e da sociedade civil, vão assinar um termo de adesão à campanha, se comprometendo com o enfrentamento à violência contra as mulheres. O evento busca também conscientizar e mobilizar toda a sociedade mineira para erradicação desse tipo de violência e pela garantia dos direitos humanos.

“Conclamamos a todos, homens e mulheres, para se engajarem nessa luta, sem trégua, pelo fim da violência contra as mulheres em Minas”, enfatiza a presidente do CEM, Carmen Rocha, lembrando que a iniciativa dessa parceria, de contar com homens sensíveis à causa das mulheres, é emblemática, pois abre caminho para outros seguidores e contribui para mudar essa triste realidade, ainda tão presente em Minas e no país.

Igualdade de direitos e oportunidades

Criado em 1983 pelo então governador Tancredo Neves, o CEM vem realizando nesses 27 anos ações em favor da igualdade de direitos e de oportunidades entre toda as pessoas. Se consolidou como espaço democrático de mobilização popular, garantindo o controle social sobre a efetividade das políticas públicas voltadas para as mulheres.

Campanha do Laço Branco

A Campanha Brasileira do Laço Branco busca sensibilizar, envolver e mobilizar homens no engajamento pelo fim da violência contra as mulheres. Surgiu em Montreal, no Canadá, no dia 6 de dezembro de 1989, quando Marc Lepine, um rapaz de 25 anos, invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica e ordenou que os homens – aproximadamente 48 – se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres.

Gritando “vocês são todas feministas”, Lepine começou a atirar e assassinou 14 mulheres à queima roupa, suicidando-se em seguida. O rapaz deixou uma carta na qual afirmava que havia feito aquilo porque não suportava a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino.

O crime, que mobilizou a opinião pública, levou um grupo de homens do Canadá a se organizar para dizer que existem homens que cometem violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa atitude. A partir daí, elegeram o laço branco como símbolo, adotaram o lema “jamais cometer um ato de violência contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência”. A campanha já foi implementada em diversos países ao longo das últimas duas décadas e, a cada ano, ganha força no Brasil.
jornalvarginhahoje

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Nova forma de vida: Nasa descobre bactéria que se alimenta de arsênio

Descoberta amplia o escopo da procura por vida extraterrestre

Na segunda-feira, um famoso blogueiro americano, Jason Kottke, perguntava: “Teria a Nasa descoberto vida extraterrestre?” No dia seguinte, pelo Twitter, Alexis Madrigal, editor da revista The Atlantic, desmentiu Kotkke: “Não é nada disso”, tuitou. Mas o certo seria afirmar que “não é bem isso”. A Nasa descobriu, em solo terrestre, ou melhor, em um lago da Califórnia onde a concentração de arsênio é altíssima, uma bactéria que se comporta como um ser extraterrestre – ou como os cientistas imaginam que um organismo assim se comportaria.

A bactéria foi encontrada no lago Mono, conhecido pela hipersalinidade e pela alta concentração de arsênio, elemento químico que em grandes quantidades é tóxico para a maioria dos seres vivos. A bactéria se adaptou ao ambiente hostil e substituiu o fósforo – um dos seis elementos essenciais à vida – pelo arsênio.

O que isso pode nos dizer sobre a vida fora da Terra? Outros planetas e luas são desfavoráveis ao tipo de vida que conhecemos por conta das diferentes concentrações de elementos químicos. Um tipo de vida baseada em arsênio pode indicar que nos outros astros pode haver vida também, desde que baseada nos elementos abundantes por lá. Isso aumenta as perspectivas de desenvolvimento da vida e amplia o escopo das buscas por formas extraterrestres. O estudo será publicado na revista Science e foi liderado pelo Instituto de Astrobiologia da Nasa.

A base da vida - Cerca de 98% do corpo humano é formado por apenas seis elementos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, enxofre e fósforo. Eles são a base de proteínas, lipídios e o próprio DNA — a base do que chamamos de vida. Mas é possível que uma combinação diferente de elementos na tabela periódica tenha a mesma função. O fósforo faz parte de moléculas que dão energia aos seres vivos. Como o arsênio possui propriedades químicas semelhantes, cientistas já haviam teorizado que seria possível manter a estrutura física das moléculas trocando um elemento pelo outro. Mas isso não havia sido observado na natureza.

