sábado, 13 de março de 2010

Em quatro anos o sol vai atacar "o planeta"




Segundo previsões dos cientistas, o Sol vai chegar "a sua actividade máxima" no período entre o final de 2011 2012 adiantado, e tínhamos necessidade «de uma atividade" tão intenso, que influenciam significativamente o trabalho de equipamentos eléctricos e navegação na Terra.



De acordo com a realidade tal como indicado por um grupo de astrônomos europeus e americanos, no período de sua atividade máxima 'on the Sun são formados 90-140 pontos novos. Os astrônomos concluíram que é justamente durante este período será muito poderoso duas tempestades magnéticas que, segundo seus cálculos, respectivamente, são esperados em Outubro de 2011 e em agosto do ano seguinte.
"Hoje falamos do período difícil, mas entre 6-12 meses será" pode ser muito mais 'precisas sobre ", disse o especialista do Centro de Investigação de fenômenos Colorado Douglas Beseker cósmica. Os astrônomos também apontam que a quantidade de pontos observados no período de atividade máxima do Sol varia de 75 a 155 e que e 'durante este período é a emissão máxima de radiação solar.


Deve-se notar aqui que as previsões sobre os negócios solares são cada vez mais os pedidos ao longo dos anos por uma quantidade considerável de empresas, uma vez que têm uma quantidade crescente de equipamentos elétricos e sistemas de navegação em risco ser seriamente danificado pela influência da luz solar.


Deve-se dizer, finalmente, que, segundo os cálculos, resumos, hoje o custo total dos satélites em órbita a cerca de 200 bilhões de dólares.

FONTE: Pravda.ru

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Bill Gates já não é o homem mais rico do mundo


Bill Gates já não é o homem mais rico do mundo e um brasileiro é o oitavo

De acordo com o ranking da revista Forbes 2010 das maiores fortunas do mundo, o mexicano Carlos Slim Helu derrubou o americano Bill Gates para o status de "o homem mais rico do mundo". Isto é, desde 1994, a primeira vez que Bill Gates perdeu o glamour do homem mais rico do mundo.

Agora, pela ordem, os três mais ricos do mundo são Carlos Slim Helu, com uma fortuna estimada em US $ 53,5 bilhões, seguido por Bill Gates, com US $ 53 bilhões, e Warren Bufett, com US $ 47 bilhões.

Slim é dono da operadora de telecomunicações Telmex, Bill Gates da Microsoft e um almoço mega investidor e fundador da Berkshire Hathaway. O melhor brasileiro na lista é Eike Batista, o oitavo da lista, que tem uma fortuna estimada em US $ 27 bilhões. Ele trabalha na área de petróleo e gás, mineração, energia e estaleiros.
Fiquei surpreso com a ascensão fulminante de Eike, que no ano passado, em 2009, foi 61 no ranking, com uma fortuna de E.U. $ 7,5 bilhões, e este ano pulou para oitavo, com US $ 27 bilhões em seu bolso. Em um ano, a fortuna de Eike Batista aumentou US $ 19,5 bilhões, segundo a Forbes.


Segundo o próprio Eike, "o Brasil é um dos melhores lugares do mundo para fazer negócio. "Todas as empresas de Batista conter a letra" X "no nome, em referência ao sinal de multiplicação matemática.
Este ano, o número de bilionários no mundo subiu de 793 no ano passado para 1011. No entanto, permanece abaixo dos 1.125 registrados em 2008. Segundo a Forbes, "atualmente bilionários do mundo têm uma média de US $ 3,5 bilhões, representando um aumento de US $ 500 milhões no ano passado.


O ranking Forbes inclui 97 pessoas que entraram na lista anual de bilionários, pela primeira vez, incluindo 62 da Ásia, que estão fazendo sua estréia neste cobiçado status econômico e financeiro. Ásia tem experimentado uma forte recuperação dos mercados de ações e muitas ofertas de ações no ano passado. Agora, está mais perto da Ásia para a Europa em número de bilionários, com uma diferença de apenas 14.
A China, com 64 bilionários, apareceu pela primeira vez após os E.U., com 403 bilionários. Rússia é o terceiro, com 62 multimilionários, muitos deles retornando ao ranking depois que eles deixaram no ano passado devido à queda dos preços das commodities.
Onze países têm pelo menos duas vezes como muitos bilionários, como o que eles tinham em 2009, e houve um número recorde de 164 pessoas de regresso à lista de bilionários em 2010.


O quarto mais rico do mundo está na Índia Mukesh Ambani, com US $ 29 bilhões, a quinta é outra indiana, Lakshmi Mittal, com US $ 28,7 bilhões. Ambani controlada Reliance Industries, uma empresa com maior valor de mercado na Índia, eo presidente da Mittal Arcelor Mittal, maior siderúrgica do mundo.
Arredondando para fora dos dez mais ricos do mundo é o americano Larry Ellison, da empresa de tecnologia Oracle, na 6 ª posição, com US $ 28 bilhões, o francês Bernard Arnault, do conglomerado de luxo LVMH, com 27,5 bilhões dólares na 7 ª posição, o Batista Brasileira vem na posição 8, o espanhol Amancio Ortega, o setor de varejo, com US $ 25 bilhões, na 9 ª posição, eo alemão Karl Albrecht, o setor supermercadista, com E.U. $ 23, 5 bilhões, na posição 10.

ANTONIO CARLOS LACERDA
PRAVDA Ru BRASIL
Traduzido da versão em Português:
Lisa Karpova
PRAVDA.Ru


Fonte: Pravda.Ru

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Caiu a casa do jornalismo político



Por Gustavo Barreto em 11/03/2010



É no mínimo curioso que o promotor de Justiça José Carlos Blat , fonte primária da “reportagem” da VEJA contra o PT no último domingo ( edição de 10/03/2010 ), já tenha pedido à própria VEJA ressarcimento por danos morais no valor de R$ 20 mil, alegando que a revista extrapolou o direito de liberdade de informação e violou a sua honra, ao qualificá-lo como “pioneiro da era dos promotores heróis”.


A matéria que causou o litígio entre Blat e VEJA é de 5 de fevereiro de 2006, sob o título “Intocável sob suspeita”, e sustento ser importante começar por este relato para chegar ao caso atual da BANCOOP. Abordava processos administrativos aos quais o promotor respondia no Ministério Público de São Paulo. Blat perdeu: “(…) Duarte Camacho [juiz da 4ª Vara Cível de São Paulo] entendeu que a revista apenas noticiou um inquérito verídico que envolvia uma figura pública”. Cabia recurso.
Relatou o juiz na sentença de dezembro de 2008: “Os procedimentos administrativos narrados na reportagem são verdadeiros. A reportagem divulgou a notícia dos procedimentos administrativos respondidos pelo autor porque o autor é um profissional que, freqüentemente, está na mídia em razão do seu trabalho”. E ainda: “O magistrado ressaltou que, assim como os grupos criminosos que o promotor combate estão expostos aos holofotes da mídia, Blat também deveria estar acostumado a ser notícia”. (Última Instância, via JusBrasil , dez/2008)


ACUSAÇÕES CONTRA BLAT


Na edição citada, os “procedimentos administrativos respondidos pelo autor”, segundo o juiz, são os seguintes:


ACUSAÇÃO 1 : “(…) Em 1998, entrou para o Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do qual foi afastado em 2004, em circunstâncias confusas. A Corregedoria o investigava por uma tentativa de livrar-se de multas no Detran e por um episódio estranho em que um carro oficial do Gaeco foi apreendido fora da cidade de São Paulo – com um criminoso ao volante. No fim de 2004, a Corregedoria do Ministério Público decidiu levar essas investigações a fundo. Ouviu o depoimento de onze pessoas, entre elas quatro promotores. Com base nesses depoimentos e em documentos levantados, a Corregedoria disse ter encontrado indícios de crimes mais graves.”