Partindo dessa ideia, a equipe de pesquisadores liderados pela bioquímica Felisa Wolfe-Simon isolou uma cultura de bactérias da família Halomonadaceae do Lago Mono. Esse lago supersalgado é considerado inóspito para a maioria dos seres vivos, mas alguns organismos conseguem sobreviver. Os cientistas cultivaram as bactérias em uma solução salina de fósforo e foram alterando a concentração gradativamente, substituindo o elemento por arsênio. As bactérias conseguiram se adaptar à solução e passaram a integrar o arsênio no seu ‘maquinário celular’. Em vez de fósforo, os pesquisadores passaram a encontrar arsênio nas estruturas moleculares.

Por causa dessa descoberta a ciência terá que fazer um “busca mais profunda do conceito da arquitetura da vida”, diz Vera Solferini, bióloga do Departamento de microbiologia do Instituto de Biologia da Unicamp. Ela destaca que as pesquisas que buscam a origem da vida terão o horizonte ampliado. De acordo com os autores da pesquisa, a vida como conhecemos exclui alguns elementos e inclui outros. “Tudo leva a crer que essas não são as únicas opções”, destaca o artigo. Felisa acredita que a maior descoberta não está no Lago Mono. “Se um organismo pode realizar algo tão inesperado na Terra, o que mais a vida pode fazer que não vimos ainda?”, diz. “É hora de descobrirmos”.

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Outros elementos químicos podem formar vida?

A descoberta da Nasa, anunciada às 17h desta sexta-feira, de um micro-organismo que cresce em um meio altamente tóxico dentro do próprio planeta Terra quebra os padrões pré-estabelecidos e introduz uma nova visão à exploração de vida extraterrestre. Para os pesquisadores da Nasa, a descoberta amplia as possibilidades de vida na medida em que permite pensar que outros elementos químicos podem representar as mesmas funções em um organismo que o fósforo, por exemplo.

Fruto de um estudo feito para a revista Science pela pesquisadora Felise Wolfe-Simon, o anúncio aconteceu para contar ao mundo como um micro-organismo conseguiu se desenvolver em um dos mais notórios venenos da Terra, o arsênio. Ela também contou que, desde 2009, ela e mais dois colegas lideram um grupo de estudos que cogitavam a possibilidade do arsênio, que aparece diretamente abaixo do fósforo na tabela periódica, pudesse substituir o fósforo na constituição básica da vida terrestre.

A nova forma de vida encontrada no lago Mono, na Califórnia, nos EUA, não só encontrou neste meio aparentemente hostil uma maneira de crescer, como incorporou o arsênio em seu DNA. "Todas as formas de vida que conhecemos se compõem, principalmente, de seis elementos: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, enxofre e fósforo", afirmou Felise Wolfe-Simon.

Teoricamente, não há razão pela qual outros elementos não poderiam ser usados em vez dos "eleitos" pela natureza para constituir a vida. Só que a Ciência nunca havia encontrado nenhum ser vivo que os usasse. "Talvez haja outras exceções sobre as quais devamos pensar a respeito", acrescentou a pesquisadora.

Na prática, a descoberta traz uma nova perspectiva sobre o que é necessário para criar uma vida. "O estudo significa que ainda não sabemos tudo o que precisamos sobre as condições essenciais para sustentar a vida", comentou ao brincar que as escolas, a partir de hoje, precisarão mudar seus livros ditádicos no que se refere à constituição da vida.

No entanto, as evidências ainda são muito incipientes para conclusões concretas e, principalmente, sobre outras formas de vida possíveis fora do planeta Terra. "A forma como o arsênio se introduz na estrutura das biomoléculas não está clara, e não conhecemos os mecanismos pelos quais operam tais moléculas", finalizou Felise.
jornalvarginhahoje

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Inventor da bomba de nêutrons Samuel Cohen morre aos 89 anos em sua casa em Brentwood

Samuel T. Cohen, o pai da arma tática nuclear controverso conhecido como a bomba de nêutrons morreu no domingo em sua casa em Brentwood, no lado oeste de Los Angeles. Ele tinha 89 anos e morreu duas semanas após a remoção de um tumor canceroso de seu estômago, segundo seu filho Paul.

Uma arma nuclear convencional que produz enormes quantidades de radiação e calor que incinera os seres humanos e objetos inanimados , deixando para trás os restos radioativos que contamina a região por anos ou décadas.
Armas de neutrons,  liberam uma explosão de radiação de nêutrons, em vez de energia explosiva, tem a capacidade de destruir as pessoas e outros seres vivos, enquanto causa danos materiais minimos.

Uma sucessão de presidentes dos EUA rejeitaram a tecnologia, mas Jimmy Carter forçou para implantar as ogivas, em 1978, em meio a protestos.
Em 1981, o então presidente Ronald Reagan autorizou a produção de 700 ogivas nucleares de nêutrons para combater os tanques soviéticos na Europa Oriental. As armas foram posteriormente desmanteladas.
fonte: pravda.ru

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Os Memes Virais e o Humor - Internet

Está vendo aquela foto do gato que toda a gente recebeu, ou aquele vídeo do esquilo com olhar dramático que passou por todos os seus amigos? Pois é - estes fenómenos de internet já têm um nome: meme. Afinal, o que é um meme e por que somos tão suscetíveis à propagação destes virais na rede?

De 2000 para cá, a forma como utilizamos a internet mudou. A chamada Web 2.0 fez com que a rede deixasse de ser apenas uma ferramenta onde otimizávamos afazeres que já nos eram corriqueiros, e se tornasse uma plataforma-base para outras inúmeras atividades apenas virtualmente possíveis, como as redes sociais e os web wikis. A chamada “segunda geração on-line” baseia-se no compartilhamento coletivo de dados onde qualquer um pode tanto obter quanto disponibilizar informações e é essa nova forma de interação que possibilitou uma forma inusitada de humor: os memes da internet.
O termo “meme” foi cunhado por Richard Dawkins em seu livro “O Gene Egoísta”, onde defende que a teoria evolucionista também pode ser aplicada para explicar o funcionamento da cultura humana. Segundo ele, o meme é o equivalente cultural do gene, ou seja, é a unidade básica do conhecimento transmitida conscientemente de um ser humano para outro (ou outros) por meio da comunicação - por exemplo ao observar gestos, ler um livro, etc.. Assim como com o gene, quando absorvemos um meme tendemos a repassá-lo adiante. E a internet (o paraíso da partilha) parece o campo perfeito para isso.

“lolcats”: fotografias de gatos com alguma inscrição divertida sobreposta resultando em hilárias personificações.

Geralmente, um meme da internet vem na forma de vídeo, fotografia, site ou texto. Seu conteúdo causa impacto pelo humor, sarcasmo ou simplesmente por acharmos interessante. Ao checar e-mails, atualizações em redes sociais, fóruns, blogues ou a timeline do twitter, a chance de nos depararmos com algum meme da internet é imensa. Tudo porque uma pessoa de alguma forma encaixada em nossa rede de relacionamentos a recebeu primeiro e repassou. E qualquer feedback que dermos (seja retransmitir o conteúdo ou simplesmente comentá-lo) já é suficiente para fortalecer a popularidade do viral.
Essa "cultura memética" provém de criações amadoras que acabam se tornando piadas internas dos usuários de internet, mas que muitas vezes ultrapassam as fronteiras midiáticas: acabam na tv, jornais, revistas e campanhas publicitárias. Basta reparar nos programas de televisão dedicados às novas sensações do Youtube.
Mas dizem que uma piada, quando muito repetida, tende a perder a graça. E com os memes da internet não é diferente (até mesmo porque muitos deles são piadas): após a exaustão de um tema (e haja criatividade para tal), o viral tende a perder popularidade para outros. Alguns defendem que esta efemeridade é que torna o movimento tão interessante. Cabe a nós, navegantes do mundo virtual, controlar (ou não!) essa vontade de compartilhamento tão presente no comportamento humano.