ACUSAÇÃO 2 : “(…) As primeiras investigações contra Blat colocaram em xeque suas ações contra desmanches de veículos roubados. Promotores afirmaram que uma seguradora de veículos indicava quais locais deveriam ser invadidos e quem deveria ser preso. Nessas ações três funcionários dessa seguradora apresentavam-se como peritos. Todo o estoque era apreendido e, em vez de seguir para a polícia, a maior parte das peças era desviada para um depósito de terceiros.”


ACUSAÇÃO 3 : “(…) Blat também foi acusado de proteger o contrabandista chinês Law Kin Chong, preso em São Paulo. Em 2002, quando participou de uma força-tarefa antipirataria, ele teria dirigido o foco da investigação somente contra os pequenos contrabandistas, deixando Law livre para atuar. Uma advogada que trabalhava para o contrabandista visitava Blat periodicamente no Gaeco.”


ACUSAÇÃO 4 : “(…) As investigações descobriram ainda que Blat mora num apartamento de Alfredo Parisi, que já foi condenado por bancar o jogo do bicho. Blat admite que, antes de se tornar promotor, foi sócio do filho de Ivo Noal, outro banqueiro do bicho, numa loja de conveniência – o que não é crime.”


ACUSAÇÃO 5 : “(…) Os bens do promotor também entraram na mira da Corregedoria. Segundo os depoimentos, Blat comprou de uma só tacada dois carros importados e blindados. A Corregedoria recebeu uma denúncia de que um apartamento no Guarujá também seria de Blat. Mais tarde, descobriu-se que, na verdade, estava em nome do ex-sogro do promotor, René Pereira de Carvalho, um procurador de Justiça. Carvalho tentou pagar 200 000 reais em dinheiro vivo, mas, diante da recusa da vendedora, usou cheques administrativos. A origem dos recursos não foi esclarecida. Por isso foi aberto um inquérito específico sobre seu patrimônio.”


A Revista VEJA conclui:
“(…) Sobre Blat pesam também as seguintes suspeitas: usar veículos e pessoal do Gaeco para interesses pessoais, negociar com um delegado a liberação de seu pai, que teria sido preso em flagrante por armazenar bens roubados, abuso de autoridade, truculência e suspeita de enriquecimento ilícito. É possível que Pinho esteja correto, e que nenhum crime tenha sido cometido. No entanto, por muito menos, políticos e empresários são duramente investigados pelo Ministério Público paulista – é o caso do ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Enquanto seu destino no Ministério Público não é definido, Blat já traça outros planos. Disse a VEJA: “Eu me desiludi com o Ministério Público. Estou pensando em me candidatar a deputado federal”.


Isso foi em 2006. Blat estava pensando em virar político, oficialmente.
Agora, em 2010, Blat diz outra coisa, conforme nota no site Consultor Jurídico :
“Estou fazendo meu trabalho. Um trabalho técnico. E não tenho nenhuma simpatia por partido algum. Não sou tucano nem petista, nem nada (…) É sempre a mesma coisa. O que acontece é que quando você investiga um caso envolvendo um partido A, eles te acusam de trabalhar para o partido B. Na verdade, eu só trabalho para o Ministério Público”.
Resta saber por qual partido o promotor estava “pensando” em se candidatar. Ou então precisa avisar urgentemente que, para se candidatar, é preciso ter partido.


SOBRE A REPORTAGEM DO BANCOOP
A reportagem de VEJA é até engraçada ao deduzir que já é lugar comum petista saindo por aí com dinheiro na meia, na cueca etc.: “(…) Os depoimentos colhidos pelo MP indicam que o esquema de desvio de dinheiro da Bancoop obedeceu a uma trajetória que já se tornou um clássico petista. Começou para abastecer campanhas eleitorais do partido e acabou servindo para atender a interesses particulares de petistas.” (p.74)
O “clássico petista” é, entre outras expressões, uma das que me faz pensar por que pessoas com massa cinzenta (responsável por processar a informação no cérebro) ainda leem VEJA. Seria desinteresse pela política? A revista é inútil, um mero panfleto político, financiada por um segmento empresarial-partidário e que só age em prol de seus interesses particulares.


É óbvio que qualquer cidadão com senso ético deseja a punição de todo e qualquer corrupto e, especificamente neste caso, também a Justiça às famílias que investiram pesado no sonho de ter uma casa própria. Mas acreditar que a solução é transformar todo e qualquer problema em plataforma eleitoral é uma piada de mau gosto. Jornalismo marrom, nada mais do que isso.
A “reportagem” nem sequer ouviu os acusados. É absolutamente inacreditável. No mínimo, os leitores inteligentes (e não creio que são todos) da revista gostariam de saber o que falam os acusados. E por que VEJA não considerou entrevistá-los? Simples: por que a “reportagem” poderia cair. Por que VEJA teme o contraditório?


Eu fui atrás desta informação. A BANCOOP emitiu uma nota, disponível aqui .
O primeiro parágrafo é uma vergonha para os jornalistas, a classe: “A BANCOOP (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) não foi ouvida em momento algum pelos jornalistas responsáveis pela matéria da revista “VEJA”, em clara violação a princípio elementar de ética jornalística (…)”. Ouvir isso de bancários dá um certo desconforto… corretíssimos, exigem ética.
Um dos trechos mais importantes para subsidiar a investigação jornalística (se tivesse ocorrido): “A matéria é extremamente fantasiosa quanto aos fatos, como demonstra a informação de que teriam sido emitidos, para saque em dinheiro, cheques nominais à própria BANCOOP em valor total superior a R$ 31 milhões. Na verdade, há uma intensa movimentação bancária entre contas da própria BANCOOP, já que cada empreendimento da cooperativa, por força inclusive do Acordo Judicial celebrado com o Ministério Publico, tem conta bancária específica, sendo necessária a transferência de recursos utilizados para o custeio das respectivas obras (…)”.


Além disso, segundo informa a BANCOOP (e ninguém questionou publicamente), já foram entregues 84% das unidades prometidas. Quanto às demais, a BANCOOP admite publicamente que houve problemas administrativos em 2003 e 2004. Depois que eu li, de curiosidade (devido à repercussão), a matéria da VEJA, fiquei com a sensação de que milhões de pessoas estavam morando debaixo das pontes, tudo por culpa da BANCOOP. A revista fala em “um dos mais espantosos esquemas de desvio de dinheiro perpetrados pelo núcleo duro do Partido dos Trabalhadores”.
O site Consultor Jurídico fez o mínimo : o dever de casa de ouvir os lados.
É muito importante que se apure a transferência dos 31 milhões de reais, neste caso em questão, ou outras supostas irregularidades encontradas. Sabendo que o promotor e a revista VEJA devem enfrentar a Justiça, caso seja um factóide ou uma jogada política.


No entanto, é preciso registrar que, quando o caso envolveu José Roberto Arruda – cujo Governo do Distrito Federal está com R$ 894 milhões sob suspeita -, a mesma revista VEJA decidiu estampar na capa uma mulher seminua, para ilustrar a matéria “O fim do efeito sanfona” , este terrível problema que atinge milhares de brasileiros.
O motivo? Já denunciamos aqui em outra oportunidade : parte do mensalão foi diretamente para a VEJA. Foram R$ 442 mil para a compra de exemplares da revista, sem licitação…


REFLEXÕES SOBRE O JORNALISMO POLÍTICO
A imprensa privada é tida, no discurso liberal, como a mais apta a praticar o jornalismo independente. Qual o argumento principal?
Segundo Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), em artigo recente no Observatório da Imprensa :


“O modelo ideal de empresa jornalística é a que se sustenta por meio da venda dos exemplares e também, necessariamente, pela receita publicitária oriunda de umacarteira ampla e diversificada de anunciantes. Somente empresas jornalísticas financeiramente sólidas podem manter a desejável independência editorial em relação a governos ou a interesses privados, o que lhes permite eleger como prioridade absoluta o direito dos cidadãos de acesso às informações, e assim garantir a publicação de notícias e análises que podem contrariar interesses políticos e econômicos.”
Muito bonito. No caso de VEJA, com financiamento de craques da política como José Roberto Arruda e José Serra (imagem abaixo), fica um pouco mais complicado. E o pior é que toda a imprensa brasileira aumenta e “evolui” a gritaria político-partidária.


ESPAÇO PARA O CONTRADITÓRIO
Ao contrário do que fez a VEJA, esta revista abre o seu humilde espaço para o contraditório, seja por meio dos comentários (abaixo), seja pelo envio desta matéria para o promotor José Carlos Blat, por email, para que possa se posicionar.

Fonte: Pravda.ru

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Marrocos, o Monstro



Sahara Ocidental

Descoberta fossa comum na zona de Bucraa, à oriente da cidade de El Aiun ocupada. Segundo despacho divulgado pela agência noticiosa saharaui SPS, foi descoberta na semana passada, na zona de Bucraa, a este da cidade de El Aiun, uma fossa comum que data do começo da invasão marroquina do Sahara Ocidental.


Segundo despacho divulgado pela agência noticiosa saharaui SPS, foi descoberta na semana passada, na zona de Bucraa, a este da cidade de El Aiun, uma fossa comum que data do começo da invasão marroquina do Sahara Ocidental. A informação foi divulgada hoje, sexta-feira, pelo Ministério Saharaui dos Territórios Ocupados e da Comunidade Saharaui no Exterior.
Segundo garantem fontes consultadas pelo ministério, foram os trabalhadores da empresa de Fosbucraa que "encontraram sete crâneos humanos de saharauis, no momento em que escavavam uma mina a nordeste de Bucraa".


"Os crânios pertencem a nómadas saharauis" que, "provavelmente, terão morrido sob tortura às mãos do exército ou da gendarmeria marroquina durante a invasão do Sahara Ocidental", afirma a nota o Ministério Saharaui dos Territórios Ocupados e da Comunidade Saharaui no Exterior divulgada pela SPS.
As autoridades saharauis responsabilizam o governo de Marrocos de "ocultar actos de genocídio no Sahara Ocidental".
De recordar que outras fossas comuns foram já descobertas, tanto perto da "Prisão Negra" na cidade ocupada de El Aiun como em Smara, sem que "as autoridades marroquinas tivessem dado qualquer explicação para o facto nem especificado que medidas iriam tomar para identificar os corpos".

Associação de Amizade Portugal - Sahara Ocidental


Fonte: Pravda.ru

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Polícia prende chefe mafioso da lista dos 100



Foragido desde 2007, Sebastiano Tutti foi detido em seu apartamento. Ele chefia a Camorra na região do Vesúvio, próximo a Nápoles, diz polícia.


Do G1, com agências internacionais

A polícia da Itália prendeu neste sábado (13) o chefe mafioso Sebastiano Tutti, um dos cem foragidos mais perigosos do país e membro importante da Camorra, grupo de Nápoles.


O chefe mafioso Sebastiano Tutti é escoltado por policiais neste sábado (13) na saída de seu apartamento na região de Nápoles, no sul da Itália. (Foto: AFP)


Ele já tinha sido condenado no passado a 12 anos de prisão e agora tinha contra si uma ordem de busca por formação de quadrilha e tráfico de drogas. Segundo a polícia, ele chefia a Camorra na região em torno do Vesúvio.
"A captura de Tutti é outro duro golpe à Camorra", disse o ministro do Interior italiano, Roberto Maroni, em comunicado de imprensa divulgado neste sábado.
A prisão ocorreu no apartamento dele, na localidade de Torre del Greco, próximo a Nápoles. Tutti, de 40 anos e que era procurado desde 2007, estava dormindo.


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Lorenzago di Cadore se prepara para receber o Papa



A comunidade de Cadore é em polvorosa: Mons. Karl Golser, o Bispo de Bolzano-Bressanone, anunciou que o chefe supremo da Igreja Católica Passerá as férias às margens de Isarco, em Bressanone. O Papa Bento XVI é aguardado em Lorenzago di Cadore, na Província de Belluno, uma renomada localidade de veraneio, tanto no verão quanto no inverno, pelas Dolomitas Emoldurada fazer Venteto. As palavras de Golser:



"Para nós o que conta é que o Santo Padre POSSA transcorrer um período de repouso, Independentemente do lugar".
Mas uma pequena vitória "aparece" na imprensa local. Esta é a oitava vez que um Pontífice escolhe uma belíssima Lorenzago, para as suas férias de verão. O Castello Mirabello, que hospedou o Papa João Paulo II e, em julho de 2007, também Bento XVI, já está se preparando para acolher o hóspede mais ilutres que se pudesse desejar.


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Caravaggio é mais apreciado que Michelangelo?


O New York Times coloca uma questão muito concreta e cativante: Caravaggio superou Michelangelo?” Foram preciso 5 séculos para que esta superação acontecesse, mas aconteceu.

Ao menos do ponto de vista das publicações científicas, como nos mostra o historiador de arte canadense, Philip Sohm, da Universidade de Toronto. Dos dois Michelangelo da pintura (O nome real de Caravaggio era “Michelangelo Merisi”, e era de um pequeno vilarejo perto de Bergamo: Caravaggio. Antigamente as pessoas mais conhecidas acabavam sendo reconhecidas pelas cidades de onde vinham), Caravaggio hoje já supera seu colega .


Mas, segundo Sohm, não se trata apenas de uma questão de críticos e historiadores, mesmo se o fenômeno da “Caravaggiomania” começou com os italianos Lionello Venturi e Maurizio Calvesi, que durante o século XX fizeram de tudo para mostrar a importância de um mestre quase “condenado” pela história. O público adora as grandes mostras de Caravaggio, independente do tema, e de quais artistas serão colocado ao lado dele.
Isso é que realmente significa estar “a frente de seu tempo”. O não ser clássico em seu próprio tempo.


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É difamação criticar as mulheres em função do sexo


Roma, Ansa - A mulher não pode ser criticada simplesmente em função de seu sexo e não se pode afirmar que, por exemplo, em determinado cargo, seria "melhor substituí-la por um homem".



As críticas às mulheres, desvinculadas de qualquer referência a fatos específicos e que se referem só ao "dado biológico", lesam a dignidade da pessoa e devem ser punidas com a condenação penal e a indenização por danos. Esta foi a determinação da Corte de Cassação (a máxima instância judicial da Itália), confirmando a condenação por difamação contra um jornalista e um sindicalista pelas críticas de gênero que dirigiram à diretora da prisão de Arienzo (Caserta, sul da Itália).
A Suprema Corte considerou difamatória uma entrevista publicada em um jornal local de Caserta em junho de 2002, intitulada "Presídio: para dirigi-lo é preciso um homem". Já a manchete foi considerada ofensiva e ofensivo também foi considerado um trecho da entrevista feita pelo jornalista Antonio C. a um sindicalista da Cisl, Luciano D.M. que, falando da situação da Prisão de Arienzo, dizia que para esta estrutura - dirigida por Carmela C., "seria melhor uma gestão masculina", sem vincular esta afirmação a qualquer prova objetiva. Sem sucesso, o jornalista e o sindicalista invocaram os direitos de informar e de crítica sindical, pedindo a absolvição e a anulação da sentença emitida em fevereiro de 2009 pela Corte de Apelação de Salerno.


A Corte de Cassação deu razão aos juízes de Salerno, afirmando que a manchete, por si só, é "objetivamente difamatória" e "suscetível de responsabilizar tanto o entrevistado como o entrevistador".
A Corte acrescenta que "se trata de uma declaração certamente prejudicial à reputação da diretora do presídio. (...) São críticas gratuitas contra a diretora, desvinculadas de fatos de sua gestão, que se referem apenas ao dado biológico de pertencer a um ou outro sexo".
O jornalista e o sindicalista foram considerados culpados por difamação e condenados a pagar uma compensação financeira à diretora de € 3.500, além de uma indenização por danos de € 7 mil.