Leo Strut ou “o andar afetado de Leo”: imagens modificadas com photoshop que exploram a inusitada pose do ator Leonardo DiCaprio numa fotografia tirada durante as gravações do filme Inception.


“Meanwhile in...” ou “Enquanto isso, em...”: imagens de situações ridículas que carregam consigo clichês e estereótipos facilmente ligados a um determinado país ou cultura.



“Evolution of Dance” ou “Evolução da Dança”: vídeo da apresentação do palestrante motivacional e dançarino Judson Laipply, que recebeu mais de 156 milhões de visualizações no Youtube.


Para saber mais: Know your meme – site que documenta memes-fenômenos da internet, como virais, imagens e webcelebridades.

Fontes das imagens: 1, 2.


fonte: http://obviousmag.org/

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Holandeses dizem que NASA descobriu forma de vida insólita

Lago Mono, Califórnia. Crédito: Nature
Por Terra

O site holandês NOS afirmou que a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) descobriu uma forma nova de vida. Os cientistas teriam encontrado, em um lago tóxico - onde a vida seria impossível por causa do arsênico presente na água -, na Califórnia, um tipo de bactéria com características diferentes das encontradas em todos os outros seres vivos na Terra. A entrevista coletiva, na sede da instituição em Washington, começa às 17h00 (horário de Brasília) e terá transmissão ao vivo.

De acordo com os holandeses, todas as formas de vida do planeta, do menor microorganismo ao maior animal, têm seis componentes - carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre -, que se combinariam em "blocos". A bactéria que a NASA teria descoberto, não.

A revelação, afirma o site, aumenta a probabilidade de existência de seres vivos em outro local do universo, já que a vida não depende desses seis componentes básicos, como pensávamos até agora.

Qual é a diferença?

O brasileiro Douglas Galante, coordenador do Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo (USP) afirmou, em entrevista ao Terra, que também acredita na possibilidade do anúncio ser relativo ao achado de um organismo - uma bactéria - capaz de usar arsênico ao invés de fósforo em seu metabolismo.

"O fósforo é um elemento chave no metabolismo de todos os seres vivos terrestres, e está presente no DNA, nas proteínas e no ATP, a molécula de energia celular. Até hoje, achava-se que ela essencial para a existência de vida, junto com carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e enxofre (formando a sigla CHONPS). Essa descoberta mostra que a vida é ainda mais versátil do que imaginávamos, e que podem existir seres aqui na Terra completamente diferentes do que conhecemos, verdadeiros ETs vivendo entre nós. E também aumenta a possibilidade de vida fora da Terra, pois agora o arsênico também é uma opção, além do fósforo. Claro, isso vale apenas para alguns microrganismos, por enquanto", completou.
 
Agradecimentos a:
Paulo R. Poian.
Consultor da Revista UFO Brasil

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As pedras viajantes do Vale da Morte

A área do Death Valley, na Califórnia, é o lugar mais extremo dos EUA, Com temperaturas máximas de cerca de 50 graus C e uma queda mínima abaixo de zero.

Racetrack Playa é um lago seco na parte norte das Montanhas Panamint Parque Nacional do Vale da Morte. É famosa por um fenômeno curioso e surpreendente: as pedras encontradas lá, misteriosamente, ficam passeando na sua superfície.
 
Existem algumas explicações tão diversas como credível para este fenômeno raro. Os mais antigos dizem que são espíritos indígenas, movendo as pedras indicando um mal presságio. Outros atribuem o movimento aos extraterrestres, e lá é dito ser algum malandro que as move durante a noite. Mais de uma centena de anos atrás quando  os garimpeiros e exploradores observaram pela primeira vez este fenómeno, Atribuiram-no ao campo magnético da Terra. Obviamente, é errado, mas a essa altura o campo magnético era mais parecido com poder paranormal. Hoje tudo o que é estranho e dito como paranormal.
 