Na matéria, o repórter fez uma vaga referência a um protesto dos presos de Arienzo, em agosto de 2000, e à carta que eles escreveram denunciando as péssimas condições de detenção e vinculando a persistência deste estado de coisas à presença da diretora do instituto penitenciário, sem contudo fazer qualquer averiguação.


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sexta-feira, 12 de março de 2010

Humanidade precisará de dois planetas em 2030



Com o actual ritmo de consumo dos recursos naturais do nosso planeta, segundo o relatório Planeta Vivo de há dois anos - responsabilidade da organização WWF, Sociedade Zoológica de Londres e da Global Footprint Network - precisaríamos de um segundo planeta por volta do ano 2050. Recentemente, re-avaliadas as diversas condicionantes desse estudo, iremos ter essa necessidade 20 anos antes, ou seja, em 2030. Acabamos de hipotecar o futuro dos nossos filhos, que por essa altura estarão a entrar para o marcado de trabalho, com um planeta completamente hipotecado caso não se faça algo muito urgentemente.

Mathis Wackernagel, director-executivo da Global Footprint Network, refere que satisfazer o actual nível de consumo da humanidade será "impossível" causando alterações graves no ecossistema global e ameaçando as bases económicas da actual sociedade global. A dificuldade em produzir recursos básicos irá fazer disparar o preço dos alimentos e da energia, causando uma crise à escala mundial.

Com base no relatório, estima-se que a humanidade tem uma pegada ecológica de cerca de 17.5 mil milhões de hectares globais, correspondendo a cerca de 2.1 hectares por pessoa, na prática, mais 31% do que a capacidade do planeta para reproduzir recursos naturais. Em termos simples, o planeta esta a demorar cerca de 1 ano e 3 meses para repor aquilo que a população global consome num único ano. Por este andar, temos mais 22 anos até ao colapso do ecossistema global.
Em 2005, os Estados Unidos e a China eram os países com maior pegada ecológica, cada um usando 21 por cento da biocapacidade do planeta. Nos Estados Unidos, por exemplo, uma pessoa precisa de 9,4 hectares, em média. Os Emirados Árabes Unidos é o país com a maior pegada ecológica per capita, com 9,5 hectares; a média na União Europeia é de 4,7 hectares.
Abaixo podemos ver a pegada ecológica do Brasil, onde os recursos naturais consumidos estão abaixo da capacidade de reposição. Simplificando, a linha laranja deve estar abaixo da linha azul, indicando um consumo abaixo da capacidade de produção.
Portugal, por seu turno, claramente acima no consumo face à sua capacidade de reposição, de resto uma tendência de toda a Europa.

A título de curiosidade, o mesmo gráfico para os Estados Unidos.

É urgente divulgar esta mensagem. É urgente sensibilizar tudo e todos para que se criem políticas ambientais credíveis que façam a diferença. Não será de um dia para o outro que a mudança irá ocorrer, mas a questão preocupante que fica é: começaremos a tempo de salvar o destino da humanidade?


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Arquitectura funcionalista em Lingotto


A grande notícia dos jornais neste dia 23 de Maio de 1923 era a inauguração das novas instalações da FIAT em Lingotto, Turim. A maior fábrica de automóveis do mundo - um edifício de cinco pisos com 507m de comprimento por 24m de largura - possuía, além do mais, características inovadoras. A sua forma alongada acompanhava o desenvolvimento da linha de montagem dos automóveis: o percurso iniciava-se no rés-do-chão com o tratamento das matérias-primas e terminava com os veículos saindo para uma inusitada pista de testes com cerca de 1km situada na cobertura.



Este edifício espectacular projectado por Giacomo Mattè Trucco tornou-se de imediato um paradigma da arquitectura moderna e, em particular, do Funcionalismo. Com a sua estrutura em betão armado apoiada em mais de 1000 pilares e o seu desenho funcional baseado nas teorias tayloristas de racionalização do trabalho representou a crença no poder da Indústria e da Tecnologia e foi apontado como exemplo de futuro. O próprio Le Corbusier foi um dos que lhe teceram rasgados elogios.


Durante muitos anos a fábrica trabalhou em pleno e das suas linhas de montagem saíram cerca de 80 modelos da marca italiana, incluindo o famoso Topolino. Em 1982, porém, foi definitivamente fechada e na mesma altura foi lançado um concurso público de arquitectura tendo em vista a sua reutilização como equipamento cultural. O projecto vencedor pertenceu ao arquitecto Renzo Piano.



Piano manteve a integridade formal do imenso edifício e atribui-lhe novas funções terciárias, habitacionais e culturais: zonas comerciais, escritórios, hotéis, centro de congressos e exposições, pinacoteca, auditório, etc. Concluído em 2002 permaneceu um exemplo de futuro embora distante daquele que lhe anteviram inicialmente. Tornou-se um estandarte da arqueologia industrial e um modelo de recuperação arquitectónica e urbana.



Fonte: http://obviousmag.org

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Nulla bike - novo conceito de bicicleta



A Nulla Bike é uma bicicleta especial. Num curto espaço de tempo espalhou-se na internet, gerando diversos debates entre os amantes do ciclismo. Também as publicações online e revistas de design não ficaram à parte do novo objecto da Bradford Waugh Design (Filadélfia, EUA), que neste momento pesquisa novas formas de melhorar o design da peça.



O que tem então de especial esta bicicleta? Pergunte antes o que não tem. À Nulla Bike faltam-lhe os raios, a corrente, e os eixos das rodas, que foram substituídos por dois pequenos cilindros que fazem mover as rodas ocas. Além do estilo e da leveza, esta peça deixa-nos simplesmente boquiabertos: usa um sistema de engrenagem directa, fazendo com que se pareça um conjunto de curvas abertas, de aspecto bastante minimalista.
Nulla, que significa literalmente nada, é, por enquanto, apenas um conceito, mas tem potencial para entrar no mercado no futuro próximo. Quem sabe se dentro de uns anos não vamos deixar de ter problemas com a bicicleta quando a corrente salta?



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Hillary Clinton aprendeu: o Brasil não é mais quintal dos EUA



Madame Hillary Clinton veio ao Brasil para botar banca e visivelmente pressionar o governo brasileiro no sentido de mudar de posição em relação à questão nuclear do Irã. De quebra, madame ainda sugeriu que o Brasil comprasse os jatos da Boeing para a Força Aérea Brasileira. Na verdade, a secretária de Estado norte-americana nos dois casos verdadeiramente cumpriu missão do complexo industrial militar.


Por Mário Augusto Jakobskind, no Direto da Redação

Clinton agiu como se o Brasil ainda fosse governado por dirigentes subservientes que mudavam de posição apenas com um pito de algum representante estadunidense, como acontecia nos tempos de FHC, amigão de Bill Clinton. A secretária de Estado deve ter aprendido uma lição, qual seja, a de que os tempos de “pátio traseiro” e “quintal” acabaram. Ou seja, os tempos são outros e não adianta pressão e ameaças. Hillary Clinton, em suma, portou-se como uma Condoleezza Rice loura.


Os gajos midiáticos se superaram em matéria de salamaleque a Clinton e foram acionados para desancar em cima do Irã. De quebra, Lula e o ministro Celso Amorim não foram poupados. De agora em diante, Mahmoud Ahmadinejad vai ser apresentado como ainda mais pernicioso do que antes. Os colunistas de sempre vão alertar em matéria de “perigo da bomba atômica”. E vão continuar dizendo que Ahmadinejad quer varrer Israel do mapa.
Em entrevista ao jornal Brasil de Fato, o insuspeito historiador estadunidense Juan Cole, da Universidade de Michigan e especialista em matéria de mundo islâmico, garantiu que o presidente do Irã nunca pregou a destruição de Israel. E ele é insuspeito, diga-se de passagem, porque é um crítico ferrenho de Ahmadinejad.


O historiador estadunidense domina o idioma persa, falado no Irã, e garante que a imprensa ocidental, deliberadamente ou não, tem feito má tradução e interpretação errada das declarações de Ahmadinejad.
Cole argumentou que o presidente iraniano nunca ameaçou atacar Israel ou matar civis judeus, como a todo o momento é afirmado por analistas das mais variadas tendências. O que diz Ahmadinejad, segundo Cole, é esperar que o regime de ocupação israelense entre em colapso, assim como ocorreu com a União Soviética e seria um erro matar civis judeus.
Ahmadinejad, no entanto, comete um equívoco, aproveitado pelo lobby israelense, quando se refere ao Holocausto. No entender de Cole, ao subestimar o número de judeus assassinados pelo 3º Reich, o líder iraniano na prática nega a tragédia. Mas o dirigente do Irã, diz em certo momento, lembra Cole, que “mesmo que o Holocausto de fato tenha acontecido, certamente ele foi obra do governo alemão e, por isso, deveria ter sido concedida aos judeus a Bavária ou alguma outra parte do território alemão, e não a terra natal dos palestinos”.


Em relação à questão nuclear, o erro de tradução ou interpretação das palavras de Ahmadinejad segue o mesmo diapasão, segundo ainda o professor estadunidense. Ou seja, ele é apresentado como instigador de guerras e só falta dizer, como antigamente se fazia com os comunistas, que come criancinhas. Ahmadinejad negou inúmeras vezes que o Irã possua um programa de armas nucleares e chegou a enfatizar que tais armas matariam um alto número de civis inocentes e que, portanto, (as armas) são anti-islâmicas, já que essa religião não permite tal prática.
Mas Madame Clinton e o governo israelense, sob o comando do troglodita Benyamin Netanyahu, interpretam à maneira que querem o ideário de Ahmadinejad. Há quem diga até que Madame Clinton está repetindo o então secretário de Estado norte-americano Colin Powell nas semanas que antecederam a invasão e ocupação do Iraque ao denunciar na ONU a existência de armas de destruição em massa. Deu no que deu.


Neste momento, a questão palestina está estagnada. Netanyahu aproveita o embalo e procura convencer o mundo, juntamente com o governo dos Estados Unidos, que é preciso endurecer o jogo contra o Irã por causa da suposta bomba atômica. E mesmo se existisse a tal bomba atômica, por que Israel pode ter e o Irã não? Por que Paquistão e Índia também podem?
Mas a matéria de fundo no Oriente Médio, a resolução da questão palestina, se arrasta. A Liga Árabe acabou de se posicionar em favor de uma retomada das conversações entre palestinos e israelenses. E neste momento, o governo israelense procura colocar a boca no trombone para evitar que haja alguma possibilidade de acordo que signifique suspender os assentamentos em território palestino.


Aí, quanto mais se demonizar Ahmadinejad e colocar Israel como eterna vítima, melhor para o projeto colonial do governo de Netanyahu. O resto, bom, o resto é perfumaria. Resta saber agora que relatório Madame Clinton entregará ao chefe Obama.

vermelho.org.br


Fonte: Pravda.ru

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Guerra de Bush,a Guerra de Obama..e a 'Guerra às Guerras'



As guerras do Afeganistão e do Iraque seguem tendências distintas, como mostra o gráfico que ilustra este texto. George W. Bush, que iniciou as duas, tinha forte preferência pelo Iraque. Deu errado. Terminou seu governo deixando ambas em banho-maria, exceto no discurso. Barack Obama diz que sairá do Iraque, no ano que vem, mas radicalizará no Afeganistão. Tampouco vai dar certo, como já começa a mostrar a aparatosa Operação Moshtarak.


Por Bernardo Joffily

O gráfico mostra as baixas fatais de soldados americanos e aliados ocidentais (na maioria britânicos). Os números são do www.icasualties.org , um dos muitos sites que acompanham essas mortes on line, às vezes até o nome e a patente de morto por morto.
Bem mais precária é a cobertura das baixas de mercenários das 'empresas de segurança' – que fazem um bom negócio nessas guerras semiterceirizadas – ou das baixas do lado contrário. E pior ainda para as baixas de civis, iraquianos ou afegãos.


Os números do Iraque
Porém os números do gráfico evidenciam o essencial: a Guerra do Iraque, mesmo começando mais tarde (março de 2003), foi a mais mortífera, num crescendo... até 2007. Maio daquele ano é o pior mês para os ocupantes, com 131 mortos. Depois disso, há uma brusca queda.
Bush fingiu que era porque estava ganhando. O primeiro ministro do Iraque, o xiita Jawad al-Maliki (do partido Dawa, ligado ao vizinho Irã e antes considerado pelos EUA como uma organização terrorista) finge que chefia um governo fantoche. As diferentes alas da resistência aos ocupantes finge que ressiste... E todos esperam pelo ano que vem, quando, conforme a promessa de Obama e uma resolução do governo iraquiano, as tropas estrangeiras finalmente irão embora.


Os números do Afeganistão
Observe agora as baixas dos EUA no Afeganistão. Nunca atingiram um pico como o do Iraque (além de incluírem uma percentagem maior de mortos não-americanos), mas vão em uma constante escalada. Em 2008 quase empataram com as do Iraque. Em 2009, bateram a estas numa proporção de 3,5 por um. E neste início de ano são dez vezes mais numerosas.


Obama e os seus generais insistem no envio de mais tropas (30 mil homens dos EUA, mais 7 mil de aliados) e em operações como a Moshtarak, a maior desde a invasão de 2001, com 15 mil soldados mobilizados. Por esse caminho a Guerra do Iraque ainda pode empalidecer diante da do Afeganistão.
Assim, o jovem senador que começou sua caminhada para a Casa Branca opondo-se firmemente à Guerra do Iraque, e se elegeu com o voto de 99% dos pacifistas dos EUA, pode terminar os seus dias como um presidente belicista a mais. Tal como os seus correligionários democratas, John Kennedy e Lyndon B. Johnson, que fizeram a escalada da Guerra do Vietnã nos anos 60.


'Guerra às Guerras'
Dificilmente haverá uma solução militar para os EUA, quer no Iraque, quer no Afeganistão. E isto porque "a guerra é a continuação da política por outros meios", como ensinou o prussiano Carl von Clausewitz (1780-1831), general e atilado teórico militar.
Vence a guerra quem vence também a política. E contam aqui tanto os mortos de uniforme como os civis – a exemplo dos 12 que perderam a vida em Marja no domingo, quando sua casa foi atingida por um míssil americano devido a um 'engano' de 300 metros.


Os EUA venceram na 2ª Guerra Mundial, e entraram triunfantes em Paris em 1944, sob o aplauso dos franceses, porque representavam os Aliados que tinham derrotado o nazifascismo, política e militarmente.
Ao entrarem com suas tropas em 2003, Bush encenou uma paródia de libertação que mais pareceu saída de uma ópera bufa. Teve força bruta bastante para manter o país ocupado, mas nunca para curvá-lo ao seu projeto.


No Afeganistão será ainda mais difícil, dados a geografia inóspita, a tradição militar e a vizinhança com o Paquistão, onde também ferventa a oposição aos invasores. As colunas verdes no gráfico que ilustra esta matéria tenderão a crescer. E com elas também a oposição à carnificina afegã no interior dos EUA, fazendo soar, de novo e ainda mais forte, o mais que centenário lema de "Guerra às Guerras", revolucionário e justo.

Fonte: Pravda.ru

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Com Dilma e para frente


Por: Anna Malm


O tema central aqui é definido como a necessidade de se criar e manter uma união de forças. Isso é necessário para vencer uma trama interna e externa que se constitui em milhares de ramificações que tanto podem ser bem visíveis e distinguíveis como dissimuladas agindo para enfraquecer uma coesão nacional.


Para analisar alguns dos aspectos relevantes a essa questão segue-se quatro perguntas para tentar pôr um pouco de ordem na realidade caótica que nos rodeia. Essas quatro perguntas serão também os cabeçalhos de onde diversos aspectos do problema serão abordados de uma forma mais livre. Voltaremos no entanto ao tema central definido acima.