 
O primeiro estudo sério foi em 1948, e foi realizado pelos geólogos Jim McAllister e Allen Agnew. Eles foram os únicos que descartaram completamente  que o movimento era apenas pela gravidade.
 
 
Muitas vezes se diz popularmente que as pedras são movidas pelo vento. Mas as pedras pesam mais de 300kg. Então seria necessário incríveis ventos  com cerca de 300 km / h para serem movidas, e isso não acontece.

Em 1955 George M. Stanley publicou uma teoria que, embora não muito conhecida, até meados dos anos noventa, explica satisfatoriamente o movimento errático das rochas. A explicação é de gelo.
O cenário é o seguinte: Depois de uma tempestade água congela em uma placa fina em que as pedras estão presas.Como lençóis de gelo, elas começam a derreter, "flutuam" sobre um filme aquoso, que lubrifica o contato com o barro,  e a força do vento, move as rochas.
 
 
É uma explicação plausível. A posição de Racetrack  Deixa um túnel de vento bela praia no canto sudoeste da área. Se o vento empurra as rochas, suas trajetórias deve corresponder ao sentido dos ventos predominantes, bem revela o  estudo. Em meados dos anos noventa, um pesquisador e sua equipe de Geologia deram esta teoria, com base na monitorização GPS de que várias pedras, realmente mudaram depois de algumas tempestades.

No estudo das trajetórias das pedras foi encontrada uma figura que se encaixa perfeitamente com a explicação: parece haver qualquer correlação entre o tamanho e o peso da pedra, ou a composição, o comprimento da pista que deixa. Seria de esperar que as pedras mais leves deixassem traços mais longos, ou mais irregular, mas não é. Isto porque o que se move é a camada de gelo que esta"encrustado nas pedras e rochas de maneira  individual.
O fenômeno das pedras que andam do Death Valley não é único, tem sido observado em outras planicíes  do mundo, embora o mais conhecido seja o de Racetrack.

Fontes: 1, 2, 3, 4, 5, 6
 
 

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Campos de concentração nos E.U.A


Entre as vítimas indiretas da 2 ª Guerra Mundial eram os japoneses que viviam nos Estados Unidos. A maioria dos que viviam no Havaí (que o Japão tinha bombardeado) tiveram que aprender a conviver com a rejeição social e sendo tratado como um inimigo do país, mas no continente era onde existia mais hostilidades.

No início da guerra cerca de 120 mil japoneses viviam na costa oeste dos EUA, principalmente na Califórnia. Apesar da falta de provas ou de provas credíveis, Roosevelt sucumbiu à insistência de que os japoneses deveriam ser classificados como inimigos estrangeiros". Em 19 fevereiro de 1942 assinou Ordem Executiva número 9066 que deu a autoridade militar para áreas de que" qualquer ou todas as pessoas devem ser excluídos ".
O Exército ordenou que todos os descendentes de japoneses fossem deslocados da costa leste, foram declaradas uma área estratégica. Eles tiveram que vender suas propriedades e empresas, muitas vezes, a preços ridículos, e se estabelecer em um dos campos de concentração construídos pelo governo. Enquanto estavam lá, contribuíram para o esforço de guerra, trabalhando nos campos ou trabalhando em fábricas. Aqueles que se recusavam a fazê-lo acabavam na prisão.
Alguns cidadãos japoneses protestaram, mas foram detidos por mais de dois anos, até que no final de 1944 (na guerra), a Suprema Corte decidiu que era necessário para deter pessoas cuja lealdade não estava em questão. Em 1944, começou a fechar os campos e as famílias foram autorizadas a retornar para a Costa Oeste. Até então, havia unidades com japoneses americanos lutando em França e Itália, que apesar de discriminação contra eles continuaram por muito tempo após o fim da guerra.
A oferta do governo dos EUA compensar as vítimas começou a partir de 1951, mas não se desculpou, até 1988, alegando que a concentração de prisioneiros deveu-se " preconceitos raciais, Histeria de guerra e o fracasso de liderança política. "
fonte: http://unabrevehistoria.blogspot.com/

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