1. COMO PENSAM E TRABALHAM NOSSOS COMPETIDORES?
2. O QUE ESTÁ EM JÔGO?
3. DIVIDINDO E DOMINANDO?
4. POR UMA UNIÃO QUE RESULTE?


COMO PENSAM E TRABALHAM NOSSOS COMPETIDORES


Poderia se pensar que o que segue é tão óbvio que nem deveria ser assunto para discussão. Mas como o assunto foi mesmo discutido num fórum americano de considerável envergadura, com dois contestadores de peso e com um mediador ligado ao conhecido “Washington Post”, à não mais que poucos dias atrás, apresenta se aqui uma estruturação em forma de dois modelos abstratos elaborados com base no que foi pública e abertamente dito seguido de um resumo do conteúdo do debate. [1]
Primeiro a estruturação em forma dos dois modelos abstratos que sintetizam duas das mais básicas posições na política externa dos Estados Unidos, como apresentadas nesse debate, e que aqui apresentam se como MODELO A e MODEO B. Digo abstratos por não terem as concreções e detalhes de um caso real e específico. O caso real e específico que foi discutido foi o Irã, o que será um pouco mais adiante apresentado em resumo. Foi esse caso real que possibilitou a estruturação dos dois modelos abstratos para estudo da ação político-econômica dos Estados Unidos mencionados. Esses dois modelos poderão ser relevantes para estudar outras situações, países ou regiões.


MODELO A); A cultura local não nos agrada. Também nós não agradamos a eles. A má vontade é recíproca. Não nos querem lá e se lá formos podem até nos matar, mas lá há muitos dos recursos que precisamos. Que fazer? Infiltramos – Trabalhamos com os colaboradores domésticos, damos-lhes assistência [economia e militar] – Agitamos – Mudamos o governo – Fazemos negócios.


MODELO B); Aceitamos a realidade tal como é. Avaliamos nossos interesses econômicos ou político-estratégicos. Fazemos propostas econômico-estratégicas que sejam mutuamente atrativas. Negócio feito e nada de infiltrações assim como nada de envolvimentos em assuntos de caráter interno.
A seguir em resumo os pontos altos do que foi dito pelo ORADOR-A e pelo ORADOR-B no programa americano acima mencionado.


ORADOR-A: - O Irã quer mais é ver nos mortos. Antes de 1979 era ruim e agora é pior. Eles nos odeiam assim como odeiam a cultura ocidental além de terem um desprezo (estrutural) pelas mulheres. Permitindo-se que eles se tornem no poder dominante da região essas atitudes se ramificarão. Existe uma pressão para que falemos com eles. Nós estivemos falando com eles a trinta e um anos e isso levou a que? Nos matam. O Iraque, o Afeganistão, pode entender se que o Irã está atrás de tudo isso.
Eles nos odeiam e querem matar nos a todos. Não para um Irã Islâmico, mas um sim para um Irã livre. Nós devemos apoiar a oposição interna. Os “Verdes,” -(menção ao grupo da oposição que tomou o verde como símbolo- a seguir virão mais esclarecimentos à respeito das revoluções coloridas) - à vinte cinco anos lá estão mas o ocidente não lhes dá a devida ajuda, contato, ou assistência. Eles querem um Irã livre, a igualdade para as mulheres, assim como eleições livres. Lá tem uma maioria que está em oposição e essa maioria está zangada. Demonstrações e tropas. É realmente a própria natureza da República Islâmica [que é o problema]. Eles proibiram os “Verdes.” Eu os apoio e acho que nós devemos apoiá-los dando-lhes ajuda concreta.


ORADOR-B: - Porque deveríamos falar com o Irã? Eles precisam que sejamos acessíveis, que os abordemos. Além disso, é o fato deles terem uma posição de eixo central, tanto em termos de localização geopolítica como em termos de estrutura territorial e demográfica, juntando-se a isso os hydrocarbons (ou nas minhas palavras leigas, petróleo e gás).


Se olharmos para a história de uns vinte ou trinta anos atrás e analisarmos o que aconteceu no Iraque, veremos que uma das conseqüências foi à projeção regional do Irã. Agora o Irã é um poder regional genuíno. Nenhum dos nossos objetivos, sejam eles em relação a Israel, Afeganistão, Iraque ou Al-Quaeda serão resolvidos de maneira satisfatória sem a participação do Irã.
Façamos uma analogia entre a República Islâmica e a China dos anos 60-70. China estava emergindo e ainda não era o poder em que hoje se tornou. Os Estados Unidos tentaram isolá-la apoiando Taiwan, por exemplo, até que no período de Nixon-Kissinger foi reconhecido que isso não estava a favor dos interesses americanos. O mesmo é hoje em relação ao Irã. O que estamos fazendo é contra produtivo. Os nossos problemas não serão resolvidos se não reconhecermos o papel do Irã.


Trinta e um anos tentando resolver os problemas amigavelmente sem resultado? Em aspectos estratégicos definidos eles cooperaram. Irã cooperou em relação ao problema Talibã/Afeganistão. Qual foi a recompensa? Serem denominados como um dos portadores do eixo-malígno (axis of evil) e ser excluídos da cooperação. Nenhuma administração americana aproximou se do Irã como, por exemplo, Nixon fez com China. Isso é o que precisa ser feito.
Os analistas neoconservadores sempre vêem com o mesmo discurso. Iraque por exemplo. A idéia era proporcionar uma maior participação política quando o aspecto islâmico fosse diminuído e o aspecto democrático insuflado. Estavam errados. Esse ponto de partida estava e continua errado.


Onde estão as provas de que essa oposição seria uma maioria reprimida? Tentar convencer que as eleições foram roubadas não justifica. É necessário ter provas e as provas não aparecem e, portanto não podem ser apresentadas. Pesquisas de Opinião feitas por institutos iranianos e também ocidentais apresentam características similares. A oposição não tem uma base social- popular suficiente. Estar contra um Irã Islâmico e ser para uma mudança de sistema porque se vê “verde” por toda a parte? O verde está por tudo porque há muito verde. Até a própria bandeira do país é verde.
O Irã não está à beira de uma revolução. A maioria dos iranianos desejam um desenvolvimento dentro do padrão islâmico. Nós não iremos resolver nossos problemas da maneira sugerida [pelos padrões do modelo A]. Tentar uma aproximação como fizemos com a China cuidando de salientar nossos interesses recíprocos dentro de uma atmosfera honesta. Esse é o caminho a seguir. Reconhecer a realidade e adaptar-se a ela. Abaixo com operações dissimuladas e interferências em assuntos internos.


O QUE ESTÁ EM JÔGO
Depois das polêmicas de como os americanos melhor podem resolver seus problemas de relações internacionais, tendo em mente o que isso significa para todos, torna se a atenção para o Brasil.
Um Brasil forte e independente com uma diplomacia que sirva aos interesses brasileiros ou um rabicho dos Estados Unidos e da União Européia? Um Brasil que se contenta com as migalhas para os já bem ricos num mundo dominado por um só ponto de poder ou um Brasil rico e independente que escolhe seus próprios parceiros num mundo com vários pontos de poder? Qual é a melhor opção para o Brasil? Um mundo unipolar com um só centro de poder ou um mundo multipolar oferecendo as nações o direito de opções individualizadas sem risco de acabar de uma maneira ou de outra sendo perseguidos ou castigados pelos interesses todos poderosos, interesses esses que num mundo unipolar convergem atualmente para um só ponto de convergência – os Estados Unidos.


O governo Lula do PT tem conseguido manter um equilíbrio digno de admiração a respeito da difícil arte de agradar a gregos e troianos. Internacionalmente isso coloca o Brasil numa posição privilegiada, sendo visto como um país flexível, se bem que de princípios bem definidos e determinados. Isso pôde se ver bem quando da visita de Hillary Clinton ao Brasil. O governo dos trabalhadores trouxe o Brasil onde hoje está. Em posição de destaque internacional mantendo uma liderança econômica para o bem do Brasil e da América Latina assim também como do mundo, sendo um motor para a aceleração pacífica de uma reestruturação para um mundo mais homogêneo e estável ou em outras palavras um mundo multipolar.
O Brasil aparece em declarações e pesquisas européias de prestígio [2]-[3] como já pertencendo à primeira liga das nações e aqui realçam a importância econômica, política e estratégica do Brasil para a União Européia. Esse é um caminho de duas mãos porque também é uma parceria econômica de muito grande porte para o Brasil e com isso tudo bem, nada a reclamar, muito pelo contrário.
Mas é necessário se lembrar que europeu é europeu não conseguindo ser outra coisa e a nossa história nos ensinou o que esperar dos encontros com eles. Fazendo uma história comprida ficar mais curta:- Não se troca ouro por bolinhas de vidro colorido. No caso presente os interesses financeiros do Brasil até podem ser observados de maneira satisfatória mas não há que esquecer que o Brasil possa ser visto por algumas almas menos sensíveis como um trampolim ou uma ponte para enfraquecer a luta social no continente. Isso não se pretende fazer de maneira grosseira. Ah! Não, mas tem se que estar de olhos muito abertos principalmente em que relação Brasil se coloca perante as organizações regionais latino americanas porque é aqui que os interesses subterrâneos podem agir.


Mais concretamente pode se dizer que estava nos interesses da União Européia em meados de 2006 apoiar na América Latina forças organizatórias como a SICA na América Central e CAN nas Regiões Andinas que hoje em dia até possam ter se desenvolvido em outras organizações, mas a linha de ação das organizações a serem apoiadas deveriam seguir a mesma linha que as mencionadas. Isso significa também que não estavam inclinados a apoiar organizações como “UNASUR” com sede em Quito ou o antigo “BanSur” que se transformou no “Banco do Sul,” compreendendo que esse deveria funcionar como uma alternativa para as organizações relacionadas ao “Bretton-Woods.” Aqui está um ponto muito importante que aqui e agora não tenho competência para desenvolver, mas que compreendo é de importância capital para o desenrolar dos acontecimentos no continente.
México e Chile assim como a Colômbia eram em 2006 e ainda hoje nos finais de 2009 continuam sendo, vistos através dos óculos da União Européia, países que devem ter uma posição mais vantajosa no continente em relação à países como, por exemplo, a Venezuela, a Bolívia e o Equador, para nem mencionar Cuba.


A União Européia é hoje, como se sabe, uma força que se alinha de tal maneira perto dos Estados Unidos, agarrando-se as passadas constelações de poder, que dificilmente se poderia contar com ela como uma força para um mundo mais homogêneo.
A retórica internacional dos que se aliam contra um mundo multipolar é enganadora e, além disso, usam táticas como, por exemplo, o silêncio ensurdecedor quando se trata de algo digno de admiração ou o trombone seguido de toda a bateria da escola quando se trata de sublinhar, usando a trombeta, os erros ou deficiências nesse ou naquele setor.


Aqui nem preciso acrescentar que é a minha opinião porque os fatos reluzem por si mesmos. Centros de pesquisas na Europa que deveriam, por definição, ser neutros, sempre revelam de uma maneira ou de outra seus pontos de referência e preferência. Por exemplo, falando da Venezuela e de suas posições em relação ao mercado mundial preferem apresentá–la como inimiga do comércio livre, quando na verdade a posição da Venezuela significa um não para um comércio dominado e dirigido somente pelos interesses norte americanos. O que omitem é que Venezuela se abre para um comércio generalizado com um leque de nações amigas o que muito bem poderia incluir os Estados Unidos, entre outros. Venezuela trabalha para o bem estar do seu povo, para o povo da América Latina assim como do mundo de um modo geral. A Venezuela exerce aqui o direito da escolha livre, o que todos deveriam ter o direito de fazer num mundo multipolar, um mundo com vários centros de poder e ação.
Distorcer, omitir e mesmo inventar realçando é de um modo geral também o que faz a mídia aliada ao poder, se bem que de uma maneira mais aberta e sem maiores escrúpulos. Na Europa hoje em dia não se pode contar com nenhum reconhecimento espontâneo e gratuito, muito pelo contrário. É um jogo sujo. Nas informações oficiais, nos noticiários da televisão, nos jornais, onde quer que seja. Tudo é distorcido omitido ou anunciado com trombetas - dependendo da situação. Só uma coisa se pode contar como certa: - em 99% dos casos será para nossa desvantagem.


DIVIDINDO E DOMINANDO
Dividindo e dominando? Sim. Acredito que muitas vezes por detrás do que aparentemente é caótico e sem razão específica de ser há um fim político estipulado agindo atrás dos bastidores. Isso não é uma coisa que só aconteça no Brasil ou na América Latina. É um fenômeno do mundo atual. Isso em princípio é tanto quanto posso compreender originado nos Estados Unidos pelas forças neoconservadoras guiadas pelas premissas apresentadas no MODELO A. O que não lhes falta é recurso. É só lembrar dos nomes de algumas companhias de petróleo multiplicar por “x” e ir somando até chegar tão longe astronomicamente quanto possível e aí se tem uma idéia do que eles conseguem mobilizar. Se quiser entender em que essa mobilização é capaz de resultar é só pensar “Iraque” ou “Colour Revolutions” [4]-[5] que em português talvez se possa denominar “Revoluções Coloridas,” o que na linguagem brasileira dos anos 60 se chamaria mesmo de “Golpe de Estado,” deixe estar que com capital estrangeiro. Lá por aí houve na Europa umas cinco desse tipo nos últimos vinte anos. Isso significa cinco países. Tendo se em conta que um só desses países tem uma população de 46.000.000 de habitantes começa se a entender do que se trata. Não é brincadeira.


Uma soma astronômica de dinheiro é posta em circulação não só por algum governo, por exemplo os Estados Unidos, mas por diversos governos e inúmeras multibilionárias Organizações - em conjunto ou individualmente - que por afinidades ideológicas, interesses políticos ou econômicos financiam em massa a formação de opiniões e atitudes para suas causas, sejam elas de caráter econômico, político ou ideológico, mas não só isso, como os exemplos “Iraque” e “Revoluções Coloridas” mostram claramente.
Como funciona? É similar ao caso das montanhas de dinheiro que se colocam à disposição dos partidos políticos em tempo de eleições só que agora essas somas astronômicas não vão para um partido político mas para uma variedade enorme de instituições. Cada uma dessas instituições pode muito bem ser quase que totalmente inocente. Completamente inocentes não se pode dizer que sejam pois o resultado final com necessidade é uma forma de distorção da realidade para ajustá-la aos interesses do financiador. Pior que isso são as organizações internacionais ditas não governamentais que conscientemente servem de fachada para o colecionamento de fatos e dados a serem estudados em seus respectivos países com o objetivo final de destabilizar e enfraquecer toda e qualquer movimento nacional que não esteja de acordo com seus interesses. É como se a CIA dos anos 60-70 tivesse se tornado em incontáveis falanges fantasmagóricas, que por definição são “invisíveis” e isso em escala realmente massiva.


As chamadas Organizações Não Governamentais, muitas delas especializadas mesmo para só um fim, enfraquecimento de movimentos nacionais não compatíveis com seus fins, são não governamentais só em nome, tendo se em conta quem em última instância possa estar financiando a brincadeira. Essas organizações internacionais são para dizer o mínimo muito ricas e por mau dos pecados muito renomadas, “decentes” e em inúmeras vezes fazendo parte das mais finas categorias – “creme de la creme” no meu francês malandro.
Tenho aqui a minha vista uma lista de dez delas, e vejo que essas organizações são originárias de vários países. Elas poderiam ser especificamente nomeadas no caso de umas centenas. Mas, é como foi dito. Elas são muito ricas. Elas são muito conhecidas. Elas são muito renomadas. Nomeando-as individualmente poderia se ficar sujeito a não sei lá o que. Apesar de circular por aqui inúmeras documentações a respeito de todo esse assunto triste, não me atrevo a nome-á-las por conta própria. Gostaria no entanto de enfatizar a necessidade desses nomes se tornarem de conhecimento público para pôr fim a invisibilidade e diminuir dessa maneira a capacidades de destruição inerente nelas.


Posso no entanto afirmar que conquanto essas grandes organizações são muito conhecidas há inúmeras outras que são totalmente desconhecidas e seria mais ou menos como tentar contar os grãos de areia conquanto tentando individualizá-los. A verdadeira trajetória do dinheiro e das influências elevando-se a níveis cada vêz mais altos assemelha-se mais a um labirinto inconcebívelmente complicado do que a uma rede de comunicações organizadas ainda que de inumeráveis ramificações.
O que interessa do ponto de vista desse estudo é estar bem preparado e sabendo do que se trata quando esses esforços conscientes, sincronizados e bem financiados usando suas falanges fantasmagóricas estiverem com as mãos cheias de trabalho fragmentando a luta política e tentando conseguir o enfraquecimento premeditado do país. Um artigo de jornal aqui, ou uma grande editora ali, um programa de televisão aqui ou uma cadeia de televisão ali e por aí afora.


A UNIÃO QUE RESULTA
O enfraquecimento e a queda vêm com a divisão e a fragmentação. Aqui as tramas melindrosas das elites nacionais aliadas com as internacionais encontrarão uma ofensiva flexível e uma defesa inteligente e marota. Por outras palavras O Brasil Unido. Mas, vamos ter que trabalhar e muito. E podemos contar. Essa é a união que resulta:-

REFERÊNCIAS:


[1] (Tradução aproximativa: de 2010-03-06. A competição, ou a corrida, pelo Irã).


[Atlantic Council hosted a debate between “Race for Iran” Publisher and “New America Foundation/Iran Initiative. [Race for Iran] director Flynt Leverett and Foundation for Defence of Democracies Freedom Scholar Michael Ledeen. Washington Post columnist David Ignacius moderated the debate (0:00:00/1:33:17 - You tube: -“The Race for Iran” Flynt Leverett Debates Michael Ledeen on Iran Policy.” Posted on March 6th, 2010].


[2] (Tradução aproximativa: de julho 2006. A Subida do Brasil a 1a. Liga em relação à União Européia – Potencial e Limite da União Estratégica entre o Brasil e a União Européia).


Por: Günther Maihold – [ Brasiliens Aufstieg in die 1. Liga der EU Außenbeziehungen – Potential und Grenzen der neuen strategischen Partnerschaft] .


[3] (Tradução aproximativa: de setembro 2009. Conferência Europa – Brasil. Estocolmo ) –


Por: Peter Fischer-Bollin [“The 3rd European –Brazilian Summit on October 6th in Stockholm, September 2009].


[4] (Tradução aproximativa: de Janeiro 2006. “Democratisação – Organizações não Governamentais e as Manipulativas Mudanças de Governo.”)


Por: Sreeram Chaulia –[ Democratization NGOs and “colour revolutions].”


[5] Tradução aproximativa: de 2009-07-24 Revoluções Coloridas, geopolítica e os tubos condutores [petróleo e gás] de Baku).


Por: W. Engdahl, [Colour Revolutions, Geopolitics and the Baku Pipeline] http://www.engdahl.oilgeopolitics.net/Geopolitics_Eurasia/Color_Revolutions/


Se alguém souber, favor enviar a dica pela seção “Fale Conosco” deste sítio.


*Anna Malm escreve direto da Suécia para o Pátria Latina


Fonte: Pravda.ru

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Conhecendo suas Raízes



Uma professora pergunta:


Como ensinar meus alunos a descobrirem qual é o verdadeiro sobrenome italiano em suas famílias?

Esta questão é importante. Ao longo de nossas buscas, inúmeras vezes nos deparamos com informações orais sobre ascendentes italianos cujo nome nos pareceu estranho. Como foi o caso de uma família que disse descender dos Terceira Rocha. Até o momento não conseguimos identificar o sobrenome real desta família.


Em outros casos, felizmente a maioria, colhemos as variações nos assentos paroquiais e fomos montando o grupo familiar através da indicação de pais, mães e eventualmente avós que tenham sido indicados nos batismos. Foi um grande quebra cabeça, com certeza. Hoje, 15 anos depois do início da montagem, nos colocamos à disposição dos interessados para fornecer as informações constantes em nosso banco de dados. Desta forma estaremos ajudando aos alunos envolvidos no projeto Conhecendo suas Raízes, das secretarias municipais de Cultura e Esporte e Lazer de Leopoldina. Isto porque, num primeiro momento, talvez não seja possível apresentá-los aos meandros de uma pesquisa desta natureza.


Vejamos um caso clássico. Há alguns anos recebemos consulta de um leitor de nossas colunas que desejava descobrir a origem de sua família. Informou-nos que o sobrenome de uma avó era Bastos Perdão. Assim como em inúmeros outros casos, foram necessárias trocas de mensagens que nos esclarecessem e pudéssemos identificar os prováveis ascendentes. Chegamos a Giuseppe Perdonelli e Giovanna Bagetti, pais de Luigia, Maria e Tereza.


Luigia, nascida na província de Vicenza, casou-se no distrito de Providência com Federico ou Frederico Canova, italiano de Codevigo, Padova, filho de Pietro Canova e Santa Varoti.


Maria Perdonelli casou-se com Luigi Richardelli também em Providência. Ele era filho de Domenico Richardelli e Rosa Sangiorgio, família que passou ao Brasil em 1896 e estabeleceu-se naquele distrito. Além de Luigi, o casal teve os filhos Carlo Domenico casado com Ida Zamagna, Maria, Ernesta, Tereza casada com Manoel Furtado, Gaspare, Luigia casada com Antonio Luiz de Moura e Pasquina casada com Eugenio Francisco de Souza. A família Richardelli trabalhou na Fazenda Albion. Uma das filhas de Maria Perdonelli e Luigi Richardelli casou-se com Sante Antonelli, filho de Serafino Antonelli e Santa Gentilini. Com a ajuda de uma descendente, descobrimos que os Antonelli viveram em Providência até, pelo menos, 1941. Tereza Perdonelli casou-se em Providência com Augusto Mario. Ele nasceu em Palma, filho dos italianos Maria e Giacomo Mario.
O uso do sobrenome original nos permite identificar adequadamente as famílias. Entretanto, não é simples perceber que Bastos Perdão quer dizer Bagetti Perdonelli. Assim também os inúmeros descendentes de imigrantes que vivem em Leopoldina nem sempre conseguem localizar-se no seio daquele grupo que chegou ao município a partir de 1880. Mas se a criança começa a trabalhar com suas próprias raízes, cedo descobrirá não apenas de onde procede como uma série de outras informações que ampliam seu universo cultural.


Em todas as reuniões e contatos que fizemos com instituições, autoridades e moradores de Leopoldina nestes últimos anos, sempre dissemos que a comemoração do Centenário da Colônia Agrícola da Constança e dos 130 anos de Imigração Italiana em Leopoldina poderia alavancar diversos aspectos. Inclusive, e talvez principalmente, ajudando os alunos num estudo interdisciplinar sobre suas origens familiares.


Disse-nos Paulo Freire, em Pedagogia da Autonomia, que "quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender". Quanto aprenderemos com a pesquisa de nossos estudantes para o projeto Conhecendo suas Raízes? Quantos deles virão nos contar coisas que não suspeitávamos sobre o lazer, o trabalho e as relações sociais da Leopoldina dos imigrantes? E quantos despertarão para atividades profissionais ligadas aos conhecimentos que precisarão acessar ao buscarem suas origens?


ABRACE ESTA IDÉIA!!!
12 de abril 1910 - 2010
Centenário da Colônia Agrícola da Constança
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